Cerrajero velho fode a gostosa (futura putinha)

Depois de ler meus contos, uma amiga minha topou comentar a história dela..
relato real, mas como todo mundo sabe, a gente troca os nomes pra não dar problema com o parceiro atual dela.
Ela também me disse que, se vocês gostarem do relato, é bem provável que ela vire a Poringa Girl 🙂
Então é só esperar que vocês curtam tanto quanto eu curti enquanto transcrevia tudo dos lábios lindos dela.

"Meu nome é Pamela, tenho 23 anos e faz onze meses que sou casada com o Paul. Ele tem 25 anos, é um cara muito gato, por isso casei com ele e também porque sou muito apaixonada. Eu sou uma garota magra, tenho 1,70m, pele branca. Não sou uma mulher linda, mas dá pra dizer que sou uma gostosa, com um corpo bonito: uma bunda empinada e firme, e na frente, mesmo não sendo grandes, são firmes e durinhas. Lembro quando eu estudava no ensino médio e não faltava um moleque careca pra falar alguma coisa sobre minhas nádegas, porque eu adorava usar umas minissaias. Bom, sempre fui uma garota que gostou de se vestir sexy, por isso o Paul me notou e me fez esposa dele. Conheci ele através de uma amiga da faculdade, num rolê que a gente teve, e ela o convidou. Depois disso, eu e o Paul começamos a nos falar mais e viramos namorados. E, segundo informações da minha amiga, o Paul era um quebra-corações. Bom, o Paul é contador e trabalha numa empresa de refrigerantes. Já faz mais de um ano que ele trabalha lá, por isso não tivemos chance de fazer nenhuma viagem no nosso casamento. Então, depois do casamento, viemos morar num apartamento que ele já tinha comprado pra gente. Tudo era muito feliz. O Paul me comeu naquela noite e me senti muito bem, porque antes de casar a gente não tinha transado, e foi minha primeira vez. E tudo isso me fez muito feliz naquela noite. Desde então até hoje, o Paul sempre me come do mesmo jeito, na mesma posição de papai e mamãe, e também não me faz propostas de sexo oral ou outras coisas. Ele é um homem que acha essas coisas obscenas. e que só fazem isso as putas ou as mulheres fáceis, algo que não me desagradava, pois me sentia cheia e satisfeita com o que o Paul me fazia na cama, e também porque eu não conhecia um mundo novo que agora conheço há dez meses, e é a história que vou contar, que começou há um mês.

Nos apartamentos onde moramos, tem vizinhos muito agradáveis e sociáveis, nos damos bem com todo mundo, era um lugar muito bonito pra viver, não tinha nada que afetasse minha tranquilidade. O único problema e algo que me incomodava muito é que do lado da entrada do condomínio tinha barracas comerciais, e a que ficava bem ao lado da entrada do lado direito era uma oficina de chaveiro, onde sempre tinha um grupo de senhores de uns 40 a 50 anos, e eles passavam o tempo bebendo álcool. Quando eu saía com o Paul, eles sempre me encaravam, como se quisessem me despir, e com luxúria murmuravam entre eles. Eu rapidamente desviava o olhar pra que o Paul não percebesse, já que não queria causar problema. Um dia, eu estava indo sozinha pra casa dos meus pais, de visita, e como já comentei, meu gosto por usar roupas sexy, coloquei uma mini preta bem justinha e um top branco. Ao sair dos apartamentos, lá estavam eles de novo, a bola de velhos bêbados fazendo bagunça e, como de costume, bebendo. Ao passar por ali, um deles se levantou, era um velho gordo, digamos, com barriga, feio, moreno, com uns 1,80 de altura. Quando ele se aproximou de mim, fiquei com um pouco de medo, pois achei que ia tentar me agarrar e me assustei muito, mas ele só chegou perto pra me dizer:

- Mamacita, que bunda gostosa, adoraria apalpar ela.

Eu fiz que não ouvi nada e continuei andando mais rápido, e só ouvi os velhos rindo porque ele tinha feito aquilo. Na volta pra casa, tive medo de encontrá-los de novo, mas meu alívio foi que a oficina estava fechada. Imaginei que eles tinham acabado bêbados e ido dormir, e fui embora sem me preocupar. Dois dias depois, eram umas 3 da tarde, eu... tava indo pegar umas coisas na casa da minha mãe e pensei que aqueles velhos podiam estar de novo na saída, então saí dos apartamentos. mas pra minha sorte, o local tava fechado, então já que não tinha nenhum daqueles caras lá fora, fiquei esperando um táxi que pudesse me levar pra casa dos meus pais. tava parada perto da loja de chaveiro, onde os caras se reuniam, quando num silêncio, depois que os carros pararam de passar, ouvi umas vozes lá dentro. pensei que fossem os bêbados bebendo lá dentro, mas não sei qual foi minha curiosidade pra descobrir, que me aproximei um pouco mais pra escutar e consegui ouvir uma voz feminina e ouvi:

- quero mais cock!! Dom Lucas, me dá mais!!!
- mmmmm quero comer seu cock, Dom Lucas!!

isso causou uma reação de surpresa e ao mesmo tempo mais curiosidade. queria saber o que tava rolando lá dentro, talvez pelo tesão daquelas palavras, e me aproximei o máximo que pude. por uma janelinha que tinha na lateral do local, vi o mesmo velho que tinha chegado perto de mim daquela vez e imaginei que era o chaveiro e dono do lugar, com as calças abaixadas e uma senhora meio gorda, uns 45 anos, ajoelhada e pelada, fazendo um boquete. ela metia e tirava um pauzão enorme, que me deixou surpresa como cabia naquela boca. aquele membro enorme tinha uma cabeçona vermelha e brilhante por causa da saliva da senhora. o velho só fechava os olhos e a cara dele cheia de prazer enquanto aquela senhora devorava ansiosamente o pau dele. o velho só exclamava:

- ahgg ahh sim, come ele todinho ahh
- AHh ahh assim assim, chupa ele todinho, dona Cláudia AAHHH!!!
- AHHh chupa assim, puta!!! ahhh

não sei como consegui ficar observando tudo aquilo, mas alguma coisa não me deixava ir embora. tava de boca aberta, surpresa e ao mesmo tempo um pouco excitada com o que meus olhos viam. deviam ter sido uns 7 minutos que fiquei ali vendo aquela senhora, até que de repente vi a convulsão do velho e ele disse:

- já vou gozar Dona Cláudia, abre essa boquinha!!! Pra provar meu leite!!!

Ele tirou o pauzão enorme da boca da senhora e começou a bater uma mais forte. A senhora só ficou de boca aberta esperando a descarga. De repente, os jatos de porra começaram a sair do pau do velho e ele jogou tudo na boca dela, espalhando pela cara toda. A senhora só colocava a língua pra fora pra lamber o leite que tinha ficado perto da boca. Depois de descarregar tudo, o velho pegou o membro dele e começou a passar na cara da senhora, batendo nas bochechas e nos lábios dela com o pau. A senhora só esticava a língua tentando alcançar aquele pedaço de carne. Tudo que eu tava vendo, em outro momento, teria me parecido nojento e obsceno, e naquele momento parecia mesmo, mas também tava me excitando. Não sei por quê, descobri algo novo em mim. Logo em seguida, o velho falou:

- Já foi, sua puta, ficou bem banhadinha do meu leite. Agora limpa ele bem pra próxima vez eu te dar mais da sua porra!!!

Nisso, a senhora começou a limpar com a língua aquele membro enorme, e o cara, quando virou o rosto pra cima de prazer, olhou pra janelinha. Eu, rapidamente, como um impulso, reagi e saí de lá. Não sei se ele me reconheceu. Quando eu tava saindo do local, um senhor que pensei que fosse amigo dele me disse:

- Procura o Dom Lucas, mocinha.

Eu só consegui responder:

- Hã, sim... mas acho que ele não tá.

O velho me olhou estranho e só respondeu:

- É, talvez ele tenha saído ou deve estar fazendo algum trabalho aí dentro. Não apareceu na janela.

- Não, claro que não. Só bati umas vezes, mas acho que já vou. Volto mais tarde.

Respondi e fui andando, peguei um táxi rapidinho. Já no táxi, ainda me sentia excitada com o que tinha acabado de ver uns instantes atrás. Na minha mente, só lembrava daquela imagem da senhora chupando aquele instrumento enorme. E também preocupada, porque pensava que Dom Lucas agora já sabia o nome dele. Talvez ele tivesse me visto espiando eles, e quem sabe... Reconhecido, se fosse assim, o que pensariam de mim? Que eu tava vendo aquelas coisas, talvez iam achar que eu queria estar observando aquela cena bem obscena. Cheguei na casa da minha mãe e até ela percebeu meu nervosismo, me perguntou o que tinha acontecido, só falei: "Nada, mãe, é que vim um pouco agitada". Fiquei lá até umas seis da tarde, peguei as coisas que fui buscar e peguei outro táxi pra voltar pra minha casa. De novo, na solidão do táxi, imaginei aquela cena e outra vez veio aquela descarga de excitação. Eu sabia que não era certo sentir aquilo, queria esquecer. Quando tava chegando, lembrei que seu Lucas tinha me descoberto, ainda com esperança de que ele não tivesse me reconhecido de verdade e não soubesse que era eu que tinha estado observando. Desci do táxi e, sim, a loja tava aberta e lá fora seu Lucas, dessa vez sozinho. Meu coração tava batendo forte, porque eu tinha que passar perto dali e imaginei que ele talvez fosse falar algo por eu ter espionado ele e a amante dele. Mas não quis virar pra olhar, só caminhei. E quando olhei de volta pra lá, ele tava sentado e me encarando. De repente, ele deu um sorriso bem debochado, e com aquele olhar percebi que ele já sabia que era eu que tinha estado observando eles. Desviei o olhar e continuei andando, entrei nos prédios e rapidamente entrei em casa. Tava meio assustada, pensando: o que aquele velho vai achar de mim, que eu tava ali vendo eles? Não quis pensar mais nisso e fui tomar um banho. Quando saí do banho, sozinha, não consegui evitar que aquelas lembranças voltassem: a senhora toda melada de porra daquele velho. E de novo aquela descarga de excitação. Não sei o que tava acontecendo comigo. Depois, mais tarde, umas dez da noite, o Paulo chegou do trabalho. Recebi ele com a comida, conversamos um pouco, e naquele dia o Paulo não me comeu, então fomos dormir.

Eram umas cinco da manhã quando acordei de repente, pulando da cama, agitada e com uma excitação especial, toda suada, porque tava sonhando. o que nunca pude imaginar é que sonharia... sonhava que tava na cama com seu Lucas e que eu começava a chupar a pica dele, ele só me deixava de fio dental minúsculo, eu comendo a pica dele e falando um monte de putaria

-- Chupa essa pica, puta, sabia que você gostava da minha pica, por isso tava me espiando

-- agora é toda sua, come ela

eu, eu gozava chupando aquele pedaço de membro

levantei da cama e fui pra cozinha pegar um pouco d'água, fiquei lá um tempão lembrando daquele sonho, como era possível que eu tava desejando, sonhando em estar no lugar daquela senhora chupando a pica daquele cara nojento que tinha me assustado pra caralho, como eu pude ter sonhado isso? tava traindo meu marido, mas ao mesmo tempo tinha gostado, me sentia confusa, não sei o que tá rolando comigo, como eu teria sonhado algo que parecia nojento mas que agora já não era tanto, porque tinha me excitado e molhado.

quando amanheceu, Paulo foi trabalhar e eu fiquei em casa de novo sozinha, assim passaram os dias, tentava não sair tanto, tinha medo de trombar com aquele velho e sentir o olhar dele de novo, os dias foram passando, continuava feliz com Paulo, ele me comia do mesmo jeito, fui esquecendo um pouco o que tinha rolado uns dias antes, e uma semana depois era segunda-feira, tinha que ir no supermercado comprar a despensa, então tomei banho e depilei bem meus pelos pubianos porque naquele dia ia colocar um fio dental minúsculo, não queria que ficasse feio, me sentia feliz e contente, como sempre sexy, coloquei um sutiã de renda branca e um fio dental branco porque naquele dia ia vestir uma calça de lycra branca e a calcinha ia marcar, então optei por um fio dental e um top preto, tava muito gostosa, me olhei no espelho e me achei muito bem, saí e ainda com um medinho de encontrar seu Lucas lá fora no bar dele, por sorte eram 10 da manhã e tava fechado, peguei um táxi, fui no supermercado, lá vários homens ficavam me encarando como sempre por causa da minha bunda empinada, não me incomodava porque me olhavam com um pouco de Discrição. Fiz minhas compras, voltei umas 12h e dessa vez o local do seu Lucas tava aberto, mas não vi ele. Passei rápido. Cheguei em casa, fui abrir a porta e, que burra, não achava minhas chaves. Tinha perdido. E agora? Meu marido não tinha chave, então era a única. E eu com as compras, precisava guardar tudo. Irritada comigo mesma pelo descuido, fiquei pensando no que fazer. Ia ter que chamar um chaveiro. Aí lembrei: seu Lucas era o único chaveiro perto. Pensei no que tinha acontecido antes, não queria ir falar com aquele velho. Mas outro mais longe ia cobrar mais caro e talvez nem quisesse vir até aqui. Criei coragem, deixei as compras com uma vizinha enquanto ia buscar o chaveiro. Contei meu problema pra ela e, como boa vizinha, aceitou.

Quando saí do apartamento dela, comecei a ficar nervosa, meu coração acelerou. Dessa vez ia ter que encarar aquele velho e falar com ele. As lembranças voltaram, tudo veio na minha cabeça, meu sonho. Tava nervosa e com medo. Caminhei até lá fora e cheguei no local. Ele tava lá, se surpreendeu ao me ver chegar. E eu falei:

- Oi, boa tarde.

- Boa tarde, senhorita. O que deseja?

- Senhora, por favor – respondi, ainda nervosa, falando – É que perdi as chaves do apartamento. O senhor poderia ir abrir?

- Claro que sim, senhora. Pra isso que a gente tá aqui.

Nisso, seu Lucas se levantou e me disse pra esperar enquanto fechava a cortina do local. Saiu com a caixa de ferramentas. Quando me viu lá fora, pude perceber como ele me devorava com os olhos. Tava olhando minha bunda com pouca discrição, um olhar de tesão. Eu andei mais rápido. Subindo as escadas, ele, safado, ficou um pouco atrás de mim. Imaginei que ele tava olhando minha bunda e, com certeza, vendo como minha calcinha fio-dental marcava, ele tava curtindo aquilo. Comecei a sentir uma pequena excitação só de imaginar isso, mas pensei em outras coisas. Não queria pensar mais nisso. Chegamos em casa, ele pegou a ferramenta e demorou. como 5 minutos para abrir ela
- já tá, senhora, bem aberta e sorri
entrei, pensei pelado
- tá bom, quanto vai ser, senhor? quero que me faça duas cópias da chave
- me chamo Lucas, senhora, e a senhora, sorrindo, me disse. eu não queria responder, mas pensei que ia ficar mal não falar meu nome, então disse que me chamava Pamela
- as chaves tenho que fazer na loja, vou fazer e daqui a uns 30 minutos passa pra pegar, aí te falo quanto é
- eu, sem dizer mais nada, respondi que tava bem
- ok, senhora Pamela, espero a senhora lá e foi embora

fui pegar as coisas da despensa e já arrumei na minha casa, então os 30 minutos passaram rápido e lembrei que tinha que ir buscar as chaves. não consegui me trocar, então fui. quando cheguei na loja, tava fechada e pensei que ele não ia estar lá, fiquei irritada porque ele tinha dito que pra essa hora estaria. então bati na cortina duas vezes e chamei: "seu Lucas"

tava quase indo embora — e isso teria sido o melhor que eu podia ter feito —, nisso a portinhola da cortina se abriu e lá estava o velho de short e camiseta branca, parecia que tava comendo. ele disse:
- entra, Pamela, fechei porque tô comendo e não gosto que me perturbem quando como, mas já tenho suas chaves prontas

eu não queria entrar, meu coração começou a disparar ao entrar na loja onde tinha visto aquela cena, mas entrei. tinha um cheiro estranho, de bebida e sexo. fiquei um pouco nervosa, assustada e excitada ao mesmo tempo por estar sozinha com aquele velho safado e feio. ele deixou a porta aberta, isso me acalmou e me deu um pouco de segurança. andei um pouco e ele começou a procurar numa gaveta. imaginei que fossem as chaves. quebrando o silêncio, ele disse:
- e aí, Pamela, o que achou da dona Cláudia chupando meu pau? gostou, por isso ficou olhando de boca aberta?

eu fiquei paralisada, meu coração disparou ainda mais. não sabia o que dizer nem o que fazer diante daquela revelação. fiquei muda.
- o que foi? não vai responder? Não vai dizer nada ou vai negar que não teria gostado de ser você quem estava chupando meu pau?

Eu continuei muda, mas rapidamente parei essas acusações com uma voz firme:

— O senhor tá louco, seu velho careca? Não sei do que tá falando. Me dá minhas chaves e me fala quanto é pra eu ir embora. O senhor é um careca.

Ele se aproximou com as chaves e, no momento em que estendeu a mão e eu ia pegar as chaves, ele me segurou pelo pulso e me puxou pra perto dele. Eu, surpresa, não consegui resistir à força daquele movimento. Rapidamente, me sentindo ao lado dele, tentei escapar dos braços enormes dele, mas foi inútil — ele tinha muita força.

— Solta eu, seu velho nojento! Vou gritar! — falei, mas naquele exato momento

senti os braços dele envolverem minha cintura e descerem até minhas nádegas. Ele agarrou cada uma com uma mão e apertou com força. Naquela hora, senti uma descarga de êxtase dentro de mim. Parte de mim já estava excitada com aquele aperto forte nas nádegas, mas outra parte ainda se recusava a estar naquela situação. Afinal, eu era uma mulher casada, amava meu marido. Como podia trair o Paul? Então falei:

— Me solta, seu Lucas, pelo amor de Deus! Sou uma mulher casada! Me larga!!!

O velho só respondeu:

— Isso não importa, mamãe. Tá bem gostosa e vou te comer. Vou te fazer gozar e você vai pedir mais pau, igual a dona Cláudia pede aos gritos. Vou te fazer o que o inútil do seu marido não faz.

Depois de dizer isso, seu Lucas abaixou a cabeça sobre meus peitos e, num movimento rápido, me dominando, mordeu levemente um deles. Dos meus lábios só saiu um pequeno gemido: AAHhh!!!

Porque ninguém nunca tinha feito uma coisa assim comigo. Tudo naquele momento se juntou e foi uma descarga de êxtase que eu já não conseguia mais segurar. Eu estava completamente excitada. Tudo tinha se acumulado: meu sonho, aquela cena de seu Lucas com a amante dele, e aquela situação em que eu estava. Meu sonho estava prestes a se tornar realidade. Seu Lucas só me disse:

— Gostou, mamãe? Sabia que você ia gostar.

Eu fechei os olhos, e seu Lucas, como um... cachorro faminto mordiscava e chupava meus peitos por cima da minha blusa enquanto as mãos dele massageavam ritmicamente meu par de nádegas e puxavam minha calcinha fio dental por cima da minha calça, eu tava adorando aquela apalpadela violenta que aquele velho feio e gordo tava me dando, não acreditava como eu podia estar ali daquele jeito e ainda gostando. de repente senti o seu lucas tirar a boca dos meus peitos e num movimento de mãos senti ele levantar minha blusa, me deixando só de sutiã, e de novo ele voltou pros meus peitos, lambendo e mordendo agora com um pouco mais de força. eu só soltava uns gemidinhos tipo ahhh ahhh ahh. depois disso, seu lucas começou a me levar, do jeito que a gente tava, até uma mesinha onde ele faz as chaves, me apoiou lá e continuou o trabalho. de repente senti as mãos dele saírem das minhas nádegas e irem pro botão da minha calça. eu, como um reflexo da pouca dignidade e rejeição que ainda me restava, segurei as mãos dele, mas ele mordeu de repente meu peito e fez eu jogar as mãos pra trás, me apoiando na mesa e soltando um gemido. agora as mãos dele tinham subido pros meus peitos e levantado meu sutiã, deixando meus peitos totalmente de fora.

— que peitos lindos você tem, pamela, vou saborear eles como nunca fizeram com você.

se seu lucas soubesse que meu marido nunca tinha mordido meus peitos, muito menos chupado.

eu tava excitadíssima. ele pegou meus peitos com as mãos e chupava e lambuzava eles com a língua, eu sentia que tava gozando ao máximo com aquela situação. olhava ele como uma louca, ele não parava de chupar meus peitos. eu tava apoiada na mesa, virei a cabeça pra cima, aproveitando e gemendo. de repente seu lucas tirou a boca dos meus peitos e eu vi ele se abaixar e dessa vez desabotoou minha calça e puxou pra baixo. eu já não resisti mais. ele baixou completamente, levantou cada uma das minhas pernas e tirou a calça de vez, ficando eu só de fio dental e com o sutiã e a blusa levantados, semidesnuda. seu lucas, ao ver minha peça pequena:

— uau, pamela, você é mesmo... uma gostosa, olha que linda calcinha você tá usando

ele se aproximou da minha buceta e deu um beijo por cima da calcinha, o que me deixou ainda mais excitada. depois disso, ele se levantou e me disse:

- espera aí, senhora, deixa eu colocar sua calça de lado pra não sujar, e também vou fechar a porta, porque não gosto que me vejam quando estou comendo algo - e sorriu.

eu não respondi, só fiquei ali encostada, em pé, olhando pra ele só de calcinha e com o sutiã levantado, esperando ele continuar me fazendo gozar. não tinha mais volta, eu tava excitada, com tesão, e com certeza seu Lucas ia me comer e fazer o que quisesse comigo no estabelecimento dele, igual fez com dona Cláudia e talvez outras senhoras. mas agora ele tinha uma recém-casada de 23 anos, de corpo bonito. talvez todas as amantes dele fossem velhas e gordas, mas agora era o contrário: ele ia aproveitar um corpo jovem.

Seu Lucas fechou a porta e voltou, olhou nos meus olhos e disse:

- agora sim, mamãe, se prepara pra gozar como nunca. vou te meter como nunca, você vai pedir mais. vou deixar ele bem duro, você não vai resistir a tocar e chupar. vai cavalgar igual uma vaqueira no cio.

eu só olhei pra ele, mas não falei nada. ele se abaixou até minha buceta e afastou minha calcinha.

- hum, tá bem depiladinha, parece que você imaginou que alguém ia chupar seu triângulo hoje, né?

- não, seu Lucas, eu não sou o que o senhor pensa. ninguém nunca chupou aí.

- hum, então seu marido é um idiota, como pode desperdiçar esse banquete? mas agora vou estrear você, vou te dar uma chupada que você nunca vai esquecer.

ele começou a sugar e a meter a língua na minha buceta. eu gemia e, com as mãos, segurei a cabeça dele e apertava pra ele continuar chupando mais.

- ahha, ahhh, ahhgg, aiiii - esses gemidos saíam da minha garganta. ele ficou assim me fazendo gozar por uns 10 minutos, chupando meus sucos, continuava lambendo.

- haa, que gostoso você é, Pamela. você cheira bem, uma delícia.

em seguida, ele se afastou de mim, desabotoou o short, tirou e ficou só de cueca. aguada, eu olhei pra baixo e vi como algo enorme querendo sair se aproximou de mim e começou a chupar meus peitos de novo. Com as mãos, ele tirou meu top e meu sutiã, jogou tudo de lado na mesa, chupava meus mamilos durinhos. Estando perto, pude sentir o membro enorme em pequenos vai e vem, esfregando na altura da minha buceta por cima da calcinha fio dental. Eu gozava e comecei a rebolar. Ficamos assim um tempo, ele se afastou de mim e abaixou a cueca. Na minha frente apareceu uma pica enorme de uns 20 cm, grossa e com uma cabeça brilhando por causa do líquido pré-seminal que tinha soltado. Ele me olhou e disse: ao ver ela, fiquei mais excitada, imaginava aquela cena, mas agora eu chupando ela.

- Andale, mamãe, agora você vai fazer o que viu a dona Cláudia fazendo. Você gostou muito, né? Agora vai chupar essa pica como uma slutty faminta que você é.

Me deu um pouco de nojo fazer aquilo, então recusei.

- Não, seu Lucas, eu nunca chupei uma, não quero.

- Você vai querer, mamãe. Ele pegou minha mão e colocou no membro dele, estava quente. Começou a guiar minha mão pra cima e pra baixo. Eu só olhava como minha mão estava ali, grudada naquela pica que não era do meu marido. Ele pegou meus ombros e empurrou pra baixo, eu sem resistência me ajoelhei como ele queria. Minha mão já subia e descia sozinha naquela vara. Eu estava bem na frente daquele membro, senti o cheiro forte dele, ainda me deu um pouco de nojo, mas minha excitação era maior. A situação era muito morbida e obscena, algo que eu nunca imaginaria fazer. Então abri minha boca e comecei a chupar. O gosto naquele momento, estando excitada, não me desagradou, então comecei a chupar com força aquele pedaço de carne. Não cabia na minha boca, então não enfiava tudo. Passei minha língua na cabeça da pica dele, isso deu muito prazer pro seu Lucas, porque eu olhei pra ele e ele tinha uma cara de prazer e disse:

- Você aprende rápido, slut. Como chupa bem, e diz que não sabia. Continua chupando assim pra mim.

- Assim, mamãe, ahhh, ahgg, mais rápido, slut. Acariciava minha cabeça e ele guiava meus movimentos mais rápidos, ele só gemia e eu tava chupando, lambendo, sugando aquela pica. O que meu marido diria se me visse ali ajoelhada, só de tanguinha, mamando na pica daquele velho, dando prazer com minha boca — algo que com ele nunca tinha feito. Naquele momento, senti um orgasmo, porque aquela pica tava me dando um prazer que nunca imaginei. Então parei de chupar. Seu Lucas percebeu, me levantou, me pegou pela cintura e me virou de costas pra ele, em direção à mesa. Me fez ficar de quatro, me apoiando na mesa, e ele atrás de mim.

— Que rabo lindo você tem, Pamela. Branquinho, redondinho e empinado. Tenho que te dizer que nunca enfiei num igual, então vou dar uma boa dose de pica nessa sua bunda.

E o contraste da pica morena com minha bunda branca era excitante pra ele. Pegou a pica dura e começou a dar batidinhas nas minhas nádegas, enquanto com a outra mão puxava minha tanguinha pra cima. Eu comecei a rebolar em círculos, de leve, mas perceptível. Parece que ele gostou, porque começou a bater um pouco mais forte nas minhas nádegas com a pica, e eu jogava minha bunda pra trás, tentando encontrar a pica dele ansiosamente. Então saíram da minha boca umas palavras que nunca imaginei:

— Jááá... me fode, seu Lucas, por favor. Enfia essa pica, quero sentir ela dentro.

Virei pra olhar ele e vi uma careta de triunfo e satisfação, porque ele tinha conseguido o que desde o início disse: que eu pedisse mais. Ele me deixou excitada no local dele, de quatro, com uma tanguinha minúscula e minha bunda bem empinada, mostrando tudo. Que espetáculo ele tava vendo, seu Lucas me tendo assim — uma imagem do contraste dos nossos corpos e peles, com certeza muito excitante pra ele e pra mim também.

— Sabia que você ia pedir pica, putinha. Claro que vou te enfiar, só deixa eu aproveitar essa sua bunda um pouco mais.

Senti ele se ajoelhar e senti as mãos calejadas dele deslizando pelas minhas nádegas, me dando uma excitação enorme. A boca dele dando pequenas mordidinhas nas minhas nádegas e passando a língua por todas elas. Eu empinei a bunda, muito excitada, sentindo muito prazer. Ele ficou assim uns 10 minutos, e eu já tava ansiosa pra ele meter. Ele parou com aquilo e se levantou.

- Espera, Pamela, vou pegar um camisinha. Tenho aqui numa gaveta, porque é sempre aqui que eu fodo as senhoras famintas de pica como você. E é que não quero gerar um filho, já tenho vários espalhados por aí, hahaha - ele soltou uma risada.

E eu fiquei ali, parada, empinada, só com uma diminuta fio dental, com um homem com quem mal tinha trocado palavra naquele dia e já estava prestes a me comer. Virei pra ver ele e vi como ele abriu a camisinha e colocou no pau. A camisinha mal cabia, ele tava bem duro. Ele se aproximou, eu empinei a bunda e só falei:

- Devagar, seu Lucas, vai doer!!

- Não se preocupa, Pamela, tudo vai entrar. Só empina bem a bunda e aproveita.

Com as mãos, ele puxou as alças da minha fio dental e as baixou até a metade da coxa.

- Uau, que bundão você tem, Pamela!! É bem gostosa. Empina mais, puta!!!

Ele deu um tapinha na minha bunda. Que imagem, pensei, o que o Paulo diria se me visse assim? Seu Lucas estava prestes a violar minha castidade e minha fidelidade. Eu estava prestes a me tornar infiel pela primeira vez, e com um velho como seu Lucas. Senti a ponta do pau dele na entrada da minha buceta, começando a abrir caminho. Eu fiquei parada, esperando ele fazer tudo. Então, aos poucos, ele foi metendo o membro dentro da minha buceta.

- Ah, que apertadinha que está, Pamela. Dá pra ver que o marido tem uma pica bem pequena. Que gostoso, aperta assim. AHH, só falta mais um pouco pra eu enfiar tudo.

- Eu comecei a sentir uma delícia e a gemer, dar pequenos gritinhos. Comecei a me mexer até que senti de repente o pau dele. Senti como se ele me partisse, mas eu gostava, uma mistura de prazer e dor.

- AHHH, seu Lucas, o senhor tem um pau muito grande.

- Já foi, puta. Você comeu tudo. Você é bem gostosa.

Virei pra olhar pra baixo, minha fio dental já estava no chão, porque eu já estava... aberta me deixou ali um tempão esperando minha buceta se acostumar com aquela pica enorme. nessa hora virei pra trás e vi como o dom lucas me tinha, totalmente exposta pra ele. depois ele me pegou pela cintura e começou a me foder devagar, eu acompanhando os movimentos.

- ahh, mexe mais, pamela.

ali estava aquele velho feio e gordo me fodendo, me curtindo, e eu curtindo como uma louca, gemendo.

- ahha, mais, dom lucas, ahhh, ahhh, assim, me fode, me dá mais forte.
- ahhh, sua pica me deixa louca, mais, mais, mais, mais.
- ohhh, dom lucas, meu marido nunca me fodeu como você, assim, assim, oohh, ohhh.

dom lucas começou a meter mais rápido e com mais força, e eu também aumentando a foda. empinei minha bunda pra ele pegar bem. nisso, dom lucas parou os movimentos, agarrou minhas nádegas e começou a bater ritmado na pica dele, e eu me enfiando sozinha. virei pra ver e vi os olhos do dom lucas cravados na minha bunda, com certeza ele tava vendo a pica dele entrando e saindo rápido da minha buceta.

- oohh, pamela, que gostosa você come, ohh, ahha, isso, puta, assim.
- se enfia sozinha, igual a puta que você é, ahhh, que gostoso você fode, ninguém rebola a bunda como você, ahhh.

ficamos assim uns 20 minutos fodendo com vontade. o lugar tava cheio de gemidos e dos barulhos das batidas da minha bunda na barriga dele. num movimento, ele pegou meus braços com os dele e puxou pra trás, e nessa pose, talvez a mais excitante que eu podia imaginar.

- ahhh, que gostosa você fica assim, curtindo como uma puta.

eu fiquei assim, e agora era ele quem me fodia. ele tinha muita força, metia e tirava a pica da minha buceta de um jeito incrível, eu só gemia.

- ahh, ahh, ahh, mais, mais, mais, dom lucasss, haa, haa, haaa, me parte!! haah, ohhh, ahhh!!!

de repente, meu corpo se contraiu e eu tive o orgasmo mais gostoso da minha vida. - ahhhhh - só saiu esse gemido da minha garganta e os movimentos dele pararam. dom lucas percebeu. senti ele tirar a pica da minha buceta. eu Eu estava perdida, me recuperando do orgasmo, quando comecei a sentir de novo umas batidas nas minhas nádegas, causadas pelo pau dele já sem camisinha.

— Gostou, sua putinha?

— Sim, seu Lucas, respondi. Ninguém nunca me comeu igual o senhor.

— Tá vendo, putinha? Eu te falei que você ia gostar e pedir mais, mas agora chegou sua vez de tomar essa porra que tá guardada pra você.

Então ele me puxou pra frente dele e fez eu descer o pau dele, ainda duro, parecia que não cansava. Peguei com uma mão e comecei a chupar.

— Mais rápido, putinha, mais rápido. Me faz saber que você quer minha porra.

Eu comecei a chupar mais forte e mais rápido.

— Ohh, ohhh, assim, putinha, assiiiim, ahhhhh, mais rápido.

Minhas bochechas já doíam de tanto chupar aquele membro tão grande e rápido, até que senti o corpo do velho se contorcer e ele dizer:

— Vou gozar, putinha! Abre sua boquinha, agorrrra, ahhhhh!!!

Ele tirou o pau, e eu abri minha boca esperando o sêmen dele. Começaram os jatos de porra. Fechei os olhos e senti os esguichos, senti um líquido quente e viscoso nos meus olhos, nariz e boca. Estava tão quente que o que ficou perto da minha boca eu alcancei com a língua e engoli. Eu tinha gostado que ele me fizesse assim, que me tratasse como uma puta, fazendo coisas que com meu marido eu jamais faria.

— Pronto, ahhh! Agora sim, senhorita Pamela, a senhora foi bem comida e banhada de porra, do jeito que queria, hahahaha.

Eu só olhei pra ele com um pouco de vergonha, porque o velho tinha razão, era aquilo que eu queria desde aquele dia: que ele me comesse e me banhasse de porra. Eu me sentia completa.

— Hahaha, você fica bem bonitinha com a cara cheia de porra. Olha, lá no fundo tem um lavabo, pode se lavar um pouco enquanto eu faço uma terceira chave, tá bom? — ele perguntou.

— Eu sabia o que ele queria dizer com essa história de terceira chave, e só respondi:

— Tá bom, seu Lucas. Faça uma chave pra poder me visitar quando quiser.

E assim, nua, caminhei até o lavabo pra me enxaguar.

— Como você é gostosa peladinha, Pamela. Gosto da sua bunda e dos seus peitos bem empinados, parece... Mentira que acabei de te foder, me deixou seco kkkk
E se o velho tava certo, parecia mentira como eu, uma recém-casada, tinha caído nas mãos dele, nas mãos de um velho feio, gordo e sujo que só queria me comer, e ele teria conseguido. Enquanto eu me lavava, ouvi ele fazendo a outra chave, sabia que isso não terminaria naquele momento, e ele sabia que tinha conseguido uma nova puta, talvez a melhor de todas que ele tinha pra foder quando quisesse, e sabia que eu não ia negar, porque tinha gozado pra caralho naquela foda. Quando voltei, ele tinha na mão minha calcinha fio dental pequenininha.

- Quero que me deixe sua calcinha de lembrança dessa foda que acabei de te dar, é a mais pequena que já vi.

Ele sorriu.

- Não, seu Lucas, como assim, vou pra casa assim? - falei.

- Não se preocupa, puta, sua casa é perto, ninguém vai notar que você não tá usando ela.

Eu aceitei sem negar mais, deixaria minha pecinha com ele como sinal de vitória.

- Tá bom, seu Lucas, pode ficar com ela - sorri um pouco.

- Isso, assim que eu gosto, puta, que você obedeça.

Comecei a me vestir sem a calcinha, me senti meio estranha, e seu Lucas gostou, porque me deu um tapinha na bunda e falou:

- Que gostosa você tá - sorriu.

- São 100 pesos, mocinha - ele riu das chaves - não vou te cobrar a foda - sorriu de novo.

Eu fiquei surpresa, pensei que ele não ia cobrar, mas não falei nada e paguei. Quando tava saindo do lugar, ele me disse:

- Bom, de agora em diante você vai ser minha puta, e em breve vou te fazer uma visita, vamos passar muito bem.

- Sim, seu Lucas, vou esperar ansiosa - respondi sem nenhum pudor ou vergonha.

- Assim que eu gosto, puta, que você se mostre como o que é - sorrimos.

Quando saí do lugar, tava chegando o mesmo velho que me perguntou se eu procurava seu Lucas, e ele me olhou rapidamente, foi direto pra minha entreperna. Eu imaginei o que ele tava vendo, o rosto dele mostrou um sorriso malicioso, com certeza imaginou que eu vinha de dentro, onde seu Lucas tinha me fodido, e não tava errado.

- Boa tarde. Mocinha, agora sim encontrou o seu Lucas.

Eu, meio sem graça, respondi:

- Ah, sim.

- Vejo que ele te atendeu muito bem, como as outras clientes que vêm - e sorriu de novo.

Eu só falei:

- Sim - e me desviei rapidamente, saindo. Quando entrei no condomínio, olhei pra minha entreperna e vi como os lábios da minha buceta ainda estavam marcados, porque a calça era de lycra e eu já não tava mais de fio dental. Por isso aquele velho olhou direto pra baixo. Entrei rápido no meu apartamento, não queria que nenhum vizinho me visse daquele jeito, o que iam pensar de mim? Quando cheguei e fiquei sozinha em casa, bateu o remorso da minha primeira traição. E com um velhote como o Lucas. Eu tinha falhado com o Paul, e o pior de tudo é que tinha gostado. Chorei um pouco, mas depois fui tomar banho. Me sentia meio suja pelo que aconteceu, mas ao mesmo tempo feliz, satisfeita, preenchida... e uma puta. Acho que gostei de me sentir assim. Saí do banho com uma toalha e fui pra cama pelada. Era tarde, e eu capotei, dormi completamente. Me sentia feliz.

Acordei umas 8 da noite. Faltava pouco pro Paul chegar, e eu ainda tava na cama, nua. Levantei, mas antes lembrei do que tinha acontecido naquela tarde. Senti uma corrente de êxtase dentro de mim. Imaginei o que me esperava depois: o Lucas, talvez pisando na minha casa, entrando pra me comer, só pra isso, e eu deixaria. Essa ideia me excitou. Me vesti e esperei o Paul. Depois de um tempo, ele chegou. Enquanto jantávamos, ele perguntou:

- A vizinha de cima me disse que você perdeu as chaves.

- Ah, sim, meu amor, no supermercado, quando fui fazer compras.

- E você foi com o velho da saída pra ele te abrir?

- Sim, ele abriu rápido.

- Dizem que esse velho é um tarado, um depravado, que fica olhando pra todas as mulheres e falando obscenidades.

- Sim, meu amor, mas ele me atendeu bem.

- Ah, tá bom.

E continuamos jantando. Meu marido não imaginava que naquela tarde aquele velho tinha me dado uma fodida do caralho.

No dia seguinte, Paul e eu... Tava saindo pra dar uma voltinha, já que era domingo. Quando saí, lá estava a turma dos bebuns e, no meio deles, seu Lucas. Eles me viram. Enquanto esperávamos o táxi, o Paul me mandou comprar uns cigarros na venda. Fui até lá. Quando cheguei na venda, alguém chegou atrás de mim. Era seu Lucas, que se aproximou, apertou minha bunda e falou baixinho:

- Amanhã vou estrear a terceira chave. Não tenho camisinha, se prepara. Vou chegar cedo. Veste algo aconchegante pro seu convidado. E deu um sorriso cheio de safadeza.

Eu só olhei pra ele e respondi bem baixinho:

- Sim, seu Lucas.

Me entregaram os cigarros e saí da venda. Cheguei onde meu marido estava. Quando a gente ia entrar no táxi, olhei pra trás, pro bar. Seu Lucas estava lá, segurando minha calcinha fio dental num dos dedos, e os outros caras olhando pra onde eu tava, tudo rindo...

Se vocês gostaram, galera, do meu relato, conto a segunda parte... 😉

Com muito amor, Pame"

Espero os comentários de vocês!!!!

41 comentários - Cerrajero velho fode a gostosa (futura putinha)

que bien mamita!!!me quiero recibir de ferretero yaaa!! yo soy cocinero si tenes alguna fantasia la cumplo jajaja , muy buen relato espectacularrr,saludos.
muy bueno!!! me dejo re al palo!!! 😀 😀
segui.. segui.. q aca tenemos el principio de una linda saga de historias.. jajaja
muy buen post! 😉
kovach
pensar qe me da asco chupar concha 🙄
Um! La verdad no es por cortar el mambo del tema no. No quiero molestar a nadie ni nada por el estilo, pero pueda ser que tu marido te deje y le toque una mujer que realmente valga la pena.
Porque la verdad que sos demasiado puta y cochina encima.
Lo siento mucho por tu marido, pueda ser que consiga una mujer que valga la pena.
mira que yo puedo ser la persona mas morbosa, pero como te quemaste perra, pudiendote cojer a dios y medio mundo
um ps la historia m resulto un poco fumada como del libro vaquero d aca d Mexico pero = m gusto saludos
CHECEO
Muy buena la historia me gustaria tener una putita asi bien caliente
a con putitas como esta ni casarse mejor andar sacandole las minas a los demas y listo jajaj buen relato putita
🙎‍♂️ 🙎‍♂️ 🙎‍♂️ 🙎‍♂️ 🙎‍♂️ 😀
Milito24 que feo tirar mala onda.


Buen relato!


🙂 Suerte pame
te voy a hacer gozar!!!, de donde uds sacan estas cosas? de dialogos de peliculas porno?
que feo serle infiel al marido con un viejo feo, la verdad
nose como las mujeres pueden hacerles algo asi a sus maridos
no lo entiendo
primero se hacen las puritanas y despues se dejan coger por un viejo feo y gordo
que asco
como relato esta muy bueno
y como te llames vos, pobre tu marido el te debe amar con todo el corazon y ni siquiera sabe lo que te hizo el viejo ese
bueno...no tengo mas nada que decir
pobre tu marido
chau
gut_12
muy buen relato 😃 😃 Esperamos mas 🆒
😉 que rico nena se me paró mi verga y la tuve dura todo el tiempo,,, si que eres una hermosura, tendras alguno de masturbacion tuya, cuentala plis.... me imagino su conchita (cajeta) bien rica....... mmmmmmmmmmmmmm
que buena paja me di con este relato, excelente....
Muy bueno Che y la segunda parte ?? me quede re caliente, escribi e relato y te damos 1.000.000 de puntos!!!
PUES VEN A DISFRUTAR DE ESTE CARAMELO PAMELA QUE ES GRUESO COMO TE GUSTAN JA JA
que hermoso relato cuantas putitas mal atendidas hay por todos lados ,