Descobrindo o ponto fraco dela
Depois de alguns minutos agarrados um ao outro, em silêncio, decidimos sair do chuveiro. O vapor da água quente estava transformando aquele espaço numa sauna. Deslizei a porta pelo lado de trás e finalmente escapamos daquela prisão vaporosa.
Fechei a torneira da água quente e passei uma toalha pra ela secar aquelas curvas carnudas, enquanto eu pegava outra.
Nossa… que pequenininho… ela disse, sorrindo, olhando pra minha virilha.
Ei, você já viu e já sentiu (até sofreu) quando ele tá inspirado… protestei, ao perceber que meu pau tinha encolhido ao máximo depois do banho e das três espremidas que a Mili tinha dado nele naquela noite.
Eu sei, bobinho… respondeu, me abraçando carinhosamente, achando que ia acalmar meu ego supostamente ferido.
Você não se secou direito… falei, sentindo ela de novo.
Então me ajuda… respondeu, toda provocante.
Não recusei o convite. Enquanto ela secava o cabelo, eu secava as curvas harmoniosas dela. Protegido pela toalha, minhas mãos percorreram todos os cantos do corpo dela, arrancando mais de um sorriso safado.
Ei… aí não… exclamou, rindo, quando minhas mãos se enfiaram no espaço entre as nádegas dela.
Ainda tá molhado… me desculpei.
Ela não reclamou, me deixou agir, embora eu tenha notado uma careta de dor quando rocei o cu dela. Bom, já foram duas vezes essa noite no cu ainda pouco experiente dela, o que esperava… pensei comigo.
Sem me lamentar por isso, minhas mãos subiram, buscando me deliciar com os outros atributos dela, até chegar nos melões. A pele dela se arrepiou quando eu apertei, os biquinhos ficaram duros como pedra… a mesma rigidez foi aparecendo no meu pau.
Mili, de costas pra mim, continuava secando o cabelo nervosamente, com a toalha na cabeça, o pescoço desprotegido. Me aproximei dela e, brincando, beijei a divisa entre o pescoço e o ombro dela. Pelo espelho na nossa frente, notei como aquela carícia simples a Desarmo completamente, soltou um suspiro excitado e, fechando os olhos, virou-se para mim, buscando um beijo.
Fazia pouco tempo que eu tinha descoberto sua fraqueza, ou sua fascinação pelo prazer que o sexo anal lhe causava. Agora, aparentemente, tinha encontrado um ponto fraco da sua anatomia, talvez um ponto G, um ponto que, ao ser tocado, despertava toda sua paixão.
Me inclinei para corresponder aquele beijo, sua respiração ofegante me dizia que sua excitação só aumentava. Nossas toalhas deslizavam pelos corpos até caírem no chão.
Minha nova ereção era evidente. Pela diferença de altura, Mili estava sentindo a dureza do meu pau no umbigo dela. Talvez por instinto, meu pau buscava se inserir naquela cavidade, embora fosse pequena demais para satisfazer minhas necessidades e as dela.
Foi assim que Mili entendeu. Ela começou a me abraçar pelo pescoço, tentando subir em mim, queria encontrar um jeito de meu pau não pressionar o umbigo dela, mas sim outro dos seus buracos.
Motivado pelos seus beijos lascivos, seus peitos me apertando com o vai e vem da respiração, sua desesperação e ansiedade para que eu a penetrasse de novo, e com meu pau fervendo de desejo de provar sua carne novamente… não pensei duas vezes… minhas mãos pararam de acariciar suas costas, deslizaram até sua cintura, tocando suas nádegas até suas coxas, minhas mãos se fixaram nelas e a levantei…
Ohhh… siiiim… exclamou surpresa e agradecida.
Mantive-a erguida no alto por uns instantes, com seus peitos inchados na altura da minha boca, chupei suas tetas suculentas, puxei seus bicos e a senti tremer de prazer…
Jááá… por favor jááá… faz isssooo… ela me suplicava.
Entendi que queria ser penetrada. Fui descendo-a devagar, até que meu pau roçasse seu púbis… Nessa ação incômoda, a cabeça do meu pau passeou pelos lábios da sua buceta encharcada, um tremor percorreu seu corpo enquanto meu pau deslizava até seu cu…
Olhei para ela, ainda excitada, mas com um gesto de desconfiança, ela me deu seu aprovação, ainda sentia dolorido seu esfíncter… fui deixando ela cair, meu pau foi se inserindo no cu maltratado dela, ela resistiu, mas segundos depois os dedos dela arranhavam meu pescoço e minhas costas, a dor tava ficando insuportável pra ela…
Não auuu… espera nãooo… aiiii… melhor nãooo… por aí não… ela implorou, Mili visivelmente dolorida.
Tá bom… respondi e, atendendo ao pedido dela, fui levantando ela, tirando a cabeça do meu pau do cu ferrado dela.
Naquele momento, nem ela nem eu sabíamos que instantes depois, tomada pela excitação, ela mesma enfiaria meu pau no cu dela… mas na hora só me restou satisfazer o pedido dela, deslizei meu pau de novo até o púbis dela, até a buceta molhada dela…
Isso, por aí sim… exclamou ela, mais aliviada.
Os dedos dela pararam de apertar minhas costas, a careta de dor sumiu do rosto dela e de novo apareceu aquela excitação inocente. Meu pau foi entrando na buceta dela como se fosse manteiga, a lubrificação dela era tanta que não demorou pra eu ter ela toda cravada.
Ahhhh… siiiim… uhmmm…
Os braços dela me seguraram com força, as pernas tremeram ao sentir a buceta completamente invadida pelo meu pau duro. Os lábios e a língua dela não demoraram a procurar os meus, enquanto o corpo dela saboreava essa nova penetração…
Vamooos… Danny… me dá… pediu ela depois de uns instantes.
Ajeitei melhor meus braços debaixo das coxas dela, com minhas mãos segurando as bundas grandes dela, comecei a subir e descer que o corpo da Mili tava desejando, enfiando e tirando meu pau dos lábios molhados da buceta dela… ela agradeceu gostosa essa fricção…
Siiim… assiiim… que bommm… hummmm…
Os peitos inchados dela balançavam no meu corpo, os gemidos doces dela enchiam meus ouvidos. Com o sangue fervendo, fui aumentando o ritmo de subir e descer, ela curtia esse vigor, a força que eu colocava nessas penetrações, cada vez mais seguidas…
Ahhh… uhmmm… ahhh…
O vai e vem agitado do corpo dela impedia ela de continuar pedindo. O ar nos Meus pulmões mal davam pra soltar aqueles suspiros gostosos. A força nos meus braços também mal dava pra continuar com aquele movimento puxado. Meu ritmo foi caindo, mas a rigidez da minha pica não.
"Vamos, Danny… mais forte… vamos…" ela reclamava, recuperando o fôlego e percebendo meu cansaço.
Como eu não reagia muito, ela mesma, com movimentos desengonçados, mas gostosos, foi subindo e descendo… mas não dava pra levar ela a outro orgasmo. Ia adorar terminar naquela posição, mas depois de três fodas naquela noite e minha falta de exercício nos últimos tempos, ia ser foda.
Sabia que não ia aguentar segurar ela por muito tempo, então meus olhos procuraram um lugar pra apoiar e terminar aquele encontro… pensei em botar ela em cima da pia, mas duvidava que aguentasse o peso da Mili e a força da nossa trepada… aí olhei pro vaso, com a tampa abaixada dava pra sentar.
Com a Mili nas costas, fui sentar no vaso. Ela sorriu, agradecida, ao ver minha solução prática, ou talvez porque lembrou que horas antes a gente tava numa posição parecida no banheiro da faculdade, só que dessa vez ela tava de frente pra mim, não de costas.
"Assim é melhor…" ela disse e se preparou pra continuar a parada.
Ela rebolou a buceta gostosa por toda a minha virilha e viu que minha pica ainda dura enchia ela toda. Igual no banheiro da faculdade, com os pés no chão, a Mili subia e descia, enfiando minha pica na boceta quente dela à vontade…
"Que… delícia… ahhh… uhhh…" ela gritava, sentindo a mesma agitação de antes.
Eu deixei meus braços descansarem, rodeando a cintura dela. Meus lábios chupavam os peitos dela que balançavam com os movimentos e a respiração. As mãos dela acariciavam meu cabelo… até que…
"Aii… não é possível… não aguento mais…" a Mili falou, confusa.
Olhei pra ela estranho, pensei que já tinha gozado, Me pareceu muito repentino, já que a gente tinha recomeçado fazia pouco tempo. No rosto dela, cheio de fascinação e ainda excitado, pude ver de novo aquela loucura passional que eu tinha visto quando eu desvirginei o cu dela ou quando eu possuí ela pelo mesmo buraco de forma selvagem no banheiro da faculdade. Aquela loucura, aquele apetite anal tinha voltado. No ponto mais alto da excitação dela, ela achou que sentiria mais prazer sendo penetrada pelo mais estreito e dolorido dos buracos dela. Foi assim que ela me fez entender quando se levantou um pouco, tirou meu pau e pegou ele com a mão, como se fosse dona dele, e colocou na entrada do cu dela, que ainda machucado pulsava esperando uma nova investida. "Tem certeza?" — perguntei incrédulo. "Sim..." — foi a resposta seca e cheia de tesão dela. Pra deixar clara a posição dela, ela mesma foi se sentando no meu pau. Mordendo os lábios pra não deixar escapar gemidos de dor, ela foi se enfiando aos poucos no meu pau grosso. Minhas mãos só guiaram o movimento dela, segurando na cintura. A pele dela tremia enquanto descia. "Ufff... ouuu..." — ela reclamou. "Já já..." — eu incentivei. As pernas dela começaram a tremer, por causa da dor, do cansaço ou talvez da excitação. Ela não aguentou mais e se deixou cair... "Ayyyy..." — ela gritou de dor. Me abraçou com força enquanto o corpo dela se recuperava daquela investida dolorosa, daquela penetração forçada que parecia ter partido ela ao meio. Com o rosto escondido entre meu ombro e meu pescoço, ela reclamou baixinho: "Olha no que você me transformou..." "Numa infiel? Numa ninfomaníaca? Numa viciada em cu?" — talvez essa última fosse a resposta mais certa, já que ela tava disposta a sofrer aquela dor inicial em busca de um clímax maior. Eu podia ter ficado quieto, mas preso pela curiosidade, me atrevi a perguntar: "No que (você me transformou)?" Se afastando do meu ombro e me encarando, com um brilho diferente nos olhos e um gesto carinhoso, talvez excitado, ela respondeu: "Numa viciada no seu pau." Meu A resposta dela foi quase, pensei. Agradavelmente surpreso e lisonjeado, quis responder algo, retribuir, mas a Mili não me deu chance pra nenhuma réplica imediata. Talvez esperasse uma resposta física e não com palavras, já que começou a rebolando aquele rabo delicioso no meu meio das pernas.
Era a primeira vez que ela fazia essa manobra com meu pau empalando ela pelo cu… depois do gesto de sofrimento inicial, um gesto de prazer foi mudando a expressão dela, transformando a dor inicial em prazer incipiente, a pele dela se arrepiou de novo ao sentir aquela sensação de volta.
Uhmmmm… ela suspirou aliviada ao notar que a dor passava e a excitação ganhava espaço de novo.
Mais segura, começou a ir e vir devagar em cima do meu pau. Minhas mãos continuaram guiando a cintura dela, meus lábios buscaram os dela, que em beijos generosos retribuíam o prazer que meu pau causava no cuzinho dela. Depois, meus lábios foram pros mamilos inchados dela, que pareciam que iam explodir.
Sim… me toma assim… aproveita meu corpo como eu aproveito teu pau… murmurava ofegante.
O suor começava a banhar a gente, o sobe e desce do corpo dela ficava cada vez mais rápido, os gemidos, o barulho da bunda dela batendo na minha virilha, a doce fricção e o prazer que causavam iam aumentando… só que agora as forças dela iam diminuindo…
Ahhh… vamosss… me ajuda… ahhh… ela implorava com as bochechas coradas, o rosto cansado.
Minhas mãos agarraram aquela bunda enorme, e meus braços descansados ajudaram ela na tarefa de subir e descer, primeiro imitando o ritmo dela, depois acelerando.
Siiim… assim… ahhhh… já tô quase… uhmmm… exclamava satisfeita.
O castigo auto infligido dela, essa auto penetração, tava chegando ao clímax, os movimentos, as enfiadas eram cada vez mais frequentes, mais vertiginosas. Os peitos dela vibravam perto do meu peito, a bunda voluptuosa dela ecoava contra minha virilha.
Ahhh… ahhhh… ahhh… gemia Mili profundamente.
Num último movimento, ela se deixou cair com força, cravando meu pau o mais fundo possível. Que ela conseguiu, depois balançou de novo a bunda gostosa dela, enquanto o corpo se contorcia por causa de outro orgasmo. Me abraçou com força, meu pau quase enroscado deu um jeito de inundar ela, de refrescar as intimidades dela com aquele líquido leitoso. Ufff… uhmmm… suspiro agradecida. Novos espasmos percorreram o corpo dela por causa dessas rajadas de porra invadindo ela. De novo o rosto dela descansou no meu ombro. O corpo dela deliciosamente relaxado, exausto, descansou contra o meu. Os peitos dela pararam de bater no meu peito, sinal claro de que a respiração dela voltava ao ritmo normal. Puxa… acho que a gente precisa de um banho… falei finalmente, notando nossos corpos suados. Afastei um pouco o rosto dela do meu ombro e ela parecia meio perplexa, tinha uma expressão engraçada, só me disse, quase implorando: Sim, mas dessa vez só um chuveiro… Eu ri, percebendo que o corpo dela estava exausto, depois de todas aquelas experiências sexuais era óbvio. A Mili tinha medo que minha proposta de tomar banho junto de novo escondesse outro castigo pro cuzinho enrugado dela. Tá bom, só um banho… respondi sorrindo. Só aí vi que a expressão de surpresa, quase medo, dela se transformou numa mais animada. Depois desses encontros intensos, eu também duvidava que conseguisse submeter ela de novo, pelo menos naquela noite, ou nos próximos minutos… além disso, a gente tinha outras tarefas pendentes, tipo, ainda não tínhamos terminado o relatório da faculdade que precisávamos entregar na segunda… depois disso, talvez mais umas recarregadas, quem sabe?… a essa altura, entre a gente, qualquer coisa podia rolar… Continua…Partes Anteriores:
http://www.poringa.net/posts/relatos/1146533/Rompi%C3%A9ndole-el-culo-a-Mili-Parte-1-1.html
http://www.poringa.net/posts/relatos/1146538/Rompi%C3%A9ndole-el-culo-a-Mili-Parte-1-2.html
http://www.poringa.net/posts/relatos/1149176/Rompi%C3%A9ndole-el-Culo-a-Mili-Parte-2.html
http://www.poringa.net/posts/relatos/1150543/Rompi%C3%A9ndole-el-culo-a-Mili-Parte-3.html
http://www.poringa.net/posts/relatos/1152500/Rompi%C3%A9ndole-el-Culo-a-Mili-parte-4.html
http://www.poringa.net/posts/relatos/1154478/Rompi%C3%A9ndole-el-culo-a-Mili-parte-5.html
Depois de alguns minutos agarrados um ao outro, em silêncio, decidimos sair do chuveiro. O vapor da água quente estava transformando aquele espaço numa sauna. Deslizei a porta pelo lado de trás e finalmente escapamos daquela prisão vaporosa.
Fechei a torneira da água quente e passei uma toalha pra ela secar aquelas curvas carnudas, enquanto eu pegava outra.
Nossa… que pequenininho… ela disse, sorrindo, olhando pra minha virilha.
Ei, você já viu e já sentiu (até sofreu) quando ele tá inspirado… protestei, ao perceber que meu pau tinha encolhido ao máximo depois do banho e das três espremidas que a Mili tinha dado nele naquela noite.
Eu sei, bobinho… respondeu, me abraçando carinhosamente, achando que ia acalmar meu ego supostamente ferido.
Você não se secou direito… falei, sentindo ela de novo.
Então me ajuda… respondeu, toda provocante.
Não recusei o convite. Enquanto ela secava o cabelo, eu secava as curvas harmoniosas dela. Protegido pela toalha, minhas mãos percorreram todos os cantos do corpo dela, arrancando mais de um sorriso safado.
Ei… aí não… exclamou, rindo, quando minhas mãos se enfiaram no espaço entre as nádegas dela.
Ainda tá molhado… me desculpei.
Ela não reclamou, me deixou agir, embora eu tenha notado uma careta de dor quando rocei o cu dela. Bom, já foram duas vezes essa noite no cu ainda pouco experiente dela, o que esperava… pensei comigo.
Sem me lamentar por isso, minhas mãos subiram, buscando me deliciar com os outros atributos dela, até chegar nos melões. A pele dela se arrepiou quando eu apertei, os biquinhos ficaram duros como pedra… a mesma rigidez foi aparecendo no meu pau.
Mili, de costas pra mim, continuava secando o cabelo nervosamente, com a toalha na cabeça, o pescoço desprotegido. Me aproximei dela e, brincando, beijei a divisa entre o pescoço e o ombro dela. Pelo espelho na nossa frente, notei como aquela carícia simples a Desarmo completamente, soltou um suspiro excitado e, fechando os olhos, virou-se para mim, buscando um beijo.
Fazia pouco tempo que eu tinha descoberto sua fraqueza, ou sua fascinação pelo prazer que o sexo anal lhe causava. Agora, aparentemente, tinha encontrado um ponto fraco da sua anatomia, talvez um ponto G, um ponto que, ao ser tocado, despertava toda sua paixão.
Me inclinei para corresponder aquele beijo, sua respiração ofegante me dizia que sua excitação só aumentava. Nossas toalhas deslizavam pelos corpos até caírem no chão.
Minha nova ereção era evidente. Pela diferença de altura, Mili estava sentindo a dureza do meu pau no umbigo dela. Talvez por instinto, meu pau buscava se inserir naquela cavidade, embora fosse pequena demais para satisfazer minhas necessidades e as dela.
Foi assim que Mili entendeu. Ela começou a me abraçar pelo pescoço, tentando subir em mim, queria encontrar um jeito de meu pau não pressionar o umbigo dela, mas sim outro dos seus buracos.
Motivado pelos seus beijos lascivos, seus peitos me apertando com o vai e vem da respiração, sua desesperação e ansiedade para que eu a penetrasse de novo, e com meu pau fervendo de desejo de provar sua carne novamente… não pensei duas vezes… minhas mãos pararam de acariciar suas costas, deslizaram até sua cintura, tocando suas nádegas até suas coxas, minhas mãos se fixaram nelas e a levantei…
Ohhh… siiiim… exclamou surpresa e agradecida.
Mantive-a erguida no alto por uns instantes, com seus peitos inchados na altura da minha boca, chupei suas tetas suculentas, puxei seus bicos e a senti tremer de prazer…
Jááá… por favor jááá… faz isssooo… ela me suplicava.
Entendi que queria ser penetrada. Fui descendo-a devagar, até que meu pau roçasse seu púbis… Nessa ação incômoda, a cabeça do meu pau passeou pelos lábios da sua buceta encharcada, um tremor percorreu seu corpo enquanto meu pau deslizava até seu cu…
Olhei para ela, ainda excitada, mas com um gesto de desconfiança, ela me deu seu aprovação, ainda sentia dolorido seu esfíncter… fui deixando ela cair, meu pau foi se inserindo no cu maltratado dela, ela resistiu, mas segundos depois os dedos dela arranhavam meu pescoço e minhas costas, a dor tava ficando insuportável pra ela…
Não auuu… espera nãooo… aiiii… melhor nãooo… por aí não… ela implorou, Mili visivelmente dolorida.
Tá bom… respondi e, atendendo ao pedido dela, fui levantando ela, tirando a cabeça do meu pau do cu ferrado dela.
Naquele momento, nem ela nem eu sabíamos que instantes depois, tomada pela excitação, ela mesma enfiaria meu pau no cu dela… mas na hora só me restou satisfazer o pedido dela, deslizei meu pau de novo até o púbis dela, até a buceta molhada dela…
Isso, por aí sim… exclamou ela, mais aliviada.
Os dedos dela pararam de apertar minhas costas, a careta de dor sumiu do rosto dela e de novo apareceu aquela excitação inocente. Meu pau foi entrando na buceta dela como se fosse manteiga, a lubrificação dela era tanta que não demorou pra eu ter ela toda cravada.
Ahhhh… siiiim… uhmmm…
Os braços dela me seguraram com força, as pernas tremeram ao sentir a buceta completamente invadida pelo meu pau duro. Os lábios e a língua dela não demoraram a procurar os meus, enquanto o corpo dela saboreava essa nova penetração…
Vamooos… Danny… me dá… pediu ela depois de uns instantes.
Ajeitei melhor meus braços debaixo das coxas dela, com minhas mãos segurando as bundas grandes dela, comecei a subir e descer que o corpo da Mili tava desejando, enfiando e tirando meu pau dos lábios molhados da buceta dela… ela agradeceu gostosa essa fricção…
Siiim… assiiim… que bommm… hummmm…
Os peitos inchados dela balançavam no meu corpo, os gemidos doces dela enchiam meus ouvidos. Com o sangue fervendo, fui aumentando o ritmo de subir e descer, ela curtia esse vigor, a força que eu colocava nessas penetrações, cada vez mais seguidas…
Ahhh… uhmmm… ahhh…
O vai e vem agitado do corpo dela impedia ela de continuar pedindo. O ar nos Meus pulmões mal davam pra soltar aqueles suspiros gostosos. A força nos meus braços também mal dava pra continuar com aquele movimento puxado. Meu ritmo foi caindo, mas a rigidez da minha pica não.
"Vamos, Danny… mais forte… vamos…" ela reclamava, recuperando o fôlego e percebendo meu cansaço.
Como eu não reagia muito, ela mesma, com movimentos desengonçados, mas gostosos, foi subindo e descendo… mas não dava pra levar ela a outro orgasmo. Ia adorar terminar naquela posição, mas depois de três fodas naquela noite e minha falta de exercício nos últimos tempos, ia ser foda.
Sabia que não ia aguentar segurar ela por muito tempo, então meus olhos procuraram um lugar pra apoiar e terminar aquele encontro… pensei em botar ela em cima da pia, mas duvidava que aguentasse o peso da Mili e a força da nossa trepada… aí olhei pro vaso, com a tampa abaixada dava pra sentar.
Com a Mili nas costas, fui sentar no vaso. Ela sorriu, agradecida, ao ver minha solução prática, ou talvez porque lembrou que horas antes a gente tava numa posição parecida no banheiro da faculdade, só que dessa vez ela tava de frente pra mim, não de costas.
"Assim é melhor…" ela disse e se preparou pra continuar a parada.
Ela rebolou a buceta gostosa por toda a minha virilha e viu que minha pica ainda dura enchia ela toda. Igual no banheiro da faculdade, com os pés no chão, a Mili subia e descia, enfiando minha pica na boceta quente dela à vontade…
"Que… delícia… ahhh… uhhh…" ela gritava, sentindo a mesma agitação de antes.
Eu deixei meus braços descansarem, rodeando a cintura dela. Meus lábios chupavam os peitos dela que balançavam com os movimentos e a respiração. As mãos dela acariciavam meu cabelo… até que…
"Aii… não é possível… não aguento mais…" a Mili falou, confusa.
Olhei pra ela estranho, pensei que já tinha gozado, Me pareceu muito repentino, já que a gente tinha recomeçado fazia pouco tempo. No rosto dela, cheio de fascinação e ainda excitado, pude ver de novo aquela loucura passional que eu tinha visto quando eu desvirginei o cu dela ou quando eu possuí ela pelo mesmo buraco de forma selvagem no banheiro da faculdade. Aquela loucura, aquele apetite anal tinha voltado. No ponto mais alto da excitação dela, ela achou que sentiria mais prazer sendo penetrada pelo mais estreito e dolorido dos buracos dela. Foi assim que ela me fez entender quando se levantou um pouco, tirou meu pau e pegou ele com a mão, como se fosse dona dele, e colocou na entrada do cu dela, que ainda machucado pulsava esperando uma nova investida. "Tem certeza?" — perguntei incrédulo. "Sim..." — foi a resposta seca e cheia de tesão dela. Pra deixar clara a posição dela, ela mesma foi se sentando no meu pau. Mordendo os lábios pra não deixar escapar gemidos de dor, ela foi se enfiando aos poucos no meu pau grosso. Minhas mãos só guiaram o movimento dela, segurando na cintura. A pele dela tremia enquanto descia. "Ufff... ouuu..." — ela reclamou. "Já já..." — eu incentivei. As pernas dela começaram a tremer, por causa da dor, do cansaço ou talvez da excitação. Ela não aguentou mais e se deixou cair... "Ayyyy..." — ela gritou de dor. Me abraçou com força enquanto o corpo dela se recuperava daquela investida dolorosa, daquela penetração forçada que parecia ter partido ela ao meio. Com o rosto escondido entre meu ombro e meu pescoço, ela reclamou baixinho: "Olha no que você me transformou..." "Numa infiel? Numa ninfomaníaca? Numa viciada em cu?" — talvez essa última fosse a resposta mais certa, já que ela tava disposta a sofrer aquela dor inicial em busca de um clímax maior. Eu podia ter ficado quieto, mas preso pela curiosidade, me atrevi a perguntar: "No que (você me transformou)?" Se afastando do meu ombro e me encarando, com um brilho diferente nos olhos e um gesto carinhoso, talvez excitado, ela respondeu: "Numa viciada no seu pau." Meu A resposta dela foi quase, pensei. Agradavelmente surpreso e lisonjeado, quis responder algo, retribuir, mas a Mili não me deu chance pra nenhuma réplica imediata. Talvez esperasse uma resposta física e não com palavras, já que começou a rebolando aquele rabo delicioso no meu meio das pernas.
Era a primeira vez que ela fazia essa manobra com meu pau empalando ela pelo cu… depois do gesto de sofrimento inicial, um gesto de prazer foi mudando a expressão dela, transformando a dor inicial em prazer incipiente, a pele dela se arrepiou de novo ao sentir aquela sensação de volta.
Uhmmmm… ela suspirou aliviada ao notar que a dor passava e a excitação ganhava espaço de novo.
Mais segura, começou a ir e vir devagar em cima do meu pau. Minhas mãos continuaram guiando a cintura dela, meus lábios buscaram os dela, que em beijos generosos retribuíam o prazer que meu pau causava no cuzinho dela. Depois, meus lábios foram pros mamilos inchados dela, que pareciam que iam explodir.
Sim… me toma assim… aproveita meu corpo como eu aproveito teu pau… murmurava ofegante.
O suor começava a banhar a gente, o sobe e desce do corpo dela ficava cada vez mais rápido, os gemidos, o barulho da bunda dela batendo na minha virilha, a doce fricção e o prazer que causavam iam aumentando… só que agora as forças dela iam diminuindo…
Ahhh… vamosss… me ajuda… ahhh… ela implorava com as bochechas coradas, o rosto cansado.
Minhas mãos agarraram aquela bunda enorme, e meus braços descansados ajudaram ela na tarefa de subir e descer, primeiro imitando o ritmo dela, depois acelerando.
Siiim… assim… ahhhh… já tô quase… uhmmm… exclamava satisfeita.
O castigo auto infligido dela, essa auto penetração, tava chegando ao clímax, os movimentos, as enfiadas eram cada vez mais frequentes, mais vertiginosas. Os peitos dela vibravam perto do meu peito, a bunda voluptuosa dela ecoava contra minha virilha.
Ahhh… ahhhh… ahhh… gemia Mili profundamente.
Num último movimento, ela se deixou cair com força, cravando meu pau o mais fundo possível. Que ela conseguiu, depois balançou de novo a bunda gostosa dela, enquanto o corpo se contorcia por causa de outro orgasmo. Me abraçou com força, meu pau quase enroscado deu um jeito de inundar ela, de refrescar as intimidades dela com aquele líquido leitoso. Ufff… uhmmm… suspiro agradecida. Novos espasmos percorreram o corpo dela por causa dessas rajadas de porra invadindo ela. De novo o rosto dela descansou no meu ombro. O corpo dela deliciosamente relaxado, exausto, descansou contra o meu. Os peitos dela pararam de bater no meu peito, sinal claro de que a respiração dela voltava ao ritmo normal. Puxa… acho que a gente precisa de um banho… falei finalmente, notando nossos corpos suados. Afastei um pouco o rosto dela do meu ombro e ela parecia meio perplexa, tinha uma expressão engraçada, só me disse, quase implorando: Sim, mas dessa vez só um chuveiro… Eu ri, percebendo que o corpo dela estava exausto, depois de todas aquelas experiências sexuais era óbvio. A Mili tinha medo que minha proposta de tomar banho junto de novo escondesse outro castigo pro cuzinho enrugado dela. Tá bom, só um banho… respondi sorrindo. Só aí vi que a expressão de surpresa, quase medo, dela se transformou numa mais animada. Depois desses encontros intensos, eu também duvidava que conseguisse submeter ela de novo, pelo menos naquela noite, ou nos próximos minutos… além disso, a gente tinha outras tarefas pendentes, tipo, ainda não tínhamos terminado o relatório da faculdade que precisávamos entregar na segunda… depois disso, talvez mais umas recarregadas, quem sabe?… a essa altura, entre a gente, qualquer coisa podia rolar… Continua…Partes Anteriores:
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4 comentários - Rompendo o Cu da Mili parte 6
Me saco el sombrero ante tan buen relato.
Saludos
Sobre lo que dijiste, son muchas mas partes. Y ya dije en otras partes que el relato no es mio. Ojalá lo fuera. Lo habia sacado de www.todorelatos.com pero lo borraron, y me quedó. Por eso decidi subirlo a internet otra vez. Ya lo dije varias veces 😉