Como me iniciei com outra gostosa

Meu nome é Maren e vou contar como me iniciei no sexo lésbico, sem sequer imaginar a remota possibilidade de isso acontecer comigo.

Tenho 25 anos, morena, corpo bonito, peitos não muito grandes, mas firmes, com uns bicos gordinhos rodeados por uma auréola marrom-clara, mas não muito escura. O que mais se destaca em mim são as nádegas, grandes, gordas e duras, que fazem todos os homens virarem a cabeça, e acho que algumas mulheres também, pois em mais de uma ocasião peguei alguma delas olhando fixamente para elas. Mas para mim isso é normal, porque essas protuberâncias sempre causaram admiração e, depois de certa idade, percebi o poder de atração que exercem.

Minha experiência é recente, pouco antes do fim do ano de 2008. Eu estava em uma casa noturna com um grupo de amigos, quando uma garota que eu tinha visto de longe em outra ocasião, em outro lugar do tipo, se aproximou. Mas até hoje não tinha percebido que ela estava de olho em mim, pois ela me entregou um papel e foi para o balcão com o grupo dela. Estava escrito: "Você está muito gostosa esta noite. Me chamo Dania e gostaria de ser sua amiga. Este é meu telefone... e se quiser se juntar a nós, estou aqui."

Esse bilhete me deixou um pouco nervosa, porque era a primeira vez que alguém do mesmo sexo dava em cima de mim. Não sabia o que fazer e nem queria olhar na direção onde ela estava. Tomei um gole e fui dançar com um dos meus amigos para ver se me acalmava, mas confesso que me sentia meio estranha e, de vez em quando, olhava para onde ela estava e descobri que ela não tirava os olhos de mim. Me sentia realmente desconfortável, mas ao mesmo tempo tinha uma sensação estranha, como se estivesse gostando da situação.

Quando estava indo para minha mesa, ela se aproximou e disse: "Oi, você está com seu namorado ou são só amigos?" "Só amigos", respondi. "Posso te pagar um drink?" E respondi que preferia que não, que precisava voltar, e quase fui embora. Então ela perguntou se eu queria que ela me acompanhasse, mas recusei. Aí ela se despediu e disse: "Ok, já entendi. Você tem meu telefone, não hesite em me ligar se quiser conversar um pouco, queria ser sua amiga.

Fui com meu grupo e naquela noite quase não consegui dormir pensando no que tinha acontecido comigo e, para minha surpresa, sentia sensações diferentes que nunca tinha experimentado antes e, pela primeira vez na minha mente, surgiu a ideia de como seria ter um relacionamento com outra mulher, e nessa luta confusa acabei dormindo.

No dia seguinte era sábado e eu estava livre pra descansar, umas 10 da manhã o telefone toca e eu ouço: "Oi Maren, como você dormiu? Quem fala? É a Dania, a garota de ontem à noite! Sei que te surpreende, mas um amigo em comum me deu seu número e seu nome eu já sabia, espero não estar te incomodando… Não. Não, eu disse, é verdade que você me surpreendeu, mas não tem problema, me fala…" Ela me perguntou se eu tinha planos e eu disse que não, então ela falou: "Por que a gente não se anima e vai pra praia?" "Bom, não sei…" "Vai lá, a gente vai se divertir!"

"Ok", eu disse, e ela falou que me pegaria de táxi em meia hora. Coloquei um biquíni branco, que é meu preferido, uma saia soltinha e uma blusa confortável, pus o necessário na bolsa e logo ouvi a buzina do carro na frente da minha casa.

A Dania é morena como eu, mas com a pele um pouco mais escura, cabelo curto, olhos verdes, nariz pequeno e lábios grossos, corpo bonito, peitos maiores que os meus e uma bunda avantajada, mas não tanto quanto a minha.

A gente se cumprimentou com um beijo na bochecha e senti um choque quando encostei na pele dela. Eu estava ficando nervosa de novo e quase me arrependia de ter aceitado o convite quando a Dania começou a falar comigo naturalmente, como se a gente se conhecesse há muito tempo, e me perguntou como eu tinha passado a noite e outras coisas banais que me devolveram a confiança. Ela falava gesticulando e me tocando no braço, na mão ou na perna, mas como parte da conversa, sem nenhuma intenção aparente, embora uma vez, enquanto contava coisas sobre a paisagem, colocou a mão na minha coxa e deixou ali por um tempo.

Chegamos. praia e, apesar de fazer um calorzinho, não era verão e não tinha muita gente. Fomos até umas palmeiras que ficavam a uns metros da beira, estendemos nossas toalhas, tiramos a roupa e ficamos de biquíni. O dela era uma combinação rosa que destacava o corpo moreno, e a parte de baixo era uma tanguinha que cobria só a buceta dela, obviamente depilada. Também percebi como a Dania olhava pro meu corpo e me devorava com os olhos. Ela sugeriu a gente se esquentar e esperar um pouco até a água ficar mais quente, porque naquela época a água é fria, e foi buscar umas cervejas num quiosque perto. Não sei por que, fiquei olhando pra ela, vendo como mexia a bunda que ficava de fora com o fio dental enfiado na racha. Talvez o fato de estar com uma mulher que tinha mostrado interesse em mim provocava essas sensações, até então insuspeitas na minha personalidade.

Voltou com duas cervejas que a gente bebeu avidamente, porque o sol começava a esquentar e também pra organizar ou desorganizar a mente, que tava a mil.

Ela sentou do meu lado, roçando a coxa dela na minha, o que me deu de novo aquele choque estranho e inevitável, que causava um certo nervosismo dentro de mim... "Ei, você tá com sede! Quer outra?" Aceitei na hora. Ela colocou a mão na minha coxa e disse: "Agora vou buscar pra você. Precisava dessa cerveja pra relaxar e me entender." Essa situação seria normal se eu tivesse com uma amiga, com outra mulher que fosse como eu, mas a Dania tinha dado em cima de mim. Eu sabia o que ela queria e tava aceitando. Aceitei o bilhete dela, a ligação e o convite. A volta dela me fez cair na real. Tomei metade da minha cerveja de uma vez e acho que me senti melhor. Ela sentou de novo do meu lado, agora com a coxa bem colada na minha. Comentou como o mar tava lindo e, com o pé, começou a roçar de leve no meu, sem me olhar. As duas recostadas na palmeira, com os braços apoiados dos lados, e também... Roçando, nossas coxas coladas e a sola do pé dela acariciando meu peito do pé.

Ela se levantou um pouco pra me olhar de frente e, sem rodeios, me disse que eu gostava muito dela, que tinha reparado em mim desde a primeira vez que me viu num daqueles centros que a gente frequenta e que era muito feliz de estar do meu lado. Enquanto falava, a mão dela começou a acariciar minha coxa e a se enfiar entre minhas pernas. Meu coração disparou, achei que ia ter taquicardia, meu corpo inteiro amoleceu, mas não fiz nenhuma objeção. Na verdade, abri mais as pernas pra deixar a mão dela subir fácil até minha buceta, que já sentia molhada.

Sentia aquela mão quente, fechei os olhos e senti o contato dos lábios dela nos meus. Abri a boca e a língua dela se enroscou na minha. Foi um beijo terno e gostoso, nunca pensei que ia gostar tanto de ser beijada por outra mulher. Senti o calor dos lábios dela, a textura da língua saboreando a minha, e adorei… Por sorte, onde a gente estava, ficava fora do olhar indiscreto dos poucos banhistas por perto, o que facilitava nossa brincadeira.

A gente continuava uma do lado da outra. Ela pegou minha perna e colocou em cima da dela, a mão dela voltou a tocar minha buceta e, dessa vez, afastou o pano que a cobria e começou a acariciar minha vulva devagar. Senti uma sensação muito gostosa e comecei a ficar com muito tesão por ser outra mulher explorando minha buceta, tocando com luxúria e enfiando um dedo na minha ppk quente, que a essa altura já estava cheia de fluidos. Ela tirou o dedo e lambeu como se fosse um pirulito, isso me arrebatou. Senti meu corpo pulsar e uma sensação gostosa me invadir toda.

Sabia que logo ia gozar, então, quando ela me tocou de novo, segurei a mão dela. Ela enfiou dois dedos, acariciou meu clitóris e, automaticamente, senti aquele choque característico chegando. Todos os músculos do meu corpo se tensionaram e eu explodi num orgasmo magnífico que quase me faz ela gritar, Dânia aproveitou aquele momento pra me beijar ternamente nos lábios enquanto dizia:

“Que delícia, que gozada gostosa!” E tirou a mão da minha buceta pulsante pra saborear de novo meus fluidos, que eu também provei da mão dela… “Vamos pra água, acho que você precisa se refrescar.”

Me levantei a duras penas, porque ainda sentia meu corpo mole, e corremos pra água que estava um pouco fria, mas gostosa. Demos as mãos e caminhamos até a água quase cobrir nossos ombros. Começamos a brincar um pouco na água, e Dânia se colocou do meu lado direito, enfiou as pernas entre minha coxa e eu pude sentir o calor da buceta dela colada na minha pele. Como dentro d’água o corpo não pesa, ela se apoiou no meu ombro, levantou as pernas e começou a se esfregar na minha coxa.

Não queríamos que as coisas ficassem muito na cara por causa das poucas pessoas que estavam na praia, mas passávamos super despercebidas e ninguém parecia se importar com a gente. “Tira o biquíni”, falei, e ela tirou rapidinho. Ficou sem a parte de baixo, se ajeitou de novo e agora eu sentia a buceta quente dela colada na minha pele. Com a mão direita, segurei suas nádegas, acariciei a rachinha, toquei na bunda dela e também acariciei a buceta. Ela fechou os olhos e começou a se esfregar cada vez mais forte. Enfiei um dedo no cuzinho dela e senti como ela apertava o esfíncter ao ter um orgasmo maravilhoso que a fez tremer e se agarrar no meu corpo, mordendo de leve meu ombro e meu pescoço enquanto gemia.

Sentia a buceta quente e aberta dela, como se quisesse devorar minha coxa, e ainda tinha meu dedo enfiado no cuzinho dela, que com os espasmos entrou todo. Ela foi relaxando e agora me abraçava suavemente enquanto dizia o quanto gostava e como se divertia comigo. Tirei finalmente o dedo do cu quente dela e deu uma vontade louca de beijá-la, mas falei: “Não sei o que tá acontecendo comigo, mas eu também me sinto muito bem com você e queria poder estar em outro…” Lugar com você… vamos pra minha casa, ela vestiu o biquíni dela, saímos quase correndo da praia, pegamos nossas coisas e fomos catar um táxi, meia hora depois estávamos entrando no apartamento dela.

Ela morava sozinha num studio muito bonito com uma entrada pequena, mas bem decorada, um sofá médio com algumas almofadas, uma poltrona na frente da TV, uma cozinha-americana pequena e um quarto bem espaçoso com um banheiro de azulejos rosa e preto. Ela sugeriu a gente tomar um banho pra tirar o sal e refrescar o corpo, e sem pensar muito, tirei minhas roupas, ficando completamente pelada na frente dela, que não se segurou e começou a acariciar meus bicos enquanto sussurrava no meu ouvido: "que gostosa você é!"

Você não sabe o quanto eu te desejava. Ela me abraçou e as mãos foram descendo pelas minhas costas até minhas nádegas, que começou a massagear e apertar, tocando minha rachinha e abrindo meus glúteos. A língua dela começou a percorrer meu corpo, e eu ali, parada, me deixava fazer. Sentia um tesão indescritível no meu corpo, a língua molhada e morna dela me eletrizava toda. "Você tá salgadinha e gostosa", ela dizia enquanto começava a chupar meus bicos, que já estavam duros e grandes… minha buceta já estava molhada e eu sentia meus fluidos começando a escorrer pelas minhas coxas.

Dania começou a descer com a língua pelo meu abdômen. Eu perguntei se não era melhor a gente tomar a ducha, e ela disse que não, que não conseguia parar de aproveitar meu corpo, que estava com muito tesão e queria curtir. Ela terminou de tirar a roupa e, quando ficou completamente nua, me levou até a cama, onde eu me deitei de costas, olhando pro teto. Minhas pernas ficaram um pouco pra fora da borda da cama, e Dania, de pé, encostou no meu pé direito. Senti o calor e a umidade da buceta dela.

Comecei a mexer meu dedão na rachinha dela, fazendo um pouco de pressão pra ele penetrar na buceta molhada e quente dela. Ela se abaixou e começou a chupar meu dedo, que tinha enfiado na buceta dela, e chupou os próprios fluidos. O A língua dela começou a percorrer cada um dos meus dedos, chupando como se fossem balas. Ela parou, meteu meu pé inteiro na boca e depois voltou a chupar, e agora continuou me lambendo pelos tornozelos, panturrilhas, joelho.

Quando os lábios dela pousaram na minha coxa, senti uma sensação gostosa e um formigamento no meu baixo ventre. Fechei os olhos e aproveitei aquela boca que avançava freneticamente em direção à minha buceta pulsante, que já estava se abrindo pra permitir que os lábios e a língua dela lambessem gulosamente a minha xereca excitada. Ela não demorou pra fazer isso e colocou a boca no meio da minha racha, começando a lamber de baixo pra cima, parando de propósito no meu clitóris, que ela chupava com os lábios e a língua, me provocando um orgasmo incontrolável que me fez tremer e segurar firme a cabeça dela enquanto minha buceta convulsionava na boca dela. Foi um dos orgasmos mais intensos e prazerosos que já experimentei na vida.

Fiquei toda relaxada, sem força nem pra levantar os braços, parecia que estava flutuando. Dania se deitou do meu lado e perguntou se eu tinha gostado. Olhei pra ela sem responder, puxei ela pra perto e dei um beijo suave na boca dela. Nossas línguas se chocaram e se entrelaçaram, nossos lábios se espremeram um no outro e não nos soltamos por um bom tempo. Foi um beijo longo, profundo, que me fez tremer toda. Falei pra Dania se ajoelhar em cima de mim, porque queria saborear a buceta dela. Tava morrendo de vontade e queria que ela também sentisse o gostoso de um bom boquete. Ela perguntou se eu tinha certeza, e eu disse que queria muito.

Ela se ajoelhou em cima da minha cabeça e a buceta dela ficou exposta, bem aberta e molhada, na altura da minha boca. Segurei ela pelo quadril e apertei contra mim pra sentir toda a xereca dela no meu rosto, no meu nariz e na minha boca. Aquela posição me deu muito tesão e comecei a lamber a buceta dela como se fosse o último manjar disponível na terra. Passava a língua tentando enfiar Na racha dela, eu apertava os lábios dela com os meus, chupava o clitóris dela, adorava o gosto, o cheiro, o líquido que já molhava minha cara toda, queria comer tudo com gula, pensei que era a coisa mais maravilhosa que já tinha me acontecido, desde aquele momento eu soube o quanto gostoso é sentir uma pussy gostosa.

Dania se mexia em cima da minha cara gemendo e dando gritinhos, ela dizia: Ai, caralho! Que gostoso, chupa gostoso, assim mamãe, assim, que pussy gostosa, continua mami que eu vou gozar, ai, ai pussy que eu tô gozando, que gostoso shhhshhhhh, aaaaaaaaaa e o orgasmo dela quase me deixou sem ar, as coxas dela apertavam minha cabeça e meu nariz ficou preso, mas era sensacional, ter aquela pussy pulsando e escorrendo na minha cara foi uma experiência que desde aquele momento eu sabia que iria repetir.

6 comentários - Como me iniciei com outra gostosa

TODO BIEN ! PERO DEMASIADO LARGO COMO PARA LEER, LA IDEA ES ALGO MAS SIMPLE DONDE UNO PUEDA PELAR LA PIJA DE INMEDIATO Y AUTOSATISFACERSE! 😀
pues estoy en desacuerdo...

el relato esta muy bien, calienta, es progresivo, tan solo tiene un final muy de ACHA, o sea, muy de golpe, y sin mayores detalles...

le come el coño, acaba y termina el relato en solo 2 oraciones...

por el resto, muy bueno...
Buenas... gracias por pasarte por mi primer post... el relato está muy bien aunque coincido con sebarool, y también me quedó una duda... la historia es inventada no?? porque lo cuenta una chica y en tu perfil dice que sos del sexo masculino 🙄
O es que fuiste lesbiana solo como un cambio de rol y para probar 😀
Saludos
Hay que copiar la fuente de los relatossssssssss

por favor
🙎‍♂️

como me inicie con otra chica