Minha inquilina gostosa e o corno do marido

Olhares rápidos trocados, cúmplices de desejo e muita luxúria com minha inquilina do andar de baixo fazem a gente não ligar pra nada só pra se possuir na mesma casa dos meus sogros, até poder se deliciar gostoso no apartamento dela e no meu.

Por causa do trampo, tive que me mudar com minha mulher e filhos pra outra cidade pra ter melhores oportunidades de grana. Pra isso, meus sogros, felizes da gente vir morar aqui, me ofereceram de boa vontade um apê confortável na casa enorme deles, onde eles também moram. Depois de uns dois meses instalados e vivendo numa boa, num sábado que cheguei na hora do almoço em casa, vi, sem dar muita bola, que novos inquilinos estavam se mudando pra casa. Achei que iam morar no andar de baixo do nosso, porque era o único vago. Subi pro meu apê numa boa e acho que só saí de novo na segunda de manhã pra trabalhar naquele fim de semana em casa. Nesse primeiro dia de trampo, quando cheguei à tarde, ao passar pelo corredor que leva às escadas do segundo andar dos apês dos fundos da casa — onde embaixo das escadas ficam as máquinas de lavar, por causa do espaço e porque já tinha instalação pronta —, me chamou a atenção um perfume forte de mulher uns metros antes de passar pelas escadas. Quando cheguei mais perto da lavanderia, me deparei com a surpresa gostosa: era a nova inquilina que tinha chegado no sábado. Cumprimentei ao passar, já sentindo o cheiro dela de perto, e meu detector natural de mulheres gostosas ligou o sistema automático de escaneamento. Em questão de segundos, depois de uma análise detalhada, meu sistema completo me deu o resultado: era uma mulher nota 10/10. Ao subir, continuei escaneando, e ela tava agachada na máquina de lavar, com o cabelo... Recolhido e com um top que deixava ver a barriga chapada, saída das danças das mil e uma noites, e uma lycra colada no corpo escultural e firme, parecia modelo daqueles programas de TV que passam de manhã e ajudam as donas de casa a fazer exercício. Enquanto abria a porta do jeito mais lento possível pra poder olhar ela por mais tempo, ela me pegou secando o corpo dela descaradamente dos pés à cabeça. Ela cravou o olhar nos meus olhos, como quem diz "tá olhando o quê?", e sem disfarce, com a linguagem dos olhares, fiz ela saber que adorei. Ela entendeu e, com um sorriso leve mas bem safado, fez uma cara de quem se sentiu lisonjeada. E ela, sem desviar o olhar em nenhum momento, com ousadia, até eu entrar em casa, me mostrou a atitude, a audácia e a determinação dela.

Realmente me impactaram as curvas bem desenhadas dela, era torneada pelas próprias mãos de Deus: a barriga chapada, os quadris proeminentes, a bunda empinada, os peitos perfeitos, bem durinhos e volumosos, as pernas muito bem trabalhadas numa mistura perfeita entre músculo e feminilidade, a carinha de "me pega", o olhar soberbo e sem vergonha, a cor da pele morena torrada pelo sol, a monte de Vênus destacada que sobressaía demais e aquele calor de mulher crioula. Ela não tinha descendência espanhola, dava pra ver a origem nativa dela, os olhos grandes, puxados ou amendoados. Calculei que tinha entre 23 e 25 anos e, desde aquele momento, não parava de pensar nela, e a beleza exótica dela vinha à mente a todo instante.

Desde aquele mesmo dia, comecei a caçada e, pela janela da sala, ficava de olho no quintal pra ver que horas ela saía pra rua ou pra comprar alguma coisa na loja. Cada vez que via ela, gostava mais. Ela saía vestida de jeitos diferentes, mas sempre com roupas confortáveis de ficar em casa. Percebia as costelas que apareciam de tão magra e gostosa que ela era, e cada dia ficava mais louco por ela. Na maioria das vezes que eu observava, ela sentia meu olhar e retribuía. ver de forma violenta na minha janela pra ter certeza de que eu tava seguindo ela com o olhar até ela sumir, admirando a beleza do corpo dela.

Num lanche que nos convidaram no apartamento dos meus sogros, que fica na mesma casa, minha sogra começou a falar do casal recém-chegado e, como conversa ou fofoca, contou pra minha mulher que a garota nova que tinha chegado era amante do cara, que não era a esposa dele, que esse cara que eu achava que era o marido dela e que tinha visto só umas três vezes era casado e morava com a mulher e a família no centro da cidade, mas que essa garota jovem ele tinha tirado da casa humilde dos pais pra ter o gostinho de ter uma amante oficial, que ele mantinha instalada com todo conforto só pra ficar com ele. O cara não era nada simpático, não tinha boa aparência, usava óculos bem grossos, tipo fundo de garrafa, com um aspecto lânguido e até raquítico, meio déspota no jeito de ser, uns 48 anos.

Minha sogra, que não adora fofoca, mas é fascinada por ela, naquela noite deixou minha mulher por dentro da vida, paixão, virtudes e defeitos do novo casal. Eu, como ouvinte passivo e desinteressado da conversa, não dei importância como sempre pras fofocas da minha sogra, mas no fundo agradecia pela informação detalhada que, sem pensar e sem querer, cruzava meu caminho.

Um dia, quando eu tava dirigindo perto do meu bairro, o alarme do meu detector de mulheres gostosas apitou de novo. Virei pra ver um corpo monumental e escultural de uma deliciosa mulher de cabelo preto azulado até a cintura, com uma cintura que se destacava enfiada nuns jeans justos e desfiados. Quando passei por ela, o rosto me pareceu familiar e, pelo retrovisor, fui seguindo até perceber que era a minha desejada inquilina. Ela andava como modelo de passarela, colocando um pé na frente do outro com uns saltos bem altos que faziam ela parecer ainda mais protuberante. aquele rabo lindo dela, quase não reconheci ela, nunca tinha visto ela assim, que mulherão, parei o carro um quarteirão adiante e desci pra alcançar ela a pé, todos os homens na rua viam ela passar e ficavam de boca aberta vendo aquela crioula gostosa, quando cheguei perto ela me reconheceu assim que me viu e sorriu um pouco como cumprimento sem pensar que eu ia chegar nela, nossos olhares cúmplices no pátio da casa tinham dado uma confiança quase natural sem nem saber nossos nomes.

Cheguei perto e como se já fôssemos amigos de sempre cumprimentei ela com um beijo na bochecha que ela recebeu e aceitou meu cumprimento, falei que gostava muito dela e queria conhecer ela um pouco mais, entreguei um cartão meu convidando ela a me ligar e ela meio apressada me dispensou, disse que na esquina tinha encontro marcado com o marido dela, o provedor, e que ele já ia chegar, que eu era um louco e atrevido e falei meu nome e ela finalmente me deu o dela, Viviana se despediu de mim com um beijo apressado e realmente mais adiante num táxi o marido passou pra pegar ela e tudo foi sincronizado bem na hora.

Eu já tava mais tranquilo, não como antes que parecia diabo na garrafa porque já tinha me aliviado falando que ela me atraía muito mas ela nunca me ligou no celular como eu queria, mas depois de pouco tempo o diabo entrou em ação de novo e trombei com ela de novo debaixo da escada tirando roupa da máquina de lavar pra pendurar no varal, ela me seguiu com o olhar de um jeito muito atrevido sem baixar o olhar como tentando me humilhar fazendo eu desviar o olhar, foi o auge da insolência dela e no meio da escada desci até onde ela tava sem tirar os olhos um do outro nem um momento, cheguei perto, peguei ela pela cintura de um jeito meio brusco prendendo ela no meu corpo pra ela sentir, aproximando meus lábios dos dela cravei um beijo muito apaixonado que ela recebeu com prazer, me empurrou contra a Parede mais próxima e enfiando a língua vibrante o mais fundo que pôde me fez estremecer de prazer, empurrei ela agora eu contra a pedra de lavar e, assumindo o controle absoluto de todos os movimentos, minhas mãos pareciam luzes estroboscópicas no corpo dela, em questão de segundos mudavam de lugar, tocando com muito prazer sensual cada parte do corpo dela, ela suspirava fundo a cada investida minha sem parar de me beijar até que enfiei minhas mãos safadas por baixo da lycra dela, chegando na buceta bem depilada dela, comecei a brincar com a vulva quente e molhada dela e ela, com os olhos revirados e entregue como um cordeirinho, deixou de ser a potra indomável que parecia ser e a única coisa que fazia era respirar ofegante de prazer… o som de uns passos fez a gente pular como molas de volta à realidade e em milésimos de segundo já estávamos compostos de novo, fiquei com uma ereção que doía dentro da minha cueca, mas com o prazer de ter dominado e aproveitado ela por enquanto até aqueles avanços e muito feliz por isso, aguentei a dor na esperança de encontrar a oportunidade certa de novo.

Não passou nem dois dias disso e a gente fez a mesma coisa de novo, como adolescentes, escondidos dos outros e com o medo de alguém nos ver e dar uma merda grande, virou costume a gente se pegar em cada momento que dava naquele mesmo lugar, a pedra de lavar tinha virado nosso point secreto de encontros. Em cada vez que a gente se encontrava naquela passagem obrigatória pra subir na minha casa, a gente ficou viciado nas nossas amassos, mas eu já queria mais, só que não dava, a casa estava sempre cheia de gente, principalmente meus sogros, os meninos e outros inquilinos, eu falava pra gente se ver fora de casa e ela me respondia até cansar que não dava porque o cara controlava ela demais, porque era muito ciumento e possessivo, não queria de jeito nenhum arriscar o conforto que ele dava pra ela e me contou que também pra filha dela. família, então não tinha como escapar dela. Em cada encontro furtivo, eu subia feito um leão pra minha casa e metia uns amassos na minha mulher, gozando gostoso. Fiquei obcecado em fazer ela gritar de prazer à noite pra inquilina de baixo ouvir. Com ela, eu me aliviava gozando grosso, e sentia um tesão do caralho sabendo que a Viviana tava ouvindo tudo lá embaixo, às vezes conseguindo meu objetivo.

Cada vez, nossos encontros rápidos eram mais safados e ousados, mas não dava tempo pra penetração. No máximo, eu fazia ela sentir a ponta do grelinho dela roçando na minha pica dura por cima da roupa e enfiava meus dedos na buceta e no cu dela de passagem.

Um sábado, deixei a mochila do notebook no escritório, pensando em voltar pra pegar depois, e as chaves de casa no bolso. Mas quando voltei de visitar um cliente e já tava perto de casa, resolvi ficar e não ir ao escritório. Entrei no prédio, tava tudo escuro, ninguém, nenhuma luz de nenhum apartamento acesa. Lembrei que minha mulher tinha ido com todo mundo, incluindo meus sogros, pra casa de campo, e eu nem lembrava. Xinguei um pouco e, no escuro do pátio, fiquei mexendo no celular pra passar o tempo. Porra, tava sem as chaves de casa, ninguém pra abrir, e o escritório a essa hora tava fechado. Calculei que ia ter que esperar umas duas horas até eles chegarem, então aceitei o foda-se.

De repente, vi pelo canto do olho que dentro do apartamento da Viviana ligaram a TV. Surpresa, porque eu tava quase certo de que não tinha ninguém no prédio. O mau humor sumiu na hora, e as ideias vieram sozinhas. Comecei a tramar um plano na velocidade de um processador Centrino, e já tinha o plano e a desculpa perfeita pronta.

Pensei comigo: vou bater na porta da Viviana. Se ela tiver ou o marido aparecer, vou falar que... Que me aconteceu com as chaves, fazendo ela sentir pena, e vou perguntar se viu minha família sair e a que horas, mas se ela saísse... isso eu não imaginei, verdade, ainda não conseguia acreditar em tanta sorte.

Eu coloquei os ovos bem no lugar e fui bater na porta, ouvi passos de chinelo lá dentro e, sério, nunca pensei que ela estivesse sozinha. Já preparando minha expressão formal pra falar, ela abre a porta com olhinhos sonolentos e meio tímida. Me dirigi a ela com muito respeito, tratando ela de senhora e falando alto porque achava que o marido dela tava lá dentro, e perguntei sussurrando se o marido dela tava em casa. Ela disse que não. Quase pulei de empolgação e, já sério, contei minha história da chave, e ela me fez entrar no apartamento dela. Me contou que, como o marido dela era professor, aquela manhã ele tinha ido com os alunos pra praia, que só voltava em três dias, e que ela tinha acabado de acordar há alguns minutos, por isso ligou a TV enquanto despertava de vez. Disse que tinha dormido a tarde toda, que não sabia quem podia estar batendo na porta dela e que nem nos sonhos imaginou que era eu.

Ela ficou muito feliz e disse: "Finalmente podemos ficar sozinhos". Eu me joguei nela no sofá da sala, agora sim pra aproveitar sem pressa nem pressão. Não tinha ninguém na casa toda, eram umas sete da noite e eu calculava que em umas duas horas minha família já voltava.

Eu a despi devagar, aproveitando cada segundo, cada momento, arrancando as roupas dela com os dentes e com um pouco de ajuda dela. Finalmente tinha aquela crioula totalmente nua. Era um espetáculo poder contemplar ela completamente pelada, que traços sensuais e femininos ela tinha em cada centímetro do corpo. Do corpo pequeno e peito magro saíam dois melões perfeitos, redondos, empinados e firmes, que contrastavam com as costelas marcadas na pele. A cintura perfeita, com a barriga lisa igual a da Shakira, os braços e pernas torneados. Parecia um monumento erótico grego da... idade média que se movia com vida própria, que me beijava sem freio e vibrava de prazer a cada instante, como pôde ela me despiu com urgência, como se outro barulho fosse nos interromper de novo e ela não queria que acontecesse igual da outra vez, com a ponta da língua foi percorrendo meu corpo descendo, começou na minha boca e depois seguiu pelo meu pescoço e me enlouqueceu de prazer quando chegou nos meus mamilos e começou a chupá-los, enquanto apertava meu pau ainda dentro da cueca que lutava pra sair, desceu pelo meu abdômen e enfiando a língua no meu umbigo pulou direto pro destino final, abaixando com desespero e aflição minha cueca se agarrou no meu cacete depois de contemplá-lo rapidamente com um olhar lascivo, como pensando o que fazer com minha oferenda que dura como uma barra de aço apontava pro teto desafiante e pulsante.

Começou a me lamber como se antes já tivesse dado esse tipo de prazer nos meus mamilos, a mesma técnica enlouquecedora usou nas minhas bolas, cu e glande em rodízio. Que jeito de usar a língua, finalmente eu podia aproveitar, depois de uns 4 meses de amassos leves, finalmente a tinha pelada no apartamento dela à minha disposição e a bocetinha dela por fora depilada como uma menina implorando por minhas atenções, sem perder mais tempo e com desespero e capricho no sofá dela me posicionei pra fazer um 69 delicioso, a língua dela fazia milagres, da minha parte numa competição sem limites e com atenção dedicada executei minha melhor técnica de boquete e com benevolência total consegui que ela gozasse com violência na minha cara e boca com jatos de líquidos que como mijo escorriam bunda abaixo feito uma cachoeira pra terminar molhando a espuma do sofá dela.

Com a boca encharcada dos fluidos dela beijei ela sem piedade e ficando cada vez mais tarados e com vontade seguimos com nossas carícias, aproveitando nossos corpos por completo agora sem nenhum tipo de interrupção, o quarto cheirava à boceta dela que como aroma Afrodisíaco delicioso estimulava ainda mais meus sentidos, e eu estava louco e impetuoso. Com veemência, peguei sua cintura gostosa e suas pernas e a levei para o quarto, deitando-a de través na cama.

Ela tomou posse, com um arrebato lascivo, do meu pau, que estava fogoso e vivo, explodindo como nunca de tão grande. Minha rola nunca tinha crescido tanto em outras ocasiões; era tanta a tesão que Viviana causava em mim que parecia que ia estourar a cada bombeada do meu sangue, que meu coração mandava direto pras cavernas e veias do meu membro pulsante. Ela saboreava com gosto as gotinhas de orvalho que saíam cristalinas da minha uretra, dando lubrificação ao nosso ato. Seu estímulo com a língua, que ora estava na ponta, ora na base dos meus ovos, subia e descia à vontade, enquanto no rosto dela se desenhava uma expressão transbordante do seu vício: um apetite desordenado pelos prazeres da carne. Não havia posição melhor para o deleite de nós dois. Enquanto ela segurava minha cabecinha, me dediquei com meus dedos a dar prazer dentro da sua buraquinha apertada, que abrigava estreitamente meus dedos indicador e médio, abraçando-os com contrações rítmicas das paredes da sua buceta. Sua xota molhada fazia com que eles escorregassem até o fundo que eu conseguia, e eu sentia lá dentro como um caroço de pêssego, com o qual brincava à vontade. Não demoraram a vir os gritinhos dela, acompanhados dos movimentos pélvicos em busca do maior prazer, do gozo máximo e da penetração ideal que, com sua linguagem corporal, ela me fazia saber. Meus dedos enfiados naquela luva de veludo, com meu polegar brincando com seu clitóris, fizeram com que ela explodisse em outro orgasmo, mais violento que o do sofá, encharcando os lençóis e impregnando o quarto com seu cheiro.

Eu continuava com meu falo reluzente e brilhante, enquanto ela, flácida, como pôde, tirando forças de onde não tinha, conseguiu se ajeitar de bruços, colocando um travesseiro macio embaixo da sua... carinha, ela separou a perna direita, levantando o joelho na altura do quadril, e deixou a perna esquerda esticada, deitando-se em transe pra descansar depois de uma gozada daquelas. As bundas dela eram dois montes unidos, e vendo de perfil, a redondez perfeita fazia cada uma semicircunferências de 180 graus. No meio das duas montanhas, dava pra ver uma gruta estreita que ainda tinha vestígios de que por ali tinha descido, há poucos minutos, uma enxurrada de líquidos. Passei minha língua, igual lixa, de baixo pra cima pra brincar com o asterisco dela e meter a língua o mais fundo que dava. Ela não queria mais estímulos; o corpo dela, em estado de superexcitação, dava reflexos condicionados cíclicos a todo momento, e a pele arrepiada junto com a respiração muito ofegante me fizeram parar. Ela não me deixava continuar dando prazer. Uma ternura imensa me invadiu ao ver aquela mulherão rendida de prazer. Minha potra selvagem estava domada e mansa. Acariciando devagar o corpo escultural dela em forma de violão e beijando bem devagar o pescoço dela, ela foi se acalmando aos poucos. Pegando a cabeleira preta dela e levantando o cabelo dela em direção à cabeceira da cama, passei a ponta da língua pelas orelhas e pescoço dela. Ela dormiu uns dez minutos nos meus braços, sentindo minhas carícias ternas.

O orgulho dela fez com que ela acordasse com o pinto dele ainda duro e, pegando meu pau ainda de costas pra mim, esticando a mão pra trás, ela assumiu o comando de novo e me disse:

- Quero que você me coma, papai, mete teu pau até o fundo, tô morrendo de vontade de ter ele dentro de mim. Esse tempo todo eu desejei isso desde o primeiro dia que você me olhou com tesão na lavanderia.

Foi música pros meus ouvidos ouvir ela me dizer isso, e juntando a ação às palavras, ela deitada de bruços, comecei a meter devagar. Ela tinha uma bucetinha apertada pra caralho. Tentei enfiar a cabeça do meu pau na entrada da grutinha dela, mas era quase impossível de tão apertada, mesmo estando muito Lubrificada, não entrava. Aos poucos foi entrando e as paredes dela foram me dando mais espaço a cada investida. Falei: "Calma, amor. Se a cabeça entra, o resto é pinto." Foi assim que enfiei de uma vez, com um empurrão meu junto com o dela, que jogou a bunda pra trás só pra me receber. Invadi até três quartos e já sentia ela me mordendo. Isso me deixou com mais tesão e, sem piedade, enfiei até encostar a cabeça no colo do útero dela. Tava no paraíso. Senti o fim e, finalmente, a boceta dela quente como um forno, e meu saco colado na bunda dela se esfregando a cada investida. O coelhinho apertava, a cachorrinha mordia. Comecei a moer ela contra a cama, que rangia com força. Ela gritava, xingava e falava palavras incompreensíveis, onde só entendi: "Você me quebra, gostoso, filho da puta." Ela sibilava e amassava o lençol com as mãos fechadas em punho. Bateu uma loucura erótica nela, e ela levantou a bunda buscando mais penetração, e de um jeito desconfortável, pra trás, pegava minhas nádegas pra me empurrar mais pra dentro dela.

Depois de um tempo, levantou mais a bunda pra ficar de quatro e, como uma puta safada, se mexia contorcendo o corpo, a cabeça e os cabelos de um lado pro outro. Acariciava as nádegas dela primeiro devagar, pra depois começar a dar tapas sonoros na bunda dela. Minhas mãos ficavam marcadas no vermelho da pele dela, e ela pedia mais e mais.

— Faz comigo o que quiser, papai. Sabe que há tempos sou sua, filho da puta. Já queria que você me tivesse assim, me curtindo. Finalmente, finalmente te tenho. Finalmente, sou sua puta. Olha como você me deixou, filho da puta. Era isso que você queria, né? Era isso? Certo, filho da puta? Agora você vai ver o que é me ter. Vou te deixar sempre seco, e a santinha da sua mulher não vai mais te ter, porque quero que você seja meu. Aaaaaaaai, que gostoso, filho da puta, você me mata de prazer. Aaaai, que gostoso, que gostoso. Agora sei por que sua mulher gritava, se você come com gosto, filho da puta. Que gostoso você se mexe. Me dá mais, me dá mais e não para. nunca, quero que você me coma no cu, enfia no meu cu.

Num surto de loucura ela me pediu isso, e eu obedeci na hora, tentei enfiar na bunda gostosa dela, mas não deu, ela era muito fechada, pra que queria um cu se a boceta dela apertava melhor que qualquer coisa no mundo, entrei nela de novo e meus movimentos faziam aquele som de palmas no quarto com o choque das bundas dela, na mesma posição de quatro peguei com meus dedos o clitóris dela e comecei a massagear, resultado: ela não aguentou muito e gozou num orgasmo longo e forte.

- Vou gozar, filho da puuuuuuuuuuuuuuta, olha como você me deixa e tudo que você me faz, mal nascido, puto de merda, sabe comer uma mulher direito sim, quero que você goze comigo, me dá seu leite, me dá esse leite, não quero que você dê pra sua mulher hoje, me dá tudo, você é um animal, olha como me deixou, fera, olhaaaaaaaaa aaaaaaaaaa ohhhhhhh já sei por que aquela puta gritava daquele jeito.

Virei ela e na posição de missionário, abrindo as pernas dela como livro velho, fiz ela gozar até a última gota e chupando os peitos dela ela disse:

- Dá o pau e goza desde agora na sua mulherzinha que sou eu, me dá, filho da puta, quero sentir você.

Isso já era demais, comecei a gozar dentro dela e Viviana sentiu meus jatos, me fez saber e disse goza aqui, apontando pra barriga lisa dela, tirei minha mangueira e saíram os últimos jatos na barriguinha linda dela, ela espalhou meu esperma quente, branco e grosso por todos os peitos e barriga enquanto continuava se contorcendo como cobra na cama molhada e desarrumada dela.

Naquela noite ficamos viciados nos nossos corpos, repetindo mais uma vez outra transa foda com as mesmas características, minha família chegou e subiu pro nosso apartamento, mesma coisa que eu fiz depois de um tempo prudente, ninguém percebeu nada e entrei em casa como se nada tivesse acontecido.

Depois desse encontro com Viviana, aproveitávamos qualquer mínima oportunidade pra dar as melhores fodas nossas vidas e às vezes na velocidade de um coelho, a gente fazia na lavanderia, na casa dela e na minha, dependendo das circunstâncias.

Um dia, no auge de uma boa foda, eu tinha a Viviana empalada com as pernas escancaradas, gemendo agudamente de prazer no sofá da casa dela, e em menos de 4 segundos a porta do pátio geral, que dava direto na sala, se abriu. Era o marido dela, que nos pegou em flagrante, e eu com as mãos na massa dos peitos bem durinhos dela. Nunca tinha me acontecido, mas nós dois, com a tesão que tava, nem nos mexemos pra tentar levantar. Só ficamos parados e frios.

Ele começou a dar berros de indignação, com o ciúme que ela me contava que ele tinha. A cena foi como se tivessem jogado um balde de água fria com cubos de gelo nele. Era uma situação super embaraçosa. Ela, com aquele ar de mulher mandona, se levantou e enfrentou ele, dizendo que se ele não tava em casa pra satisfazer os desejos dela, então eu tava ali pra isso, que comigo ela se sentia uma mulher plena, feita e direita, e que não ia parar de me ver. Falou que se ele quisesse, ficasse com o apartamento e tudo, porque ela não queria mais ficar com ele.

Eu fiquei perplexo ouvindo aquilo enquanto me vestia. Ela tomou a situação de frente, do jeito mais direto e decidido, e ele me lançava olhares de rancor, que eu encarava sem medo. Na casa não tinha ninguém da minha família nem parentes, mas tinha inquilinos de outros apartamentos que saíram pra ver o barulho que se formou. Ela dominou a situação pegando o touro pelos chifres, me deixando admirado com a coragem e determinação dela. Quando terminei de me vestir, o cara me disse que isso ia chegar aos ouvidos da minha mulher e dos meus sogros. E eu, só de imaginar a putaria que ia rolar, também encarei ele:

— Se isso chegar na minha mulher e nos meus sogros, você vai se foder, porque eu também vou e te fodo com a sua mulher. Então é melhor você ficar quieto. vai se acalmando e não enche o saco, senão eu te arranco essa puta recontra, e você vai se arrepender pelo resto da vida. Então é você quem decide: aumentar isso ou não.

O cara tava resmungando, e eu falei pra ele não chegar nem perto da Viviana de jeito nenhum. Ela me pediu pra eu me retirar, e lá de cima eu ainda ouvia os gritos do cara, embora não desse pra entender a conversa toda claramente.

No dia seguinte, ela me disse que o cara não ia falar nada e que já tinha domado ele e resolvido tudo. Como?.... ainda não sei, mas o que eu sei é que o cara nunca contou nada pra ninguém e, por sorte, os vizinhos também não. Ela falou pra gente continuar com o nosso rolo numa boa, que não ia desistir de mim e do prazer que eu dava pra ela. Percebi que, no fundo, o cara gosta de ouvir como eu como a buceta dela, por algumas coisas que ela me contou. Às vezes ela me manda ir encher a xota dela de porra um pouco antes dele chegar… o que vocês acham? Tô perguntando: verdade que o cara sabe de tudo e curte ser corno? 😳

5 comentários - Minha inquilina gostosa e o corno do marido

gut_12
muy buen relato.... gracias por compartir 😉
increible, realmente sensacional y aguante la criolla carajo .....
recien lo leo, bastante bueno, te dejo puntos y te sigo gracias por compartir