Minha tia sempre brincou comigo "2

Minha tia não conseguiu o que queria.
Depois daquela tarde, eu me masturbava várias vezes por dia, lembrando do que tinha acontecido. O corpo dela, os beijos, e do jeito que ela me fez gozar, eram estímulo suficiente pra eu ficar de pau duro o dia inteiro.

Durante a semana seguinte ao nosso primeiro encontro, não tive notícias dela. Era normal ela combinar com minha mãe pra nos visitar no fim de semana, e foi o que aconteceu.

Quando a vi chegando, devorei ela com os olhos, com medo de que o que rolou naquela tarde tivesse sido algo passageiro, e que agora, depois de pensar melhor, ela não tivesse intenção de "ser minha" como tinha prometido.

O almoço passou como de costume. A ansiedade me corroía a cabeça.
Meus pais costumavam aproveitar a tarde de domingo pra ir ao cinema, e assim como na semana anterior, eu sabia que aquele seria nosso momento.
Mas não foi assim. Quando eles comentaram sobre ir ao cinema, minha tia Marta se mostrou encantada em ir junto.

Eu sentia as lágrimas querendo cair, ela estava evitando ficar a sós comigo. Toda a minha estratégia de ficar vendo TV desabou.

Ela me pegou pelo braço e, vendo minha cara de tristeza, disse:

"Vamos, me acompanha. Deixamos os velhotes vendo um filme de amor e a gente entra naquele de corrida de carro, que me disseram que é muito bom."

Eu sorri de novo. Rapidamente ajudei a levantar a mesa, e fomos os quatro pro shopping.

Quando olhamos a programação, entre um filme e outro tinha uma hora e meia de diferença. O dos meus pais começava antes.
Na discussão se esperavam a gente ou não, ou se íamos todos ver o mesmo filme, minha tia interveio de novo:

"Faz as coisas de vocês. Quando a gente sair, pegamos um táxi, passo em casa, pego umas roupas, e amanhã vou trabalhar da sua casa", ela disse pra minha mãe.

Acho que minha excitação era visível.

Meus pais hesitaram um pouco, mas acabaram aceitando.

Acompanhamos eles até a entrada do cinema, e minha tia e eu fomos pra praça de alimentação. Tempo.
Eu não sabia como retomar a conversa.

“Achei que você tinha se arrependido do outro dia”, comecei dizendo.

“De jeito nenhum, mas por vários motivos, não quero que isso vire a gente se ver, mentir e transar.”
“Como te falei, minha intenção é poder ser sua, mas pra isso também quero ter tempo pra aproveitar sua companhia.”
“Não queria ficar na situação da coroa que come o novinho.”

“Mas você me atrai”, falei quase implorando.

“E eu vou fazer de tudo pra te atrair mais, mas também quero que me atraia.”

Ficamos conversando besteiras, matando tempo. Eu não parava de olhar pra ela, e tava de pau duro. Mesmo que a diferença de idade fosse notória, algumas pessoas olhavam pra gente como se fôssemos um casal.
Devia ser meu olhar, ou meu volume aparecendo, sei lá, mas até achei que vi umas risadinhas debochadas de algumas mesas.

Levantamos e fomos pro cinema. Enquanto ela subia os degraus pra achar um lugar bom, eu fiquei de olho na bunda gostosa da minha tia, que se mostrava generosa por baixo da saia jeans e até deixava ver as marcas da borda da calcinha fio dental.

O filme começou, e protegido pela escuridão da sala, apoiei minha mão na coxa dela. Ela não disse nada, e passou o braço por baixo do meu, enquanto com a outra mão segurou meu braço na altura do bíceps.
Ficamos nessa posição de boa vendo o filme.
Eu não sabia como tocá-la. Morria de vontade de passar a mão por baixo da saia dela.

Ela deixou a mão cair no meu colo, e senti que apoiava no meu pau. Roçou a palma da mão na minha ereção e, disfarçadamente, apertou meu pau pra sentir ele duro.
Deixou a mão ali por um tempo, sem parar de apertar.
Aproximou a boca do meu ouvido e sussurrou:

“Depois a gente vê o que faz com isso”, ao mesmo tempo que apertava forte o tronco.

Do filme, lembro pouco ou nada. Tava Vontade de pedir pra gente vazar, mas por outro lado tava com medo dos meus velhos terem se arrependido e estarem esperando a gente lá fora.
Senti que meus sucos tavam molhando minha cueca, fiquei com vergonha de passar pro jeans. A mão da minha tia continuava apoiada na minha entreperna.

Finalmente o filme acabou. Quando levantei, instintivamente olhei pra minha entreperna. Uma mancha úmida denunciava que eu tinha me molhado.
Saímos do shopping procurando um táxi. Minha tia morava a umas 20 quadras da minha casa.
Chegamos no apartamento dela.

Ao entrar, assim que ela fechou a porta, quis abraçar e beijar ela.
Ela falou pra eu esperar, e só me premiou com um beijo profundo na boca.
"Me espera."
Eu fiquei parado, como quem espera instruções. Já tinha ido várias vezes naquele apartamento, mas pra passar o tempo parei pra olhar as coisas na estante.

Ela foi pro banheiro. Ouvi a água correndo. Tava tomando um banho.
Depois de 5 minutos voltou pra sala só enrolada num quimono azul.

"Não temos todo o tempo do mundo nem o que eu gostaria de te dar, mas é melhor que ficar apertado no cinema."

Ela chegou perto de mim, me abraçou e a boca dela buscou a minha, enfiou a língua.
Eu finalmente consegui enfiar a mão por baixo da borda do quimono, apalpei a parte de dentro das coxas dela, a pele ainda tava úmida, subi pela entreperna, aproximei a mão da buceta dela, e notei que ela não tava de calcinha.
Quando acariciei a vulva dela, os beijos dela viraram pequenas mordidas, meus dedos procuraram abrir os lábios dela, senti toda a umidade e um suquinho viscoso que grudava nos meus dedos.
Igual da outra vez, tirei os dedos e levei à boca. O gosto dela era delicioso.

Minha tia arrancou minha camiseta com puxões, do jeito que deu desabotoei a calça, tênis, cueca, tudo ficou jogado na sala.

Ela tinha tirado o quimono, e agora a gente tava abraçado, se comendo de beijos no meio da sala.

Ela pediu pra eu sentar num dos sofás. Montou nas minhas pernas, de de modo que seus peitos ficaram à mercê da minha boca. A bunda dela se esfregava no meu pau, e em tantas subidas e descidas parecia que eu ia penetrá-la a qualquer momento.
Ela controlava os movimentos de um jeito que brincava com meu pau, sem encostar, fazia ele deslizar pela buceta dela ou pela bunda, do jeito que queria. De vez em quando, ela abaixava a boca pra beijar a minha, e assim deslocava meu pau pra frente, deslizava pelos lábios da buceta dela, e voltava a se levantar pra ele passar pra trás e ficar esfregando a racha da bunda dela.

“Muito mais tempo assim a gente não aguenta”, ela disse.
Me beijou na boca. “Espera um segundo.”

Foi até a estante e, de dentro das gavetas, tirou uma camisinha. Estranhei que ela tivesse camisinhas, mas tava tão excitado que nem perguntei.

Voltou a montar em mim. Afastou o corpo só um pouco e deixou à mostra todo o meu pau, que a essa altura já tinha soltado uma boa quantidade de sucos.
Colocou a camisinha com maestria. Num movimento só, levou até o fundo.

Voltou com o jogo de balançar em cima do meu pau, só que dessa vez, na terceira ou quarta passada, arqueou o quadril, e a cabeça ficou posicionada entre os lábios dela, não virou pra trás, mas lentamente desceu o corpo sobre o meu pau.
Eu podia sentir a sensação de penetrá-la, ela com um ritmo lento me fazia aproveitar a sensação de sentir seus lábios se abrindo.
Quando teve ele todo dentro, ficou parada, procurou meu rosto, me deu um sorriso e me beijou apaixonadamente.

Ouvi seus gemidos e um sussurro delicioso:

“Agora você me tem toda pra você.”

Como se soltar aquelas palavras a tivesse motivado, começou a subir e descer no meu pau, com força, com vontade, sentia as nádegas dela batendo nas minhas coxas.
Gotas de suor começaram a escorrer pelos peitos dela. Pequenas pérolas banharam o corpo dela.

Eu não aguentava mais. Enfiei meu rosto nos peitos dela, abracei ela o mais forte que pude, e soltei todo o meu gozo dentro dela. Senti ela gritar e se agarrar a mim. costas. O cheiro dos nossos corpos tomou conta do ambiente.
Ficamos naquela posição por mais um tempo. Nenhum de nós queria se separar.

O telefone nos tirou do transe. Era minha mãe querendo saber se já tínhamos chegado.

Minha tia explicou que tinha demorado escolhendo as coisas dela, mas que em alguns minutos a gente saía pra lá. Desligou.
Acho que nós dois queríamos mais.

Tirei o forro, e juntos fomos pro chuveiro.
A regra foi não molhar o cabelo.

Aproveitei os últimos minutos do corpo dela.

Antes de abrir a porta pra ir embora, demos um beijo apaixonado.

“Guarda suas vontades pra mim, e se um dia você se cansar dessa velha buceta, me fala, não mente pra mim, só me fala.” “Me dá sua palavra?”

Senti um nó na garganta, sentia que estava me apaixonando pela minha tia.

O que ela não sabia é que naquela tarde ela tinha me desvirginado, mas não só sexualmente — tinha desvirginado meu coração e, pela primeira vez, eu me sentia capaz de entregá-lo a uma mulher.

“Palavra”, eu disse.

11 comentários - Minha tia sempre brincou comigo "2

JUAS... QUE CAGADA ENAMORARSE DE LA TIA, NO?

BUEN RELATO, GRACIAS POR COMPARTIR

Minha tia sempre brincou comigo "2
esta bueno, corto, a los bifes y bueno.
m gusto, te van mis 10 points del dia
Agendado y a favoritos para leer tranquilo 😉

Saludos!!! 😀
Hasta exitas con tu relato,me quede re flash,ahora quiero cojer a todas mis tiaaas!!!!! 🆒
HERMOSO RELATO JOLO....ESPERO MAS!SALUD! Y EL MAGO....AL PALO! 😉