Arrombando a buceta da Mili (5)
Persistindo no erro
Depois daquelas lembranças e dos sentimentos de culpa que me atormentaram — e não só a mim, também a Mili, pelo que eu via —, era óbvio que a gente precisava conversar. Sentamos na sala e eu comecei a conversa que a gente vinha evitando.
— Parece que essa situação tá escapando das nossas mãos… — falei, mas não conseguia tirar os olhos do decote da blusa dela.
— É, acho que sim… — respondeu.
— Além dos encontros que a gente teve e dessa amizade recente, a gente nunca teve uma aproximação mais romântica, digamos assim, como um casal normal… — completei, tentando não olhar pros peitos dela, que pareciam ímãs.
— Parece que o nosso rolê é baseado nisso… — disse ela, se referindo ao sexo e confirmando minha teoria.
— Você ama o Javier? — perguntei pra fechar a ideia.
— Sim, bom, se não fosse assim, eu não seria a namorada dele… — respondeu e devolveu a pergunta: — Você ama sua namorada?
— Sim, amo. É o primeiro relacionamento que realmente me doeria perder… — falei, olhando fixo pra ela.
— Tem certeza?… Do jeito que você me pega… não, me faz duvidar do que você diz… — respondeu, me encarando intensamente.
Uns minutos atrás, no táxi, eu tinha certeza de que era o certo. Agora, com ela na minha frente, não tinha certeza de nada, tentava ter. O corpo da Mili, o jeito angustiado dela de perguntar, aquele brilho nos olhos… mas a Viviana não merece isso, repetia pra mim mesmo, ingenuamente, esquecendo da minha condição mortal, de ser imperfeito.
— Sim, tenho certeza… — respondi friamente, e depois completei: — Talvez você descubra que deixando o Javier te comer (pelo cu)… você curta tanto quanto comigo… — sentenciei. Me senti um idiota mandando ela pra aquele mulherengo, mas era o namorado dela, ela escolheu ele, assim como eu escolhi a Viviana.
— Talvez seja verdade… quem sabe se você fizer o mesmo com sua namorada, encontre aquilo que falta no seu relacionamento… — disse com certa resignação, devolvendo o golpe.
— Bom, esclarecido isso, acho que a gente consegue trabalhar de boa… — falei. Mentindo pra mim mais do que o normal. Preferia chamar um táxi pra ela, duvidava da minha força diante dos atributos físicos dela.
Sim, tá bom, mas… será que você podia me emprestar seu banheiro? Acho que preciso de um banho… ela disse, meio sem graça.
Levei ela pro banheiro do segundo andar, que ficava perto do meu quarto e da lavanderia. Não queria arriscar meus pais, se voltassem cedo da reunião, nos pegarem naquela pinta.
Bom, era óbvio que nossos encontros no banheiro da faculdade tinham deixado mais de uma marca nas intimidades dela, assim como na roupa. Ofereci pra colocar a roupa dela e a minha na máquina de lavar.
Pela porta do banheiro, ela me passou a roupa. No caminho pra lavanderia, imaginei a Mili pelada, com aquele corpo fenomenal sendo acariciado pela água do chuveiro.
Tirei minha roupa, vesti algo mais leve, um short e uma camiseta, e joguei a roupa da Mili junto com a minha na máquina. Em segundos, vi nossas peças se revirando na água… talvez fosse um presságio do que ia rolar com os donos delas.
Danny… me alcança uma toalha… ouvi a Mili gritar.
Pô, tão rápido que tomou banho? Geralmente as mulheres demoram mais nisso… pensei enquanto levava a toalha. Quis deixar a toalha em cima da porta, pra evitar a visão e a tentação das curvas firmes dela… mas…
Tá aberto… entra…
Ela devia ter percebido minha hesitação na porta do banheiro. Ainda ouvia o barulho do chuveiro, então entrei pensando que ela ainda tava tomando banho. Era isso mesmo: pelo vidro fosco, dava pra ver as formas dela meio distorcidas. Até o reflexo dela é digno de me dar uma ereção… pensei enquanto sentia meu pau crescer.
Vou deixar aqui no vaso… falei, e me preparei pra vazar.
No caminho de volta, vi uma toalha limpa no cabideiro e parei por um instante. Será que a Mili não tinha visto essa toalha? Ou será que viu? Se sim, por que me fez trazer essa outra? Logo eu teria algumas respostas.
Ouvi o som da porta do box deslizando. Virei instintivamente. Mili com o corpo bronzeado banhado pela água, sem se cobrir absolutamente nada, os melões deliciosos à mostra, me dando boas-vindas, o pubis ainda ensaboado e peludo.
Valeu… disse ela, me dando um sorriso safado. Certeza que percebeu a reação que a imagem dela causou em mim.
Por nada… falei, me virei e continuei minha fuga.
Só mais uma coisa…
Fala?
Me ajuda com minhas costas… não alcanço… disse ela me mostrando o sabonete.
Como não reagi, ela se virou um pouco pra enfatizar o pedido, as costas dela não estavam ensaboadas, nem as coxas firmes, aquela racha deliciosa…
Vai… que não vou te morder… disse ela me incentivando.
Devolvi o sorriso que ela me deu, o problema é que eu poderia morder ela… Senti que a Mili safada tinha voltado, a garota provocante que eu conhecia, aquela menos inibida, que inspirou nosso primeiro encontro. Eu tinha enterrado a Mili indecisa das últimas horas, que deixava as decisões pra mim, agora ela queria igualar as ações.
Ela estendeu a mão me oferecendo o sabonete, peguei e ela virou de costas. Tentei não baixar o olhar pra não cair em tentação, sabia como era a bunda da Mili… só que…
Um pouco mais pra baixo… disse ela brincando.
Porra!, Ela tá me provocando, certeza que quer me testar. Descobrir se aquela minha recusa em continuar nossa "relação" era real, talvez o ego feminino dela não entendesse como eu podia resistir aos encantos chamativos dela. Talvez ela tivesse tirando uma revanche pelo que fiz no banheiro da universidade, ou quem sabe só queria me usar pra se vingar do Javier pela negligência dele com ela.
Tentei não me distrair mais com esses pensamentos que me fariam ficar mais tempo perto dela e do jogo de sedução dela. Então finalmente aceitei o pedido, deslizando o sabonete pelas costas dela, ensaboando mais do que devia e tentando manter o olhar nos ombros dela.
Até que o sabonete não conseguiu descer mais, será que a bunda deliciosa dela é tão grande assim?... Pensei, não resisti, quis conferir. E como são… contemplei elas, redondas, carnudas e firmes… perdi o fôlego… e o sabonete também… caiu no chão do chuveiro.
A Mili percebeu, talvez tenha sorrido ao notar o que aconteceu. A brincadeirinha dela estava surtindo o efeito esperado em mim.
— Não se preocupa, eu pego… — ela disse.
Depois se abaixou completamente, de costas pra mim, de quatro, as bundas suculentas dela se abriram, deixando eu ver o cuzinho dela. Ficou naquela posição o tempo que achou necessário pra me fazer sucumbir. Aí, devagar, voltou à posição original… virou lentamente e me entregou o sabonete.
— Ah… olha você… a água tá te respingando… você tá todo molhado…
— Bom… é… — falei, me dando conta, mas acima de tudo eu tava com uma ereção vigorosa e chamativa.
— Vem… toma banho comigo… — ela disse, sorrindo e abrindo espaço pra eu entrar.
Atônito com aquela proposta ousada, não consegui reagir… claro que enquanto ensaboava ela, eu tinha fantasiado com essa ideia. Quem não teria?… mas não que ela mesma me convidasse.
— Vamos… já falei que não vou te morder… — insistiu, brincando, puxando meu braço.
— Tá bom…
Não digam nem pensem nada, eu sei…
Tirei o short, a camiseta, minha piroca dura apontava o caminho… tinha a esperança idiota de que a água fria do chuveiro fosse domar aquela rigidez…
— Viu… é melhor assim… — ela disse, toda provocante.
De novo me ofereceu o sabonete. Peguei e continuei ensaboando as costas dela, minhas mãos guiadas pela safadeza passaram por debaixo dos braços dela, até os peitos… eles endureceram… me aproximei quase abraçando ela por trás, minha piroca dura deslizou nas costas dela… senti a respiração ofegante dela, aí, visivelmente excitada, ela falou:
— Não, aí não… continua nas costas… mais pra baixo… — pediu.
Segui a sugestão dela, a essa altura nem se saísse água gelada do chuveiro ia conseguir amansar minha ereção. Não me contive em olhar as bundonas dela, agora tocava com mais liberdade, tanto que ela se arrepiou, me fez soltar. novamente o sabão.
De novo me aproximei da Mili, pensando que não fazia mais sentido ensaboá-la, queria lubrificar suas intimidades. Abracei ela por trás, ela não me rejeitou. Ainda de costas, virou um pouco o rosto pra me ver, me beijou com ansiedade daquela posição desconfortável, eu acariciei seus seios inchados. Sentiu de novo meu pau nas costas dela, era óbvio que queria senti-lo em outro lugar… mais pra baixo.
Não se preocupa, eu pego… ela disse, numa clara alusão ao sabão.
Intuía o que vinha, aquela manobra sugestiva que jogou minha moral no chão, que mandou minha consciência de férias. Me afastei pra dar espaço à ação provocante dela.
Aquela inclinação sedutora nocauteava qualquer vestígio de remorso. Apreciei desde as panturrilhas bem torneadas, as coxas carnudas, as nádegas volumosas mas firmes… não tinha volta, só pra frente.
Sem pensar, peguei ela pela cintura. Ela sabia o que vinha, então deixou de lado a busca idiota pelo sabão. Assim, inclinada, abriu mais as pernas e apoiou as mãos nas bordas do chuveiro. Tava pronta pra aguentar minha investida.
Apontei meu pau pro cu dela, que pulsava impaciente. Empurrei, o esfíncter dela se abriu placidamente enquanto ela tremia de prazer…
Ohhhh… siiiim…
Continuei empurrando, notando como ela teimosamente resistia da posição dela, não recuava. Segui empurrando sem avançar muito… até aqui a apertura dela me permite, pensei… daqui pra frente precisamos de ajuda… pensei.
Do meu lado tinha um armário pequeno com xampus e aqueles óleos especiais pra banheira, peguei o que parecia mais ensaboado e passei nos nossos genitais…
Não me diga que já… gemeu como protesto, pensando que eu tinha gozado precocemente.
Não, é só uma ajudinha… falei.
Senti que ela soltou um suspiro de alívio, queria acalmar aquela cócega lá dentro. Ao perceber meu novo ataque, um tremor percorreu a coluna dela, sentindo aquele líquido escorrer, lubrificar o cu dela… Buraquinho apertado. Sabia que agora sim meu pau ia entrar até a raiz…
Sim, agora sim… pediu ansiosa.
Foi assim, sem maior resistência do seu anel enrugado, fui enfiando todo o meu pau duro. Quando ela o teve todo dentro, arqueou as costas, o corpo se contraiu saboreando aquela empalação.
Seu cu guloso pulsava no meu pau, degustando a dureza, comendo cada centímetro daquela musculatura rígida.
Ai que prazer… exclamou agradecida.
Não precisou dizer mais, comecei minha cavalgada, afastando e puxando sua bunda avantajada. Eu impunha meu ritmo com as mãos segurando sua cintura fina. Parece que ela sentiu que não era suficiente pros seus apetites, que a gentileza dos meus movimentos suaves e harmônicos não estava acalmando sua coceira.
Mais… mais… mete mais… mais forte… pediu cheia de tesão.
Aumentei as investidas, com a água nos banhando, o som das nádegas dela batendo na minha virilha ficava cada vez mais forte.
Plosh… ploshhh…
Parece que ela adorava o eco que isso fazia no meu chuveiro, o tesão tomava conta, seus gemidos se misturavam com esses sons.
Ahhh… ahhhh… ahhh…
Já não precisava segurá-la pela cintura, com uma mão nas costas dela eu guiava, ela mesma ia e vinha mais rápido, sempre encontrando minha resposta firme que a afastava, obrigando-a a empurrar de novo a bunda protuberante contra minha virilha. Eu me deliciava vendo o corpo dela tremer, as nádegas balançarem a cada penetração, ouvindo seus gemidos e pedidos, quase súplicas:
Assim… assim… mais forte… pedia louca de prazer.
Até que sentiu que a posição estava desconfortável: de cócoras, com as mãos agarradas nas bordas do chuveiro. Meu ímpeto a tinha feito avançar, a cabeça dela quase batia na parede. Então, sabendo que não faltava muito pro orgasmo, decidiu aproveitar numa posição melhor, que permitisse aprofundar essas emoções.
Levantou um pouco, arqueando as costas, os braços agora se apoiavam nas torneiras do chuveiro (aquelas que controlam a água). Abriu mais as pernas, pra que as bundas redondas dela também se abrissem e me deixassem castigar o cu dela com mais força.
Meu pau agora entrava até a raiz, só faltava enfiar minhas bolas...
Sim... sim... assim... Danny assiii... Ohhh... ahhh... ahhh...
Não sabia se eu tava usando ela pra satisfazer o tesão que o corpo dela despertava em mim, pra saciar meus instintos carnais, ou se ela tava me usando pra calar os dela, pra se vingar do Javier e da falta de interesse dele por ela, ou pra se vingar de mim, pra provar que eu não resistia aos atributos dela... tomado por esses sentimentos, comecei a montar nela com fúria... tava partindo ela e ela tava sentindo...
Não tão forte... Não... ahhh... uhmmm... ahhhh...
Me agarrei na cintura dela, puxando ela pra mim o máximo que podia, as bundas gostosas dela também se abriram o máximo que conseguiam. Toda minha raiva foi sumindo enquanto meu pau expulsava o líquido esbranquiçado. Essa enxurrada encheu ela completamente, alucinei que meu leite ia sair pelo outro lado, pela boca dela... boca que ela mantinha aberta, o corpo dela, em êxtase total, saboreava esse novo orgasmo.
Uhmmmmm...
As mãos dela, num espasmo violento, se agarravam nas alças do chuveiro, com cada jato de esperma, a coluna dela se contraía. Até que um tremorzinho final indicava que já tinha passado, o corpo dela tinha curtido, e agora, exausta, não conseguia ficar de pé.
Ela tentou se apoiar nas alças, mas elas cederam, a mão dela escorregou, fazendo girar a torneira da água quente...
Auuu... ela gritou de dor ao sentir a água queimando ela.
Talvez fosse um sinal, um aviso de que a gente merecia arder no inferno pelas nossas traições constantes... pela nossa deslealdade com nossos parceiros oficiais...
Puxei ela pra mim, com meu pau ainda meio duro dentro dela, foi meio doloroso, mas não liguei muito, porque a água quente também tava me respingando.
A gente se refugiou no outro extremo do chuveiro. Só então consegui tirar meu pau machucado e dolorido de dentro dela. Desculpa… ela disse carinhosamente.
Eu não… falei.
Entendendo que eu não me arrependia daquele encontro prazeroso, a Mili me deu um beijo gostoso. Depois me abraçou, encostando o corpo nu e molhado no meu.
A água continuava correndo e eu não conseguia lutar contra a corrente… Tava perdido, tinha tentado, mas falhei feio… era óbvio que eu não conseguia resistir a ela…
Continua…Partes Anteriores:
http://www.poringa.net/posts/relatos/1146533/Rompi%C3%A9ndole-el-culo-a-Mili-Parte-1-1.html
http://www.poringa.net/posts/relatos/1146538/Rompi%C3%A9ndole-el-culo-a-Mili-Parte-1-2.html
http://www.poringa.net/posts/relatos/1149176/Rompi%C3%A9ndole-el-Culo-a-Mili-Parte-2.html
http://www.poringa.net/posts/relatos/1150543/Rompi%C3%A9ndole-el-culo-a-Mili-Parte-3.html
http://www.poringa.net/posts/relatos/1152500/Rompi%C3%A9ndole-el-Culo-a-Mili-parte-4.html
Persistindo no erro
Depois daquelas lembranças e dos sentimentos de culpa que me atormentaram — e não só a mim, também a Mili, pelo que eu via —, era óbvio que a gente precisava conversar. Sentamos na sala e eu comecei a conversa que a gente vinha evitando.
— Parece que essa situação tá escapando das nossas mãos… — falei, mas não conseguia tirar os olhos do decote da blusa dela.
— É, acho que sim… — respondeu.
— Além dos encontros que a gente teve e dessa amizade recente, a gente nunca teve uma aproximação mais romântica, digamos assim, como um casal normal… — completei, tentando não olhar pros peitos dela, que pareciam ímãs.
— Parece que o nosso rolê é baseado nisso… — disse ela, se referindo ao sexo e confirmando minha teoria.
— Você ama o Javier? — perguntei pra fechar a ideia.
— Sim, bom, se não fosse assim, eu não seria a namorada dele… — respondeu e devolveu a pergunta: — Você ama sua namorada?
— Sim, amo. É o primeiro relacionamento que realmente me doeria perder… — falei, olhando fixo pra ela.
— Tem certeza?… Do jeito que você me pega… não, me faz duvidar do que você diz… — respondeu, me encarando intensamente.
Uns minutos atrás, no táxi, eu tinha certeza de que era o certo. Agora, com ela na minha frente, não tinha certeza de nada, tentava ter. O corpo da Mili, o jeito angustiado dela de perguntar, aquele brilho nos olhos… mas a Viviana não merece isso, repetia pra mim mesmo, ingenuamente, esquecendo da minha condição mortal, de ser imperfeito.
— Sim, tenho certeza… — respondi friamente, e depois completei: — Talvez você descubra que deixando o Javier te comer (pelo cu)… você curta tanto quanto comigo… — sentenciei. Me senti um idiota mandando ela pra aquele mulherengo, mas era o namorado dela, ela escolheu ele, assim como eu escolhi a Viviana.
— Talvez seja verdade… quem sabe se você fizer o mesmo com sua namorada, encontre aquilo que falta no seu relacionamento… — disse com certa resignação, devolvendo o golpe.
— Bom, esclarecido isso, acho que a gente consegue trabalhar de boa… — falei. Mentindo pra mim mais do que o normal. Preferia chamar um táxi pra ela, duvidava da minha força diante dos atributos físicos dela.
Sim, tá bom, mas… será que você podia me emprestar seu banheiro? Acho que preciso de um banho… ela disse, meio sem graça.
Levei ela pro banheiro do segundo andar, que ficava perto do meu quarto e da lavanderia. Não queria arriscar meus pais, se voltassem cedo da reunião, nos pegarem naquela pinta.
Bom, era óbvio que nossos encontros no banheiro da faculdade tinham deixado mais de uma marca nas intimidades dela, assim como na roupa. Ofereci pra colocar a roupa dela e a minha na máquina de lavar.
Pela porta do banheiro, ela me passou a roupa. No caminho pra lavanderia, imaginei a Mili pelada, com aquele corpo fenomenal sendo acariciado pela água do chuveiro.
Tirei minha roupa, vesti algo mais leve, um short e uma camiseta, e joguei a roupa da Mili junto com a minha na máquina. Em segundos, vi nossas peças se revirando na água… talvez fosse um presságio do que ia rolar com os donos delas.
Danny… me alcança uma toalha… ouvi a Mili gritar.
Pô, tão rápido que tomou banho? Geralmente as mulheres demoram mais nisso… pensei enquanto levava a toalha. Quis deixar a toalha em cima da porta, pra evitar a visão e a tentação das curvas firmes dela… mas…
Tá aberto… entra…
Ela devia ter percebido minha hesitação na porta do banheiro. Ainda ouvia o barulho do chuveiro, então entrei pensando que ela ainda tava tomando banho. Era isso mesmo: pelo vidro fosco, dava pra ver as formas dela meio distorcidas. Até o reflexo dela é digno de me dar uma ereção… pensei enquanto sentia meu pau crescer.
Vou deixar aqui no vaso… falei, e me preparei pra vazar.
No caminho de volta, vi uma toalha limpa no cabideiro e parei por um instante. Será que a Mili não tinha visto essa toalha? Ou será que viu? Se sim, por que me fez trazer essa outra? Logo eu teria algumas respostas.
Ouvi o som da porta do box deslizando. Virei instintivamente. Mili com o corpo bronzeado banhado pela água, sem se cobrir absolutamente nada, os melões deliciosos à mostra, me dando boas-vindas, o pubis ainda ensaboado e peludo.
Valeu… disse ela, me dando um sorriso safado. Certeza que percebeu a reação que a imagem dela causou em mim.
Por nada… falei, me virei e continuei minha fuga.
Só mais uma coisa…
Fala?
Me ajuda com minhas costas… não alcanço… disse ela me mostrando o sabonete.
Como não reagi, ela se virou um pouco pra enfatizar o pedido, as costas dela não estavam ensaboadas, nem as coxas firmes, aquela racha deliciosa…
Vai… que não vou te morder… disse ela me incentivando.
Devolvi o sorriso que ela me deu, o problema é que eu poderia morder ela… Senti que a Mili safada tinha voltado, a garota provocante que eu conhecia, aquela menos inibida, que inspirou nosso primeiro encontro. Eu tinha enterrado a Mili indecisa das últimas horas, que deixava as decisões pra mim, agora ela queria igualar as ações.
Ela estendeu a mão me oferecendo o sabonete, peguei e ela virou de costas. Tentei não baixar o olhar pra não cair em tentação, sabia como era a bunda da Mili… só que…
Um pouco mais pra baixo… disse ela brincando.
Porra!, Ela tá me provocando, certeza que quer me testar. Descobrir se aquela minha recusa em continuar nossa "relação" era real, talvez o ego feminino dela não entendesse como eu podia resistir aos encantos chamativos dela. Talvez ela tivesse tirando uma revanche pelo que fiz no banheiro da universidade, ou quem sabe só queria me usar pra se vingar do Javier pela negligência dele com ela.
Tentei não me distrair mais com esses pensamentos que me fariam ficar mais tempo perto dela e do jogo de sedução dela. Então finalmente aceitei o pedido, deslizando o sabonete pelas costas dela, ensaboando mais do que devia e tentando manter o olhar nos ombros dela.
Até que o sabonete não conseguiu descer mais, será que a bunda deliciosa dela é tão grande assim?... Pensei, não resisti, quis conferir. E como são… contemplei elas, redondas, carnudas e firmes… perdi o fôlego… e o sabonete também… caiu no chão do chuveiro.
A Mili percebeu, talvez tenha sorrido ao notar o que aconteceu. A brincadeirinha dela estava surtindo o efeito esperado em mim.
— Não se preocupa, eu pego… — ela disse.
Depois se abaixou completamente, de costas pra mim, de quatro, as bundas suculentas dela se abriram, deixando eu ver o cuzinho dela. Ficou naquela posição o tempo que achou necessário pra me fazer sucumbir. Aí, devagar, voltou à posição original… virou lentamente e me entregou o sabonete.
— Ah… olha você… a água tá te respingando… você tá todo molhado…
— Bom… é… — falei, me dando conta, mas acima de tudo eu tava com uma ereção vigorosa e chamativa.
— Vem… toma banho comigo… — ela disse, sorrindo e abrindo espaço pra eu entrar.
Atônito com aquela proposta ousada, não consegui reagir… claro que enquanto ensaboava ela, eu tinha fantasiado com essa ideia. Quem não teria?… mas não que ela mesma me convidasse.
— Vamos… já falei que não vou te morder… — insistiu, brincando, puxando meu braço.
— Tá bom…
Não digam nem pensem nada, eu sei…
Tirei o short, a camiseta, minha piroca dura apontava o caminho… tinha a esperança idiota de que a água fria do chuveiro fosse domar aquela rigidez…
— Viu… é melhor assim… — ela disse, toda provocante.
De novo me ofereceu o sabonete. Peguei e continuei ensaboando as costas dela, minhas mãos guiadas pela safadeza passaram por debaixo dos braços dela, até os peitos… eles endureceram… me aproximei quase abraçando ela por trás, minha piroca dura deslizou nas costas dela… senti a respiração ofegante dela, aí, visivelmente excitada, ela falou:
— Não, aí não… continua nas costas… mais pra baixo… — pediu.
Segui a sugestão dela, a essa altura nem se saísse água gelada do chuveiro ia conseguir amansar minha ereção. Não me contive em olhar as bundonas dela, agora tocava com mais liberdade, tanto que ela se arrepiou, me fez soltar. novamente o sabão.
De novo me aproximei da Mili, pensando que não fazia mais sentido ensaboá-la, queria lubrificar suas intimidades. Abracei ela por trás, ela não me rejeitou. Ainda de costas, virou um pouco o rosto pra me ver, me beijou com ansiedade daquela posição desconfortável, eu acariciei seus seios inchados. Sentiu de novo meu pau nas costas dela, era óbvio que queria senti-lo em outro lugar… mais pra baixo.
Não se preocupa, eu pego… ela disse, numa clara alusão ao sabão.
Intuía o que vinha, aquela manobra sugestiva que jogou minha moral no chão, que mandou minha consciência de férias. Me afastei pra dar espaço à ação provocante dela.
Aquela inclinação sedutora nocauteava qualquer vestígio de remorso. Apreciei desde as panturrilhas bem torneadas, as coxas carnudas, as nádegas volumosas mas firmes… não tinha volta, só pra frente.
Sem pensar, peguei ela pela cintura. Ela sabia o que vinha, então deixou de lado a busca idiota pelo sabão. Assim, inclinada, abriu mais as pernas e apoiou as mãos nas bordas do chuveiro. Tava pronta pra aguentar minha investida.
Apontei meu pau pro cu dela, que pulsava impaciente. Empurrei, o esfíncter dela se abriu placidamente enquanto ela tremia de prazer…
Ohhhh… siiiim…
Continuei empurrando, notando como ela teimosamente resistia da posição dela, não recuava. Segui empurrando sem avançar muito… até aqui a apertura dela me permite, pensei… daqui pra frente precisamos de ajuda… pensei.
Do meu lado tinha um armário pequeno com xampus e aqueles óleos especiais pra banheira, peguei o que parecia mais ensaboado e passei nos nossos genitais…
Não me diga que já… gemeu como protesto, pensando que eu tinha gozado precocemente.
Não, é só uma ajudinha… falei.
Senti que ela soltou um suspiro de alívio, queria acalmar aquela cócega lá dentro. Ao perceber meu novo ataque, um tremor percorreu a coluna dela, sentindo aquele líquido escorrer, lubrificar o cu dela… Buraquinho apertado. Sabia que agora sim meu pau ia entrar até a raiz…
Sim, agora sim… pediu ansiosa.
Foi assim, sem maior resistência do seu anel enrugado, fui enfiando todo o meu pau duro. Quando ela o teve todo dentro, arqueou as costas, o corpo se contraiu saboreando aquela empalação.
Seu cu guloso pulsava no meu pau, degustando a dureza, comendo cada centímetro daquela musculatura rígida.
Ai que prazer… exclamou agradecida.
Não precisou dizer mais, comecei minha cavalgada, afastando e puxando sua bunda avantajada. Eu impunha meu ritmo com as mãos segurando sua cintura fina. Parece que ela sentiu que não era suficiente pros seus apetites, que a gentileza dos meus movimentos suaves e harmônicos não estava acalmando sua coceira.
Mais… mais… mete mais… mais forte… pediu cheia de tesão.
Aumentei as investidas, com a água nos banhando, o som das nádegas dela batendo na minha virilha ficava cada vez mais forte.
Plosh… ploshhh…
Parece que ela adorava o eco que isso fazia no meu chuveiro, o tesão tomava conta, seus gemidos se misturavam com esses sons.
Ahhh… ahhhh… ahhh…
Já não precisava segurá-la pela cintura, com uma mão nas costas dela eu guiava, ela mesma ia e vinha mais rápido, sempre encontrando minha resposta firme que a afastava, obrigando-a a empurrar de novo a bunda protuberante contra minha virilha. Eu me deliciava vendo o corpo dela tremer, as nádegas balançarem a cada penetração, ouvindo seus gemidos e pedidos, quase súplicas:
Assim… assim… mais forte… pedia louca de prazer.
Até que sentiu que a posição estava desconfortável: de cócoras, com as mãos agarradas nas bordas do chuveiro. Meu ímpeto a tinha feito avançar, a cabeça dela quase batia na parede. Então, sabendo que não faltava muito pro orgasmo, decidiu aproveitar numa posição melhor, que permitisse aprofundar essas emoções.
Levantou um pouco, arqueando as costas, os braços agora se apoiavam nas torneiras do chuveiro (aquelas que controlam a água). Abriu mais as pernas, pra que as bundas redondas dela também se abrissem e me deixassem castigar o cu dela com mais força.
Meu pau agora entrava até a raiz, só faltava enfiar minhas bolas...
Sim... sim... assim... Danny assiii... Ohhh... ahhh... ahhh...
Não sabia se eu tava usando ela pra satisfazer o tesão que o corpo dela despertava em mim, pra saciar meus instintos carnais, ou se ela tava me usando pra calar os dela, pra se vingar do Javier e da falta de interesse dele por ela, ou pra se vingar de mim, pra provar que eu não resistia aos atributos dela... tomado por esses sentimentos, comecei a montar nela com fúria... tava partindo ela e ela tava sentindo...
Não tão forte... Não... ahhh... uhmmm... ahhhh...
Me agarrei na cintura dela, puxando ela pra mim o máximo que podia, as bundas gostosas dela também se abriram o máximo que conseguiam. Toda minha raiva foi sumindo enquanto meu pau expulsava o líquido esbranquiçado. Essa enxurrada encheu ela completamente, alucinei que meu leite ia sair pelo outro lado, pela boca dela... boca que ela mantinha aberta, o corpo dela, em êxtase total, saboreava esse novo orgasmo.
Uhmmmmm...
As mãos dela, num espasmo violento, se agarravam nas alças do chuveiro, com cada jato de esperma, a coluna dela se contraía. Até que um tremorzinho final indicava que já tinha passado, o corpo dela tinha curtido, e agora, exausta, não conseguia ficar de pé.
Ela tentou se apoiar nas alças, mas elas cederam, a mão dela escorregou, fazendo girar a torneira da água quente...
Auuu... ela gritou de dor ao sentir a água queimando ela.
Talvez fosse um sinal, um aviso de que a gente merecia arder no inferno pelas nossas traições constantes... pela nossa deslealdade com nossos parceiros oficiais...
Puxei ela pra mim, com meu pau ainda meio duro dentro dela, foi meio doloroso, mas não liguei muito, porque a água quente também tava me respingando.
A gente se refugiou no outro extremo do chuveiro. Só então consegui tirar meu pau machucado e dolorido de dentro dela. Desculpa… ela disse carinhosamente.
Eu não… falei.
Entendendo que eu não me arrependia daquele encontro prazeroso, a Mili me deu um beijo gostoso. Depois me abraçou, encostando o corpo nu e molhado no meu.
A água continuava correndo e eu não conseguia lutar contra a corrente… Tava perdido, tinha tentado, mas falhei feio… era óbvio que eu não conseguia resistir a ela…
Continua…Partes Anteriores:
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http://www.poringa.net/posts/relatos/1149176/Rompi%C3%A9ndole-el-Culo-a-Mili-Parte-2.html
http://www.poringa.net/posts/relatos/1150543/Rompi%C3%A9ndole-el-culo-a-Mili-Parte-3.html
http://www.poringa.net/posts/relatos/1152500/Rompi%C3%A9ndole-el-Culo-a-Mili-parte-4.html
5 comentários - Arrombando a buceta da Mili parte 5
No, no la escribi yo. Dije en el primer post que no es mía. Estaba en una pagina y la borraron. Yo la habia guardado porque era simplemente, increible. No me quiero llevar el crédito de algo que no hice.