Lupanar - Parte 1

Minha vida tinha caído no fundo do poço.
Minha busca sexual insaciável me levou pelos caminhos mais diversos, mas todos com o mesmo final:… a insatisfação.
Conforme eu entrava em novos, variados e sofisticados prazeres da carne,… percebia que cada vez precisava de mais para alcançar um nível de excitação parecido com o que minha relação anterior tinha me causado.
Assim, com o passar dos anos,… o que me “esquentava”, uma vez consumado, dava lugar a uma nova busca cada vez mais difícil,… e perigosa.
Já tinha virado uma fixação,… e um vício. Já tinha passado por várias relações perigosas,… o ménage,… a orgia,… e continuava precisando de mais e mais….

Nessa altura, muitos iam pensar que era uma situação gostosa,… ou o relato de um mentiroso que inventava histórias pra se gabar na frente dos amigos.

Qualquer um que em algum momento da vida já tenha experimentado algum “vício”,… sabe que esse tipo de comportamento leva à insatisfação e à culpa….
Eu passava do êxtase de conseguir a nova aventura,… pra insônia da culpa,… e o vazio…. Além disso, tava sozinho, meu apetite sexual tinha me feito perder todas as relações possíveis e impossíveis,….

Eu tinha uma vida dupla,… de um lado era o profissional dedicado e respeitado,… e do outro era um viciado que não conseguia controlar sua pulsão sexual,… custasse o que custasse, fazendo qualquer merda…. Eu não falava dessas coisas com ninguém,… tinha medo de que, se o lobo que eu carregava dentro se tornasse público,… eu fosse perder o pouco que me restava,… meu trampo,… alguns amigos…. Te conto que eu tinha que fazer um puta esforço pra não me meter em encrenca com as mulheres ou filhas dos meus amigos,… inclusive lembro de ter batido umas boas punhetas, sozinho, fantasiando com alguma delas.

Não importava se eram bonitas ou chamativas,… às vezes eu me via travando o carro numa esquina pra falar alguma coisa pra uma gatinha qualquer que passava na rua….. Mas chegou o dia em que minha vida, me levaria a um lugar do qual não acreditava que pudesse sair….

E como diz o ditado,…”no pecado vai a penitência”,….. Eu frequentava vários antros noturnos,.onde se encontrava a mais diversa fauna,..gays, prostitutas, viciados de todo tipo, swingers,..lésbicas,..”dealers”,..bom,…o que se chama de “grupos de alto risco”,…

Todos estávamos na busca de algo,..mas a grande maioria acho que estava tentando se encontrar… E foi numa dessas noites que conheci o Rubén,….

Era um cara de uns 45 anos, muito vivido nas questões da vida, e que basicamente vivia dos vícios dos outros,…..não importava o que você precisasse, ele tinha ou conseguia,..a um preço que garantia o lucro dele.

Não se conhecia vício público nele, e embora por questões comerciais ele se misturasse com todo mundo,..não se enturmava com ninguém,…..e mesmo que nesse ambiente ninguém fique perguntando da vida do outro,..depois de um tempo observando os comportamentos,..a gente acaba intuindo o que é que tá ferrando o outro,…..

Eu também já tava bem ligado de como era a parada,..e com bastante experiência e frustração na minha vida,….. De vez em quando a gente dividia um drink,..ou um comentário,..mas eu nunca tinha sido cliente dele,….sentia que já tinha provado “quase tudo”,…e que ele não teria nada pra traficar com meu vício,….além disso, o sexo era bem difundido e eu não precisava de intermediários,….

A única coisa que me chamou a atenção foi quando certa vez ele comentou como quem não quer nada,..que mesmo as pessoas que acham que já viram tudo,..sempre tem algo que não viram,….. Eu achava que em questões sexuais já tinha visto tudo,..ou pelo menos provado tudo que tava disponível,..e mais um pouco.

Obviamente,..pra um homem em busca de clientes em potencial,..não demorava muito pra decifrar onde tava a “fraqueza” do interlocutor,….

Foi assim que um dia ele me soltou…”Já conheceu algum lupanar..??’” “Não tô falando de prostíbulo,..tô falando de lupanar”,…

A verdade é que já tinha estado em muitos puteiros,... e em várias cidades,... e também entendia o que ele queria dizer com a palavra "lupanar",... com letra maiúscula.
O termo tinha chegado aos nossos dias como um sinônimo de puteiros,... mas na verdade era muito mais que isso. Na real, o lupanar na antiguidade abrigava todos os vícios,... especialmente aqueles ligados às atividades sexuais,... mas ia desde comida, aromas,... até banhos eróticos,... e uma troca sexual aberta,... tinha os mais famosos e os mais populares.
Sem dúvida nenhuma, foi o famoso imperador romano Calígula,... um cultuador do gênero,... e um dono famoso de um lupanar. Alguns tinham até virado mito,... e como toda história fantástica,... duvidava-se da existência real deles,... alguns tinham passado sua tradição de geração em geração,... e até se dizia que tinham chegado aos nossos dias,...

Mas voltando ao relato,... a pergunta do Rubén me desconcertou,... o tom dele mostrava que tinha algo que ele queria me vender....
Abertamente falei: "Nunca conheci nenhum",... em parte porque era verdade e em parte pra ver o que ele estava tramando,... Ele me disse:..."Com certa frequência, se reúne na Capital,... um certo número de pessoas,... com a mesma afinidade",... "nunca é no mesmo lugar",... "e você não pede pra ir,... eles te convidam",... "Se te interessar,... eu posso conseguir que te convidem..."

Como eu disse,... eu tava totalmente despirocado,... e pensei que não tinha nada a perder, além disso,... era um desafio interessante... "E como a gente faz", perguntei "Como eu disse, nunca é no mesmo lugar,... eu posso te avisar no mesmo dia que vai rolar,... e aí fuck you as instruções, pra você conseguir entrar.." "Passei o número do meu celular,... pra ele me contatar",... e seguimos com nossos drinks...

Naquela noite voltei pra casa,... com uma sensação nova na cabeça. O tempo passou,... inclusive,... cheguei a pensar que tinha sido um teste da parte do Rubén,... pra ver se eu poderia virar um cliente em potencial.... Nada mais... mas um dia ela me ligou. As instruções eram bem específicas... "É hoje à noite... você tem que chegar entre 22h e 22h30..." "O endereço é Libertador 5528, 12º andar..." "Leva 500 dólares e entrega pro cara que vai abrir a porta... não leva mais nada..." "Boa sorte."

Cheguei pontualmente às 22h. O porteiro do prédio me perguntou pra qual andar eu ia. "12º", respondi. Ele ligou no telefone e me deixou subir. O elevador era daqueles que te deixam direto numa mini recepção de cada andar. Por costume, ao chegar, apertei de novo o botão do térreo pra não deixar registro do andar que eu tinha subido. Um cara de terno abriu a porta do elevador. Eu o cumprimentei e tirei do bolso do meu terno um envelope (com os 500 dólares dentro). Ele abriu a segunda porta e me fez sinal pra entrar.

Era um apartamento de luxo... uma sala muito bem decorada, com uns quadros e objetos de decoração que mostravam um certo bom gosto. A gente era um grupo de 5 pessoas: mais três homens e uma mulher. A média de idade devia ser uns 40 anos. Eu os cumprimentei com um breve "Boa noite", e alguns responderam com uma leve inclinação de cabeça. A situação era tensa pra caralho. Por sorte, apareceu um garçom e me perguntou se eu queria beber algo. "Um uísque", pedi. "Algum em particular?" "Red Label, por favor."

Poucos minutos depois, já com meu copo na mão, tentei puxar conversa com o cara mais próximo, mas não rolou nada além de pedir fogo pra acender meu cigarro.

Instantes depois, o grupo se completou com mais três caras. Éramos 7 homens e uma mulher. 22h30 em ponto, um dos caras do grupo, que acabou sendo nosso anfitrião, bateu palmas suavemente, chamando a atenção de todo mundo, e nos convidou a sentar e ficar à vontade.

Do que dava pra ver ali, muita coisa eu não vou poder contar, porque posso comprometer terceiros... ou me comprometer eu mesmo... mas Posso dizer que todos os vícios imagináveis,…e até aqueles que você nunca pensou que existissem,…estavam presentes.
A sala era tão grande que dava pra jogar uma partida de futebol,…então deu pra sentarmos separados,…deixando no centro um espaço de pista de dança,…..
De um dos corredores,…saíram duas minas…bem novinhas,…quase adolescentes,…vestindo umas batas de seda azuis bem sugestivas,…com estampas búlgaras,…eram tão curtinhas que ao andar dava pra ver o contorno da bunda delas,…e não dava pra saber se estavam peladas ou usando uma thong Booty less…..elas se plantaram no meio da sala e a dúvida foi resolvida,…debaixo das batas que deixaram cair,…estavam completamente nuas,…..ambas com peitões abundantes,…começaram a chupar os peitos uma da outra,…enquanto as mãos brincavam com os lábios da buceta da outra,….
Pra mim,…pensei,…"bom,…mais um filme de sapatão,…"… Enquanto o agarramento aumentava,…apareceram outras duas mulheres,…já não tão jovens,…segurando com coleiras grossas dois mastins,…pretos,…os cachorros eram imponentes,…lustrosos….

As duas novinhas ficaram de quatro,…cara a cara,…enquanto cada uma das outras duas colocava um mastim atrás de cada uma delas,…e ajudava eles a montá-las,… Os cachorros obedientes,…montaram cada uma das minas,…..tinham uma pica do tamanho de um humano,….e acho que não era a primeira vez que montavam uma mulher,…porque quase que na hora, conseguiram enfiar na pussy,…
As garotas se beijavam freneticamente,…enquanto os cachorros, ainda presos pelas coleiras,…começaram a bombar elas,…..se estremeciam de prazer,…os cachorros,…empurravam,…e elas jogavam a Booty pra trás pra serem penetradas mais fundo,… A essa altura,…eu tentei fazer contato visual com alguém ali,…mas todo mundo estava vidrado na cena.
Embora zoofilia nunca tivesse sido minha praia, a cena tava me deixando com muito tesão,… Um dos cachorros gozou dentro da pussy palavra: buceta de uma das jovens,… e um jato generoso de porra,… começou a escorrer pela panturrilha dela,… O outro continuava bombando com força,… parecia que ia arrebentar a buceta da garota,… mas não gozava,… diante disso, a mulher que segurava o cachorro pela coleira,… se ajoelhou,… e começou a masturbar o cachorro,… a outra jovem beijava a boca da companheira,… quando sentiu que o tesão do cachorro tava no auge,… colocou de novo a pica do cachorro,… pra ele gozar dentro da buceta dela,… a jovem gritou ao sentir o cachorro gozando,… tiveram que esperar nessa posição um tempão pra os cachorros desistirem de ficar duros, enquanto isso continuavam se beijando, os cachorros ofegavam, ficaram largadas no chão,… envoltas numa poça de porra,… enquanto as outras duas mulheres tiravam os cachorros,… que pareciam alheios ao que tinha rolado,…

Instantes depois,… as duas se levantaram,… vestiram seus roupões,… e saíram pelo mesmo corredor por onde tinham entrado,… Como se fosse uma peça de teatro,… apareceu um homem que limpou os restos de porra do chão,… ao mesmo tempo que o garçom voltava a nos oferecer algo pra beber,… Eu repeti minhas doses de “etiqueta vermelha”,…

Depois de um tempo,… e sem que ninguém dissesse nada,… entre os presentes,… apareceram as quatro mulheres do ato,… três homens jovens de sunga,… (estilo bombado),… e mais quatro mulheres jovens,…

Ao entrar na sala,… os presentes aplaudiram de leve,… não entendi se era pelo ato de lesbianismo/zoofilia,… ou porque tinha chegado “a comida”,…

Só concordei com a cabeça e dei umas palminhas. Foram cumprimentando cada um dos presentes,… e era como se eles fossem escolhendo,… aí percebi que nem todos os homens tinham os mesmos gostos carnais,… porque um deles,… pegou na mão de um dos homens jovens e sentou ele do lado,…

Eu não ia meter na mesma buceta onde o cachorro tinha metido cachorro,... e por mais lavada que estivesse,... me dava um nojo,... então preferi ficar com uma das mais velhas que tinha trazido os cachorros,... terminei meu uísque,... e ela me levou pra outra parte do apartamento,... ao passar, pude ver que a mulher do grupo,... tava se levantando com uma das meninas dos cachorros,... e um jovem,... de mãos dadas,...

Fomos pra um dos quartos,... ela me disse que se chamava,... Victoria,... mas que obviamente chamavam de Vicky,... começamos a nos beijar,... ela tava quase nua,... só com o roupão curto de seda que cobria a bunda,... eu agarrei ela pela raba,... e notei que, igual às companheiras do ato,... ela não tava de calcinha,...

Caímos na cama,... ela terminou de tirar o roupão,... e me despiu,... colocou uma camisinha em mim e montou,... enfiou meu pau duro na buceta dela,... nessa posição,... com a mão direita,... abriu a gaveta e tirou um comprimido,... colocou debaixo da língua,... pegou um copo d'água e deu um pequeno gole,... encostou a boca na minha e deixou cair a saliva,... com água e resto do comprimido.

Eu nunca tinha me interessado por drogas,... acho que na verdade tinha muito medo delas,... Ao ver o que ela tava fazendo, fiquei com medo por não saber que porra era aquele comprimido,... mas em poucos minutos minha cabeça ferveu,... ela se mexia como se tivesse possuída,... e eu tava com uma ereção enorme,... meu pau parecia que ia explodir,... senti uma dureza quase anormal,... a ponto de doer,... ela não parava de gemer,... e de se mexer,... levava a buceta até a ponta do meu pau,... e depois descia com frenesi até minhas bolas baterem na xota dela,... as mãos dela se empurravam contra meu peito,... pra depois deixar o corpo cair pesadamente contra minha pélvis,... os peitos dela balançavam de tanto movimento,... eu chupava eles,... e ela pedia pra eu comê-la,... pra penetrar ela,... pra partir ela ao meio,...

Gozei,... e continuei duro,... Não sei se ela gozou,... porque, como se tivesse possuída,... ao ver que meu pau continuava duro,... ela desceu,... tirou a camisinha,... me pôs Um novo... e se preparou pra montar em mim de novo, mas dessa vez pra eu meter no cu dela... repetiu a cena do comprimido... eu deixei ela fazer o que quis... e me preparei pra penetrar ela... ela colocou mais devagar do que da vez da buceta... mas assim que teve tudo dentro do cu dela... começou a rebolar com força... e subia e descia... pro cu dela engolir toda a minha pica... eu segurava a cintura dela com as duas mãos e, quando ela descia, puxava ela com força contra minha pélvis... isso parecia deixar ela ainda mais louca... Senti o espasmo dos esfíncteres dela e gozei dentro do cu dela... Não sei quanto tempo mais fiquei naquele apartamento... e não vale a pena contar o que veio depois naquela noite... Fui pro banheiro tomar um banho... a Vicky veio comigo... no caminho, pude ver num dos quartos... a mulher do grupo de convidados... que tava alternando posições sexuais... com o jovem... e com a menina... olhei o corpo nu dela... era uma gostosa... acho que ela percebeu que eu tava olhando... levantou a vista... eu continuei andando com a Vicky em direção ao banheiro...

CONTINUA...

5 comentários - Lupanar - Parte 1

perfecto jolo!!!!sigo leyendo xq la otra vez me quede en la 1era....salud!