Vocês não têm ideia de como eu adoraria ser full user, mas é muito difícil conseguir pontos, ainda mais quando não se tem uma "amiguinha" poringa girl! (falo com todo respeito e admiração)
Também não adianta muito postar fotos ou vídeos roubados da web, porque isso tem em qualquer lugar e não é tão difícil de achar (de qualquer forma, já tentei isso e não deu resultado).
Aliás, muitos de vocês já devem saber disso!
Por isso, tive a ideia de tentar contar uma história de algo que aconteceu comigo, bom, na verdade, já não tenho mais certeza se aconteceu, se foi um sonho ou se escrevi em algum outro lugar. No fim das contas, é a mesma coisa, meu único objetivo é conseguir pontos para poder entrar naquele grupo exclusivo dos NFU.
—Caralho, que frio do caralho! Melhor eu pegar o cachecol… Onde porra eu deixei ele?—
Aquele dia ia ser o dia mais frio do ano e eu, como todas as manhãs, tinha me levantado pra ir trabalhar. O despertador tocou como sempre às 5h45 e eu abri os olhos com uma sensação estranha de que algo ia acontecer, não sabia se bom ou ruim, mas com certeza algo fora do comum ia rolar.
—Na casa da gorda da Luz, porra, deixei ele lá ontem à noite! Pelo menos tinha comido ela!—
Talvez essa sensação tenha feito com que eu me levantasse mais rápido que o normal e tivesse uma atitude diferente pra encarar o dia.
—Vou me foder de frio por causa da gorda, mas valeu a pena, que buceta gostosa ela tem! Ah, vou perder o busão…
—Bom dia… centro—
—Vou ter que largar o cigarro, já não consigo correr nem 50 metros! …Não! Que gostosa, ela é muito linda……—
É nesse momento que começa minha história, a que quero compartilhar com vocês. Mas como já falei antes, não sei bem se aconteceu ou se, lembrando dessa gostosa numa noite, eu sonhei, ou se imaginei tudo durante aquela viagem de ônibus.
—Quer sentar? — perguntei.
—Obrigada. Que cavalheiro! — respondeu — me dá que eu seguro sua pasta—
Uma mulher linda, a mulher mais gostosa que eu já tinha visto e tive a sorte de ela parar do meu lado, depois aceitar o assento e por último ser tão simpática a ponto de me agradecer e puxar conversa.
—Bom, obrigado, é pesada mesmo — respondi.
—Você é professor? — perguntou.
—Não, técni…—
—Com licença, que eu desço na próxima — disse a velha que estava sentada do meu lado, quer dizer, do lado dela agora.
Durante os próximos 5 segundos que a velha levou pra sair do assento e passar na nossa frente pra ir até a porta traseira, eu adorei, bendisse e louvei ela por me deixar um lugar ao lado da mulher dos meus sonhos.
—Técnico, tenho uma oficininha no centro, onde conserto computadores e vendo peças. Tá indo bem pra caralho. — O que você faz? — perguntei.
Ela me olhou, sorriu e disse: — Agora vou pra casa descansar. — Virou-se e ficou um tempinho olhando pela janela. Não tive coragem de perguntar mais nada.
— Então técnico de computador — disse ela. — Nunca entendi essas máquinas, mas também nunca tentei muito.
— Pra mim, ao contrário, são minha vida. Sem elas, não sei o que faria. — Eu falava e ela não parava de olhar pela janela. — Mora longe? — perguntei.
— Quase no fim da linha — respondeu sem me olhar. — E você, onde desce? — perguntou.
— Daqui a três paradas — respondi.
Ela me olhou, sorriu e disse, séria, olhando nos meus olhos: — Sou puta. — E desviou o olhar de novo pra janela.
Vou ser sincero: fiquei meio decepcionado. Preferia que fosse, sei lá, enfermeira, que sei eu. Fiquei um tempão sem falar nada, enquanto ela não tirava os olhos da janela. Passaram uns mil anos e de repente ela se virou, me olhou e disse: — Na próxima eu desço. Valeu pelo lugar.
Juro que até hoje me arrependo de minhas últimas palavras pra ela não terem sido outras.
— Tchau — falei, e até hoje nunca mais a vi. Talvez um dia eu sonhe com ela de novo e consiga completar minha história, e tenha coragem de dizer que ela é a mulher perfeita.
Também não adianta muito postar fotos ou vídeos roubados da web, porque isso tem em qualquer lugar e não é tão difícil de achar (de qualquer forma, já tentei isso e não deu resultado).
Aliás, muitos de vocês já devem saber disso!
Por isso, tive a ideia de tentar contar uma história de algo que aconteceu comigo, bom, na verdade, já não tenho mais certeza se aconteceu, se foi um sonho ou se escrevi em algum outro lugar. No fim das contas, é a mesma coisa, meu único objetivo é conseguir pontos para poder entrar naquele grupo exclusivo dos NFU.
A mulher perfeita
—Caralho, que frio do caralho! Melhor eu pegar o cachecol… Onde porra eu deixei ele?—
Aquele dia ia ser o dia mais frio do ano e eu, como todas as manhãs, tinha me levantado pra ir trabalhar. O despertador tocou como sempre às 5h45 e eu abri os olhos com uma sensação estranha de que algo ia acontecer, não sabia se bom ou ruim, mas com certeza algo fora do comum ia rolar.
—Na casa da gorda da Luz, porra, deixei ele lá ontem à noite! Pelo menos tinha comido ela!—
Talvez essa sensação tenha feito com que eu me levantasse mais rápido que o normal e tivesse uma atitude diferente pra encarar o dia.
—Vou me foder de frio por causa da gorda, mas valeu a pena, que buceta gostosa ela tem! Ah, vou perder o busão…
—Bom dia… centro—
—Vou ter que largar o cigarro, já não consigo correr nem 50 metros! …Não! Que gostosa, ela é muito linda……—
É nesse momento que começa minha história, a que quero compartilhar com vocês. Mas como já falei antes, não sei bem se aconteceu ou se, lembrando dessa gostosa numa noite, eu sonhei, ou se imaginei tudo durante aquela viagem de ônibus.
—Quer sentar? — perguntei.
—Obrigada. Que cavalheiro! — respondeu — me dá que eu seguro sua pasta—
Uma mulher linda, a mulher mais gostosa que eu já tinha visto e tive a sorte de ela parar do meu lado, depois aceitar o assento e por último ser tão simpática a ponto de me agradecer e puxar conversa.
—Bom, obrigado, é pesada mesmo — respondi.
—Você é professor? — perguntou.
—Não, técni…—
—Com licença, que eu desço na próxima — disse a velha que estava sentada do meu lado, quer dizer, do lado dela agora.
Durante os próximos 5 segundos que a velha levou pra sair do assento e passar na nossa frente pra ir até a porta traseira, eu adorei, bendisse e louvei ela por me deixar um lugar ao lado da mulher dos meus sonhos.
—Técnico, tenho uma oficininha no centro, onde conserto computadores e vendo peças. Tá indo bem pra caralho. — O que você faz? — perguntei.
Ela me olhou, sorriu e disse: — Agora vou pra casa descansar. — Virou-se e ficou um tempinho olhando pela janela. Não tive coragem de perguntar mais nada.
— Então técnico de computador — disse ela. — Nunca entendi essas máquinas, mas também nunca tentei muito.
— Pra mim, ao contrário, são minha vida. Sem elas, não sei o que faria. — Eu falava e ela não parava de olhar pela janela. — Mora longe? — perguntei.
— Quase no fim da linha — respondeu sem me olhar. — E você, onde desce? — perguntou.
— Daqui a três paradas — respondi.
Ela me olhou, sorriu e disse, séria, olhando nos meus olhos: — Sou puta. — E desviou o olhar de novo pra janela.
Vou ser sincero: fiquei meio decepcionado. Preferia que fosse, sei lá, enfermeira, que sei eu. Fiquei um tempão sem falar nada, enquanto ela não tirava os olhos da janela. Passaram uns mil anos e de repente ela se virou, me olhou e disse: — Na próxima eu desço. Valeu pelo lugar.
Juro que até hoje me arrependo de minhas últimas palavras pra ela não terem sido outras.
— Tchau — falei, e até hoje nunca mais a vi. Talvez um dia eu sonhe com ela de novo e consiga completar minha história, e tenha coragem de dizer que ela é a mulher perfeita.
15 comentários - A mulher perfeita!
sigue intentando y no desanimes..
el relato me gusto bastante saludos!! 😉
+10
+10 , me gusto buen realto xD
Gracias por compartir!!!