AVISO: O que vocês estão prestes a ler é o mais pesado que já escrevi. Recomenda-se a ausência de menores na frente do monitor e de pessoas sensíveis. Depois não digam que não avisei.
Valeu.
…Oi, curto como você se expressa, suas palavras me levam a lugares onde nunca estive. Você desperta em mim um monte de sensações que nunca experimentei. Adoraria conversar com você e, se possível, nos conhecermos…Foi assim o mensagem que recebi um dia.
Devo dizer que gostei, e muito.
Não só por pensar que alguém tinha sentido algo com minhas palavras, mas também, tenho que confessar, era uma maravilha pro meu ego.
Respondi a mensagem, dois dias depois.
Imediatamente, como se fosse um bate-papo, veio a resposta.
E como todo mundo sabe, essas coisas são assim. Uma mensagem puxa outra e a gente passa uns dias nessa, mensagem vai, mensagem vem.
As conversas não eram nada de outro mundo. Coisas comuns de um homem e uma mulher que se conhecem num espaço de sexo.
A única coisa que às vezes me incomodava, admito, era que ele, que não vou nomear pra não ter treta, mostrava uma certa devoção por mim, algo que eu não sabia se era real ou pura desesperação pra me levar pra cama. Mas já falei daquela parada do ego, então eu conversava com ele numa boa.
Várias noites ele me chamou pra vê-lo se masturbar na webcam e eu aceitei, ele me mandava fotos do pau dele pro meu e-mail.
Várias vezes me toquei vendo ele gozar, mas nunca deixei ele saber. Tudo era um jogo e eu queria ditar as regras.
Mas, repito, todo mundo sabe como essas coisas terminam.
Um dia ele propôs a gente se ver.
Aceitei.
Ele sugeriu a casa dele ou, se eu quisesse, a minha. Sempre gostei de jogar como visitante, assim não tenho problema em ir embora quando quiser, sempre achei mais fácil do que ter que expulsar um chato da minha casa.
Combinamos de nos ver no sábado, na casa dele, à meia-noite.
Me vesti de forma provocante, embora seja óbvio que num encontro de sábado à meia-noite na casa de um cara não precisa provocar, mas fazer o quê, sou mulher e sempre quero ser gostosa.
A primeira surpresa foi me deparar com um chalé lindo. Ele tinha dito que tinha 40 anos, então imaginei que fosse um profissional de destaque ou talvez um empresário de sucesso, pra ter uma casa daquelas. A coisa tava ficando boa.
Toquei a campainha e quem atendeu foi um cara.
- Você é a Fionna?
- Sim – falei – mas você não é…
- Sou sim, o que acontece é que se eu te dissesse minha verdadeira idade, você nunca ia me dar bola e não ia deixar eu te mostrar quem eu sou.
Fiquei chocada, na minha frente tinha parado um cara que, se tinha 18 anos, tinha feito aniversário há 20 minutos. Ele tava usando uma camiseta preta de uma banda de metal, acho, umas bermudas cargo, pretas também, e descalço. Tinha um piercing na sobrancelha direita, no lábio e na língua. Os dois antebraços tatuados, e a panturrilha esquerda também.
Ele percebeu que eu examinei ele de cima a baixo, como se passasse um scanner mental.
- Fionna, não se assusta com as aparências, não esquece que sou eu quem conversou com você todos esses dias.
- É, e você mentiu pra mim – me defendi.
- Mas te expliquei o porquê – ele se justificou – além disso, você já tá aqui, vai embora?
Decidi ficar, era verdade, já tava ali, estava meio produzida e com vontade de transar. Além disso, lembrei daquele ditado: “Vaca velha gosta de pasto tenro”, fazia tempo que não ficava com um gostoso tão novinho.
Entrei e fiquei impressionada com a casa.
- Essa casa é sua?
- Não, é dos meus pais, mas eles não tão aqui, foram pro sítio e só voltam segunda.
- Bem planejado – pensei.
- Fica à vontade – ele me convidou.
Sentei no que seria a sala, num sofá de couro confortável.
Ele trouxe uma cerveja, não me deu opção de escolha, e serviu dois copos até a borda.
Brindamos, demos um gole, e ele sentou do meu lado, como se fosse me devorar na hora.
Recuei, queria um pouco de preliminar, sabia que se desse dez centímetros de vantagem, o cara me enfiava de uma vez.
Então comecei a puxar qualquer assunto, mas já tinha tudo decidido na cabeça: no máximo em uma hora, tava pedindo um táxi. Calculei que o moleque, com a pouca experiência que tinha, ia soltar umas gozadas e depois, bêbado da cerveja, ia cair no sono.
Que ingênua.
Enrolei o máximo que pude até começarmos a nos beijar, sabia que o ritmo quem tinha que controlar era eu, nunca deixei ele tomar a frente. Tive que tomar a iniciativa porque senão eu morria de agonia.
Deixei ele meter a mão em tudo quanto é lugar, mas sempre segurando ele na rédea curta.
Comecei a passar a mão no volume dele, mas sem ser grossa, pra ele não gozar seco. Descobri que por baixo da bermuda tinha um instrumento interessante e isso me esquentou.
Tirei a camiseta e o sutiã e dei minhas tetas pra ele.
A cara do barbudinho iluminou, ele se jogou em cima como se nunca tivesse visto um par ao vivo. Segurei ele um pouco pra ele não operar meus peitos com os dentes.
Parei ele e tirei a bermuda, ele não tava de cueca.
Nem preciso dizer que o pau tava duro, me surpreendi que não tinha pelo, tava tudo depilado.
– Você se depilou? – perguntei
– Sim, pra parecer maior – respondeu
– Me desculpa te falar, mas já é grande –
E não tava mentindo, o cara carregava um equipamento bem grande.
– Então cê gosta? É todo seu, putinha –
Olhei pra ele, não curti aquele tratamento, principalmente não queria dar corda pra ele se achar.
Os cinco segundos que durou o olhar foram suficientes pra fazer ele entender que tinha passado do ponto.
Comecei a chupar ele, devagar, suave, com carinho até, queria demorar, queria mostrar quem mandava.
Minha língua ia e vinha naquele tronco branco cheio de gozo e naquelas bolas lisas, de vez em quando, sumia a cabeça toda dentro da minha boca.
Ele me agarrou pela nuca e meteu até o fundo da garganta, eu engasguei. Tinha que revidar, então coloquei minhas mãos nas nádegas dele e apontei o dedo indicador da mão direita pro buraco do cu dele.
Ele se afastou.
– Que que cê tá fazendo, doida?
– Se você vai usar as mãos, eu também vou, relaxa, moleque, eu sei muito bem o que tô fazendo, não me força a nada.
Ele aceitou e só deixou as mãos na minha cabeça, mas sem usar força.
Continuei chupando ele, conforme acelerava o ritmo dava pra sentir o coração dele batendo, parecia que o peito ia explodir.
Ele começou a gozar enquanto o corpo tremia, engoli todo o gozo dele e com a última gota ele caiu no chão, não aguentou. Manter-se em pé.
Eu me levantei e olhei pra ele, como quem mostra quem é que manda.
Tava 1 a 0.
Aproveitei que já tava de pé e fui pegar outra cerveja, e terminei de me despir.
Voltei pro sofá e abri as pernas na frente dele.
— Agora é sua vez, gostoso, vamos ver o que você sabe?
Ele olhou pra minha buceta como quem vê um tesouro, se aproximou devagar, bem devagar.
Enfiou um dedo, depois dois, eu tava molhada, começou a meter e tirar os dedos num ritmo frenético. Parei ele na hora, falei que agora era a vez dele me fazer um oral, ele disse que não. Que não ia fazer aquilo, que não gostava. Então continuou com as mãos, resolvi não discutir e deixei, pensei em dar uma trepada e vazar, já que a parada não tava me agradando.
Devo admitir que com as mãos o cara se virou muito bem, porque em cinco minutos ele arrancou um orgasmo de mim com força total. Me deixei levar e gritei de prazer enquanto arranhava o sofá.
Agora era ele quem me olhava com aquele ar de superioridade.
Aí sim, ele abriu bem minhas pernas, colocou nos ombros dele e, de uma enfiada só, meteu tudo até o fundo.
Que prazer.
Como era bom sentir aquele pau grande dentro de mim.
Se não fosse porque ele se mexia igual uma locomotiva, teria sido uma trepada extraordinária.
Enquanto me comia com força, as mãos dele começaram a apertar meus peitos. Apertava forte.
Embora minhas sensações de prazer sempre fossem muito além do meu limite de dor, dessa vez tenho que admitir que doía o que ele tava fazendo. Pedi pra ele não apertar tanto, e ele só respondia “sim, sim” enquanto me bombava sem parar. Três ou quatro minutos com aquele pau me perfurando, até que ele tirou e começou a jorrar leite na minha cara.
— Toma, putinha, quer mais porra? Aqui tem, toma tudo que você gosta.
Esse foi o limite.
Levantei e dei um empurrão nele.
— Quem você pensa que é, pivete? Antes de aprender a foder, aprende a tratar uma mulher direito, seu merda.
Comecei a juntar minhas roupas.
— Calma, não fica brava, tava só brincando, além do mais, onde você vai achar um cara que te... Porra, como eu.
Fiz que não ouvi e comecei a me vestir.
— Para, não se veste.
— Me solta.
— Fica.
— Me solta, falei, vou embora.
E empurrei ele de novo.
Pra quê?
Juro que não vi o primeiro soco chegar. Atingiu em cheio meu nariz. Me derrubou.
Fiquei tonta. De repente, comecei a sentir o sangue escorrendo na minha boca.
O segundo e o terceiro foram na maçã do rosto direito.
O quarto na boca.
Ele gritou bem alto: “Ei, agora!!”
Vi duas pessoas descendo as escadas. Acho que eram dois caras da idade dele.
Minha visão estava embaçada.
Um se afastou e foi até um móvel do outro lado da sala e colocou música.
De repente, começou a tocar um som tipo heavy metal no volume máximo pela casa toda.
Eles começaram a gritar.
— Vamos, que ainda não comi o cu dessa puta — disse o moleque.
Os outros dois me seguraram, um pelo cabelo, o outro pelas mãos, e me levaram de volta pro sofá. Me colocaram de bruços e deixaram minha bunda à mercê do meu encontro às cegas.
Senti eles despejarem cerveja na minha bunda, me deram tapas nas nádegas que doeram pra caralho, e ele entrou com o pau bem duro dentro de mim.
Doeu pra cacete.
Enquanto me comia, puxava meu cabelo e gritava comigo.
— Era isso que você queria, puta? Ou não? Fala, puta, fala que você ama meu pau.
Um dos que me seguravam tentou colocar o pau na minha boca, recusei, outro soco e mais um.
Cedi.
Eles me comiam igual bicho, que nem selvagens.
O da boca gozou rápido e me encheu de porra, e depois se limpou no meu cabelo. O que tava na minha bunda, enquanto gozava, me enforcava com meu sutiã.
Senti que tava me afogando.
O que até então não tinha feito nada me puxou pelo cabelo do sofá e me jogou no tapete.
Subiu em cima de mim e também me comeu como se tivesse possuído.
Não sei quanto tempo durou.
Eles se revezavam pra me comer entre os três.
Me banharam em cerveja, em porra, e finalmente me levaram pro quintal da casa, e enquanto eu estava jogada no chão, os três em pé em cima de mim começaram a mijar em mim. enquanto riam sem parar.
Antes de irem embora, um deles — não sei quem, e naquela altura nem importava mais — enfiou a ponta da garrafa de cerveja na minha pussy. E me deixaram lá. Jogada.
E aquela música maldita não parava de tocar.
Acordei no hospital.
Devem ter tido pena de mim.
A doutora que me atendeu disse que não tinha nada quebrado, só uns golpes, arranhões, hematomas e nada mais.
Me perguntou o que tinha acontecido.
Não consegui fazer outra coisa senão começar a chorar.
Por isso, desde aquele dia, quase, quase, quase nunca mais respondo mensagens privadas de gente que conheço em espaços virtuais de sexo.
FIM
Valeu.
…Oi, curto como você se expressa, suas palavras me levam a lugares onde nunca estive. Você desperta em mim um monte de sensações que nunca experimentei. Adoraria conversar com você e, se possível, nos conhecermos…Foi assim o mensagem que recebi um dia.
Devo dizer que gostei, e muito.
Não só por pensar que alguém tinha sentido algo com minhas palavras, mas também, tenho que confessar, era uma maravilha pro meu ego.
Respondi a mensagem, dois dias depois.
Imediatamente, como se fosse um bate-papo, veio a resposta.
E como todo mundo sabe, essas coisas são assim. Uma mensagem puxa outra e a gente passa uns dias nessa, mensagem vai, mensagem vem.
As conversas não eram nada de outro mundo. Coisas comuns de um homem e uma mulher que se conhecem num espaço de sexo.
A única coisa que às vezes me incomodava, admito, era que ele, que não vou nomear pra não ter treta, mostrava uma certa devoção por mim, algo que eu não sabia se era real ou pura desesperação pra me levar pra cama. Mas já falei daquela parada do ego, então eu conversava com ele numa boa.
Várias noites ele me chamou pra vê-lo se masturbar na webcam e eu aceitei, ele me mandava fotos do pau dele pro meu e-mail.
Várias vezes me toquei vendo ele gozar, mas nunca deixei ele saber. Tudo era um jogo e eu queria ditar as regras.
Mas, repito, todo mundo sabe como essas coisas terminam.
Um dia ele propôs a gente se ver.
Aceitei.
Ele sugeriu a casa dele ou, se eu quisesse, a minha. Sempre gostei de jogar como visitante, assim não tenho problema em ir embora quando quiser, sempre achei mais fácil do que ter que expulsar um chato da minha casa.
Combinamos de nos ver no sábado, na casa dele, à meia-noite.
Me vesti de forma provocante, embora seja óbvio que num encontro de sábado à meia-noite na casa de um cara não precisa provocar, mas fazer o quê, sou mulher e sempre quero ser gostosa.
A primeira surpresa foi me deparar com um chalé lindo. Ele tinha dito que tinha 40 anos, então imaginei que fosse um profissional de destaque ou talvez um empresário de sucesso, pra ter uma casa daquelas. A coisa tava ficando boa.
Toquei a campainha e quem atendeu foi um cara.
- Você é a Fionna?
- Sim – falei – mas você não é…
- Sou sim, o que acontece é que se eu te dissesse minha verdadeira idade, você nunca ia me dar bola e não ia deixar eu te mostrar quem eu sou.
Fiquei chocada, na minha frente tinha parado um cara que, se tinha 18 anos, tinha feito aniversário há 20 minutos. Ele tava usando uma camiseta preta de uma banda de metal, acho, umas bermudas cargo, pretas também, e descalço. Tinha um piercing na sobrancelha direita, no lábio e na língua. Os dois antebraços tatuados, e a panturrilha esquerda também.
Ele percebeu que eu examinei ele de cima a baixo, como se passasse um scanner mental.
- Fionna, não se assusta com as aparências, não esquece que sou eu quem conversou com você todos esses dias.
- É, e você mentiu pra mim – me defendi.
- Mas te expliquei o porquê – ele se justificou – além disso, você já tá aqui, vai embora?
Decidi ficar, era verdade, já tava ali, estava meio produzida e com vontade de transar. Além disso, lembrei daquele ditado: “Vaca velha gosta de pasto tenro”, fazia tempo que não ficava com um gostoso tão novinho.
Entrei e fiquei impressionada com a casa.
- Essa casa é sua?
- Não, é dos meus pais, mas eles não tão aqui, foram pro sítio e só voltam segunda.
- Bem planejado – pensei.
- Fica à vontade – ele me convidou.
Sentei no que seria a sala, num sofá de couro confortável.
Ele trouxe uma cerveja, não me deu opção de escolha, e serviu dois copos até a borda.
Brindamos, demos um gole, e ele sentou do meu lado, como se fosse me devorar na hora.
Recuei, queria um pouco de preliminar, sabia que se desse dez centímetros de vantagem, o cara me enfiava de uma vez.
Então comecei a puxar qualquer assunto, mas já tinha tudo decidido na cabeça: no máximo em uma hora, tava pedindo um táxi. Calculei que o moleque, com a pouca experiência que tinha, ia soltar umas gozadas e depois, bêbado da cerveja, ia cair no sono.
Que ingênua.
Enrolei o máximo que pude até começarmos a nos beijar, sabia que o ritmo quem tinha que controlar era eu, nunca deixei ele tomar a frente. Tive que tomar a iniciativa porque senão eu morria de agonia.
Deixei ele meter a mão em tudo quanto é lugar, mas sempre segurando ele na rédea curta.
Comecei a passar a mão no volume dele, mas sem ser grossa, pra ele não gozar seco. Descobri que por baixo da bermuda tinha um instrumento interessante e isso me esquentou.
Tirei a camiseta e o sutiã e dei minhas tetas pra ele.
A cara do barbudinho iluminou, ele se jogou em cima como se nunca tivesse visto um par ao vivo. Segurei ele um pouco pra ele não operar meus peitos com os dentes.
Parei ele e tirei a bermuda, ele não tava de cueca.
Nem preciso dizer que o pau tava duro, me surpreendi que não tinha pelo, tava tudo depilado.
– Você se depilou? – perguntei
– Sim, pra parecer maior – respondeu
– Me desculpa te falar, mas já é grande –
E não tava mentindo, o cara carregava um equipamento bem grande.
– Então cê gosta? É todo seu, putinha –
Olhei pra ele, não curti aquele tratamento, principalmente não queria dar corda pra ele se achar.
Os cinco segundos que durou o olhar foram suficientes pra fazer ele entender que tinha passado do ponto.
Comecei a chupar ele, devagar, suave, com carinho até, queria demorar, queria mostrar quem mandava.
Minha língua ia e vinha naquele tronco branco cheio de gozo e naquelas bolas lisas, de vez em quando, sumia a cabeça toda dentro da minha boca.
Ele me agarrou pela nuca e meteu até o fundo da garganta, eu engasguei. Tinha que revidar, então coloquei minhas mãos nas nádegas dele e apontei o dedo indicador da mão direita pro buraco do cu dele.
Ele se afastou.
– Que que cê tá fazendo, doida?
– Se você vai usar as mãos, eu também vou, relaxa, moleque, eu sei muito bem o que tô fazendo, não me força a nada.
Ele aceitou e só deixou as mãos na minha cabeça, mas sem usar força.
Continuei chupando ele, conforme acelerava o ritmo dava pra sentir o coração dele batendo, parecia que o peito ia explodir.
Ele começou a gozar enquanto o corpo tremia, engoli todo o gozo dele e com a última gota ele caiu no chão, não aguentou. Manter-se em pé.
Eu me levantei e olhei pra ele, como quem mostra quem é que manda.
Tava 1 a 0.
Aproveitei que já tava de pé e fui pegar outra cerveja, e terminei de me despir.
Voltei pro sofá e abri as pernas na frente dele.
— Agora é sua vez, gostoso, vamos ver o que você sabe?
Ele olhou pra minha buceta como quem vê um tesouro, se aproximou devagar, bem devagar.
Enfiou um dedo, depois dois, eu tava molhada, começou a meter e tirar os dedos num ritmo frenético. Parei ele na hora, falei que agora era a vez dele me fazer um oral, ele disse que não. Que não ia fazer aquilo, que não gostava. Então continuou com as mãos, resolvi não discutir e deixei, pensei em dar uma trepada e vazar, já que a parada não tava me agradando.
Devo admitir que com as mãos o cara se virou muito bem, porque em cinco minutos ele arrancou um orgasmo de mim com força total. Me deixei levar e gritei de prazer enquanto arranhava o sofá.
Agora era ele quem me olhava com aquele ar de superioridade.
Aí sim, ele abriu bem minhas pernas, colocou nos ombros dele e, de uma enfiada só, meteu tudo até o fundo.
Que prazer.
Como era bom sentir aquele pau grande dentro de mim.
Se não fosse porque ele se mexia igual uma locomotiva, teria sido uma trepada extraordinária.
Enquanto me comia com força, as mãos dele começaram a apertar meus peitos. Apertava forte.
Embora minhas sensações de prazer sempre fossem muito além do meu limite de dor, dessa vez tenho que admitir que doía o que ele tava fazendo. Pedi pra ele não apertar tanto, e ele só respondia “sim, sim” enquanto me bombava sem parar. Três ou quatro minutos com aquele pau me perfurando, até que ele tirou e começou a jorrar leite na minha cara.
— Toma, putinha, quer mais porra? Aqui tem, toma tudo que você gosta.
Esse foi o limite.
Levantei e dei um empurrão nele.
— Quem você pensa que é, pivete? Antes de aprender a foder, aprende a tratar uma mulher direito, seu merda.
Comecei a juntar minhas roupas.
— Calma, não fica brava, tava só brincando, além do mais, onde você vai achar um cara que te... Porra, como eu.
Fiz que não ouvi e comecei a me vestir.
— Para, não se veste.
— Me solta.
— Fica.
— Me solta, falei, vou embora.
E empurrei ele de novo.
Pra quê?
Juro que não vi o primeiro soco chegar. Atingiu em cheio meu nariz. Me derrubou.
Fiquei tonta. De repente, comecei a sentir o sangue escorrendo na minha boca.
O segundo e o terceiro foram na maçã do rosto direito.
O quarto na boca.
Ele gritou bem alto: “Ei, agora!!”
Vi duas pessoas descendo as escadas. Acho que eram dois caras da idade dele.
Minha visão estava embaçada.
Um se afastou e foi até um móvel do outro lado da sala e colocou música.
De repente, começou a tocar um som tipo heavy metal no volume máximo pela casa toda.
Eles começaram a gritar.
— Vamos, que ainda não comi o cu dessa puta — disse o moleque.
Os outros dois me seguraram, um pelo cabelo, o outro pelas mãos, e me levaram de volta pro sofá. Me colocaram de bruços e deixaram minha bunda à mercê do meu encontro às cegas.
Senti eles despejarem cerveja na minha bunda, me deram tapas nas nádegas que doeram pra caralho, e ele entrou com o pau bem duro dentro de mim.
Doeu pra cacete.
Enquanto me comia, puxava meu cabelo e gritava comigo.
— Era isso que você queria, puta? Ou não? Fala, puta, fala que você ama meu pau.
Um dos que me seguravam tentou colocar o pau na minha boca, recusei, outro soco e mais um.
Cedi.
Eles me comiam igual bicho, que nem selvagens.
O da boca gozou rápido e me encheu de porra, e depois se limpou no meu cabelo. O que tava na minha bunda, enquanto gozava, me enforcava com meu sutiã.
Senti que tava me afogando.
O que até então não tinha feito nada me puxou pelo cabelo do sofá e me jogou no tapete.
Subiu em cima de mim e também me comeu como se tivesse possuído.
Não sei quanto tempo durou.
Eles se revezavam pra me comer entre os três.
Me banharam em cerveja, em porra, e finalmente me levaram pro quintal da casa, e enquanto eu estava jogada no chão, os três em pé em cima de mim começaram a mijar em mim. enquanto riam sem parar.
Antes de irem embora, um deles — não sei quem, e naquela altura nem importava mais — enfiou a ponta da garrafa de cerveja na minha pussy. E me deixaram lá. Jogada.
E aquela música maldita não parava de tocar.
Acordei no hospital.
Devem ter tido pena de mim.
A doutora que me atendeu disse que não tinha nada quebrado, só uns golpes, arranhões, hematomas e nada mais.
Me perguntou o que tinha acontecido.
Não consegui fazer outra coisa senão começar a chorar.
Por isso, desde aquele dia, quase, quase, quase nunca mais respondo mensagens privadas de gente que conheço em espaços virtuais de sexo.
FIM
23 comentários - Todo tiene un por qué.
No te hagas problema, en alguno de los otros, te debo haber dejado caliente. Es cuestión de emparejar, vio.
Jajajaja
Besos.
Gracias por pasar.
😳 😳 😳 😳 😳
Casi me lo creo posta, muy bien hecho!
¡Saludos escritora!
Imagino que el efecto debe ser general, sos terrible!
Generaste en mi los dos sentimientos que mas hibitualmente tengo adentro mio, anidando, haciendo cuevas y buscando explotar: calentura y ganas de matar.
A esos pibes los mataria despacio, haciendolos llorar, haciendole cosas para las que habria que crear palabras nuevas.
Y la pobre fionna que aventuras eh!? No la hagas sufrir tanto! 😉
Te dejo un beso enorme, me encanta como escribis aunque a veces me hagas revolver las tripas!
nunca mas contesto un mp!!! jejeje
al otro día no fuistes a la casa a matarlos a uno x uno???
besos!
Chevyta!
leeesandro, gracias por pasar y dejar tu comment, te lo agradezco de corazón.
pablo, de vos que puedo decir, me inspirás que sería de mis escritos sin la cómplice mirada tuya y de relojero.
chevyta, lo que quieras....
Gracias a todos.
F.
Me encanto la parte de tu encuentro, algo bastante normal hoy en dia y me fuiste llevando de la mano a otro sentimiento encontrado en tu relato. la ira, la bronca, las emocioones de violencia e impotencia que imagine vivio Fiona.
pero en definitiva tu relato me encanto, y lo bien que manejaste tiempos y situaciones!!
¡¡¡¡ la botella de cerveza ,estaba vacia ??? o te la tomaste al reaccionar ??
gracias por tu invitacion...
si te parece hacemos un encuentro, puede ser en tu casa o en la mia!!!
rodolfo322 P!oringuero[/color]
Pero no todos, todos, somos iguales, te lo digo yo 😉
Un beso muy grande. ;)
Gracias
GRACIAS POR INVITAR!!
es verdad amor, me desvirgaste.
Dicen que lo feo y lo bello, lo bueno y lo malo se encuentran y se contienen como un guante a una mano. Imagino una ronda redonda de culos penes garchando y siendo garchados, dando y recibiendo.
Tu relato tiene eso de excitante, donde se intercambian los roles con una rapidez ejaculatoria.
besos...
Besos
Puff! Llegué a tu relato. Y NUNCA te mandaría un MP con lo que me pareció un escrito tuyo! 😉
Para mí, el relato se dividió en 2 partes. La primera me calentó muchísimo! Tuve que acomodarme varias veces en mi silla porque... bueno, me apretaba el pantalón 😬
Estupenda descripción. Sos fantástica a la hora de garchar (en tus relatos, claro).
Pero la segunda parte, cuando pintó la violencia, debo confesarte que me puse muy mal. Me pintó una desesperación! Muy bien logrado.
Te felicito Fiona, excelente relato.
aunque con un final triste....
para la proxima q el venga a tu casa 😀 😀 😀 😀 😀
Olivia.