Mãe gostosa da Gigi

Minha irmã, mais nova que eu, tinha uma quantidade incrível de amiguinhas lindas, mas como sempre preferi mulheres mais velhas — isso sempre me rendia melhores resultados —, eu não me animava a ter nada com aquelas menininhas todas com menos de 16 anos. Não me preenchiam. Quem realmente me encantava era Maria Eugênia, a mãe da Gina, amiguinha da minha irmã, e ambas com o mesmo nome. A filha era chamada de Gigi, então vou chamá-la assim para diferenciar mãe e filha.

Não só tinham o mesmo nome, como eram realmente muito parecidas: cabelo castanho bem claro, quase loiro, olhos azul intenso, lábios carnudos, peitões que pareciam querer rasgar a roupa sempre. A diferença é que a Gigi era baixinha e a Maria Eugênia era uma mulher imponente, de pernas longas e torneadas. Quando usava salto, me passava fácil meia cabeça. Ambas tinham uma risada contagiante.

Uma vez, numa festa de Ano Novo, combinamos de tirar as mães que estavam lá para dançar, e eu, pra não perder a oportunidade, fui direto na Maria Eugênia. Não esqueço a roupa que ela usava: uma saia justa na altura dos joelhos, um cinto que apertava ainda mais sua cintura perfeita e uma blusa branca que, depois de um tempo de festa e várias danças com o marido, tinha desabotoado, deixando ver a divisão esplêndida daqueles peitos pontudos e adivinhar o que tinha debaixo do sutiã cor da pele. Como não tinha muita luz, todo mundo já estava bem bêbado e a música escolhida era bem lenta, sem pudor nenhum eu a levei para um canto onde ficávamos menos visíveis. Enrolei a cintura dela com meu braço direito e com o esquerdo entrelacei o outro braço dela, deixando pouco espaço de movimento para nós dois, mas ao mesmo tempo controlando para que ela ficasse colada em mim. Durante todo o tempo, ela aceitou o roçar dos nossos corpos e, em alguns momentos, me pareceu que ela entreabriu as pernas para sentir minha mangueira que não parava de crescer. Fiquei completamente bêbado com o cheiro dela, a frescura da pele e, acima de tudo, a proximidade dos seus lábios imensos, que ela sempre pintava com cores vibrantes pra destacar ainda mais. Quando ela mexia eles, minha pele arrepiava só de pensar que podia me beijar.

Só isso aconteceu porque eu não podia fazer mais nada, nem tinha coragem também. No final da música, tentei mantê-la grudada em mim por mais um segundo e, focando naqueles olhões azuis, ela só disse: "você é demais!"… e me deu um dos seus sorrisos enormes.

Passaram-se alguns meses em que eu me divertia pra caramba com a Beatriz, minha primeira aventura sexual completa, que já contei neste site, até que chegou a festa de 15 anos da minha irmã.
Lá estavam Maria Eugênia e a Gigi, claro. Lindas as duas, com seus grandes olhos azuis. Notei que estavam sozinhas e o pai não estava por perto quando passei pra cumprimentá-las na mesa e levei a Gigi pra dançar. Adorei dançar com aquela figurinha tão linda, e os olhos dela se cruzaram com os meus várias vezes. Ela era meiga.

Depois de dançar, um tempo depois, a carinha dela veio à minha mente quando já estava com meus amigos, como é normal nessa idade. E comecei a pensar que não perdia nada se tentasse algo com a Gigi, que era uma cópia menor da mãe desejada, porque eu não aspirava a algo assim, ainda mais sabendo que havia laços de amizade entre as famílias e todas essas conexões sociais que às vezes nos limitam. Voltei pra buscá-la e dançamos mais umas duas músicas, quando ela sugeriu algo pra beber. Fomos pegar, e a escolha dela foi uma taça grande cheia de gelo e água gelada. Levei ela pro jardim que dava pro lado do salão e só parei atrás de uns arbustos que nos deixavam pouco visíveis pra quem estava lá dentro. Ela tomava a água com prazer, e eu não parava de olhar pros lábios dela.

Meu pau já estava animando a noite, sem parar de crescer. Não houve palavras quando ela afastou a taça dos lábios; me aproximei devagar e coloquei meus lábios sobre os dela, beijando suavemente. Ela não respondeu, mas não parava de me olhar com aqueles olhões, e notei a respiração dela acelerando. Tirei a taça das mãos dela, a Acomodei ela e beijei de novo, dessa vez segurando pela cintura e com a outra mão apoiando o queixo dela. Quando juntei os lábios, fiz pressão nas bochechas dela e os lábios dela se separaram, eu continuei pressionando com os meus e finalmente ela começou a fazer um movimento tímido com os lábios. Entrei com minha língua na boca dela e ela entendeu na hora o que fazer com ela. Ficamos assim nos beijando cada vez melhor e fiz ela sentir a pressão do meu pau contra o corpo dela. Depois de um tempo, ela pediu pra gente voltar, dancei mais algumas vezes com ela na noite e falei que no dia seguinte a gente conversaria.

No dia seguinte, acordei bem tarde por causa da noitada e quando saí, me surpreendi ao ver a Gigi sentadinha na escada de entrada da casa vizinha, onde moravam umas amigas da minha irmã. Fui direto pra lá e dei um beijo carinhoso nela, embora não na boca. Me cativava o calor daqueles olhos que sempre me olhavam sem piscar. Falei que gostava dela e que achava que a gente devia namorar, como se fazia na época como parte da conquista, e com o melhor dos sorrisos dela, ela disse sim antes mesmo de eu terminar.

Comecei então a visitar ela na casa dela e a ter longas conversas por telefone. Numa dessas visitas, a Maria Eugênia me confrontou e perguntou na lata:… o que você tá tramando com a Gigi, hein, seu danado? Só te dou um aviso de mãe: ela é muito inocente e você é o primeiro namoradinho dela. Isso é natural, mas não quero que vocês fiquem se vendo por aí nem que sejam vistos na rua se pegando. Aqui as portas estão sempre abertas pra você, desde que seja respeitoso….. Putz, sermão e tanto pra um garoto da minha idade na boca de uma mãe. Eu achava que isso era coisa dos pais, mas a Gigi acabou sendo bem fogosa e cada dia se mostrava mais ardente quando a gente ficava sozinho. Ela não dizia não pra nada e avançava rápido na arte de acariciar e curtir minhas carícias. Conforme eu ganhava a confiança da Maria Eugênia, ela fazia mais tempo que não via nada e a gente passava mais tempo junto. Sozinhas. Dos beijos nos quais ela já era experiente e mexia a língua como uma consagrada, vieram as carícias nas coxas e pernas, acariciar a buceta dela por cima do shortinho e depois ela tirou a blusa pra eu acariciar os peitos deliciosos dela, réplicas dos da mãe, mas adaptados ao tamanho menor dela. Mais de uma vez me imaginei fazendo com a mãe e não com ela.

Como ela tocava piano pra disfarçar, decidimos aprender uma música a quatro mãos, já que eu sabia arranhar um pouco no piano da minha irmã. Ela fazia a mão esquerda sentada à minha direita e eu a mão direita, o que deixava livres as nossas duas mãos. Foi aí que pela primeira vez ela tocou no meu instrumento sexual e nós dois chegamos a fazer umas punhetas deliciosas enquanto tocávamos piano. Nessa altura, eu já tinha a aprovação total de Maria Eugênia e sabia que o pai tinha abandonado a casa, o que as deixou num estado de tristeza notável, mas que não impedia a Gigi de continuar se exercitando na arte de amar.

A oportunidade surgiu uma tarde na minha casa, quando ela chegou e não tinha ninguém. Levei ela pro meu quarto e a despi na hora, indo direto chupar aquela buceta gostosa que eu já tinha punhetado tanto, enquanto amassava os peitos dela que queriam estourar. Foi o primeiro orgasmo real da vida dela e foi espetacular ouvir como ela gemia e ofegava de prazer. Era só uma menina de 16 anos e eu de 17, com a diferença de que eu já tinha tido experiências maiores e ela não. Adorei chupar sem nenhum impedimento os peitos perfeitos dela e os bicos pontudos daqueles que você não consegue definir o que é auréola e o que é bico praticamente, e que sem dúvida ainda não estavam 100% desenvolvidos. Pela primeira vez ela pôde ver meu pau todo esticado na frente dela e não precisei falar muito. Ela se jogou e começou a me punhetar com as duas mãos e a me beijar, e só dizia de vez em quando: “…que grande que é!!! Que gostosooo!!!”… Falei pra ela chupar e em segundos ela se tornou uma uma chupadora nata, e não parei até gozar na boca dela. Ela olhava pra minha porra, engolia com prazer. Era a primeira vez que fazia aquilo e não foi nada mal. Totalmente instintiva e natural, a Gigi.

Depois disso, apesar do meu medo natural de aparecer a Maria Eugênia, ela começou a me dar umas mamadas fodidas na casa dela quando eu a visitava, e mostrou uma criatividade incrível pra fazer isso. Outra vez, numa viagem pra praia, consegui ficar a sós com ela e, depois de um bom tempo de carícias preliminares, não foi difícil tentar penetrar ela pelo cu. Ela sabia que outras amigas dela já tinham feito aquilo e não resistiu. Naquela época, era mais fácil comer um cu do que uma buceta, porque não tinha tanta liberdade entre as garotas, e os tabus e medos reinavam em qualquer relação.

A fodida foi espetacular, o cu dela estava salgadinho por causa da água do mar, e depois de uma boa chupada na buceta deliciosa dela, comecei com toda a maldade a chupar o cu dela e tentar dilatar pra fazer minha cabeçona entrar. Custou esforço e saliva, mas no fim, entre gemidos e espasmos de prazer, consegui enfiar minha cabeça e um pedaço do pescoço do meu pau de quase 20 centímetros, que eu exibia com orgulho e que, embora magro e cabeçudo na época, tinha um tamanho descomunal comparado aos da minha idade. Ela mal conseguia se mexer, mas tentou, corajosa e com sucesso, porque não demoramos pra chegar aos dois num orgasmo. Ela ofegava e gemia, e eu, embora dolorido, também fiz jorrar uma boa quantidade de porra dentro dela.

Assim estavam as coisas quando ela quis, uma noite, enfiar de novo no cu dela. A gente tava numa espécie de sala onde também ficava o piano da casa, e só nos separava uma porta antiga de madeira e vidro dos quartos onde eu sabia ou imaginava que a mãe dela estava. Ela insistiu muito, e eu me deixei levar, chegando a levantar a minissaia dela, já sem calcinha, sentar em cima de mim e encaixar minha cabeça no cu dela, mas foi impossível. Em vez disso, ela se ajoelhou na minha frente e me me deu uma mamada de primeira, engolindo todo o leite, e depois levantou a perna na minha frente pra receber o mesmo remédio da minha língua na pussy dela. Nunca tínhamos ido tão longe, e a putaria realmente tinha nos tirado da nossa rotina normal de beijos, carícias e punhetas.

Os horários da escola, o meu e o da Gigi, eram opostos, ela à tarde e eu de manhã. Quando cheguei em casa no dia seguinte, depois das minhas aulas, minha mãe me recebeu dizendo que a Gigi tinha ligado e que precisava falar comigo com urgência naquela tarde, e que eu fosse antes dela chegar em casa. Mamãe brincou comigo e disse que a sogra já tava me dando ordens. O namoro era bem aceito por todo mundo.

Comi alguma coisa e fui pra casa que já conhecia das minhas visitas constantes.
Peguei o ônibus que me deixou a umas quadras da casa da Gigi. O trajeto inteiro fiquei
pensando no que Maria Eugênia queria me dizer. Cheguei, bati na porta e ela abriu. Dessa vez não tinha aquele sorrisão de sempre, e isso me preocupou, e também não teve um beijo discreto de boas-vindas que ela às vezes me dava. Quase com gestos, ela me convidou pra entrar, fechou a porta e foi andando na minha frente até a salinha onde eu costumava visitar a Gigi. Ela mandou eu sentar e fez o mesmo, do meu lado, naquele sofá de dois lugares, e aí começou o temporal.

Ela começou me lembrando de tudo que tinha conversado comigo quando comecei a visitar a filha dela, a confiança que tinha depositado em mim e também nela, e um monte de coisas assim. Eu não adivinhava claramente o final de toda aquela resposta. Depois, ela disse que eu e a Gigi estávamos numa idade em que os hormônios e a imaginação nos levavam pro risco. Finalmente, ela disse que na noite anterior a gente tinha quase passado do limite.

Aí veio minha surpresa, e foi quando me animei pra me defender. Na minha cabeça, só cabia que a Gigi tinha contado alguma coisa. Falei que não sabia do que ela tava falando, e ela disse: Eu vi vocês…
Ela se levantou e falou: “vem comigo”… e foi em direção à porta de vidro. Fumacinhas que ele levava pros quartos, abriu a porta e me convidou pra entrar. Atrás se abria um corredor, e quando fechou a porta, mandou eu chegar perto e olhar pelo vidro. E, de fato, numa linha entre os desenhos do vidro, quando aproximei os olhos, vi o sofá inteiro e a área onde a Gigi e eu costumávamos resolver nossos tesões. Não tinha o que dizer.

De novo, ele empurrou a porta e foi pro sofá comigo atrás, e disse que entendia que era fogo da idade e que de jeito nenhum queria que a filha dele deixasse de ser virgem (lembrem que essa história se passa no final dos anos 60, quando ainda tinha muito tabu sobre sexo). Ele falou com uma cara bem séria que preferia que eu fizesse com ela antes de fazer com a Gigi!!! Quê? Isso mesmo que vocês ouviram, leitores, ela tava me incentivando a desabafar com ela!!! O que ela não sabia é que naquela hora eu já tinha feito várias vezes com a Beatriz, a mulher com quem transei pela primeira vez, e que eu não era um novato como ela imaginava.

Ela me tentou de novo, levantando e começando a desabotoar a blusa dela. Eu não precisei de mais nada, sabia que não tinha ninguém em casa, só ela e eu, e que a Gigi não voltava da escola até depois das 5, e eram só 2 da tarde. Levantei e fui direto no que eu mais gostava nela, os lábios. Peguei o rosto dela entre minhas mãos e comecei a beijá-la. Ela tava com os olhos bem abertos, azuis e imensos, mas mesmo sem estar usando os saltos altos que quase sempre usava, só umas sandálias simples, a boca dela ficava mais alta que a minha, e era difícil beijá-la com força. Mandei ela sentar e de novo me agarrei nos lábios vermelhos e carnudos dela, e ela começou a ceder, porque, apesar de ter provocado aquilo, ela continuava tensa pra caralho. Com mais controle da situação, consegui que ela abrisse a boca e começamos a brincar com as línguas. Beijei o pescoço dela, chegando quase até os ombros, e quando voltei pra boca dela, notei que ela tinha fechado os olhos. Bom sinal.

Terminei de tirar a blusa dela e, com muito esforço, os sutiãs, e se revelaram diante de mim o par de tetas mais excitante que eu já tinha visto. Estavam tão eretas quanto com o sutiã e como uma cópia maior das da Gigi. Pontudas, onde os mamilos e a auréola, quase da mesma cor, formavam uma ponta incrível. Me joguei pra mamar aquelas belezas com tudo que eu já sabia, e foi quando ela começou a relaxar o corpo. Quis continuar e tirar a calça que ela usava, e ela disse Não!!. Pensei que tinha acabado tudo, mas não, ela disse "vamos pro meu quarto" e, pegando a blusa, seguiu os passos pro santuário que eu ainda não tinha violado, o quarto dela. Ao chegar, eu já estava com a camisa numa mão e a calça completamente solta. Ela, sem dizer palavra, tirou a calça de costas pra mim, e pude admirar a bunda formada e dura. Ela se virou e foi direto tirar minha calça, e não demorou pra ver meu pau imenso, vermelho na cabeça, querendo romper tudo que aguentava sua ereção. O boquete que ela me deu, ajoelhada na minha frente, foi bem primitivo, digamos, mas um boquete é sempre um boquete. Parecia não ter ideia do que fazer e, enquanto fazia, seus olhos sempre tão vivos me olhavam como pedindo aprovação.

Fiz ela se levantar e a levei pra cama, e entre beijos que ela já me dava com mais liberdade e carícias que não parei de fazer, busquei aquele monte de pelos pubianos que ela tinha entre as pernas. Minha língua procurou a abertura entre aqueles dois lábios já molhados, e o movimento de cima pra baixo começou a descontrolar ela. Coloquei em ação tudo que aprendi com a Beatriz e, quando cheguei no clitóris dela, ela já estava tensa como corda de violino. Ofegava e só dizia "ooh love!!!!!! ohhh!!!!" e estava pronta pro orgasmo que veio sem demora, intenso, com espasmos da barriga lisa e firme, e dizendo mil palavras atropeladas, nervosas. Não deixei ela se recuperar e busquei a boca dela enquanto encaixava meu corpo sobre o dela. Depois de nos beijarmos na boca por um bom tempo, ela estava totalmente fora de controle, tipo Nunca tinha visto ela. Comecei a penetrar ela de joelhos e levantei as pernas dela, apoiando nos meus ombros. Queria ver o rosto dela e curtir aquilo, e ela não me decepcionou.

Quanto mais eu sentia que tava penetrando ela, a expressão dela mudava sem parar, e eu fiquei louco quando ela começou, timidamente, a tocar os próprios peitos e tentar alcançar os bicos com a língua, que saía daqueles lábios carnudos que eu tanto gostava. Os orgasmos dela foram um atrás do outro, e eu mudei de posição várias vezes. Várias vezes ela me pediu pra continuar, e quando finalmente gozei dentro da buceta dela, ela me abraçou com carinho.

O tempo de recuperação não foi longo, e entre um beijo e outro ela começou a dizer que me adorava, que nunca pensou que sentiria algo assim e que eu tinha comido ela como nunca. Teve algumas lágrimas e suspiros da parte dela, e eu não ousava falar muito. Ela disse que não achava que a gente ia chegar tão longe e que agora não sabia como ia olhar pra Gigi, enfim, um monte de frases de arrependimento enquanto, ao mesmo tempo, acariciava meu peito e a boca dela não recusava meus beijos. Depois, ela se levantou e falou pra eu ir embora antes que a Gigi nos pegasse, e foi o que eu fiz.

Ao sair, decidi voltar andando pra casa com um sorriso de orelha a orelha, pensando como aquela mulher tinha quebrado todos os próprios limites pra transar como eu transei com ela.

Pra mim, era um jogo, embora eu considerasse perigoso e já tivesse metido nessa. Tempo depois, percebi que ela nunca tinha tido outro homem além do pai da Gigi, que tinha uma caralhada de carências, e eu me aproveitei disso tudo.

Claro que a gente fez de novo várias vezes, e ela se entregava cada vez com mais paixão que antes. Ficou meio difícil a relação com a Gigi, que eu também não queria largar, e no final tava enrascado com as duas. Uns meses depois, fui cumprir os deveres militares e o namoro com a Gigi começou a esfriar. Depois, nunca mais fiz amor com a Maria Eugênia, mas ela fica como uma das minhas maiores. experiências naqueles anos. A Gigi ficou como mais uma namorada. Nunca mais vi elas, depois fui morar em outro país e ficou por isso mesmo.
Anos depois, em conversas com outros amigos em comum, fiquei sabendo, pra minha surpresa, que eu não tinha sido o único pra Maria Eugênia. Ela tinha dado pra outros conhecidos meus, mas meu nome não tava na lista pública. Pelas minhas contas, fui o primeiro depois do marido dela.
FONTE:http://www.foro-cualquiera.com/relatos-hot-18/102925-la-madre-gigi.html

6 comentários - Mãe gostosa da Gigi

Que buen relato compa
te dejo un punto por que te troleaste a la madre y a la hija!! 🙎‍♂️ 🙎‍♂️
La madre de Gigi
Vieja puta!!! no tienes su número de fono?
😉 😉 🙎‍♂️ 🙎‍♂️ 🙎‍♂️ 🙎‍♂️