Esta história é real, uma das mais interessantes que já ouvi, é da minha irmã. Ela me contou em absoluto sigilo e eu quero que seja conhecida porque é interessante e empolgante.
Sou uma comerciante muito conhecida na minha cidade, dona de uma loja de lingerie e bijuterias.
Acabei de fazer 30 anos, sou solteira por convicção e fanática por trabalho e estética. Meu nome é Liliana, tenho 1,73m de altura, com um corpo muito cuidado, muito trabalhado pelo esporte; quase tudo em mim é natural, exceto meus peitos, que há uns anos aumentei um pouco para ficarem mais proporcionais à minha figura e equilibrarem a diferença com minha cintura fina e minha bunda chamativa. Sei que sou muito gostosa, e além disso, muito chamativa. Meu cabelo longo, cacheado e loiro (com uma ajudinha de tintura), olhos castanhos e, apesar dos meus 30, estou de parar o trânsito; deixo muita novinha de vinte de boca aberta quando me veem de biquíni no verão. Adoro estar esplêndida e chamativa, um pouco por mim, outro pouco pelo meu trabalho.
Tenho clientes de todo tipo, quase todas mulheres, e conheço todos os gostos delas. Sei quando a lingerie é para os maridos ou para os amantes, e elas não imaginam o quanto uma mulher que parece bem comportada pode ser ousada.
Entre todos os meus clientes, tenho duas em particular que começaram a frequentar minha loja recentemente. Elas são Sandra e Carla, ambas lindíssimas.
Sandra é muito magra, mas incrivelmente definida, tem cabelos longos e ondulados, pretos, uns olhos escuros incríveis que parecem acesos na palidez do rosto dela. Tem uma pele privilegiadamente lisa e tão branca quanto neve; lábios carnudos e rosados, uma boca sugestiva e delicada. Um pouco mais alta que eu, ela é dona de todos os olhares quando se mostra com seu corpo deslumbrante, que ela sabe vestir expondo à vista de quem quiser seus melhores atributos: os peitos, a bunda e suas pernas incríveis.
Carla é amiga dela e companheira, de corpo exuberante, peitos enormes, uma bunda grande mas perfeitamente formada, cintura fina, bem mais alta que a Sandra, um físico sem dúvida esculpido na academia, loira mas pintada, e embora não seja tão bonita de rosto, ainda é uma barbie de matar.
Passaram-se alguns meses em que estreitamos os laços, elas são muito abertas e divertidas.
Segundo me contaram, por questões de trabalho, chegam sempre na hora em que a loja está prestes a fechar, e constantemente ficamos conversando sobre a vida e resolvendo o mundo.
Foi assim que nossa relação ficou cada vez mais próxima. Como sou curiosa, vou perguntando coisas particulares porque, de certa forma, acho que elas têm atitudes chamativas. Vêm sempre juntas, gastam muito dinheiro em compras, estão impecavelmente vestidas, na última moda, são muito cultas e, pelo que entendi, são solteiras por convicção, igual a mim. Mas sobre o trabalho delas nunca falam, são absolutamente reservadas.
É segunda-feira à tarde, já entrando pela noite, pouco movimento de clientes. Digo a duas das três moças que tenho como funcionárias na loja que vão arrumando as coisas para deixar tudo pronto e irmos embora assim que der a hora de fechar. Nisso, enquanto estamos nessas atividades, vejo que chegam num táxi as garotas: Sandra e Carla. Quando vejo que entram na minha loja, automaticamente penso: "Salvei o dia!" (elas gastam muito dinheiro quando vêm).
Elas nos cumprimentam como de costume, com um beijo, enquanto começamos a conversar de forma descontraída.
Vejo que já deu a hora de fechar e digo às minhas funcionárias:
- Fechem tudo e vão embora até amanhã, que eu fico mais um tempinho.
E acrescento: - Abram as cortinas e façam parecer que não tem ninguém, assim posso atender como se deve minhas duas clientes.
Carla começa a olhar uns conjuntos vermelhos de renda, umas calcinhas fio-dental minúsculas que, imaginadas no corpo dela, esquentam até uma mulher.
Sandra procura uma calcinha modelo, preta ou azul.
- Como é que ficou o conjunto vermelho que você deixou aqui semana passada? – pergunto pra Carla
Eu tô curiosa, era minúsculo pra raba que a garota carregava.
Esplêndido! – ela responde.
- Tô usando ele agora, quer ver?
- Ah não, por favor! não precisa, não se incomoda – respondo.
- Não é incômodo, vou te mostrar! – insiste.
- Que seja! – falei pra não parecer mal-educada.
Ela dá uns passos até o provador, deixa a porta aberta e começa a tirar a roupa.
O corpo dela é monumental. Aquela que eu achava grandona e menos bonita, me deixa sem fôlego, parece uma escultura talhada em mármore.
Eu me sinto meio desconfortável por ter ela ali, quase pelada, praticamente desfilando pra mim.
Impactada pela curiosidade, me aproximo dela, que fala e me diz:
Você acha que eu sou gostosa? – enquanto passa as mãos pelo contorno do corpo e olha a própria figura no espelho.
Mas não tem dúvida que você é linda! – respondo
Ela insiste, me perguntando se eu realmente acho que ela é bonita. Eu confirmo, repetindo que sim.
Então, atrás de mim, do provador da frente, ouço a voz da Sandra, que me perguntava:
- E eu, o que você acha? Também me acha gostosa?
Viro procurando a imagem dela e vejo ela também de lingerie, com um sutiã azul e uma calcinha preta bem pequenininha.
A verdade é que a Sandra é lindíssima, mais delicada, magra a ponto de dar pra ver as costelas flutuantes pela pele, uma cintura fininha, barriga chapada, uns peitos e uma bunda que parecem feitos pelos deuses. Me sinto realmente com inveja dessas duas vadias.
- Você também é muito gostosa! – respondo pra Sandra.
Meninas, pelo amor de Deus, vamos parar, tô meio desconfortável, parecemos sapatão! – completei na conversa.
Sapatão! – fala quase gritando a Carla!
A Sandra sorriu debochando.
Não podemos ser sapatão nem se quiséssemos. Ou você não percebeu que a gente é travesti? transexuais? –ela me disse quase me confrontando
Somos garotos! –exclama Carla enquanto ambas caem na risada.
Eu, que estou ao lado dela, fiquei sem palavras. Estou atônita, chocada e surpresa. Eu, que sou detalhista e ligada à estética, não tinha percebido. Pelo amor, que momento!
Mas como? Vocês fizeram cirurgia? –só me ocorreu perguntar.
Se você está se referindo ao nosso pau, está intacto e funcionando! Isso sim, fizemos os peitos, e um toque de lipo, colágeno e botox!
E então a fera dentro de mim aparece e, olhando fixamente para ela, digo:
–Mas onde você esconde sua rola?
Carla, enquanto tira a calcinha minúscula, me diz:
–Magia!
Com a mão, ela puxa, não sei bem de onde, o pau dela, que é incrivelmente dotado.
Quase como possuída ou talvez hipnotizada, estico minha mão e pego ele como se agarrasse algo que não era dela, suas bolas e seu pênis transbordam minha mão. É incrivelmente grande, mole deve ter uns quinze centímetros.
Com minha mão e meus dedos, acaricio ele. Não sei bem o que está acontecendo comigo, talvez a surpresa, talvez a situação. Só sei que acaricio o pau dela e Carla geme enquanto inclina a cabeça para trás, ao mesmo tempo que tira o sutiã e deixa seus peitos enormes à mostra.
Continuo massageando o pênis dela e agora inclino meu corpo para que minha boca alcance seus mamilos, que beijo e lambo enquanto fecho os olhos e me deixo levar pela situação e pelo doce e hipnótico aroma do perfume dela.
Por trás, sinto as mãos de Sandra tirarem minha roupa delicadamente. Primeiro é minha saia, depois minha blusa, agora ela solta meu sutiã. Acaricia minhas costas com as mãos mornas para descer lentamente até meus quadris, tira minha calcinha e, por trás, começa a separar minhas nádegas e a chupar minha buceta.
Eu estou entregue ao prazer, com gestos e movimentos faço Carla sentar numa cadeira que está dentro do provador e me ajoelho entre as pernas dela para chupar seu pau poderoso.
Abro minha boca e começo a meter ela delicadamente dentro de mim, cuidando pra ter a boca bem cheia de saliva, enquanto estico a mão pra continuar acariciando os peitos da Carla, que sentada geme e me diz:
- Liliana, que tesuda você está!
A Sandra, por trás, continua comendo minha racha sem piedade. A língua dela castiga meu clitóris, depois se enfia lá dentro procurando meu ponto G, agora sobe e desce, dá uns tapinhas suaves no meu cu, e volta a castigar meu clitóris inchado.
Assim, só aguentei uns instantes até sentir meu corpo se contorcendo, minha barriga se contraindo e minhas coxas tensas pra receber um orgasmo lindo e demorado, que acompanho com um grito avisando as "meninas" da minha boa nova.
Recuperando o fôlego, me levanto e vejo meu reflexo no espelho do provador: tô quase nua, só com as meias pretas, meus sapatos de salto e minhas joias. Olho pra Carla, que continua sentada, lindamente pelada, com aquele pauzão enorme bem duro.
A Sandra já tá de pé e, por trás, começou a acariciar meus peitos. Me viro pra ver ela; não resisti e beijei ela, tentando tirar aquela calcinha minúscula de renda que cobre ela.
Tiro o sutiã dela e paro pra lamber os peitos dela, lindos, firmes, perfumados.
Escuto o coração dela batendo acelerado.
Desço devagar enquanto seguro as bordas da calcinha dela com as mãos, e, enquanto tiro ela, passo a língua nas meias dela, do liga até os pés.
Enfio a mão entre as pernas dela e puxo o pau dela.
- Ah, pelo amor! - exclamo
- É tão grande quanto o da Carla!
Ela, tão magrinha e delicada, como pode ter uma tranca dessas? É desproporcional!
Sem hesitar, enfio na minha boca e começo a lamber. Mas a Sandra, bem de leve, me impede, me afastando.
- Preciso de uma estimulação primeiro, antes de te satisfazer. - ela diz.
Ela vai até onde a Carla está, se abaixa na frente dela e dá umas lambidas no tronco ereto. Ela lubrifica muito bem com a própria saliva e então se levanta, vira de costas para a Carla e começa a se agachar, tenta sentar em cima da Carla e, pegando o tronco, leva ele até o cu dela. Com um movimento ágil, ela se deixa cair em cima; o pau desliza até o fundo do cu dela, o que arranca um gemido intenso.
Eu fico chocada. Ela enfia toda aquela cock enorme de uma vez só no cu e sem reclamar!
De repente, me vejo ali, parada sozinha que nem uma estátua, pelada, olhando minhas amigas se divertindo com o sexo e eu só fico de bobeira, me sinto uma idiota. Não tenho escolha, tenho que agir. Fico de quatro e me aproximo do pau da Sandra, que tá adorando o falo enorme da Carla.
— Agora posso lamber? — pergunto pra Sandra
E enquanto ela se sacode na vara:
— Sim, por favor! — ela responde, com a voz entrecortada.
E eu decido chupar a cock dela. Tô doida, chupo ele, babo tudo. Me tira do sério ver como ele cresce e cresce, alcançando um tamanho incrível enquanto eu prendo ele na minha boca.
É muito excitante ver, enquanto chupo a cock da Sandra, como ela, tão delicada, tão pequenininha, adora ter uma cock enorme enfiada no cu.
Chupo e chupo a cock dela, num frenesi apaixonado. Minha buceta tá que nem uma brasa acesa, tô igual um vulcão prestes a explodir.
Escuto um murmúrio me dizendo:
— Vem, Liliana, vem sobe aqui — é a voz da Carla
Sem hesitar um segundo, me levanto e espero a Sandra se mexer. A jovem se levanta com dificuldade, enquanto eu vejo ela se soltar devagar da cock no cu dela.
Carla me chama de novo, mandando eu sentar em cima dela. Por um segundo, hesito; ela acabou de tirar a cock do cu da Sandra, não vou colocar na minha buceta essa cock suja.
— Sua vara tá suja agora! — grito pra Carla.
— Pra sua buceta sim! Mas traz sua bundinha pequena pra cá! — ela ordena
Hipnotizada, vou até o pau dela, passo a mão no meu cu apertado, com um Um pouco de saliva que tiro da minha boca tentando lubrificar. Subo no corpo da Carla de costas e encosto minha bunda no pau dela. Me deixo cair e sinto a glande enorme grudando no meu cu. Carla, por trás, passa as mãos na minha cintura e, com uma batida da pélvis dela, enfia um pedaço do pauzão no meu esfíncter apertado. Depois outro movimento, e outro pedaço, e mais outro pedaço vai cravando dentro de mim, me fazendo gritar, ofegar e tremer.
Não era a primeira vez que eu dava o cu, mas nunca, nunca, nunca tinham metido um pau tão grande, não só no rabo, mas em qualquer buraco do meu corpo.
O troço dela é enorme, doi pra caralho, pra não dizer muitíssimo. A sensação do pau dela no meu cu é extrema, sinto meu esfíncter se ajustando ao tamanho, como se rasgasse quando ela tira de dentro de mim e como minha buceta se ajusta milímetro por milímetro enquanto ela enfia de novo.
Sandra se ajoelha na minha frente e lambe minha buceta, tão delicada mas insistente, que paro de sentir dor e começo a gozar de novo. Fico assim um instante até que Sandra pega na minha mão delicadamente e fala:
- Vem comigo!
Carla ouve o pedido da Sandra, para de se mexer e isso me permite tentar me levantar. Tento tirar o pau do meu cu, que tá cravado no fundo do meu ser. A sensação de sentir essa pica saindo das minhas entranhas me faz tremer. Quando termino de tirar, olho pro falo e não acredito que tudo aquilo tava dentro de mim.
Sandra se deita de costas num tapete; o pau dela tá durasso. Com um gesto, ela me faz entender as intenções. Subo no corpo dela, de frente pra mim, e com a mão encosto o pau dela na minha buceta. Quando a glande separa minha vulva molhada e fervendo, me dá um pequeno tremor. Não aguento mais, não seguro mais, e enfio de uma vez até o fundo da minha caverna.
Grito como uma louca, de Prazer e excitação. Nunca vivi nada igual. Eu cavalgo o corpo da Sandra, enquanto aproveito pra beijar e lamber os seios lindos, grandes e delicadamente perfumados dela.
Um instante depois, sinto que a Carla está atrás de mim, ajoelhada na minha retaguarda, me empurra sobre o corpo esticado da Sandra e com um movimento hábil deixa minha bunda desprotegida e à disposição dela. Ela enfia o aparelho dela no meu cu de novo.
Estou cercada, uma bela rola na minha buceta e outra grossa e poderosa no meu cu, só tenho uma coisa a fazer: gozar.
Eu gozo enquanto gemo, grito e me sacudo. Me contorço igual uma cobra enquanto me perfuravam pela frente e pela retaguarda.
Quero as rolas delas e as tenho. Quero as tetas delas e chupava elas. Quero os perfumes delas e os cheiro. Agora queria o esperma delas!
Cavalgo nessas picas, me sacudo igual louca, quero que me encham de porra. Preciso do sêmen delas.
Então faço um movimento errado, o tronco sai do meu cu e a Carla exclama:
— Que enorme o buraco que tô te deixando! Tô te furando bem o cu! Você tá super dilatado!
— Ninguém te fez o cu como eu tô fazendo! — exclamava orgulhosa.
Quando toco o buraco da minha bunda pequenininha e noto que agora era um baita buraco, fico louca de tesão, me sinto desvirginada de novo.
Grito pra ela colocar a tranca de novo no meu cu, e quando sinto aquele pedaço quente se enfiar no meu esfíncter, não aguento mais e me convulsiono, tremo e me retorço no orgasmo mais quente e arrebatador que já gozei na vida.
Sem mais demora, a Sandra enche minha buceta com os fluidos dela, e a Carla faz o mesmo no meu cu enquanto grita:
— Encho teu cu de porra, divina!
Fico reclinada no peito da Sandra, que está quase dormindo; ainda com o membro dela dentro de mim. E sobre meu corpo, a Carla que continua com a tranca no meu cu.
Primeiro a Carla se mexe, tira devagar a pica enorme do meu cuzinho judiado; depois, a Sandra Malagana, saio de cima da Sandra, enquanto o pedaço dela abandona meu interior, me provocando de novo uma sensação gostosa de prazer.
Ficamos as três deitadas no tapete, enquanto eu tento recuperar o fôlego e captar todas as sensações do ambiente. Escuto a respiração ofegante das garotas, o silêncio que entra pela noite, o cheiro estranho do ambiente que misturava os perfumes delicados dos nossos corpos com os odores que o sexo deixa.
Me apresso a me levantar quando sinto que os fluidos da Sandra e da Carla tentam escapar do meu interior, mas a Carla me segura e me vira de bruços.
Isso não acabou, minha querida Liliana – ela me disse
É que estou perdendo seu esperma! Tá saindo do meu cu! Respondi na pressa.
Quero ver você deixar sair – insistiu
O que você disse? – questionei
Sim, meu amor, o que ouviu. Quero ver como o meu gozo escapa do seu cu!
Fica de quatro aqui mesmo e deixa sair! Ela me disse com carinho.
A perversão é extrema, eu aceito e fico ali, de quatro, com o cu pra cima, deixando sair o enema de esperma que a Carla tinha me dado com a gigante cânula de carne dela.
A Sandra também fica atrás de mim pra ver. Não acredito. Eu, tão delicada e fina, mostrando meu cu cheio de gozo pra essas duas depravadas. Tô apavorada, não tanto pela situação, mas por não saber ou conhecer quais são meus limites.
Sinto o esperma escapar do meu esfíncter, escorrendo em quantidade generosa até o chão. Enquanto a Carla assiste ao espetáculo que meu cu oferece, ela se masturba o membro e, em segundos, já tá pronto pra briga.
Por trás, me pegam pela cintura, é a Carla, que me diz:
Não vou deixar escapar nem uma gotinha mais! Quer que eu coloque meu pau de tampão?
Sim, por favor! – grito eu.
Agora! Não demora mais. Insisti
E de novo o pedaço de carne dela se crava no meu cu.
A Carla é menos delicada, mais brutal. Ela me possuí sem muita piedade. Enfia o falo no meu cu e empurra. até o fundo de uma só vez. Dói um pouco. Mas a excitação é indescritível. Ela me possui como se eu fosse uma puta.
Ver os peitos dela balançando no ritmo das estocadas, as mãos com unhas longas e esculpidas segurando minha cintura, o cabelo loiro comprido grudando no rosto por causa do suor é uma experiência mágica.
A beleza de duas mulheres delicadas, que te fazem amor como mulheres, mas com os melhores paus que já vi na vida e te curtem como homens; é lindamente irreal. O melhor sonho que já tive na vida.
A beleza da Sandra se posiciona atrás da Carla e começa a penetrar ela também. Formando um trenzinho de paixão e luxúria.
Minha buceta tá à disposição da Carla e a dela à disposição da Sandra. Tudo num vai e vem de penetrações profundas e potentes.
Caio no chão desmaiada. A Carla fica agora de quatro enquanto a figura delicada da Sandra enfia o pau vigoroso dela no cu dela.
Vejo o pedaço enorme de pau que a Carla tem balançando como um badalo. Tá dura e rígida; mesmo com a Sandra metendo por trás, a vara parece de madeira firme e rija.
Olho nos olhos da Carla e falo:
— Meu amor, quero isso na minha buceta!
— Agora não! Não vou me mexer pra ir lavar! — Ela responde
— Não importa, quero assim mesmo! Quero do jeito que tá! — Insisto
Me deito de costas no tapete, abro minhas pernas o máximo que posso e a Carla, num movimento ágil, sem perder o pau que tem no cu, se ajeita na minha frente, me pega pelas coxas e começa a cravar a vara na minha caverna molhada e quente.
O aparelho dela me preenche com generosidade, meus lábios de buceta se ajustam ao pau dela, acompanhando cada movimento.
Esse membro tão enorme, rígido, potente e quente não pode fazer outra coisa senão me dar um prazer imenso.
Os peitos da Carla, num movimento irregular, balançam a cada estocada que ela me dá e a cada estocada que ela aguenta por trás da Sandra.
Só me deixo levar pelo prazer e o cenário. Os gemidos, o perfume do ambiente, a situação rara me excitam a limites nunca antes alcançados. Agora eu explodo em outro orgasmo incrivelmente intenso e dilacerante.
Sem tempo para me recuperar, Carla se deita ao meu lado, fica esticada de costas e Sandra me ajuda a subir em cima da amiga. Agora nessa posição, Carla me penetra de novo pela buceta e eu estou deitada, já sem forças, sobre os peitos dela, enquanto sinto Sandra lubrificar meu cu para depois posicionar seu belo e enorme pau na minha bunda, começando a enfiar bem devagar, mas sem parar. Isso arranca um gemido meu quando ele está todo dentro do meu rabo.
Sandra capricha em possuir minha bunda com um vai e vem rápido; de baixo, Carla me estimula a me mexer. Eu só tiro forças da minha excitação, respondendo sem ritmo ao estímulo.
Estou quase desmaiando, e as garotas me possuem sem piedade, mas com doçura. As mãos das duas são como tentáculos que se confundem tocando meu corpo, estimulando meus peitos, acariciando minhas costas, meu cabelo, meu pescoço.
Ouço Carla anunciar seu orgasmo e Sandra gritar que também está quase lá. E sinto seus líquidos quentes, como lava fervendo, começarem a invadir meu interior, me queimando de prazer e luxúria. E me deixo desmoronar em outro orgasmo que me faz perder a consciência.
Meio dolorida, mas cheia e satisfeita, tento arrumar minha roupa e meu cabelo. Penso em pegar um táxi para ir dormir em casa.
Sandra me beija apaixonadamente, Carla acaricia meus peitos, depois para nos meus mamilos, uma mão, não sei de quem, para na minha virilha. É Sandra, que sorri e me diz:
— Meu amor, você tá molhada de novo!
— Você tá pronta pra recomeçar! — completa Carla.
E sem mais, caio no chão, enroscada numa confusão de braços, pernas e corpos para aproveitar de novo doses inimagináveis de sexo.
Sou uma comerciante muito conhecida na minha cidade, dona de uma loja de lingerie e bijuterias.
Acabei de fazer 30 anos, sou solteira por convicção e fanática por trabalho e estética. Meu nome é Liliana, tenho 1,73m de altura, com um corpo muito cuidado, muito trabalhado pelo esporte; quase tudo em mim é natural, exceto meus peitos, que há uns anos aumentei um pouco para ficarem mais proporcionais à minha figura e equilibrarem a diferença com minha cintura fina e minha bunda chamativa. Sei que sou muito gostosa, e além disso, muito chamativa. Meu cabelo longo, cacheado e loiro (com uma ajudinha de tintura), olhos castanhos e, apesar dos meus 30, estou de parar o trânsito; deixo muita novinha de vinte de boca aberta quando me veem de biquíni no verão. Adoro estar esplêndida e chamativa, um pouco por mim, outro pouco pelo meu trabalho.
Tenho clientes de todo tipo, quase todas mulheres, e conheço todos os gostos delas. Sei quando a lingerie é para os maridos ou para os amantes, e elas não imaginam o quanto uma mulher que parece bem comportada pode ser ousada.
Entre todos os meus clientes, tenho duas em particular que começaram a frequentar minha loja recentemente. Elas são Sandra e Carla, ambas lindíssimas.
Sandra é muito magra, mas incrivelmente definida, tem cabelos longos e ondulados, pretos, uns olhos escuros incríveis que parecem acesos na palidez do rosto dela. Tem uma pele privilegiadamente lisa e tão branca quanto neve; lábios carnudos e rosados, uma boca sugestiva e delicada. Um pouco mais alta que eu, ela é dona de todos os olhares quando se mostra com seu corpo deslumbrante, que ela sabe vestir expondo à vista de quem quiser seus melhores atributos: os peitos, a bunda e suas pernas incríveis.
Carla é amiga dela e companheira, de corpo exuberante, peitos enormes, uma bunda grande mas perfeitamente formada, cintura fina, bem mais alta que a Sandra, um físico sem dúvida esculpido na academia, loira mas pintada, e embora não seja tão bonita de rosto, ainda é uma barbie de matar.
Passaram-se alguns meses em que estreitamos os laços, elas são muito abertas e divertidas.
Segundo me contaram, por questões de trabalho, chegam sempre na hora em que a loja está prestes a fechar, e constantemente ficamos conversando sobre a vida e resolvendo o mundo.
Foi assim que nossa relação ficou cada vez mais próxima. Como sou curiosa, vou perguntando coisas particulares porque, de certa forma, acho que elas têm atitudes chamativas. Vêm sempre juntas, gastam muito dinheiro em compras, estão impecavelmente vestidas, na última moda, são muito cultas e, pelo que entendi, são solteiras por convicção, igual a mim. Mas sobre o trabalho delas nunca falam, são absolutamente reservadas.
É segunda-feira à tarde, já entrando pela noite, pouco movimento de clientes. Digo a duas das três moças que tenho como funcionárias na loja que vão arrumando as coisas para deixar tudo pronto e irmos embora assim que der a hora de fechar. Nisso, enquanto estamos nessas atividades, vejo que chegam num táxi as garotas: Sandra e Carla. Quando vejo que entram na minha loja, automaticamente penso: "Salvei o dia!" (elas gastam muito dinheiro quando vêm).
Elas nos cumprimentam como de costume, com um beijo, enquanto começamos a conversar de forma descontraída.
Vejo que já deu a hora de fechar e digo às minhas funcionárias:
- Fechem tudo e vão embora até amanhã, que eu fico mais um tempinho.
E acrescento: - Abram as cortinas e façam parecer que não tem ninguém, assim posso atender como se deve minhas duas clientes.
Carla começa a olhar uns conjuntos vermelhos de renda, umas calcinhas fio-dental minúsculas que, imaginadas no corpo dela, esquentam até uma mulher.
Sandra procura uma calcinha modelo, preta ou azul.
- Como é que ficou o conjunto vermelho que você deixou aqui semana passada? – pergunto pra Carla
Eu tô curiosa, era minúsculo pra raba que a garota carregava.
Esplêndido! – ela responde.
- Tô usando ele agora, quer ver?
- Ah não, por favor! não precisa, não se incomoda – respondo.
- Não é incômodo, vou te mostrar! – insiste.
- Que seja! – falei pra não parecer mal-educada.
Ela dá uns passos até o provador, deixa a porta aberta e começa a tirar a roupa.
O corpo dela é monumental. Aquela que eu achava grandona e menos bonita, me deixa sem fôlego, parece uma escultura talhada em mármore.
Eu me sinto meio desconfortável por ter ela ali, quase pelada, praticamente desfilando pra mim.
Impactada pela curiosidade, me aproximo dela, que fala e me diz:
Você acha que eu sou gostosa? – enquanto passa as mãos pelo contorno do corpo e olha a própria figura no espelho.
Mas não tem dúvida que você é linda! – respondo
Ela insiste, me perguntando se eu realmente acho que ela é bonita. Eu confirmo, repetindo que sim.
Então, atrás de mim, do provador da frente, ouço a voz da Sandra, que me perguntava:
- E eu, o que você acha? Também me acha gostosa?
Viro procurando a imagem dela e vejo ela também de lingerie, com um sutiã azul e uma calcinha preta bem pequenininha.
A verdade é que a Sandra é lindíssima, mais delicada, magra a ponto de dar pra ver as costelas flutuantes pela pele, uma cintura fininha, barriga chapada, uns peitos e uma bunda que parecem feitos pelos deuses. Me sinto realmente com inveja dessas duas vadias.
- Você também é muito gostosa! – respondo pra Sandra.
Meninas, pelo amor de Deus, vamos parar, tô meio desconfortável, parecemos sapatão! – completei na conversa.
Sapatão! – fala quase gritando a Carla!
A Sandra sorriu debochando.
Não podemos ser sapatão nem se quiséssemos. Ou você não percebeu que a gente é travesti? transexuais? –ela me disse quase me confrontando
Somos garotos! –exclama Carla enquanto ambas caem na risada.
Eu, que estou ao lado dela, fiquei sem palavras. Estou atônita, chocada e surpresa. Eu, que sou detalhista e ligada à estética, não tinha percebido. Pelo amor, que momento!
Mas como? Vocês fizeram cirurgia? –só me ocorreu perguntar.
Se você está se referindo ao nosso pau, está intacto e funcionando! Isso sim, fizemos os peitos, e um toque de lipo, colágeno e botox!
E então a fera dentro de mim aparece e, olhando fixamente para ela, digo:
–Mas onde você esconde sua rola?
Carla, enquanto tira a calcinha minúscula, me diz:
–Magia!
Com a mão, ela puxa, não sei bem de onde, o pau dela, que é incrivelmente dotado.
Quase como possuída ou talvez hipnotizada, estico minha mão e pego ele como se agarrasse algo que não era dela, suas bolas e seu pênis transbordam minha mão. É incrivelmente grande, mole deve ter uns quinze centímetros.
Com minha mão e meus dedos, acaricio ele. Não sei bem o que está acontecendo comigo, talvez a surpresa, talvez a situação. Só sei que acaricio o pau dela e Carla geme enquanto inclina a cabeça para trás, ao mesmo tempo que tira o sutiã e deixa seus peitos enormes à mostra.
Continuo massageando o pênis dela e agora inclino meu corpo para que minha boca alcance seus mamilos, que beijo e lambo enquanto fecho os olhos e me deixo levar pela situação e pelo doce e hipnótico aroma do perfume dela.
Por trás, sinto as mãos de Sandra tirarem minha roupa delicadamente. Primeiro é minha saia, depois minha blusa, agora ela solta meu sutiã. Acaricia minhas costas com as mãos mornas para descer lentamente até meus quadris, tira minha calcinha e, por trás, começa a separar minhas nádegas e a chupar minha buceta.
Eu estou entregue ao prazer, com gestos e movimentos faço Carla sentar numa cadeira que está dentro do provador e me ajoelho entre as pernas dela para chupar seu pau poderoso.
Abro minha boca e começo a meter ela delicadamente dentro de mim, cuidando pra ter a boca bem cheia de saliva, enquanto estico a mão pra continuar acariciando os peitos da Carla, que sentada geme e me diz:
- Liliana, que tesuda você está!
A Sandra, por trás, continua comendo minha racha sem piedade. A língua dela castiga meu clitóris, depois se enfia lá dentro procurando meu ponto G, agora sobe e desce, dá uns tapinhas suaves no meu cu, e volta a castigar meu clitóris inchado.
Assim, só aguentei uns instantes até sentir meu corpo se contorcendo, minha barriga se contraindo e minhas coxas tensas pra receber um orgasmo lindo e demorado, que acompanho com um grito avisando as "meninas" da minha boa nova.
Recuperando o fôlego, me levanto e vejo meu reflexo no espelho do provador: tô quase nua, só com as meias pretas, meus sapatos de salto e minhas joias. Olho pra Carla, que continua sentada, lindamente pelada, com aquele pauzão enorme bem duro.
A Sandra já tá de pé e, por trás, começou a acariciar meus peitos. Me viro pra ver ela; não resisti e beijei ela, tentando tirar aquela calcinha minúscula de renda que cobre ela.
Tiro o sutiã dela e paro pra lamber os peitos dela, lindos, firmes, perfumados.
Escuto o coração dela batendo acelerado.
Desço devagar enquanto seguro as bordas da calcinha dela com as mãos, e, enquanto tiro ela, passo a língua nas meias dela, do liga até os pés.
Enfio a mão entre as pernas dela e puxo o pau dela.
- Ah, pelo amor! - exclamo
- É tão grande quanto o da Carla!
Ela, tão magrinha e delicada, como pode ter uma tranca dessas? É desproporcional!
Sem hesitar, enfio na minha boca e começo a lamber. Mas a Sandra, bem de leve, me impede, me afastando.
- Preciso de uma estimulação primeiro, antes de te satisfazer. - ela diz.
Ela vai até onde a Carla está, se abaixa na frente dela e dá umas lambidas no tronco ereto. Ela lubrifica muito bem com a própria saliva e então se levanta, vira de costas para a Carla e começa a se agachar, tenta sentar em cima da Carla e, pegando o tronco, leva ele até o cu dela. Com um movimento ágil, ela se deixa cair em cima; o pau desliza até o fundo do cu dela, o que arranca um gemido intenso.
Eu fico chocada. Ela enfia toda aquela cock enorme de uma vez só no cu e sem reclamar!
De repente, me vejo ali, parada sozinha que nem uma estátua, pelada, olhando minhas amigas se divertindo com o sexo e eu só fico de bobeira, me sinto uma idiota. Não tenho escolha, tenho que agir. Fico de quatro e me aproximo do pau da Sandra, que tá adorando o falo enorme da Carla.
— Agora posso lamber? — pergunto pra Sandra
E enquanto ela se sacode na vara:
— Sim, por favor! — ela responde, com a voz entrecortada.
E eu decido chupar a cock dela. Tô doida, chupo ele, babo tudo. Me tira do sério ver como ele cresce e cresce, alcançando um tamanho incrível enquanto eu prendo ele na minha boca.
É muito excitante ver, enquanto chupo a cock da Sandra, como ela, tão delicada, tão pequenininha, adora ter uma cock enorme enfiada no cu.
Chupo e chupo a cock dela, num frenesi apaixonado. Minha buceta tá que nem uma brasa acesa, tô igual um vulcão prestes a explodir.
Escuto um murmúrio me dizendo:
— Vem, Liliana, vem sobe aqui — é a voz da Carla
Sem hesitar um segundo, me levanto e espero a Sandra se mexer. A jovem se levanta com dificuldade, enquanto eu vejo ela se soltar devagar da cock no cu dela.
Carla me chama de novo, mandando eu sentar em cima dela. Por um segundo, hesito; ela acabou de tirar a cock do cu da Sandra, não vou colocar na minha buceta essa cock suja.
— Sua vara tá suja agora! — grito pra Carla.
— Pra sua buceta sim! Mas traz sua bundinha pequena pra cá! — ela ordena
Hipnotizada, vou até o pau dela, passo a mão no meu cu apertado, com um Um pouco de saliva que tiro da minha boca tentando lubrificar. Subo no corpo da Carla de costas e encosto minha bunda no pau dela. Me deixo cair e sinto a glande enorme grudando no meu cu. Carla, por trás, passa as mãos na minha cintura e, com uma batida da pélvis dela, enfia um pedaço do pauzão no meu esfíncter apertado. Depois outro movimento, e outro pedaço, e mais outro pedaço vai cravando dentro de mim, me fazendo gritar, ofegar e tremer.
Não era a primeira vez que eu dava o cu, mas nunca, nunca, nunca tinham metido um pau tão grande, não só no rabo, mas em qualquer buraco do meu corpo.
O troço dela é enorme, doi pra caralho, pra não dizer muitíssimo. A sensação do pau dela no meu cu é extrema, sinto meu esfíncter se ajustando ao tamanho, como se rasgasse quando ela tira de dentro de mim e como minha buceta se ajusta milímetro por milímetro enquanto ela enfia de novo.
Sandra se ajoelha na minha frente e lambe minha buceta, tão delicada mas insistente, que paro de sentir dor e começo a gozar de novo. Fico assim um instante até que Sandra pega na minha mão delicadamente e fala:
- Vem comigo!
Carla ouve o pedido da Sandra, para de se mexer e isso me permite tentar me levantar. Tento tirar o pau do meu cu, que tá cravado no fundo do meu ser. A sensação de sentir essa pica saindo das minhas entranhas me faz tremer. Quando termino de tirar, olho pro falo e não acredito que tudo aquilo tava dentro de mim.
Sandra se deita de costas num tapete; o pau dela tá durasso. Com um gesto, ela me faz entender as intenções. Subo no corpo dela, de frente pra mim, e com a mão encosto o pau dela na minha buceta. Quando a glande separa minha vulva molhada e fervendo, me dá um pequeno tremor. Não aguento mais, não seguro mais, e enfio de uma vez até o fundo da minha caverna.
Grito como uma louca, de Prazer e excitação. Nunca vivi nada igual. Eu cavalgo o corpo da Sandra, enquanto aproveito pra beijar e lamber os seios lindos, grandes e delicadamente perfumados dela.
Um instante depois, sinto que a Carla está atrás de mim, ajoelhada na minha retaguarda, me empurra sobre o corpo esticado da Sandra e com um movimento hábil deixa minha bunda desprotegida e à disposição dela. Ela enfia o aparelho dela no meu cu de novo.
Estou cercada, uma bela rola na minha buceta e outra grossa e poderosa no meu cu, só tenho uma coisa a fazer: gozar.
Eu gozo enquanto gemo, grito e me sacudo. Me contorço igual uma cobra enquanto me perfuravam pela frente e pela retaguarda.
Quero as rolas delas e as tenho. Quero as tetas delas e chupava elas. Quero os perfumes delas e os cheiro. Agora queria o esperma delas!
Cavalgo nessas picas, me sacudo igual louca, quero que me encham de porra. Preciso do sêmen delas.
Então faço um movimento errado, o tronco sai do meu cu e a Carla exclama:
— Que enorme o buraco que tô te deixando! Tô te furando bem o cu! Você tá super dilatado!
— Ninguém te fez o cu como eu tô fazendo! — exclamava orgulhosa.
Quando toco o buraco da minha bunda pequenininha e noto que agora era um baita buraco, fico louca de tesão, me sinto desvirginada de novo.
Grito pra ela colocar a tranca de novo no meu cu, e quando sinto aquele pedaço quente se enfiar no meu esfíncter, não aguento mais e me convulsiono, tremo e me retorço no orgasmo mais quente e arrebatador que já gozei na vida.
Sem mais demora, a Sandra enche minha buceta com os fluidos dela, e a Carla faz o mesmo no meu cu enquanto grita:
— Encho teu cu de porra, divina!
Fico reclinada no peito da Sandra, que está quase dormindo; ainda com o membro dela dentro de mim. E sobre meu corpo, a Carla que continua com a tranca no meu cu.
Primeiro a Carla se mexe, tira devagar a pica enorme do meu cuzinho judiado; depois, a Sandra Malagana, saio de cima da Sandra, enquanto o pedaço dela abandona meu interior, me provocando de novo uma sensação gostosa de prazer.
Ficamos as três deitadas no tapete, enquanto eu tento recuperar o fôlego e captar todas as sensações do ambiente. Escuto a respiração ofegante das garotas, o silêncio que entra pela noite, o cheiro estranho do ambiente que misturava os perfumes delicados dos nossos corpos com os odores que o sexo deixa.
Me apresso a me levantar quando sinto que os fluidos da Sandra e da Carla tentam escapar do meu interior, mas a Carla me segura e me vira de bruços.
Isso não acabou, minha querida Liliana – ela me disse
É que estou perdendo seu esperma! Tá saindo do meu cu! Respondi na pressa.
Quero ver você deixar sair – insistiu
O que você disse? – questionei
Sim, meu amor, o que ouviu. Quero ver como o meu gozo escapa do seu cu!
Fica de quatro aqui mesmo e deixa sair! Ela me disse com carinho.
A perversão é extrema, eu aceito e fico ali, de quatro, com o cu pra cima, deixando sair o enema de esperma que a Carla tinha me dado com a gigante cânula de carne dela.
A Sandra também fica atrás de mim pra ver. Não acredito. Eu, tão delicada e fina, mostrando meu cu cheio de gozo pra essas duas depravadas. Tô apavorada, não tanto pela situação, mas por não saber ou conhecer quais são meus limites.
Sinto o esperma escapar do meu esfíncter, escorrendo em quantidade generosa até o chão. Enquanto a Carla assiste ao espetáculo que meu cu oferece, ela se masturba o membro e, em segundos, já tá pronto pra briga.
Por trás, me pegam pela cintura, é a Carla, que me diz:
Não vou deixar escapar nem uma gotinha mais! Quer que eu coloque meu pau de tampão?
Sim, por favor! – grito eu.
Agora! Não demora mais. Insisti
E de novo o pedaço de carne dela se crava no meu cu.
A Carla é menos delicada, mais brutal. Ela me possuí sem muita piedade. Enfia o falo no meu cu e empurra. até o fundo de uma só vez. Dói um pouco. Mas a excitação é indescritível. Ela me possui como se eu fosse uma puta.
Ver os peitos dela balançando no ritmo das estocadas, as mãos com unhas longas e esculpidas segurando minha cintura, o cabelo loiro comprido grudando no rosto por causa do suor é uma experiência mágica.
A beleza de duas mulheres delicadas, que te fazem amor como mulheres, mas com os melhores paus que já vi na vida e te curtem como homens; é lindamente irreal. O melhor sonho que já tive na vida.
A beleza da Sandra se posiciona atrás da Carla e começa a penetrar ela também. Formando um trenzinho de paixão e luxúria.
Minha buceta tá à disposição da Carla e a dela à disposição da Sandra. Tudo num vai e vem de penetrações profundas e potentes.
Caio no chão desmaiada. A Carla fica agora de quatro enquanto a figura delicada da Sandra enfia o pau vigoroso dela no cu dela.
Vejo o pedaço enorme de pau que a Carla tem balançando como um badalo. Tá dura e rígida; mesmo com a Sandra metendo por trás, a vara parece de madeira firme e rija.
Olho nos olhos da Carla e falo:
— Meu amor, quero isso na minha buceta!
— Agora não! Não vou me mexer pra ir lavar! — Ela responde
— Não importa, quero assim mesmo! Quero do jeito que tá! — Insisto
Me deito de costas no tapete, abro minhas pernas o máximo que posso e a Carla, num movimento ágil, sem perder o pau que tem no cu, se ajeita na minha frente, me pega pelas coxas e começa a cravar a vara na minha caverna molhada e quente.
O aparelho dela me preenche com generosidade, meus lábios de buceta se ajustam ao pau dela, acompanhando cada movimento.
Esse membro tão enorme, rígido, potente e quente não pode fazer outra coisa senão me dar um prazer imenso.
Os peitos da Carla, num movimento irregular, balançam a cada estocada que ela me dá e a cada estocada que ela aguenta por trás da Sandra.
Só me deixo levar pelo prazer e o cenário. Os gemidos, o perfume do ambiente, a situação rara me excitam a limites nunca antes alcançados. Agora eu explodo em outro orgasmo incrivelmente intenso e dilacerante.
Sem tempo para me recuperar, Carla se deita ao meu lado, fica esticada de costas e Sandra me ajuda a subir em cima da amiga. Agora nessa posição, Carla me penetra de novo pela buceta e eu estou deitada, já sem forças, sobre os peitos dela, enquanto sinto Sandra lubrificar meu cu para depois posicionar seu belo e enorme pau na minha bunda, começando a enfiar bem devagar, mas sem parar. Isso arranca um gemido meu quando ele está todo dentro do meu rabo.
Sandra capricha em possuir minha bunda com um vai e vem rápido; de baixo, Carla me estimula a me mexer. Eu só tiro forças da minha excitação, respondendo sem ritmo ao estímulo.
Estou quase desmaiando, e as garotas me possuem sem piedade, mas com doçura. As mãos das duas são como tentáculos que se confundem tocando meu corpo, estimulando meus peitos, acariciando minhas costas, meu cabelo, meu pescoço.
Ouço Carla anunciar seu orgasmo e Sandra gritar que também está quase lá. E sinto seus líquidos quentes, como lava fervendo, começarem a invadir meu interior, me queimando de prazer e luxúria. E me deixo desmoronar em outro orgasmo que me faz perder a consciência.
Meio dolorida, mas cheia e satisfeita, tento arrumar minha roupa e meu cabelo. Penso em pegar um táxi para ir dormir em casa.
Sandra me beija apaixonadamente, Carla acaricia meus peitos, depois para nos meus mamilos, uma mão, não sei de quem, para na minha virilha. É Sandra, que sorri e me diz:
— Meu amor, você tá molhada de novo!
— Você tá pronta pra recomeçar! — completa Carla.
E sem mais, caio no chão, enroscada numa confusão de braços, pernas e corpos para aproveitar de novo doses inimagináveis de sexo.
14 comentários - Liliana, a surpresa da vida dela
mere calento mal!!!!!
🤤
Muy buen relato de todas maneras!!!
Muy bueno!!!
Una pregunta, sabés por qué puedo hacer comentarios en algunos post y en otros no??
gracias y muy bueno