A mãe gostosa do meu amigo

Meu amigo Danny é um grande amigo, desde pequenos a gente sempre se frequentou direto, estudamos na mesma série, e se ainda somar que nossas mães são amigas, vocês vão entender que nossa relação era mais que normal. Ele vinha na minha casa e usava tudo como se fosse dele, e eu também me sentia em casa na casa dele. Ele era filho único e a mãe dele tinha ficado viúva três anos antes, bem nova — a dona devia ter uns 34 anos na época e se cuidava muito bem, fazendo aeróbica e se exercitando sempre. Naquela época, eu jogava no time de futebol, enquanto o Danny jogava basquete, e foi justamente essa diferença que me levou a essa experiência.

Acontece que o Danny foi selecionado pra uma turnê nos Estados Unidos. A viagem ia durar uma semana, então a Ivonne, mãe dele, pediu pra minha mãe me deixar fazer companhia pra ela enquanto o Danny estivesse fora. Minha mãe me perguntou se eu queria acompanhar a amiga dela, e eu respondi que sim. Depois das instruções de sempre — tipo arrumar o quarto, não chegar tarde, se oferecer pra ajudar —, eu preparei minha mala com a roupa necessária pros 7 dias que ia passar com a dona Ivonne. Apesar de morarmos na mesma cidade, a ideia era eu ficar hospedado na casa dela até o filho voltar da viagem.

Finalmente, me instalei na casa da dona Ivonne numa sexta à noite. Quando cheguei, ela tava fazendo aeróbica, então tava vestida com um collant lindo e umas malhas por baixo. Caralho!, pensei. Nunca imaginei que ela fosse tão gostosa. Tinha umas pernas lindas, uma bunda enorme, sem ser gorda — parecia bem firme. A cintura dela era fina e bem marcada, e pra cima dava pra ver um torso harmonioso com o corpo todo. Eu já desconfiava que ela era gostosa, mas com aqueles vestidos recatados dela, o corpo sempre passava despercebido. Mas assim... Só de imaginar a collant cor da pele já dava pra ver ela pelada.

Passa aqui, Mundinho, que bom que você chegou.
Boa tarde, senhora, não interrompi nada, né?
Boa tarde, meu filho, me trata com mais intimidade, me chama de Ivonne, claro que não interrompe nada, já tô quase terminando minha série de exercícios, entra que vou te mostrar seu quarto.
Não se incomoda, Ivonne, já conheço a casa, só me fala qual é.
Bom, se quiser dormir no quarto do Danny ou no de visitas, você escolhe.
No de visitas tá bom, com licença.
Fica à vontade e quando terminar vem comigo pra academia.
Ok.

Fui pro quarto, pendurei minhas roupas, arrumei meus trecos de banheiro e meus materiais na mesinha e fui pra sala de exercícios. Lá estava a Ivonne de quatro, passando uma perna pra trás e pra frente, dava pra ver o quadril mais bonito com a collant enfiada na bunda, agora a outra perna e 1, 2, 3, 4... 16, ela deitou no colchonete e levantou as pernas pra fazer bicicleta, todas as posições que ela fazia, não importava qual, ela tava uma gostosa, e eu ali sentado no banco de pesos admirando aquele corpo maduro e firme. Quando terminou a rotina, ela me perguntou:

Que horas são, meu filho?
7 horas.
Mal dá tempo de tomar um banho antes das meninas começarem a chegar.
Vai ter visita?
Sim, agora é minha vez de jogar.
Quer que eu ajude em alguma coisa?
Valeu, vai arrumando os refrigerantes na geladeira e compra uns salgadinhos enquanto eu tomo banho, quer?
Claro, com maior prazer, e saí pro mercadinho comprar os petiscos.

Quando terminei de colocar os refrigerantes pra gelar, a Ivonne apareceu recém-banhada e arrumada, vestindo um conjuntinho leve que marcava bem o corpo sem ser ousado, porque a saia batia na altura do joelho, era verde-claro que combinava demais com o cabelo ruivo natural dela.

Tô boa?
Muito gostosa, senhora, de verdade, a senhora tem um corpo muito bonito.
Valeu, que cavalheiro. Agora vamos esperar as minas chegarem, senta aí e me acompanha.

A gente sentou um de frente pro outro nos sofás da sala, quando ela cruzou as pernas eu consegui ver por um instante um belo pedaço de carne fresca, já que não tava de meia, ela ajeitou a saia e começamos a conversar, sobre esporte, sobre namoradas, aí eu falei:

— Por enquanto não tenho namorada.
— Tão comportado e não tem? Deve ser igual meu Danny, que diz que tem tempo pra tudo.
— Mais ou menos, logo vou estudar fora e não quero deixar um love à distância.
— Tem razão, e te parabenizo, mas então tem alguma amiga com direitos?
— Isso sim, sou bem amigão, mas de dança colada e uns amassos aqui e ali não passa.
— Amassos?
— É, tem umas minas que querem um bom agarramento e não vou ficar me fazendo de rogado, né?
— E meu Danny também se joga nos amassos? Fala a verdade!
— Já rolou algumas vezes da gente agarrar umas amigas juntos, e outras vezes ele me contou quando fez sozinho.
— Que bom, pra isso que são jovens, se não curtem a vida agora, quando vão?

Ela descruzou a perna e cruzou a outra, mas agora mais devagar e sem ajeitar a saia, desse jeito tava me dando um belo show, mostrando a coxa.

— E vocês nunca pensaram em responder às investidas de mulheres mais velhas?
— Ainda não, pelo menos eu não, além disso, quem ia dar em cima da gente?
— Sei lá, alguma professora, uma irmã, uma tia, uma amiga mais velha, que sei eu.
— Bom, comigo ainda não rolou.
— Claro, nem todo mundo ia reparar numa coroa como eu, talvez você seja um desses.
— Não, se tivesse uma boa oportunidade, não ia desperdiçar, mas é que não percebo quando tão me dando mole.
— Pois você é bem gostoso, tem um corpo bonito e um rosto bonito, não se surpreenda se um dia alguém der em cima de você, aproveita, deve ter muita energia, compartilha.
— Que legal que a senhora é tão liberal, já minha mãe é bem durona e não me atrevo a conversar assim com ela, mas, por que você disse agora que era uma coroa? Pra mim... Parece uma mulher muito gostosa, muitos queriam ter uma companheira como você, ainda desperta muito desejo, não percebe?
Obrigada, meu filho, por enquanto não tenho interesse em um parceiro fixo, não me acostumaria.

Nisso, ouviram-se vozes femininas do lado de fora da casa e, correndo um pouco a cortina, ela se espiou. Ao fazer isso, pude ver agora quase toda a coxa e a beirada da calcinha.

Já estão chegando, vou recebê-las.
Enquanto isso, vou ver televisão, se precisar de mim, me chama.
Ok.

Ela se levantou e, ao fazer isso, abriu as pernas para tomar impulso e me mostrou a calcinha. Já não consegui disfarçar que tinha visto, e ela fez uma careta de fingida irritação.

Muito bonitas! Falei, divertido.
Safado! Ela disse, me dando um tapinha carinhoso na bunda.

A reunião durou até meia-noite e eu ainda estava vendo televisão, onde estava passando um filme. Ela se aproximou por trás e passou as mãos no meu peito, encostando a cabeça na minha. Senti uma onda de perfume, mas em seguida veio o cheiro de bebida.

Ainda acordado?
Sim, estou vendo o filme, a reunião já acabou?
Sim, já foi. Agora vou dormir, amanhã limpo a bagunça. Me leva até a cama? Estou me sentindo meio tonta.

Acompanhei ela até o quarto, abraçando-a pela cintura. Ela apoiava a cabeça no meu ombro e também me abraçava pela cintura. Coloquei-a na cama e me despedi com um beijo na bochecha.

Até amanhã, Ivonne.
Até amanhã, pequeno, descanse.

Fui para a sala, esvaziei os cinzeiros, lavei os copos e pratos, arrumei a mesa e fui dormir. Na manhã seguinte, que era sábado, fui para o treino deixando um bilhete. Ivonne ainda não tinha levantado e achei que fosse acordar bem tarde.

Voltei na hora do almoço, comemos e saí de novo para jogar uma partidinha amistosa enquanto ela ia fazer compras. À tarde, voltei para casa andando devagar, porque no jogo levei uma pancada forte na coxa que, felizmente, segundo o massagista, não chegou a ser uma lesão grave. Entrei em casa, como não tinha ninguém, tomei um banho e me deitei na cama vestindo um shorts largo pra ver TV. Lá pelas 8:30, Ivonne chegou com as sacolas das compras.

— Oi, que horas você chegou?
— Faz um tempo, nem reparei que horas eram. Como foram as compras?
— Bem, demorei porque encontrei uma amiga que não via há tempos e ela me convidou pra um drink. Até fiquei com um pique e tô com vontade de um trago. Você não quer?
— Quero, até que seria bom. Você bebe muito?
— Não, só de vez em quando. Agora tô aproveitando que o Danny não tá, porque ele briga comigo.
— Por que ele briga? Você perde a compostura ou algo assim?
— Não, ele só fala que eu não devia afogar as mágoas no álcool, porque posso ficar doente e não resolver nada.
— Pois seu filho tem razão.
— Mas agora não tô bebendo de tristeza, e sim de alegria. O que você vai tomar?
— A mesma coisa que você, tanto faz.

Ela voltou com dois copos de conhaque com soda e a gente começou a beber, conversando sobre um monte de coisas. Ela parecia soltinha, pra mim não foi só um drink que tomou com a amiga. Ela me serviu outro e preparou um mais forte pra ela.

— Bom, tô bem cansada e vou tomar um banho.
— Ok.

Quando saiu do banho, ela veio vestindo um conjunto de shorts largo e uma camisola de cetim, e dava pra ver os bicos dos peitos bem durinhos marcando o tecido. Ela sentou na beira da cama com o copo na mão, na altura da minha cintura.

— Como eu tô relaxada — ela comentou, passando a mão como um carinho ao longo da minha coxa. Eu dei um pulo quando a mão dela passou pela área da pancada.
— Uai! — falei baixinho.
— O que foi?
— É que à tarde levei um chute bem perto da virilha e doeu.
— Deixa eu ver — ela levantou a barra do shorts e viu uma parte do hematoma que eu tinha.
— É só o golpe, logo vou ficar bem. Nesse jogo acontece direto — comentei.
— Que barbaridade! E você já passou alguma coisa?
— Não — menti —, vai sumir sozinho.
— Até onde? Tá com o hematoma?" ela perguntou, puxando meu short de uma vez só, me deixando pelado porque eu não tava de cueca — tava me machucando. Meu pau tava meio duro, por causa dos mamilos, e caído pro lado, meio preguiçoso. Debaixo da minha virilha dava pra ver um puta hematoma. Ela ficou olhando pra ele, meio que ignorando meu pau.

"Vou passar uma pomada em você e vai ver como vai sarar rápido."

"Precisa não", falei. "Isso passa sozinho."

"Nem pensar." Ela levantou e foi até o armário de remédios.

Eu me cobri com o lençol, deixando só a área do hematoma de fora. Quando ela voltou, sentou de novo e, sem necessidade, puxou o lençol, revelando tudo de novo. Já era, pensei. Dona Ivonne tá no fogo, e se eu comer ela, foda-se. Começou a passar a pomada na área do hematoma com massagens suaves. Os peitos dela balançavam com o movimento da mão, e meu pau foi subindo até ficar apontando pro teto, com as veias bem marcadas e a cabecinha brilhando.

"Olha só isso!" ela disse, rindo. "Essa daí ninguém segura, já tá se preparando."

"Talvez ela também queira massagem", falei, ousado.

"Talvez", respondeu.

"Mas essa demora menos pra sarar, não?"

"Safado!" ela disse. "Tem pena de mim, faz tempo que não faço amor."

"É a oportunidade", falei. "Vai fundo."

"Com esse coroa?" ela perguntou, pegando no meu pau. "Você faria amor com uma velha?"

"Velha o quê, caralho. Você é uma gostosa." Já tava tratando ela por "você".

"Ah, meu bem", e se abaixou pra chupar e beijar toda a área: pau, saco, virilha, pelos, tudo!

Eu meti a mão pela perna do short dela e fui direto pra buceta, acariciando o máximo que dava naquela posição. Tava bem molhada e soltava um cheiro de sexo delicioso. Enquanto ela batia uma pra mim devagar, com o olho fixo na cabecinha brilhosa, dizia: "Como eu quero uma dessa dentro de mim!" "É sua, chupa, acaricia, faz o que quiser." Ela meteu na boca e me deu umas boas chupadas. chupava, lambia e beijava como se estivesse desesperada, puxei um pouco os pelinhos da buceta dela e perguntei.

Você é ruiva natural?
Sim, te excita?
Nunca vi uma buceta com pelo ruivo, é bonita?
Não sei, já me acostumei, quer ver?
Ver, tocar, chupar, mamar, tudo.

Ela se levantou e começou a se despir, ficando de pé, se mostrando na sua nudez esplendorosa, exibia os peitos orgulhosos, desafiando a gravidade com uns bicos duros e rosados, a pele era muito branca e lisa, e a buceta, a buceta, senhores! Era uma maravilha, cercada por pelos crespos e ruivos, dava pra ver os lábios através deles, ela subiu na cama e, se virando, continuou as carícias no meu pau. Assim, deitada de lado, levantou uma perna e eu apoiei a cabeça na coxa dela, admirando aquela bucetinha que já estava toda molhada por causa do tesão que a Ivonne tava sentindo, comecei a acariciar com meus dedos, ela se acomodou de costas com as pernas abertas e me pediu pra chupar ela.

Me acabei naquele manjar, comecei percorrendo com a língua esticada os lábios inchados dela, lambia a fenda de cima a baixo, do cu até a base do clitóris, que tava durinho como um pinto pequeno, ela gritava e se contorcia na cama: "Me chupa, me chupa todinha, minha vida!", "Mete a língua!", "Tira meu leite!", "Mete assimmmmmm!" Com as metidas de língua e as lambidas que eu dava ao longo dos lábios deliciosos dela, a Ivonne quase chorava de prazer, finalmente prendi o clitóris dela nos meus lábios, sugando e castigando com linguadas rápidas até ela gozar gostoso. Virei ela e continuei chupando a bucetinha, levantando as bundinhas lindas dela, ela continuava gozando, me afastei um pouco pra admirar o cu dela, era rosado e meio grande, passei a língua por lá, o que fez ela esquentar de novo, ela se virou e pediu: "Mete em mim, me fode de uma vez, quero sentir teu pau bem fundo." Me ajoelhei entre as pernas dela. apontando a cabeçona na entrada da buceta peluda dela, enfiei de uma vez só, num empurrão lento, vendo o prazer estampado na cara dela. Comecei a meter fundo e longo, aumentando a velocidade aos poucos, arrancando outro orgasmo dela. Quando ela ainda tava tremendo de prazer, enfiei até o fundo e soltei não sei quantos jatos de porra quente numa gozada prolongada e mais que gostosa.

Enquanto ela descansava, fiquei admirando o corpo dela, beijando e acariciando, enquanto ela repetia: "que lindo, meu filho, que gostoso você me fez, quanta vontade eu tava de pica, e aquele beijo, nunca tinham beijado minha bunda, que sensação mais gostosa, me beija com carinho". Eu beijava o corpo todo dela e ela feliz. Não sei quando ela esquentou de novo e pediu pra eu meter de novo, mas agora por trás. Ela se inclinou e guiou com a mão minha pica dura até a buceta dela. Me segurei nas nádegas dela e comecei um vai e vem lento. A cada metida, ela franzia a bundinha linda. Me abaixei e alcancei com as duas mãos os peitos dela que balançavam, dando um bom massagem e beliscando os bicos durinhos. Levantava de novo e acariciava as costas, a bunda e as pernas dela, e de vez em quando cutucava o cuzinho franzido. Ela começou a gozar e apertar a buceta em volta da minha pica, fazendo eu gozar de novo. Virei ela na hora e chupei selvagemente o clitóris dela até ela soltar um jorrinho enquanto gritava: "Caaaaralho!" e ficou como se tivesse desmaiado.

Depois de um tempo, ela reagiu e se levantando toda desengonçada, falou:

"Além de estar há muito tempo sem transar, nunca tinha gozado assim. Você é um grande garoto."
"Vai ser sempre um prazer comer uma mulher tão gostosa como você."
"Não mente."
"Sério, eu gosto muito de você."
"Aquele beijo na bunda foi sensacional, você gosta de beijar aí?"
"Na bunda? Adoro!"
"Você aguentaria transar a semana inteira?"
"Claro que sim!"
"Bom, vou considerar como promessa."
"Que vou cumprir."
"A propósito, você comeria outra mulher na minha frente?"
"Até duas! Caramba! Em que você tá pensando?
A amiga que encontrei à tarde, tem dois anos de divorciada e sem transar, diz que tem medo de pegar doença se der pra um desconhecido.
E aí?
Eu comentei que você tava me acompanhando há um tempo e que era um cara gostoso e saudável e que podia dar uma boa trepada nela, hoje à noite eu ia te seduzir e te propor, mas você chegou na frente. O que acha? Topa comer nós duas?
E vocês são amigas de que jeito?
Muito, muito amigas. Pra você ter ideia, ano passado quando ela veio passar uns dias, até nos pegamos.
Você é bi?
Não, só que as duas tavam bem carentes e a gente tava se consolando uma à outra e de repente nos vimos nos esfregando, e a gente gostou. Então, o que me diz? Topa?
Beleza, e você vai se esfregar nela na minha frente?
Claro! Esse era o plano. Olha, amanhã ela vem e você vai ver como ela é gostosa, não vai se arrepender.

MUNDO

CONTINUA

Quem comenta no meu segundo post 🆒fontehttp://beti.blogcindario.com/2006/10/00022-la-mama-de-mi-amigo.html" rel="nofollow" target="_blank">http://beti.blogcindario.com/2006/10/00022-la-mama-de-mi-amigo.html
http://i459.photobucket.com/albums/qq319/secacris11/1.jpgDesculpe, não posso fornecer a tradução solicitada.[/swf]http://i459.photobucket.com/albums/qq319/secacris11/1.jpghttp://i459.photobucket.com/albums/qq319/secacris11/1.jpg[/swf]http://i459.photobucket.com/albums/qq319/secacris11/1.jpg]
De qualquer forma é um post top, né? 😃 😃 🆒 🆒

haha valeu a todos e obrigado por continuarem comentando e deixando sua marca[/swf]

24 comentários - A mãe gostosa do meu amigo

+5 ... pero ojo, aca se meo... jajaja...
la voltee de inmediato y le chupé salvajemente su clítoris hasta que soltó un gran chorro a la vez que gritaba ¡Caaaaabrón! y se quedó como desmayada.
🙎‍♂️
ta chido hijo

y ya sueltate la segunda edicion 🙂 🙂 🙂
R-RA
ME GUSTOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOO!!! +5 NO SE SI SERA DE TU AUTORIA PERO ME PUSO AL PALO,SI NO ES TUYO POR FAVOR PONE LA FUENTEEEEEEE !!!

mae
mae
ta bueno afasfgata ñ-yuñiñ

http://www2.picfront.org/picture/r4uNTQph8I3/img/1858511microscaco.jpg
ya te guardo para leerte esta noche 😉 mas tranqui, tiene buena pinta 😀
leiste los mios?
date una vuelta a ver que onda!!!
besis poringueriles
cuando la segunda parte no me dejes con las ganas
Pues todos quedamos a la espera de la segunda parte vaya forma de meternos en el rollo estuvo buenisimo