Que porca eu sou.
Já era tarde e eu esperava na estação a chegada do meu trem. De repente, bateu uma vontade enorme de ir ao banheiro. Só tinha quatro cabines e eu entrei na última. Quando estava terminando, ouvi batidas na parede e uma voz de homem disse: — Pode me fazer um favor? — Sim — respondi. — Acabei o papel, dá pra me passar um pouco do seu rolo? — Desculpa — falei — mas quase não tenho. Mas já já termino e vejo como te ajudo. Me limpei e saí pra buscar papel. Logo depois, apareci na porta do meu vizinho de privada e disse: — Olha, moço, não tem mais papel. Ele respondeu: — E como é que eu me viro agora? — Eu hesitei, mas falei: — Posso te ajudar, posso te deixar bem limpinho. Houve um silêncio, mas a porta se abriu. — Entra — e lá estava sentado aquele senhor, devia ter uns 75 anos, muito magro e com as calças nos joelhos. A gente se olhou e ele sorriu. — Que situação, né? — Bom — respondi —, tudo se resolve. Tirei minha jaqueta e arregaçei as mangas da camisa até os cotovelos. Me ajoelhei na frente dele e abaixei as calças até os tornozelos. O pau dele descansava no assento da privada, era bem comprido e meio arroxeado, os ovos enormes e muito peludos, assim como as pernas e a barriga. Com a mão esquerda, peguei na vara dele e afastei, senti que estava crescendo. Olhei nos olhos dele e falei: — Você tem uma buceta linda... quer dizer, um pau lindo. Posso beijar? Ele disse: — Faz o que quiser. Comecei beijando a cabecinha dele, e sem mais, meti na minha boca. Já tava enorme. Com a outra mão, acariciava os ovos dele e, em seguida, fui pro cu dele. Ele tinha os pelos bem compridos e estavam meio pastosos de merda. Acariciei o furinho e ele começou a suspirar. Com meus dedos, peguei os restos de bosta e passei no pau dele de cima a baixo, depois comecei a chupar. Minha boca e cara já estavam cobertas com o chocolate dele. Limpei ele de novo e repeti a operação até que ele soltou uma porra descomunal, que eu me apressei em comer até a última gota. Depois, mandei ele virar e terminei de limpar o cu dele a lambidas. Ele se levantou e disse: — Então, gostosa, como é que você se chama? —Agradeço? Me dá dois bons sanduíches.
— E ele fez isso, quase me jogou no chão. Lavei as mãos e saímos, mas o trem já tinha partido.
— E agora, o que a gente faz? — ela me disse.
— Também perdi o trem.
— A gente pode procurar uma pensão até amanhã — ela disse.
— Tá certo — respondi.
Encontramos uma perto, mas só tinha uma cama de casal. Disfarçamos, dizendo que éramos tio e sobrinha e que não tinha problema.
12 comentários - Que cerda soy
pero la verdad un relato original!!!
TiNcHo511 - La Banda de P!
que es guacareo?
muy interesante relato.
Es bueno saber \"contar\" cositas cochinas
cuando logramos el objetivo ( de conmover ) es porque el relato estuvo genial.
felicitaciones