Beleza, amigos, esse é mais um dos meus contos e é dedicado a todo mundo que curte ver a mina dele com outros caras ou tem a fantasia de levar uma galhada. Então, divirtam-se lendo esse post.
Há um tempo, descobri que me excita pra caralho imaginar minha esposa transando com outro cara. Nas primeiras vezes que contei essa fantasia pra ela, ela falou que eu era maluco — tipo, como é que eu podia sugerir uma parada dessas?
O tempo passou e, aos poucos, quando eu me atrevia a soltar alguma ideia sobre minha fantasia, ela só entrava na onda de vez em quando, e sem muita convicção.
Na sexta passada, pensei que podia dar um passo pra realizar essa fantasia e decidi convidá-la pra ir a uma balada onde o clima pudesse ajudar ela a relaxar e se envolver com outro cara. Fomos num lugar na Cidade do México chamado "Acanto", no Bosque de Chapultepec. Chegando lá, pedimos uns drinks e, quando vi a chance de puxar uns papos mais quentes, perguntei se tinha alguém no local que ela achasse gostoso. Ela respondeu que — se eu ia começar com esse assunto, que não tinha a menor intenção de se envolver com mais ninguém, que tava muito feliz comigo e que, se um dia fizesse isso, seria porque não me amava mais.
Fiquei gelado por ter tocado no assunto e me senti frustrado, porque na real me excita pra burro pensar nisso, mas não quero de jeito nenhum terminar com ela depois de 17 anos de casamento feliz. Continuamos conversando sobre outras coisas e, numa vez que fui ao banheiro, encontrei um cara que conheci numa expo em Monterrey, mas nem lembrava o nome dele. Depois de trocar cumprimentos e comentários sobre o lugar, me veio a ideia de que podia ser ele o cara que eu tava procurando. Ele tem o tipo que minha mulher curte, meio parecido comigo (alto, corpulento e com um estilo árabe).
Ele perguntou com quem eu tava e, pra ver o que ele ia dizer, falei que era com uma senhora casada. Ele pediu pra eu apontar qual era e, discretamente, sem ela ver, apontei pra onde a Mireya estava sentada. Ele olhou e comentou que ela era muito gostosa, e perguntou de quem ela era esposa. Quase caí na risada e falei a verdade. Verdade, mas respondi pra ele que não perguntasse, que quando a gente pegava umas minas assim, o assunto do marido não se tocava. Voltei do banheiro pra nossa mesa e continuamos bebendo sem tocar mais no assunto da minha fantasia. Lá no fundo, eu pensava no que tinha dito pro meu amigo e, depois de um tempo, ele veio cumprimentar a gente e se apresentou todo educado pra minha esposa. A gente cumprimentou ele e ele voltou pro balcão. Mireya me perguntou quem era, e eu falei a verdade, que era um cara que conheci numa expo.
Depois de um tempo, ela me perguntou sobre o cara de novo, e foi aí que comecei a sentir que talvez a noite não tivesse perdida e que, se eu fizesse os movimentos certos, podia preparar o terreno pra ela se interessar por ele. Percebi que ela, discretamente, ficava de olho nele o tempo todo. Como eu podia fazer as coisas rolarem sem que minha esposa pensasse — ou melhor, percebesse — que eu tava oferecendo ela, sem que ele também sacasse que era minha esposa, pra minha fantasia se realizar e, no fim, nosso casamento não sair prejudicado?
Decidi meter a mão na massa sem ter um plano definido e levantei de novo pro banheiro quando notei que o Sergio (o cara) tava indo pro mesmo lugar. Assim que entrei no banheiro e vi o Sergio, puxei papo e perguntei como tava a caçada. Ele respondeu que não tava muito boa, que não tinha nada que prestasse e que sorte a minha ter pegado aquela gostosa. Senti um tesão doentio ouvindo ele falar da minha mulher e, pra abrir um pouco a porta, falei que não achava ela tão boa assim e que, se ele quisesse, podia sentar um pouco na nossa mesa. Ele disse que ia passar lá pra tomar um drink.
Voltei pra nossa mesa pensando no que tinha feito: tinha convidado um cara que não sabia que a mulher comigo era minha esposa, que ia obviamente tentar pegar ela, que minha esposa não sabia das minhas intenções sujas e que a verdade podia vir à tona com qualquer vacilo. Comentário dela. A excitação que senti pelo tesão da situação foi mais forte que o pequeno risco que eu tava correndo, que, por outro lado, se viesse à tona, eu podia fingir que não sabia de nada. Além disso, minha mulher já tava bem bebida, e isso aliviava qualquer coisa.
Depois de uns cinco minutos, o Sergio chegou na mesa, e dessa vez eu convidei ele pra sentar. A Mireya ficou com os olhos brilhando e se mexeu pra que nosso amigo sentasse do lado dela. Fiquei surpreso e, ao mesmo tempo, feliz com a situação. O Sergio é um cara, além de bonitão, muito simpático, que nos fez rir pra caralho com as piadas e histórias dele. Dessa vez foi a vez da Mireya ir ao banheiro, e quando ela saiu, o Sergio comentou comigo que tava afim da velha, que ela era uma gostosa e que eu era um otário se deixasse ela escapar. Eu ri nervoso e falei de novo que não achava ela tão boa assim, e ele respondeu que se eu não fosse aproveitar, desse uma chance pra ele tentar a sorte. Falei que por mim ele podia tentar, e nisso vimos a Mireya voltando. O Sergio se levantou todo cavalheiro e ajudou ela a sentar. Eu não sabia o que fazer, não podia ir embora e deixar ela sozinha, e o Sergio também não podia fazer muita coisa comigo ali. Pedimos outra rodada e notei como o Sergio chegava cada vez mais perto dela, e ela não falava nada, aliás, senti que ela gostava que o Sergio, entre uma piada e outra, roçasse nela.
Levantei de novo pra ir ao banheiro, e na volta, me posicionei num canto do balcão pra observar os dois. Já me soltei de vez no tempo, e depois de uns quinze minutos vi o Sergio envolvendo o pescoço dela com o braço. A Mireya ria e se divertia, com certeza com as palhaçadas do Sergio, e num desses movimentos, o Sergio deu um beijo de língua nela que durou quase um minuto. Senti o coração saindo pela boca e fiquei super excitado ao ver que meus planos tavam dando frutos. Continuei observando eles da minha posição e vi o Sergio levando ela pra pista de dança, aproveitando uma música safada. A Abraçou ela e começou a esfregar o corpo no dela, Mireya não parecia nada tensa, pelo contrário, tava relaxada e curtindo pra caralho.
A música acabou e Mireya se soltou dele e foi pro banheiro. Como ela ia passar perto de onde eu tava, entrei rápido no banheiro e saí na hora que ela ia entrar no feminino. Trombei de frente com ela e ela me perguntou onde eu tinha ido, falei que tinha encontrado outro amigo e fiquei batendo papo com ele. Perguntei se nosso amigo já tinha ido embora e ela disse pra eu não bancar o otário, que com certeza eu tinha planejado aquele encontro porque o Sergio tava muito avançado, que se era isso que eu queria, ela ia me dar o gosto e de quebra ia se dar também, porque o Sergio era uma gostosura. Fiquei sem reação e ela entrou no banheiro. Fiquei esperando ela ali mesmo, pensando a mil por hora se devia dar o passo ou negar tudo e ficar na minha.
Quando ela saiu e voltou pra mim, abracei ela e falei que não tinha planejado nada, que sim, eu fantasiava com ela ficando com outro, mas que de jeito nenhum queria que nosso casamento desandasse, que se alguma vez ela realmente ficasse com outro, tinha que ser algo muito privado entre nós, onde os dois tivessem de acordo e a gente precisasse ter certeza do nosso amor e casamento, que as fantasias podiam ficar só nisso, em simples fantasias, e não precisavam virar realidade. Ela me abraçou com muito carinho e disse que me amava pra caralho, que eu tinha insistido tanto na minha fantasia que, sinceramente, tinha colocado nela a pulga atrás da orelha sobre como seria ficar com outro homem. Isso me excitou pra cacete, porque agora não era mais só eu nessa parada, mas tinha uma cúmplice. Falei pra gente voltar e ver como as coisas iam se desenrolar, e que se ela decidisse qualquer coisa, eu apoiaria, e se eu sentisse que era melhor não, ela também me apoiaria. Voltamos pra mesa e o Sergio já não tava mais lá, sentamos e depois de um tempo apareceu dizendo que achou que a gente já tinha ido embora.
Depois de um tempo vendo o Sergio continuar na dele tentando convencer a Mireya e eu realmente ficando excitado com a situação, falei pra Mireya que precisava fazer umas ligações e que ia dar uma saída, e que se ela quisesse, podia vir comigo. O Sergio me olhou com um olhar de súplica pra deixar ela, que tava em boas mãos, a Mireya concordou com a cabeça e isso foi o suficiente pra saber que ela topava e que nosso plano tava tomando um rumo. Fiquei um tempinho no lobby e me senti muito excitado só de pensar que minha esposa tava com outro cara e disposta a se envolver com ele. Depois de uns trinta minutos, a Mireya saiu sozinha e me achou sentado na entrada, eu rapidamente coloquei o celular no ouvido e fingi que tava falando com alguém. Ela sorriu pra mim e fez um sinal pra eu desligar. Sentou do meu lado e disse que tava nervosa com a situação, que até tava com vontade de saber como era ser amada por outro homem, mas que não queria se arrepender depois, que queria que a gente conversasse e decidisse se realmente tava disposto a continuar o jogo. Eu falei que me sentia do mesmo jeito e que achava que a gente podia seguir com o jogo porque, de certa forma, a gente tava decidindo junto, então não dava pra considerar traição, além do mais, era um cara que a gente nunca mais ia ver, que nem sabia nosso telefone e não era da cidade, mas que se ela tivesse qualquer dúvida, a gente simplesmente ia embora e pronto. Ela ficou pensativa por um momento e finalmente disse que não sabia até onde poderia ir, mas que como ela não era uma puta, não queria se esfregar em ninguém num lugar público onde ainda podia ter conhecidos.
Perguntei o que ela sugeria e ela disse que, por enquanto, a gente tinha que sair dali. Ela voltou sozinha pra mesa e depois eu cheguei. O Sergio já tava com a mão na perna dela, a Mireya sorriu pra mim e sugeriu que a gente fosse pra outro lugar. Pedi a conta e, quando estávamos nos levantando, o Sergio me disse baixinho que, se eu quisesse, ele podia pagar a conta, que eu fosse embora e ele cuidava de levar ela pra casa. Era uma posição muito arriscada, porque, embora o Sergio parecesse um cara decente e educado, a gente nunca sabe o que pode rolar. Falei que preferia ir com eles porque tava com pena da Mireya, largar ela assim do nada, e ele sugeriu que a gente fosse pro hotel dele continuar bebendo e que, se desse chance, ele queria comer ela. Naquela hora, senti frio, medo, tesão, nem sei descrever; finalmente tava rolando a situação que eu tanto tinha desejado e fantasiado, e ainda em conluio com a minha própria esposa. Sabia que a Mireya é uma mulher de personalidade forte e não ia deixar fazer nada que não quisesse, mas eu tinha que ficar de olho nela o tempo todo. Quando os carros chegaram, o Sergio se adiantou e abriu a porta do carro dele pra Mireya subir, e me falou que a gente se via no bar do lobby do hotel Camino Real. Eu não soube o que dizer, entrei no meu carro e comecei a segui-los. Foi uma delícia saber que minha esposa tava no carro da frente com um cara que queria comer ela, e ela tava de acordo e em cumplicidade comigo.
O trajeto foi tranquilo porque, naquele horário, não pegamos trânsito. Quando chegamos no hotel, entramos no estacionamento e, quando desci do carro, esperei eles na entrada. Eles demoraram uma eternidade, e imaginei que o Sergio já tinha tomado a iniciativa, com certeza tava pegando ela no carro pra esquentar e convencer. Como eu tinha certeza de que eles realmente entraram no hotel, decidi que era melhor não atrapalhar o trabalho do Sergio e fui pro bar, pedi pro garçom arrumar uns preservativos. A espera foi interminável, e finalmente eles chegaram bem sorridentes e sentaram do meu lado. Pedimos uns drinques, e o Sergio se desculpou porque precisava ir ver se tinham falando de não sei onde. Mireya e eu ficamos sozinhos de novo e tivemos a chance de comentar o que aconteceu. Ela me disse que Sergio tinha proposto se livrarem de mim e que no caminho pro hotel já tinha começado a pegar nela, que ela tava a mil e que no estacionamento ele beijou ela e que eles se apalparam tudo. Falei pra ela que isso me excitava muito e que, se ela quisesse, eu podia dizer que ia embora e esperar por ela por aí, que qualquer coisa era só me ligar do celular dela que eu ficava de olho.
O garçom discretamente me entregou o que pedi e quando mostrei pra Mireya, ela sorriu pra mim e disse que eu tinha pensado em tudo. Falei rindo que, caso precisassem, a única condição era que não fizessem sem proteção. Sergio voltou e, depois de alguns minutos, falei que já tava muito cansado e que, se Mireya quisesse, eu podia levar ela pra casa. De novo Sergio tomou a palavra e disse que Mireya tava em boas mãos e que eu não me preocupasse. Mireya concordou com a cabeça e eu me despedi deles. Fiquei espiando eles e não muito tempo depois, Sergio assinou a conta e levou minha esposa pro elevador. Não sabia pra que quarto eles iam nem tinha pensado em perguntar o sobrenome dele, então não ia ser fácil achar eles, a não ser pelo celular da Mireya. Sentei no bar de novo e começou minha longa espera. Na verdade, curti todo aquele tempo com tudo que vinha na minha cabeça sobre o que eles podiam estar fazendo.
Umas duas horas depois que ela não me ligava e não descia, não aguentei e liguei pro celular da Mireya. Ninguém atendia, Mireya tem o mau hábito de deixar o telefone dentro da bolsa e nunca ouve. Insisti várias vezes na hora seguinte, até que finalmente ela atendeu. Disse que tava muito bem e que descia num instante. Em dois minutos vi ela saindo do elevador já toda banhada e arrumada. Dei um beijo nela e abracei. Caminhamos até o estacionamento e perguntei como ela tava. Tinha ido, o que tinha feito, se tinha gostado, e ela me interrompeu falando pra eu esperar pelo menos até a gente estar no carro. Já no carro, eu falei: "então, como foi?" Ela riu de novo e disse que tinha sido tudo bem. Pedi pra ela contar com todos os detalhes, que essa era a graça do jogo, que não podia me deixar na curiosidade. Ela disse: "OK, vou te contar."
Quando a gente tava no Acanto, desde que entramos no lugar, eu reparei no Sergio, fiquei encantada, mas como mulher casada e séria, foi só um olho gordo. Quando você entrou no papo da sua fantasia, na hora me veio a ideia de que eu podia pegar você na palavra e falar que com aquele cara eu topava transar. O melhor, ela disse, é que você facilitou pra caralho quando descobri que ele veio te cumprimentar e que vocês se conheciam.
Quando você me deixou sozinha com ele, percebi que você tava tramando algo. Quando ele me beijou no Acanto, imaginei que você tava espiando e que ali eu ia ver se você tava falando sério ou só fantasiando. Deixei ele me apalpar um pouco na pista, e numa das vezes que você foi no banheiro ou fingir que ia falar com alguém, eu passei a mão no pau dele e foi aí que decidi que ele seria meu, só faltava você sumir. No carro, ele ficava passando a mão nos meus peitos e eu vinha me dedando. No estacionamento, abri o zíper da calça dele e chupei o pau dele até ele quase gozar, coisa que não deixei. Quando me despedi de você ontem à noite, ou melhor, de madrugada, a gente subiu pra suíte dele e ele me beijou com paixão, me senti uma adolescente de novo, nervosa e cheia de vontade. Depois do beijo apaixonado, ele tirou minha roupa e me deitou no sofá, e me comeu toda a buceta até me deixar a mil. Depois me levou pra jacuzzi, e lá dentro a gente se abraçou, se beijou e transou pela primeira vez. Depois de sair, ele pegou uma toalha e, delicadamente, secou meu corpo todo, enquanto me beijava por todos os lados. Me levou pra cama e a gente fez um 69 delicioso, e depois dormimos abraçados e pelados.
Quando você falou ao telefone, não queria que minha lua de mel acabasse e queria ficar a noite toda. Sinceramente, adorei a experiência e adorei que você estivesse em conluio comigo. Naquele momento, senti ciúmes e remorso, mas acima de tudo uma excitação mórbida de saber tudo que minha mulher tinha feito com nosso amigo. Me aproximei dela e, passando a mão na perna dela, disse que me excitava pra caralho o que ela estava me contando, que não aguentava mais e que, por favor, a gente fosse embora. Ela riu, abaixou o zíper da minha calça e foi o caminho todo pra casa me chupando e me acariciando. Já em casa, a gente se dedicou a transar. No dia seguinte, ela foi muito carinhosa comigo, como se estivesse me agradecendo pelo que rolou.
Há um tempo, descobri que me excita pra caralho imaginar minha esposa transando com outro cara. Nas primeiras vezes que contei essa fantasia pra ela, ela falou que eu era maluco — tipo, como é que eu podia sugerir uma parada dessas?
O tempo passou e, aos poucos, quando eu me atrevia a soltar alguma ideia sobre minha fantasia, ela só entrava na onda de vez em quando, e sem muita convicção.
Na sexta passada, pensei que podia dar um passo pra realizar essa fantasia e decidi convidá-la pra ir a uma balada onde o clima pudesse ajudar ela a relaxar e se envolver com outro cara. Fomos num lugar na Cidade do México chamado "Acanto", no Bosque de Chapultepec. Chegando lá, pedimos uns drinks e, quando vi a chance de puxar uns papos mais quentes, perguntei se tinha alguém no local que ela achasse gostoso. Ela respondeu que — se eu ia começar com esse assunto, que não tinha a menor intenção de se envolver com mais ninguém, que tava muito feliz comigo e que, se um dia fizesse isso, seria porque não me amava mais.
Fiquei gelado por ter tocado no assunto e me senti frustrado, porque na real me excita pra burro pensar nisso, mas não quero de jeito nenhum terminar com ela depois de 17 anos de casamento feliz. Continuamos conversando sobre outras coisas e, numa vez que fui ao banheiro, encontrei um cara que conheci numa expo em Monterrey, mas nem lembrava o nome dele. Depois de trocar cumprimentos e comentários sobre o lugar, me veio a ideia de que podia ser ele o cara que eu tava procurando. Ele tem o tipo que minha mulher curte, meio parecido comigo (alto, corpulento e com um estilo árabe).
Ele perguntou com quem eu tava e, pra ver o que ele ia dizer, falei que era com uma senhora casada. Ele pediu pra eu apontar qual era e, discretamente, sem ela ver, apontei pra onde a Mireya estava sentada. Ele olhou e comentou que ela era muito gostosa, e perguntou de quem ela era esposa. Quase caí na risada e falei a verdade. Verdade, mas respondi pra ele que não perguntasse, que quando a gente pegava umas minas assim, o assunto do marido não se tocava. Voltei do banheiro pra nossa mesa e continuamos bebendo sem tocar mais no assunto da minha fantasia. Lá no fundo, eu pensava no que tinha dito pro meu amigo e, depois de um tempo, ele veio cumprimentar a gente e se apresentou todo educado pra minha esposa. A gente cumprimentou ele e ele voltou pro balcão. Mireya me perguntou quem era, e eu falei a verdade, que era um cara que conheci numa expo.
Depois de um tempo, ela me perguntou sobre o cara de novo, e foi aí que comecei a sentir que talvez a noite não tivesse perdida e que, se eu fizesse os movimentos certos, podia preparar o terreno pra ela se interessar por ele. Percebi que ela, discretamente, ficava de olho nele o tempo todo. Como eu podia fazer as coisas rolarem sem que minha esposa pensasse — ou melhor, percebesse — que eu tava oferecendo ela, sem que ele também sacasse que era minha esposa, pra minha fantasia se realizar e, no fim, nosso casamento não sair prejudicado?
Decidi meter a mão na massa sem ter um plano definido e levantei de novo pro banheiro quando notei que o Sergio (o cara) tava indo pro mesmo lugar. Assim que entrei no banheiro e vi o Sergio, puxei papo e perguntei como tava a caçada. Ele respondeu que não tava muito boa, que não tinha nada que prestasse e que sorte a minha ter pegado aquela gostosa. Senti um tesão doentio ouvindo ele falar da minha mulher e, pra abrir um pouco a porta, falei que não achava ela tão boa assim e que, se ele quisesse, podia sentar um pouco na nossa mesa. Ele disse que ia passar lá pra tomar um drink.
Voltei pra nossa mesa pensando no que tinha feito: tinha convidado um cara que não sabia que a mulher comigo era minha esposa, que ia obviamente tentar pegar ela, que minha esposa não sabia das minhas intenções sujas e que a verdade podia vir à tona com qualquer vacilo. Comentário dela. A excitação que senti pelo tesão da situação foi mais forte que o pequeno risco que eu tava correndo, que, por outro lado, se viesse à tona, eu podia fingir que não sabia de nada. Além disso, minha mulher já tava bem bebida, e isso aliviava qualquer coisa.
Depois de uns cinco minutos, o Sergio chegou na mesa, e dessa vez eu convidei ele pra sentar. A Mireya ficou com os olhos brilhando e se mexeu pra que nosso amigo sentasse do lado dela. Fiquei surpreso e, ao mesmo tempo, feliz com a situação. O Sergio é um cara, além de bonitão, muito simpático, que nos fez rir pra caralho com as piadas e histórias dele. Dessa vez foi a vez da Mireya ir ao banheiro, e quando ela saiu, o Sergio comentou comigo que tava afim da velha, que ela era uma gostosa e que eu era um otário se deixasse ela escapar. Eu ri nervoso e falei de novo que não achava ela tão boa assim, e ele respondeu que se eu não fosse aproveitar, desse uma chance pra ele tentar a sorte. Falei que por mim ele podia tentar, e nisso vimos a Mireya voltando. O Sergio se levantou todo cavalheiro e ajudou ela a sentar. Eu não sabia o que fazer, não podia ir embora e deixar ela sozinha, e o Sergio também não podia fazer muita coisa comigo ali. Pedimos outra rodada e notei como o Sergio chegava cada vez mais perto dela, e ela não falava nada, aliás, senti que ela gostava que o Sergio, entre uma piada e outra, roçasse nela.
Levantei de novo pra ir ao banheiro, e na volta, me posicionei num canto do balcão pra observar os dois. Já me soltei de vez no tempo, e depois de uns quinze minutos vi o Sergio envolvendo o pescoço dela com o braço. A Mireya ria e se divertia, com certeza com as palhaçadas do Sergio, e num desses movimentos, o Sergio deu um beijo de língua nela que durou quase um minuto. Senti o coração saindo pela boca e fiquei super excitado ao ver que meus planos tavam dando frutos. Continuei observando eles da minha posição e vi o Sergio levando ela pra pista de dança, aproveitando uma música safada. A Abraçou ela e começou a esfregar o corpo no dela, Mireya não parecia nada tensa, pelo contrário, tava relaxada e curtindo pra caralho.
A música acabou e Mireya se soltou dele e foi pro banheiro. Como ela ia passar perto de onde eu tava, entrei rápido no banheiro e saí na hora que ela ia entrar no feminino. Trombei de frente com ela e ela me perguntou onde eu tinha ido, falei que tinha encontrado outro amigo e fiquei batendo papo com ele. Perguntei se nosso amigo já tinha ido embora e ela disse pra eu não bancar o otário, que com certeza eu tinha planejado aquele encontro porque o Sergio tava muito avançado, que se era isso que eu queria, ela ia me dar o gosto e de quebra ia se dar também, porque o Sergio era uma gostosura. Fiquei sem reação e ela entrou no banheiro. Fiquei esperando ela ali mesmo, pensando a mil por hora se devia dar o passo ou negar tudo e ficar na minha.
Quando ela saiu e voltou pra mim, abracei ela e falei que não tinha planejado nada, que sim, eu fantasiava com ela ficando com outro, mas que de jeito nenhum queria que nosso casamento desandasse, que se alguma vez ela realmente ficasse com outro, tinha que ser algo muito privado entre nós, onde os dois tivessem de acordo e a gente precisasse ter certeza do nosso amor e casamento, que as fantasias podiam ficar só nisso, em simples fantasias, e não precisavam virar realidade. Ela me abraçou com muito carinho e disse que me amava pra caralho, que eu tinha insistido tanto na minha fantasia que, sinceramente, tinha colocado nela a pulga atrás da orelha sobre como seria ficar com outro homem. Isso me excitou pra cacete, porque agora não era mais só eu nessa parada, mas tinha uma cúmplice. Falei pra gente voltar e ver como as coisas iam se desenrolar, e que se ela decidisse qualquer coisa, eu apoiaria, e se eu sentisse que era melhor não, ela também me apoiaria. Voltamos pra mesa e o Sergio já não tava mais lá, sentamos e depois de um tempo apareceu dizendo que achou que a gente já tinha ido embora.
Depois de um tempo vendo o Sergio continuar na dele tentando convencer a Mireya e eu realmente ficando excitado com a situação, falei pra Mireya que precisava fazer umas ligações e que ia dar uma saída, e que se ela quisesse, podia vir comigo. O Sergio me olhou com um olhar de súplica pra deixar ela, que tava em boas mãos, a Mireya concordou com a cabeça e isso foi o suficiente pra saber que ela topava e que nosso plano tava tomando um rumo. Fiquei um tempinho no lobby e me senti muito excitado só de pensar que minha esposa tava com outro cara e disposta a se envolver com ele. Depois de uns trinta minutos, a Mireya saiu sozinha e me achou sentado na entrada, eu rapidamente coloquei o celular no ouvido e fingi que tava falando com alguém. Ela sorriu pra mim e fez um sinal pra eu desligar. Sentou do meu lado e disse que tava nervosa com a situação, que até tava com vontade de saber como era ser amada por outro homem, mas que não queria se arrepender depois, que queria que a gente conversasse e decidisse se realmente tava disposto a continuar o jogo. Eu falei que me sentia do mesmo jeito e que achava que a gente podia seguir com o jogo porque, de certa forma, a gente tava decidindo junto, então não dava pra considerar traição, além do mais, era um cara que a gente nunca mais ia ver, que nem sabia nosso telefone e não era da cidade, mas que se ela tivesse qualquer dúvida, a gente simplesmente ia embora e pronto. Ela ficou pensativa por um momento e finalmente disse que não sabia até onde poderia ir, mas que como ela não era uma puta, não queria se esfregar em ninguém num lugar público onde ainda podia ter conhecidos.
Perguntei o que ela sugeria e ela disse que, por enquanto, a gente tinha que sair dali. Ela voltou sozinha pra mesa e depois eu cheguei. O Sergio já tava com a mão na perna dela, a Mireya sorriu pra mim e sugeriu que a gente fosse pra outro lugar. Pedi a conta e, quando estávamos nos levantando, o Sergio me disse baixinho que, se eu quisesse, ele podia pagar a conta, que eu fosse embora e ele cuidava de levar ela pra casa. Era uma posição muito arriscada, porque, embora o Sergio parecesse um cara decente e educado, a gente nunca sabe o que pode rolar. Falei que preferia ir com eles porque tava com pena da Mireya, largar ela assim do nada, e ele sugeriu que a gente fosse pro hotel dele continuar bebendo e que, se desse chance, ele queria comer ela. Naquela hora, senti frio, medo, tesão, nem sei descrever; finalmente tava rolando a situação que eu tanto tinha desejado e fantasiado, e ainda em conluio com a minha própria esposa. Sabia que a Mireya é uma mulher de personalidade forte e não ia deixar fazer nada que não quisesse, mas eu tinha que ficar de olho nela o tempo todo. Quando os carros chegaram, o Sergio se adiantou e abriu a porta do carro dele pra Mireya subir, e me falou que a gente se via no bar do lobby do hotel Camino Real. Eu não soube o que dizer, entrei no meu carro e comecei a segui-los. Foi uma delícia saber que minha esposa tava no carro da frente com um cara que queria comer ela, e ela tava de acordo e em cumplicidade comigo.
O trajeto foi tranquilo porque, naquele horário, não pegamos trânsito. Quando chegamos no hotel, entramos no estacionamento e, quando desci do carro, esperei eles na entrada. Eles demoraram uma eternidade, e imaginei que o Sergio já tinha tomado a iniciativa, com certeza tava pegando ela no carro pra esquentar e convencer. Como eu tinha certeza de que eles realmente entraram no hotel, decidi que era melhor não atrapalhar o trabalho do Sergio e fui pro bar, pedi pro garçom arrumar uns preservativos. A espera foi interminável, e finalmente eles chegaram bem sorridentes e sentaram do meu lado. Pedimos uns drinques, e o Sergio se desculpou porque precisava ir ver se tinham falando de não sei onde. Mireya e eu ficamos sozinhos de novo e tivemos a chance de comentar o que aconteceu. Ela me disse que Sergio tinha proposto se livrarem de mim e que no caminho pro hotel já tinha começado a pegar nela, que ela tava a mil e que no estacionamento ele beijou ela e que eles se apalparam tudo. Falei pra ela que isso me excitava muito e que, se ela quisesse, eu podia dizer que ia embora e esperar por ela por aí, que qualquer coisa era só me ligar do celular dela que eu ficava de olho.
O garçom discretamente me entregou o que pedi e quando mostrei pra Mireya, ela sorriu pra mim e disse que eu tinha pensado em tudo. Falei rindo que, caso precisassem, a única condição era que não fizessem sem proteção. Sergio voltou e, depois de alguns minutos, falei que já tava muito cansado e que, se Mireya quisesse, eu podia levar ela pra casa. De novo Sergio tomou a palavra e disse que Mireya tava em boas mãos e que eu não me preocupasse. Mireya concordou com a cabeça e eu me despedi deles. Fiquei espiando eles e não muito tempo depois, Sergio assinou a conta e levou minha esposa pro elevador. Não sabia pra que quarto eles iam nem tinha pensado em perguntar o sobrenome dele, então não ia ser fácil achar eles, a não ser pelo celular da Mireya. Sentei no bar de novo e começou minha longa espera. Na verdade, curti todo aquele tempo com tudo que vinha na minha cabeça sobre o que eles podiam estar fazendo.
Umas duas horas depois que ela não me ligava e não descia, não aguentei e liguei pro celular da Mireya. Ninguém atendia, Mireya tem o mau hábito de deixar o telefone dentro da bolsa e nunca ouve. Insisti várias vezes na hora seguinte, até que finalmente ela atendeu. Disse que tava muito bem e que descia num instante. Em dois minutos vi ela saindo do elevador já toda banhada e arrumada. Dei um beijo nela e abracei. Caminhamos até o estacionamento e perguntei como ela tava. Tinha ido, o que tinha feito, se tinha gostado, e ela me interrompeu falando pra eu esperar pelo menos até a gente estar no carro. Já no carro, eu falei: "então, como foi?" Ela riu de novo e disse que tinha sido tudo bem. Pedi pra ela contar com todos os detalhes, que essa era a graça do jogo, que não podia me deixar na curiosidade. Ela disse: "OK, vou te contar."
Quando a gente tava no Acanto, desde que entramos no lugar, eu reparei no Sergio, fiquei encantada, mas como mulher casada e séria, foi só um olho gordo. Quando você entrou no papo da sua fantasia, na hora me veio a ideia de que eu podia pegar você na palavra e falar que com aquele cara eu topava transar. O melhor, ela disse, é que você facilitou pra caralho quando descobri que ele veio te cumprimentar e que vocês se conheciam.
Quando você me deixou sozinha com ele, percebi que você tava tramando algo. Quando ele me beijou no Acanto, imaginei que você tava espiando e que ali eu ia ver se você tava falando sério ou só fantasiando. Deixei ele me apalpar um pouco na pista, e numa das vezes que você foi no banheiro ou fingir que ia falar com alguém, eu passei a mão no pau dele e foi aí que decidi que ele seria meu, só faltava você sumir. No carro, ele ficava passando a mão nos meus peitos e eu vinha me dedando. No estacionamento, abri o zíper da calça dele e chupei o pau dele até ele quase gozar, coisa que não deixei. Quando me despedi de você ontem à noite, ou melhor, de madrugada, a gente subiu pra suíte dele e ele me beijou com paixão, me senti uma adolescente de novo, nervosa e cheia de vontade. Depois do beijo apaixonado, ele tirou minha roupa e me deitou no sofá, e me comeu toda a buceta até me deixar a mil. Depois me levou pra jacuzzi, e lá dentro a gente se abraçou, se beijou e transou pela primeira vez. Depois de sair, ele pegou uma toalha e, delicadamente, secou meu corpo todo, enquanto me beijava por todos os lados. Me levou pra cama e a gente fez um 69 delicioso, e depois dormimos abraçados e pelados.
Quando você falou ao telefone, não queria que minha lua de mel acabasse e queria ficar a noite toda. Sinceramente, adorei a experiência e adorei que você estivesse em conluio comigo. Naquele momento, senti ciúmes e remorso, mas acima de tudo uma excitação mórbida de saber tudo que minha mulher tinha feito com nosso amigo. Me aproximei dela e, passando a mão na perna dela, disse que me excitava pra caralho o que ela estava me contando, que não aguentava mais e que, por favor, a gente fosse embora. Ela riu, abaixou o zíper da minha calça e foi o caminho todo pra casa me chupando e me acariciando. Já em casa, a gente se dedicou a transar. No dia seguinte, ela foi muito carinhosa comigo, como se estivesse me agradecendo pelo que rolou.
12 comentários - emprestando minha esposa
DESPUES SIEMPRE PINTA A KILOMBO 🙎♂️
MUY BUENO EL RELATO...GRACIAS POR EL APORTE
BUENA HISTORIA
pero bueno lla saves que no va a pasar algo con otro hombre sin que lo cepas 😉 la proxima queremos FOTOS 😀
gracias por pasar pero no es de algo que me paso a mi sino que es un relato sacado de una pagina y por cierto esta es la fuente www.macizorra.com
Hay que tener demasiada suerte encontrar una pareja tan afianzada como para lograr esta connfianza.
Muy buen relato, mas alla que no sea tuyo.