Aqui vai a primeira parte do relato e o final.
Tudo é 100% real, nada foi inventado!!!!
A melhor época da vida de uma garota é o colégio. Sem pressão, nem responsabilidades. Eu tive a sorte de ter uma irmã gente boa que me cobria com meus pais toda vez que eu chegava meio mamada ou dava um perdido por aí com alguém.
Meu primeiro namorado eu tive aos 15, a gente ficou 6 meses, ele me desvirginou (pela frente, óbvio), mas nunca chupei ele, não sei por quê, sempre me deu um certo receio. Minhas amigas me zoavam e falavam que eu tinha que entregar a tromba de uma vez.
No último aniversário de 15 do grupo de amigas, a aniversariante exagerou na festa e convidou mais de 200 pessoas, incluindo uns amigos do irmão dela da capital. Tinha um cara loiro, alto, grandão, um tesão!!! Uma cara de safado filho da puta, daqueles que sabem que são gostosos e te fazem desejar só de olhar. Eu vi ele à tarde sem camisa e pensei: "esse eu vou pegar". Então, à noite, pra festa, superprodução!!!
Gastei uns 600 conto e comprei um vestido vermelho opaco, com um decote longo nas costas, uma fio-dental boa, daquelas que seguram com uma argolinha de metal. O vestido atrás deixava ver a fio-dental e uma tatuagem tribal na base da raba, e na frente eram dois retalhos unidos por uma correntinha na altura dos peitos que ia até embaixo do umbigo, destacando o piercing na barriga. Maquiagem e cabelo impecáveis, e fui assim.
Me mostrei super-vadia, dancei e me mexi como a maior puta, mas o cara nem me deu bola. Cheguei perto com uma amiga e a gente dançou meio de ladinho, pra chamar atenção e esquentar o clima, mas nada, o filho da puta nem me cumprimentou. Então, meio puta, comecei com o New Age. Na segunda garrafa, já não aguentava mais, super mamada e ainda tava morrendo de vontade de mijar. Fui no banheiro e, quando ia entrar, me agarraram pelo braço e me levaram pra um quartinho pequeno, tipo de serviço. Quando olhei, era o loiro!!!
Sem dizer nada, começou a me chupar, literalmente, a boca, a língua, o Pescoço.
Eu passava a mão no corpo todo dele, não era carinho, era mão pesada, como se ele quisesse aliviar o tesão na hora. Nem preciso dizer que eu adorava, toda aquela brutalidade.
Meu vestido já não escondia mais as tetas e ele me tocava cada vez mais, então eu também comecei a passar a mão nele, do mesmo jeito bruto.
Peguei na bunda dele, redonda e toda dura, e quando cheguei na frente… Tava durasso, e quando olhei pra baixo, ele me segurou pelos ombros e me empurrou pra baixo, e eu fiquei de joelhos.
Quando ele abriu o zíper e eu vi, tinha uma rola completamente depilada, nem um fio de cabelo, o safado. E na mesma hora pensei: tenho que chupar esse cara, olha que pica, um luxo, sem pelo, cheirosa e tudo.
Não era muito grande nem comprida, mas era bonita.
Nessa altura, com aquela rola na minha cara, peguei com uma mão, puxei pra direita, como se fosse esticar, e comecei a beijar o tronco dela (lembrei do Fabio Posca, “tronco, tronco, cabeça, toda”), passava a língua e apertava a pontinha com a mão, devagar, fazendo uma espécie de punheta só na cabeça.
Depois, puxando a pele pra trás, deixei a cabeça aparecer, meio cinza e rosa, redonda e esticada, bem molhadinha, e aí, levantando o olhar, olhando pra ele, soltei um gemido de satisfação e passei a língua devagar na frestinha e meti na boca, mas só a pontinha, viram que dizem que não é pecado!!!
O cara se animou e me segurou pela nuca, e meio tímido começou a se mexer pra frente e pra trás, como se tivesse me comendo, o que me fazia perder a concentração, então olhei pra ele e, alternando palavras com chupadinhas, falei: “meu amor, fica quieto, quer?” Ele me olhou e disse: “é que eu tô ansioso e muito tarado”. Eu sorri e continuei com o meu. Ele começou a acariciar meus peitos e me tocava, fazendo bolinhas num mamilo. Não gostava muito, mas me fazia sentir uma puta, o que me deixava ainda mais com tesão.
Agora eu metia ela toda. dentro da boca, mexendo minha cabeça e contorcendo meu corpo, sempre de olhos abertos e vendo as reações dele.
Ele continuava com a mão no meu pescoço, mas só acompanhava minhas idas e vindas.
Fazia só uns minutos que a gente tava nessa situação e eu tava muito tesuda, adorava chupar ele, me dava um calor danado, e pelo jeito que o cara tava, dava pra ver que eu era uma boa “head master”, como os caras chamam.
A piroca tava duríssima, com todas as veias marcadas e a cabeça bem inchada.
Vi que ele, quando eu tirava a boca pra beijar a virilha dele e meter os dedos dele na minha boca, pegava na própria piroca e batava uma, então tirei a mão dele e comecei a fazer eu mesma, tipo: peguei com uma mão, e só com dois dedos e o polegar, puxava a pele da cabeça pra frente e pra trás, e quando eu metia de novo na boca, fazia a mesma coisa, mas descia a mão até a base do tronco e apertava forte, parecia que a cabeça ia explodir!!!
Assim continuei pelo que foram os 10 minutos mais longos da história.
Num momento, escuto, entre gemidos e reclamações: “tô chegando, o que você vai fazer?”
Eu, super empolgada, deixando a ponta da piroca perto dos meus lábios, e dando uns chupões entre uma palavra e outra, com minha melhor voz de puta, falo: “Como assim ‘o que vou fazer’? Não entendi, amor” E quando terminei de falar a última palavra, no último chupão, sinto o primeiro jatinho na língua.
Não sabia o que fazer, queria morrer, eram jatos pequenos e meio espaçados por um segundo. Aí pensei: se eu sair e sujar meu vestido, me mato de verdade, então achei que o mais higiênico naquele momento era ficar e pronto, deixar ele gozar. Ele deve ter adorado esse pensamento, né???
Num flash, me vi ajoelhada, com o vestido levantado, os peitos de fora, chupando a piroca dele (feito uma puta, com olhares, gemidos e tudo) de um cara que eu conhecia fazia só um dia e recebendo toda a porra com a postura de uma rainha.
Quando ele terminou de gozar (jeje, achei engraçado o trocadilho, que burra, né?), com o pau dele ainda na minha boca, olhei pros lados e cuspi tudo num pano velho que tava jogado ali.
Ele tava com a cabeça pra trás, então não me viu fazer aquilo, acho que deve ter contado pros amigos que engoli tudo, mas bom, a essa altura já não tava nem aí.
Olhei pela última vez pra rola dele e uma gotinha escorria, bem do "olhinho", aí ele já tinha voltado a si e me encarava. Eu, sem baixar o olhar, encostei meus lábios no buraquinho e chupei, tipo suguei. Je, tirei até a última gotinha.
Ele guardou o pau. Me beijou, não sei por que, como se quisesse me mostrar que me queria, suponho?? Isso foi estranho, não entendi, já que eu ainda tinha a boca cheia de porra.
Enxaguei a boca numa pia que tinha e arrumei o vestido.
O cara ficava dizendo que nunca tinha acontecido nada assim com ele. Que não queria que acabasse ali. Que queria ir pra um motel. Que queria retribuir o favor e não sei quantas coisas mais.
Resumindo, ficou por isso. Eu tive que ir com meus pais, que foram me buscar no aniversário (mesmo com 16 anos, eles ainda me controlavam bastante, mas a gente sempre dá um jeito, je).
A gente conversou algumas vezes por chat, mas não vi ele mais.
Só que quando cheguei em casa, tirei a calcinha toda molhada e me toquei, mas isso já é outra história.
Saudações e espero que tenham gostado.
Já sabem, aceito críticas e sugestões.
Beijos.
Tudo é 100% real, nada foi inventado!!!!
A melhor época da vida de uma garota é o colégio. Sem pressão, nem responsabilidades. Eu tive a sorte de ter uma irmã gente boa que me cobria com meus pais toda vez que eu chegava meio mamada ou dava um perdido por aí com alguém.
Meu primeiro namorado eu tive aos 15, a gente ficou 6 meses, ele me desvirginou (pela frente, óbvio), mas nunca chupei ele, não sei por quê, sempre me deu um certo receio. Minhas amigas me zoavam e falavam que eu tinha que entregar a tromba de uma vez.
No último aniversário de 15 do grupo de amigas, a aniversariante exagerou na festa e convidou mais de 200 pessoas, incluindo uns amigos do irmão dela da capital. Tinha um cara loiro, alto, grandão, um tesão!!! Uma cara de safado filho da puta, daqueles que sabem que são gostosos e te fazem desejar só de olhar. Eu vi ele à tarde sem camisa e pensei: "esse eu vou pegar". Então, à noite, pra festa, superprodução!!!
Gastei uns 600 conto e comprei um vestido vermelho opaco, com um decote longo nas costas, uma fio-dental boa, daquelas que seguram com uma argolinha de metal. O vestido atrás deixava ver a fio-dental e uma tatuagem tribal na base da raba, e na frente eram dois retalhos unidos por uma correntinha na altura dos peitos que ia até embaixo do umbigo, destacando o piercing na barriga. Maquiagem e cabelo impecáveis, e fui assim.
Me mostrei super-vadia, dancei e me mexi como a maior puta, mas o cara nem me deu bola. Cheguei perto com uma amiga e a gente dançou meio de ladinho, pra chamar atenção e esquentar o clima, mas nada, o filho da puta nem me cumprimentou. Então, meio puta, comecei com o New Age. Na segunda garrafa, já não aguentava mais, super mamada e ainda tava morrendo de vontade de mijar. Fui no banheiro e, quando ia entrar, me agarraram pelo braço e me levaram pra um quartinho pequeno, tipo de serviço. Quando olhei, era o loiro!!!
Sem dizer nada, começou a me chupar, literalmente, a boca, a língua, o Pescoço.
Eu passava a mão no corpo todo dele, não era carinho, era mão pesada, como se ele quisesse aliviar o tesão na hora. Nem preciso dizer que eu adorava, toda aquela brutalidade.
Meu vestido já não escondia mais as tetas e ele me tocava cada vez mais, então eu também comecei a passar a mão nele, do mesmo jeito bruto.
Peguei na bunda dele, redonda e toda dura, e quando cheguei na frente… Tava durasso, e quando olhei pra baixo, ele me segurou pelos ombros e me empurrou pra baixo, e eu fiquei de joelhos.
Quando ele abriu o zíper e eu vi, tinha uma rola completamente depilada, nem um fio de cabelo, o safado. E na mesma hora pensei: tenho que chupar esse cara, olha que pica, um luxo, sem pelo, cheirosa e tudo.
Não era muito grande nem comprida, mas era bonita.
Nessa altura, com aquela rola na minha cara, peguei com uma mão, puxei pra direita, como se fosse esticar, e comecei a beijar o tronco dela (lembrei do Fabio Posca, “tronco, tronco, cabeça, toda”), passava a língua e apertava a pontinha com a mão, devagar, fazendo uma espécie de punheta só na cabeça.
Depois, puxando a pele pra trás, deixei a cabeça aparecer, meio cinza e rosa, redonda e esticada, bem molhadinha, e aí, levantando o olhar, olhando pra ele, soltei um gemido de satisfação e passei a língua devagar na frestinha e meti na boca, mas só a pontinha, viram que dizem que não é pecado!!!
O cara se animou e me segurou pela nuca, e meio tímido começou a se mexer pra frente e pra trás, como se tivesse me comendo, o que me fazia perder a concentração, então olhei pra ele e, alternando palavras com chupadinhas, falei: “meu amor, fica quieto, quer?” Ele me olhou e disse: “é que eu tô ansioso e muito tarado”. Eu sorri e continuei com o meu. Ele começou a acariciar meus peitos e me tocava, fazendo bolinhas num mamilo. Não gostava muito, mas me fazia sentir uma puta, o que me deixava ainda mais com tesão.
Agora eu metia ela toda. dentro da boca, mexendo minha cabeça e contorcendo meu corpo, sempre de olhos abertos e vendo as reações dele.
Ele continuava com a mão no meu pescoço, mas só acompanhava minhas idas e vindas.
Fazia só uns minutos que a gente tava nessa situação e eu tava muito tesuda, adorava chupar ele, me dava um calor danado, e pelo jeito que o cara tava, dava pra ver que eu era uma boa “head master”, como os caras chamam.
A piroca tava duríssima, com todas as veias marcadas e a cabeça bem inchada.
Vi que ele, quando eu tirava a boca pra beijar a virilha dele e meter os dedos dele na minha boca, pegava na própria piroca e batava uma, então tirei a mão dele e comecei a fazer eu mesma, tipo: peguei com uma mão, e só com dois dedos e o polegar, puxava a pele da cabeça pra frente e pra trás, e quando eu metia de novo na boca, fazia a mesma coisa, mas descia a mão até a base do tronco e apertava forte, parecia que a cabeça ia explodir!!!
Assim continuei pelo que foram os 10 minutos mais longos da história.
Num momento, escuto, entre gemidos e reclamações: “tô chegando, o que você vai fazer?”
Eu, super empolgada, deixando a ponta da piroca perto dos meus lábios, e dando uns chupões entre uma palavra e outra, com minha melhor voz de puta, falo: “Como assim ‘o que vou fazer’? Não entendi, amor” E quando terminei de falar a última palavra, no último chupão, sinto o primeiro jatinho na língua.
Não sabia o que fazer, queria morrer, eram jatos pequenos e meio espaçados por um segundo. Aí pensei: se eu sair e sujar meu vestido, me mato de verdade, então achei que o mais higiênico naquele momento era ficar e pronto, deixar ele gozar. Ele deve ter adorado esse pensamento, né???
Num flash, me vi ajoelhada, com o vestido levantado, os peitos de fora, chupando a piroca dele (feito uma puta, com olhares, gemidos e tudo) de um cara que eu conhecia fazia só um dia e recebendo toda a porra com a postura de uma rainha.
Quando ele terminou de gozar (jeje, achei engraçado o trocadilho, que burra, né?), com o pau dele ainda na minha boca, olhei pros lados e cuspi tudo num pano velho que tava jogado ali.
Ele tava com a cabeça pra trás, então não me viu fazer aquilo, acho que deve ter contado pros amigos que engoli tudo, mas bom, a essa altura já não tava nem aí.
Olhei pela última vez pra rola dele e uma gotinha escorria, bem do "olhinho", aí ele já tinha voltado a si e me encarava. Eu, sem baixar o olhar, encostei meus lábios no buraquinho e chupei, tipo suguei. Je, tirei até a última gotinha.
Ele guardou o pau. Me beijou, não sei por que, como se quisesse me mostrar que me queria, suponho?? Isso foi estranho, não entendi, já que eu ainda tinha a boca cheia de porra.
Enxaguei a boca numa pia que tinha e arrumei o vestido.
O cara ficava dizendo que nunca tinha acontecido nada assim com ele. Que não queria que acabasse ali. Que queria ir pra um motel. Que queria retribuir o favor e não sei quantas coisas mais.
Resumindo, ficou por isso. Eu tive que ir com meus pais, que foram me buscar no aniversário (mesmo com 16 anos, eles ainda me controlavam bastante, mas a gente sempre dá um jeito, je).
A gente conversou algumas vezes por chat, mas não vi ele mais.
Só que quando cheguei em casa, tirei a calcinha toda molhada e me toquei, mas isso já é outra história.
Saudações e espero que tenham gostado.
Já sabem, aceito críticas e sugestões.
Beijos.
34 comentários - Tomando coragem (completo)
Loco un solo coment????
Esta buenisimo que tu primer post sea un cuento y sobre todo, de tu autoria. Hay algunas faltas de ortografia tambien, pero nada muy terrible! Me alegra mucho que esta comunidad crezca de esta forma.
Te recomiendo los cuentos de raveon, relojero, fionnahoty80 que son muy buenos... Yo tambien escribo, pero ahi tenes que decir vos que te parecen, si tenes ganas! 😬
Por ultimo, cuando recarguen los puntos son tuyos, ahora no tengo! 🤷 Beso enorme y bienvenida!
Saludos
besitos y feliz año
Bienvenida/o-
🤤 🤤 🤤 🤤 🤤 🤤 🤤 🤤 🤤 🤤 🤤 🤤 🤤 🤤 🤤 🤤 🤤 🤤 🤤 🤤 🤤 🤤 🤤 🤤
Segui asi...
😃 😉
Y sobre todo me calienta mas saber que fue verdad
Besotesssssssssssssssssssss
ahoa esperp q pases por mis post 😐
Y voy a seguir con estos realtos. Si gustan tiren ideas!!!
Besos
postea cosas . los videos que me mostraste que te dejan de la cavesa
sacate fotos onda poringuera
pasa dale? http://taringa.net/perfil/139436
y me firmas aver qu te parece 🆒
jaja 😉
bueno che pasate por mis post y mira avcer que te parece dale ?
Besos. 🙂
Es fresco, es espontáneo, vale.
Te dejo besos y espero que sigas escribiendo.
F.
gracias por regalarme algo de frescura ya que nada supera para mi al relato de lo que, como se nota lo viviste en carne propia.
me dejaste mal, muy caliente como hace rato nada lo hacía, me voy a leer el otro 😉