Nosso primeiro encontro
Tinha passado um dia depois do nosso primeiro encontro, que foi bem excitante. No mesmo dia, combinamos que no dia seguinte a gente ia se encontrar de um jeito mais relaxado e à vontade, e decidimos ir pra um hotel na capital. Naquele dia, a excitação era tanta que meu pau não parava duro, só de pensar que amanhã ia ser um dia foda pra nós dois.
Na manhã seguinte, esperei até umas 8h30 pra mandar uma mensagem pra minha prisioneira. Combinamos de nos ver numa cidade que era perto pra nós dois, e dali ficava mais fácil entrar no hotel. Quando cheguei na cidade onde a gente ia se encontrar, liguei pra ela e perguntei se queria comer algo. Ela disse: "uma maçã tá bom". Além de estar com um pouco de fome, passei num supermercado pra comprar meu pacote de camisinhas, porque sabia bem o que ia rolar. Quando nos encontramos, dei a maçã pra ela e a sacolinha onde eu tinha o fio dental e o cintaralho que no dia anterior tinha tido coragem de comprar pra ela. Pegamos o ônibus que ia nos levar perto do hotel. No ônibus, só nos beijamos e nos acariciamos com carinho, mas com a intenção de soltar a paixão.
A chegada no hotel foi bem simples: caminhamos uns 50 metros. Chegamos, paguei o quarto e fomos pro quarto 10. Quando entramos, ela colocou as coisas dela num lado da cama e se deitou, sem tirar nada. Eu, por minha vez, me livrei da carteira e desliguei o celular pra não ter interrupções. Na cama, começamos a nos beijar com paixão, eu enfiando minha linguinha dentro da boca dela, imitando o que minutos depois ia fazer na buceta dela. Na hora, falei: "Quer experimentar o cintaralho e o fio dental? Quero ver você usando." Ela foi pro banheiro, tirou a calça e voltou com o cintaralho vermelho de renda que eu tinha comprado. Ficou muito excitante no corpo dela. Na mesma hora, agarrei ela. Comecei a beijar ela naquele momento, eu já não tava mais de calça, só de cueca e camisa. Aí, na hora, me joguei por cima dela pra beijar e encostar meu pau na buceta dela pra começar a excitar ela. Pra minha surpresa, meu pau sentiu uma umidade forte, e eu me afastei um pouco e falei: "Você tá molhada". Ela respondeu: "Sim, muito molhada, você me deixa assim". Naquele momento, só pensei em tirar o sutiã dela, o que eu fiz, e comecei a chupar os peitos dela, que já tavam ficando durinhos. A umidade na calcinha dela ficava mais forte, e foi aí que, como um tigre em cima da presa, me joguei na buceta dela e passei a língua por cima da calcinha. Lambi a buceta dela de cima a baixo, e ela só se arrepiou. Foi quando eu puxei a calcinha pro lado e passei a língua devagar pela buceta dela. Fiz isso duas vezes, tirei a calcinha dela e comecei a chupar aquela buceta deliciosa, bem depilada, o que me excitava mais e me fazia continuar chupando sem parar. Olhei pro rosto dela naquele momento, que tava muito excitada, e perguntei: "Quer que eu chupe você?" E, como um moleque com brinquedo novo, chupei a buceta dela sem parar, não queria tirar minha língua daquela buceta linda, que já tava molhada o suficiente pra uma penetração. Perguntei se ela queria montar em mim, e ela disse: "Sim, já tô morrendo de vontade, quero montar em você". Ela gemia de prazer. Aí eu coloquei a camisinha, que já tava aberta antes pra não estragar o momento. De repente, me vi preso numa prisão da qual não conseguia sair: a buceta quente dela enfiava cada centímetro do meu pau, o que me excitava ainda mais. Com minhas pernas esticadas, comecei a me mover pra cima, e ela gemia de prazer com aquele movimento. Aí eu dobrei os joelhos, e ela gemeu ainda mais. Naquele momento, minha excitação era enorme por causa de todas as imagens na minha cabeça dela, com uma excitação safada. Eu gozei. Conta que nunca tinha curtido uma transa como tava naquele momento, e simplesmente fiquei tão excitado que gozei dentro da buceta dela. Quando ela me viu gozando, ela só gemia de tesão ao ver minha cara de prazer.
Uns 15 ou 10 minutos depois, perguntei: "Tá pronta pra segunda?" Ela me olhou com uma cara de estranhamento, tipo "tá falando sério?" E comecei de novo a chupar a buceta dela. De repente, me veio a ideia de fazer um 69. Aí virei de lado, ela na cama, e coloquei meu pau duro na cara dela. Ela não resistiu e meteu na boca. Foi quando comecei a chupar a buceta dela e a enfiar a linguinha lá dentro como se fosse meu pau. Ela tava adorando, porque eu sentia. Fiquei chupando aquela buceta e ela chupando meu pau por uns 15 minutos.
Depois disso, continuei obcecado pela buceta dela e comecei a masturbá-la. Enfiei meus dois dedos mais longos dentro da buceta dela, devagar, retos, simulando uma penetração. De repente, tive a ideia de começar a curvar os dedos lá dentro, procurando pontos de prazer. Num dado momento, ela disse: "Nossa, que gostoso, aí, aí, continua aí..." Sem pensar duas vezes, eu curvava mais os dedos e tocava dentro da buceta dela, que ficava cada vez mais molhada. Depois de um tempo fazendo isso, resolvi parar e falei: "Se masturba." Fiquei perto da buceta dela pra ver como ela fazia, enquanto de vez em quando passava a linguinha. Depois, olhei pro rosto dela e lembrei que ela tinha dito que adorava chupar pau. Foi aí que decidi me aproximar do rosto dela e colocar meu pau perto pra ela chupar enquanto se masturbava. Dito e feito: ela começou a chupar meu pau com uma vontade que deixava ele cada vez mais duro. Ficou me chupando uns 15 minutos de puro tesão, e eu via ela se masturbando enquanto tocava nos peitos dela. Teve uma hora que ela começou a gozar e soltava uns gritos de prazer imensos, simplesmente ela. Termino extasiada de prazer só com uma punheta e um boquete.
Depois de dois minutos, falei: "Não é justo, sabia??" Ela me olhou com cara de espanto e eu disse: "Você gozou, mas eu não." Aí aproveitei e falei: "Fica de quatro??" Ela topou na hora, sem dúvida nenhuma, se ajoelhou. Eu só peguei outra camisinha, coloquei e comecei a procurar a buceta dela. Meti com força, empurrando até o fundo, e um espelho me mostrava que minha prisioneira estava se soltando, cheia de êxtase. Ela tava adorando aquela posição que eu nunca tinha experimentado. Segurei ela pela cintura e puxava o corpo dela contra o meu, sentindo a buceta dela toda molhada, enquanto eu penetrava gostoso. Uns minutos depois, ela começou a fazer sons tipo "dahhh ahhh ahhh!!", o que me excitava pra caralho. Minutos depois, ela me olhou com uma cara safada, pedindo mais, e isso levou minhas emoções ao limite. De um jeito irresistível, eu ia gozar quando, infelizmente, meu pau escapou da buceta dela. Ela gritava de prazer ao ver minha cara de gozo. Essa foi nossa primeira vez, numa manhã de segunda-feira. Melhor forma de começar a semana, eu juro que nunca vivi igual.
Tinha passado um dia depois do nosso primeiro encontro, que foi bem excitante. No mesmo dia, combinamos que no dia seguinte a gente ia se encontrar de um jeito mais relaxado e à vontade, e decidimos ir pra um hotel na capital. Naquele dia, a excitação era tanta que meu pau não parava duro, só de pensar que amanhã ia ser um dia foda pra nós dois.
Na manhã seguinte, esperei até umas 8h30 pra mandar uma mensagem pra minha prisioneira. Combinamos de nos ver numa cidade que era perto pra nós dois, e dali ficava mais fácil entrar no hotel. Quando cheguei na cidade onde a gente ia se encontrar, liguei pra ela e perguntei se queria comer algo. Ela disse: "uma maçã tá bom". Além de estar com um pouco de fome, passei num supermercado pra comprar meu pacote de camisinhas, porque sabia bem o que ia rolar. Quando nos encontramos, dei a maçã pra ela e a sacolinha onde eu tinha o fio dental e o cintaralho que no dia anterior tinha tido coragem de comprar pra ela. Pegamos o ônibus que ia nos levar perto do hotel. No ônibus, só nos beijamos e nos acariciamos com carinho, mas com a intenção de soltar a paixão.
A chegada no hotel foi bem simples: caminhamos uns 50 metros. Chegamos, paguei o quarto e fomos pro quarto 10. Quando entramos, ela colocou as coisas dela num lado da cama e se deitou, sem tirar nada. Eu, por minha vez, me livrei da carteira e desliguei o celular pra não ter interrupções. Na cama, começamos a nos beijar com paixão, eu enfiando minha linguinha dentro da boca dela, imitando o que minutos depois ia fazer na buceta dela. Na hora, falei: "Quer experimentar o cintaralho e o fio dental? Quero ver você usando." Ela foi pro banheiro, tirou a calça e voltou com o cintaralho vermelho de renda que eu tinha comprado. Ficou muito excitante no corpo dela. Na mesma hora, agarrei ela. Comecei a beijar ela naquele momento, eu já não tava mais de calça, só de cueca e camisa. Aí, na hora, me joguei por cima dela pra beijar e encostar meu pau na buceta dela pra começar a excitar ela. Pra minha surpresa, meu pau sentiu uma umidade forte, e eu me afastei um pouco e falei: "Você tá molhada". Ela respondeu: "Sim, muito molhada, você me deixa assim". Naquele momento, só pensei em tirar o sutiã dela, o que eu fiz, e comecei a chupar os peitos dela, que já tavam ficando durinhos. A umidade na calcinha dela ficava mais forte, e foi aí que, como um tigre em cima da presa, me joguei na buceta dela e passei a língua por cima da calcinha. Lambi a buceta dela de cima a baixo, e ela só se arrepiou. Foi quando eu puxei a calcinha pro lado e passei a língua devagar pela buceta dela. Fiz isso duas vezes, tirei a calcinha dela e comecei a chupar aquela buceta deliciosa, bem depilada, o que me excitava mais e me fazia continuar chupando sem parar. Olhei pro rosto dela naquele momento, que tava muito excitada, e perguntei: "Quer que eu chupe você?" E, como um moleque com brinquedo novo, chupei a buceta dela sem parar, não queria tirar minha língua daquela buceta linda, que já tava molhada o suficiente pra uma penetração. Perguntei se ela queria montar em mim, e ela disse: "Sim, já tô morrendo de vontade, quero montar em você". Ela gemia de prazer. Aí eu coloquei a camisinha, que já tava aberta antes pra não estragar o momento. De repente, me vi preso numa prisão da qual não conseguia sair: a buceta quente dela enfiava cada centímetro do meu pau, o que me excitava ainda mais. Com minhas pernas esticadas, comecei a me mover pra cima, e ela gemia de prazer com aquele movimento. Aí eu dobrei os joelhos, e ela gemeu ainda mais. Naquele momento, minha excitação era enorme por causa de todas as imagens na minha cabeça dela, com uma excitação safada. Eu gozei. Conta que nunca tinha curtido uma transa como tava naquele momento, e simplesmente fiquei tão excitado que gozei dentro da buceta dela. Quando ela me viu gozando, ela só gemia de tesão ao ver minha cara de prazer.
Uns 15 ou 10 minutos depois, perguntei: "Tá pronta pra segunda?" Ela me olhou com uma cara de estranhamento, tipo "tá falando sério?" E comecei de novo a chupar a buceta dela. De repente, me veio a ideia de fazer um 69. Aí virei de lado, ela na cama, e coloquei meu pau duro na cara dela. Ela não resistiu e meteu na boca. Foi quando comecei a chupar a buceta dela e a enfiar a linguinha lá dentro como se fosse meu pau. Ela tava adorando, porque eu sentia. Fiquei chupando aquela buceta e ela chupando meu pau por uns 15 minutos.
Depois disso, continuei obcecado pela buceta dela e comecei a masturbá-la. Enfiei meus dois dedos mais longos dentro da buceta dela, devagar, retos, simulando uma penetração. De repente, tive a ideia de começar a curvar os dedos lá dentro, procurando pontos de prazer. Num dado momento, ela disse: "Nossa, que gostoso, aí, aí, continua aí..." Sem pensar duas vezes, eu curvava mais os dedos e tocava dentro da buceta dela, que ficava cada vez mais molhada. Depois de um tempo fazendo isso, resolvi parar e falei: "Se masturba." Fiquei perto da buceta dela pra ver como ela fazia, enquanto de vez em quando passava a linguinha. Depois, olhei pro rosto dela e lembrei que ela tinha dito que adorava chupar pau. Foi aí que decidi me aproximar do rosto dela e colocar meu pau perto pra ela chupar enquanto se masturbava. Dito e feito: ela começou a chupar meu pau com uma vontade que deixava ele cada vez mais duro. Ficou me chupando uns 15 minutos de puro tesão, e eu via ela se masturbando enquanto tocava nos peitos dela. Teve uma hora que ela começou a gozar e soltava uns gritos de prazer imensos, simplesmente ela. Termino extasiada de prazer só com uma punheta e um boquete.
Depois de dois minutos, falei: "Não é justo, sabia??" Ela me olhou com cara de espanto e eu disse: "Você gozou, mas eu não." Aí aproveitei e falei: "Fica de quatro??" Ela topou na hora, sem dúvida nenhuma, se ajoelhou. Eu só peguei outra camisinha, coloquei e comecei a procurar a buceta dela. Meti com força, empurrando até o fundo, e um espelho me mostrava que minha prisioneira estava se soltando, cheia de êxtase. Ela tava adorando aquela posição que eu nunca tinha experimentado. Segurei ela pela cintura e puxava o corpo dela contra o meu, sentindo a buceta dela toda molhada, enquanto eu penetrava gostoso. Uns minutos depois, ela começou a fazer sons tipo "dahhh ahhh ahhh!!", o que me excitava pra caralho. Minutos depois, ela me olhou com uma cara safada, pedindo mais, e isso levou minhas emoções ao limite. De um jeito irresistível, eu ia gozar quando, infelizmente, meu pau escapou da buceta dela. Ela gritava de prazer ao ver minha cara de gozo. Essa foi nossa primeira vez, numa manhã de segunda-feira. Melhor forma de começar a semana, eu juro que nunca vivi igual.
1 comentários - Por fin solos.... Nuestro primer encuentro sexual....
que bueno hacer eso 🤤 🤤 🤤