[INST] Você é um tradutor profissional de conteúdo adulto. Traduza o seguinte texto do espanhol para o português brasileiro. Use português brasileiro natural (não português europeu). Use gírias brasileiras quando apropriado (ex.: "buceta" em vez de "vagina", "gostosa" em vez de "bonita"). Preserve toda a formatação. Torne natural e envolvente. Retorne APENAS a tradução, nada mais. [/INST]
Meu nome é Sergio, moro em Buenos Aires, Argentina, tenho 40 anos e estou morando junto há 2 anos com Marcela, uma loira muito gostosa de 25 anos, 1,67m de altura, 85 de peito, 62 de cintura e uma bunda super empinada (na base de muita academia) e com a pele bem macia. No começo do nosso relacionamento, na cama sempre fomos muito conservadores, nada de fantasias estranhas, nada de sexo anal, nada de filmes pornô nem brinquedos. Do jeito que estou contando, parece bem chato, mas pela recatada que a Marcela sempre foi, eu não tinha outra opção a não ser aguentar um relacionamento assim.
Assim iam passando nossos dias até que, numa ocasião, eu estava no banheiro do meu escritório e ouvi a conversa de dois colegas, Eduardo e Leonardo, falando da minha namorada, que eles conheceram num evento de lançamento de uns produtos novos que tinha rolado no sábado anterior e que todo mundo da empresa foi com as respectivas namoradas ou esposas.
Quando ouvi o nome da Marcela, me escondi pra não ser visto e, prestando atenção, não acreditei no que tava ouvindo. Aí vai a conversa o mais fiel possível:
- Viu a buceta que a mulher do Jorge tem? - perguntou Eduardo
- Nem me fala, não consegui parar de olhar pra ela a noite toda - respondeu Leonardo
- E com aquela calça que ela tava usando e a calcinha fio dental que marcava tudo.
- Além disso, acho que ela gosta de mostrar, porque toda vez que percebia que eu tava olhando, ela fazia que não era com ela e empinava mais ainda.
- Isso é coisa da sua cabeça. Com o Jorge a gente sempre fala do quanto a Marcela é tímida e do quanto ele sofre pra realizar algumas fantasias dele.
- Eu só sei O que te digo é que me parece que essa é uma puta chamada Bárbara e que ela adoraria que arrombassem a bunda dela de uma vez, e eu seria o primeiro da fila.
Naquele momento, elas saíram do banheiro e eu fiquei com uma raiva tão grande que só era comparável ao tesão que eu tinha sentido ao ouvir elas falarem da Marcela daquele jeito.
A partir daquele dia, percebi o quanto me excitava saber o quanto minha namorada era desejada, e toda vez que a gente transava, eu fantasiava com a ideia de ter gente olhando a raba da Marcela enquanto ela rebolava, feliz em mostrar. Assim se passaram vários meses, até que um dia, enquanto a gente tomava sol na sacada de casa, vi ela enfiar a fio dental que tava usando bem pra dentro da bunda. Quando perguntei o que ela tava fazendo, ela respondeu que era pra não ficar marca da sunga, mas na real eu percebi que ela tinha levantado da espreguiçadeira e se virado de costas pra grade da sacada, dando um show do caralho pra dois adolescentes que moravam num prédio na frente e que não conseguiam tirar os olhos da janela. Ao perceber e achando que a Marcela não tinha notado, avisei:
- Marce, vira que tão te olhando da frente.
- Sério?
Ela vira o rosto e, vendo os meninos, mostra a língua, passa ela pelos lábios, depois me olha e fala:
- Deixa eles olharem, me dá um tesão pensar que essa noite eles vão bater uma pensando em mim.
Não acreditei no que tava ouvindo e vendo, a tão recatada da minha namorada oferecendo a bunda pra uns desconhecidos olharem à vontade e ainda admitir que isso a excitava.
Não soube o que dizer, automaticamente senti que começava a ter uma ereção monstruosa e comecei a dar crédito ao que meu colega Leonardo tinha mencionado na ocasião do banheiro.
Como pude, levantei da espreguiçadeira, me aproximei dela, dei um beijo na boca e, sussurrando no ouvido, comentei que o que ela tava fazendo era Uma das minhas fantasias dos últimos meses é que, se ela gostasse, eu não ficaria com ciúmes. Pelo contrário, ajudaria ela a realizar a fantasia dela e ir até onde ela quisesse.
Quando ouvi isso, ela me encarou e perguntou:
— Ir até onde eu quiser?
— Sim, por quê? Até onde você quer ir?, respondi.
— Eu queria mostrar a raba pra esses caras sem a malha. Você deixa?
A conversa tinha chegado num ponto que eu já não aguentava mais ter meu pau preso dentro da calça.
Ela me olhava esperando a resposta, sem deixar, claro, de se arquivar cada vez mais pra se exibir melhor pra esses caras que, nessa altura, já tinham tirado os paus sem nenhum pudor e estavam se masturbando gostoso.
— Você não acha que é demais? Não tem vergonha?, perguntei.
— Não, nenhuma. A única coisa que me dá um pouco de vergonha é confessar que sempre gostei de me mostrar, e especialmente me excita pra caralho quando os homens me olham e desejam minha bunda pequena.
Vi na cara dela que contar isso a deixava com um tesão do caralho, e eu, que não ficava atrás de tesão, continuei perguntando.
— Você mostrou essa bunda pequena pra muitos caras ultimamente?
— Pra vários. Quer que eu conte a última vez?
— Foi ontem, quando saí do prédio pra academia com a legging azul. Quando vi que o Sérgio (o porteiro) e o Ruben (o segurança) não tiravam os olhos de mim, abri um pouco as pernas, me abaixei sem dobrar os joelhos e fingi que tava amarrando o cadarço do tênis, colocando a raba a um metro do nariz deles. Eles cravaram o olhar e eu vi o Ruben colocar a mão na calça e murmurar algo que não ouvi. Isso me deixou tão molhada que tive que voltar pra casa pra trocar de roupa porque tinha me encharcado toda.
Enquanto me contava isso, ela tinha aberto um pouco mais as pernas e começou a se tocar na buceta, sempre mostrando a bunda pra todos que Queriam ver ela nas janelas da frente.
- Bom, se você não tem vergonha, tira a tanga, mas espera eu ir pra dentro, pra te olhar daqui.
A única coisa que eu queria era não perder nada do espetáculo que minha namorada ia dar, e queria ver enquanto batia uma punheta daquelas.
Quando deixei ela sozinha, ela virou a cabeça pros olheiros, passou a língua nos lábios, puxou o cordão de um dos lados da calcinha desatando o nó e voilá, lá estava ela parada na sacada com as pernas abertas, um dedo dentro da buceta e apontando a bundinha nua em plena luz do dia pra dezenas de janelas.
Ela se arqueava cada vez mais, abria as nádegas com a mão, mostrando o cuzinho lindo e sempre sem parar de se masturbar, eu ouvia ela dizer baixinho - Vocês gostam da minha raba? Querem chupar ela? Aqui está, toda pra vocês. De repente ela me olhou através do vidro e implorou pra eu meter o pau na boca dela, coisa que não consegui evitar porque eu já ia estourar. Então saí na sacada, peguei ela pelos cabelos, e ela começou a chupar meu pau, enquanto eu, já fora de mim, gritava: Você gosta que vejam sua bundinha de puta? Queria ter outro pau agora atrás? Ela balançava a cabeça e gemia como nunca tinha ouvido. Já tinha gozado umas 5 vezes. Eu continuei: Sabe todos os senhores que devem estar batendo punheta pra sua raba? Queria ter todos aqui, não quer, putinha? Sim, ela dizia, mas eu não aguentei mais e tive um orgasmo monumental, que Marcela engoliu até a última gota. Dei um tapinha na raba dela e entramos pra dentro, sem antes ela se virar e mandar um beijo pras janelas.
Naquela noite tivemos o melhor sexo desde que nos conhecemos, mas como vocês podem imaginar, a coisa não parou por aí, e começaram a acontecer coisas que eu nunca esperava que fossem rolar.
Na manhã seguinte, ao sair do prédio pra ir trabalhar, cruzo na porta com Sérgio e o Rubén, que como vocês lembram são o porteiro e o segurança do prédio onde a gente mora, chegaram com um sorriso e me falaram que ontem alguém fez uma reclamação na administração do prédio por causa das exibições que a minha namorada andava fazendo na sacada.
Imagina a surpresa e a vergonha que eu senti ao descobrir que já sabiam das manias da Marcela no prédio inteiro. Claro que me fiz de desentendido e rolou esse diálogo:
— Que exibições vocês tão falando? — falei, tentando disfarçar.
— De ficar pelada e fazer pose sexual na sacada — disse o Sérgio.
— Olha, não sei do que vocês tão falando — respondi.
— Com a gente não precisa disfarçar, já faz um tempão que a gente sabe que a sua mulher gosta de mostrar a raba, toda vez que passa perto da gente ela se abaixa ou bota ela pra fora e fica um tempão nessa posição pra gente admirar — falou o Rubén, sorrindo.
Eu fiquei mudo.
— Só fala pra ela não fazer mais na sacada, porque vai ter problema com os vizinhos — continuou o Sérgio.
— Fala pra ela que quando quiser exibir a bunda, a gente se oferece pra olhar, não é mesmo, Sérgio? — disse o Rubén.
Os dois riram, e eu, entre a vergonha e a excitação que a situação me dava, só consegui responder: — Vou falar pra ela.
O dia inteiro no escritório fiquei com um tesão do caralho. Não via a hora de voltar pra casa pra contar pra Marcela o que tinha acontecido de manhã e ver qual seria a reação dela.
Na volta pra casa, quando cheguei na entrada do prédio, encontro o Rubén de novo, que me cumprimenta com um sorriso e, sem vergonha nenhuma, me fala que se a minha mulher precisar dele e do Sérgio essa noite, é só chamar, porque hoje era o dia de folga dele e ele tava disponível.
Eu não acreditava no que tava ouvindo. Não respondi nada e subi o mais rápido que pude pro meu apartamento.
Quando abro a porta, encontro a Marcela cozinhando, vestida só com uma fio dental vermelha daquelas que entram bem pra dentro. da Booty. Ela se aproxima pra me dar um beijo e diz que sorte eu ter chegado, porque já não aguentava mais de tesão e queria que eu comesse ela na sacada, na vista de todo mundo.
Falei que isso a gente não podia mais fazer, e contei sobre a denúncia. Quando contei a proposta que o Ruben e o Sergio tinham feito, pensei que ela morreria de vergonha, mas não, tava muito enganado. Ela me olhou, se tocou na buceta e, depois de um gemidinho, disse:
— Que putaria, e você, love, o que acha da ideia?
— Pra ser sincero, me pegou de surpresa, mas fiquei excitado o dia inteiro.
— Você sabe que eu adoro mostrar a tiny ass o tempo todo, e se você não se importa que fiquem olhando enquanto me come, a gente podia mandar eles subirem.
— Justamente hoje à noite eles tão de folga, falei.
— Por que você não desce e avisa pra virem às 10? Mas, love, não esquece de deixar bem claro que é só pra olhar, não vou deixar ninguém me tocar.
— Claro, eu também não permitiria.
Então desci, encarei o Ruben e, sem muita enrolação, porque tava com bastante vergonha, falei que minha namorada tinha aceitado a proposta pra hoje à noite.
— Tava certo de que ela tava morrendo de vontade de entregar a raba, ele disse.
— Entregar nada, falei, é só pra olharem, tá claro.
— Tá bem, sem problema nenhum. Já ver ela pelada com aquele rabão já me basta.
— Avisa o Sergio e sobe às dez, me despedi.
Voltei pro apartamento e a gente se apressou pra preparar tudo. Decidimos que faríamos na sala, porque é o lugar maior da casa e dava pra colocar distância entre eles e a gente. Afastamos os sofás e colocamos eles virados pro colchão da cama que a gente jogou no chão. Trouxemos um abajur de pé que dava uma luz mais suave, mas que ao mesmo tempo iluminava tudo bem. A Marcela vestiu um vestidinho turquesa que chega um pouquinho acima dos joelhos, de tecido fininho e justo o suficiente pra deixar ver a calcinha fio dental preta. que só cobria a bunda dela e os mamilos durinhos, já que ela não tava de sutiã. Era a primeira vez que ela ia mostrar a bundinha dela pelada tão de perto pra dois quase estranhos. Só de pensar nisso, ela já tinha gozado enquanto se trocava.
Já tinha chegado a hora, e como era de esperar, bateram na porta na pontualidade. Abri, e lá estavam Rubén e Sergio com um sorriso, e meio que me provocando, o Rubén fala:
- Boa noite, viemos pra sua mulher mostrar aquela bunda linda que ela tem, podemos entrar?
- Podem, ela tá esperando vocês, falei pra continuar a situação que me excitava pra caralho.
- Meu amor, eles já chegaram, vem dar um oi, gritei, enquanto Rubén e Sergio se acomodavam no sofá.
- Oi, como vocês estão? disse Marcela, como se fosse só uma visita social, e esticando o rosto deu um beijo na bochecha de cada um.
- Boa noite, senhora, responderam em dupla, que pelo nível de tesão que já tavam, saiu meio engasgado.
- Cê tá muito gostosa, disse Sergio, que sempre foi o mais galanteador.
- E tem a melhor bunda do bairro, continuou Rubén, tô doido pra ver ela peladinha. continuou, enquanto já tinha aberto o zíper da calça e dava pra ver uma ereção violenta.
- Então vocês querem ver minha bundinha? respondeu Marcela, enquanto mordia o lábio, pelo tesão que as palavras do Rubén tinham causado nela.
- Meu amor, você deixa eu mostrar a bunda pra esses caras? ela me perguntou.
- Se você quiser, pode, respondi.
Ela se virou e foi andando até o colchão, arqueou as costas, abriu um pouco as pernas, e levantou um pouco o vestido, deixando metade da bunda linda dela à mostra. Olhou pra eles, passou a língua pra molhar os lábios e perguntou:
- Tão gostando da minha bundinha? Querem ver ela toda?
- Claro, senhora, mas espera a gente tirar as calças, pra gente bater uma punheta bem gostosa pra essa bunda linda, respondeu Rubén.
E assim fizeram. fizeram, se despirram completamente e deixaram ver dois membros muito maiores que o meu e que estavam prestes a explodir. Quando minha mulher virou o rosto e viu umas pirocas do caralho, não conseguiu evitar soltar um gemido de prazer que fez o Rubén comentar comigo:
- Acho que sua mulher não só gosta de ser olhada, mas também de ver paus grandes.
- É verdade isso, meu amor?, perguntei.
Marcela não respondeu, mas dava pra ver na cara que ela tinha gostado, e que tinha chegado num nível de tesão tão grande que quase num puxão arrancou o vestido, ficando só com a calcinha fio dental preta que mal cobria a bunda dela. Ela se colocou de quatro no colchão, arqueou as costas e entregou uma vista fabulosa da bundinha dela, enquanto enfiava um dedo na buceta e perguntava:
- Vocês ficam muito excitados me vendo assim?
- Na real, me excita você ser tão puta, senhora, respondeu o Sergio.
- Não tá afim de tirar essa calcinha e mostrar o cuzinho?, perguntou o Rubén.
- Deixa eu mostrar o cuzinho pros senhores, meu amor?, perguntou, enquanto rebolava a bunda pra frente e pra trás.
- Seu marido deixa você fazer o que quiser, e como eu sei que você tá afim de que um de nós tire essa calcinha, não vou deixar você esperando, disse o Rubén.
Nessa hora, o Rubén levantou do sofá e foi direto pro colchão onde a Marcela estava. Já tinha perdido o controle, e eu pensei que minha mulher ia resistir a ser tocada, mas me enganei; pelo contrário, ela continuou na mesma posição e ainda arqueou mais pra deixar o Rubén enfiar os dedos nas laterais da calcinha e puxar pra baixo, deixando a bunda toda da minha namorada no ar.
- O que acha do meu cuzinho?, perguntou a Marcela, tocando ele com um dedinho.
- É um buraquinho que precisa de uma linguada, ele respondeu, e na hora se abaixou e enfiou a língua no cu da minha mulher, que já fora de si, se mexia desesperadamente e gritava coisas como:
- Isso, senhor, chupa minha bundinha, por favor. Mete toda a língua.
Rubén só tirava a boca da bunda pra gritar barbaridades como:
– Eu sabia que você era muito fogosa e que já tava há tempos querendo dar pra dois homens de verdade. Vem, Sergio, que entre nós dois vamos partir essa puta ao meio.
Rubén se levantou, me olhou como quem pede permissão e foi direto colocar a boca na raba da minha namorada, lugar que cedeu pra ele, que foi pra cara da Marcela e comeu a boca dela com um beijo que ela respondeu botando a língua pra fora e olhando pra ele de um jeito que pedia aos berros pra ele enfiar aquela pica enorme na boca dela, coisa que o Rubén não fez questão de esperar. Não dá pra explicar com que desespero ela mamava aquele pauzão.
Nessa altura, eu não acreditava no que tava vendo e já tinha sentado no sofá, contemplando a cena enquanto batia uma punheta daquelas.
– Então sua senhora não ia deixar ninguém tocar nela? – disse o Rubén.
– Fala pro seu marido o quanto você é puta – continuou ele.
Marcela só tirava a pica da boca pra gritar: – Meu amor, sou muito puta e adoro que chupem minha bucetinha. Seguiram assim por um tempo, e de repente o Rubén falou pro Sergio: – Sai daí que vou arrebentar esse buraco que ela adora mostrar. Fiquei pasmo quando a Marcela, que nunca tinha dado o cu, em vez de recusar, apoiou a cabeça no colchão, empinou mais a bunda pra fora, me olhou e disse: – Meu amor, deixa que o senhor arrebente minha bucetinha? E na mesma hora enfiou o pau do Sergio na boca. Eu seguia a cena sem perder um detalhe, e já pelo nível de tesão que tava, não conseguia nem falar.
Rubén se ajoelhou atrás da minha esposa e, de uma só vez, enfiou a pica até o fundo, e a Marcela respondeu com um grito misturado de dor e prazer.
– Com a vontade que você tinha e seu marido nunca arrombou seu cu? – perguntava o Rubén, enquanto minha namorada não parava de rebolar e gritar desesperadamente.
– Fala, senhora, pro seu marido quantas punhetas você bateu imaginando minha pica no seu cu? continuo.
Minha mulher não respondia, mas cada vez gritava mais alto.
- Agora ele vai meter o pau nela, Sergio, e você vai chupar o meu e engolir toda a porra até a última gota, ele ordenou.
Marcela, claro, obedeceu e, enquanto Sergio arrebentava o cu dela com aquele pedaço, ela chupou até engolir todo o leite do Rubén, e continuou chupando até que Sergio encheu o cu dela com a porra dele.
Enquanto isso, eu não aguentei mais e soltei toda a minha porra. Marcela ficou caída de bruços, exausta, com um fiozinho de saindo do cu dela, e Rubén pegou a roupa dele e disse pra minha mina:
- Quando quiser mostrar a raba de novo, me avisa que tenho uns amigos que vão adorar olhar pra ela.
E Marcela respondeu:
- Adoraria conhecê-los, mas isso eu conto outro dia.
MINHA NAMORADA GOSTA DE MOSTRAR A BUNDA
A maioria das histórias que li dizem que são reais. Não sei quanto disso é verdade. O que posso garantir é que esta história que vou contar aconteceu exatamente como vou relatar. A única coisa que vou mudar são os nomes dos personagens, por motivos óbvios.Meu nome é Sergio, moro em Buenos Aires, Argentina, tenho 40 anos e estou morando junto há 2 anos com Marcela, uma loira muito gostosa de 25 anos, 1,67m de altura, 85 de peito, 62 de cintura e uma bunda super empinada (na base de muita academia) e com a pele bem macia. No começo do nosso relacionamento, na cama sempre fomos muito conservadores, nada de fantasias estranhas, nada de sexo anal, nada de filmes pornô nem brinquedos. Do jeito que estou contando, parece bem chato, mas pela recatada que a Marcela sempre foi, eu não tinha outra opção a não ser aguentar um relacionamento assim.
Assim iam passando nossos dias até que, numa ocasião, eu estava no banheiro do meu escritório e ouvi a conversa de dois colegas, Eduardo e Leonardo, falando da minha namorada, que eles conheceram num evento de lançamento de uns produtos novos que tinha rolado no sábado anterior e que todo mundo da empresa foi com as respectivas namoradas ou esposas.
Quando ouvi o nome da Marcela, me escondi pra não ser visto e, prestando atenção, não acreditei no que tava ouvindo. Aí vai a conversa o mais fiel possível:
- Viu a buceta que a mulher do Jorge tem? - perguntou Eduardo
- Nem me fala, não consegui parar de olhar pra ela a noite toda - respondeu Leonardo
- E com aquela calça que ela tava usando e a calcinha fio dental que marcava tudo.
- Além disso, acho que ela gosta de mostrar, porque toda vez que percebia que eu tava olhando, ela fazia que não era com ela e empinava mais ainda.
- Isso é coisa da sua cabeça. Com o Jorge a gente sempre fala do quanto a Marcela é tímida e do quanto ele sofre pra realizar algumas fantasias dele.
- Eu só sei O que te digo é que me parece que essa é uma puta chamada Bárbara e que ela adoraria que arrombassem a bunda dela de uma vez, e eu seria o primeiro da fila.
Naquele momento, elas saíram do banheiro e eu fiquei com uma raiva tão grande que só era comparável ao tesão que eu tinha sentido ao ouvir elas falarem da Marcela daquele jeito.
A partir daquele dia, percebi o quanto me excitava saber o quanto minha namorada era desejada, e toda vez que a gente transava, eu fantasiava com a ideia de ter gente olhando a raba da Marcela enquanto ela rebolava, feliz em mostrar. Assim se passaram vários meses, até que um dia, enquanto a gente tomava sol na sacada de casa, vi ela enfiar a fio dental que tava usando bem pra dentro da bunda. Quando perguntei o que ela tava fazendo, ela respondeu que era pra não ficar marca da sunga, mas na real eu percebi que ela tinha levantado da espreguiçadeira e se virado de costas pra grade da sacada, dando um show do caralho pra dois adolescentes que moravam num prédio na frente e que não conseguiam tirar os olhos da janela. Ao perceber e achando que a Marcela não tinha notado, avisei:
- Marce, vira que tão te olhando da frente.
- Sério?
Ela vira o rosto e, vendo os meninos, mostra a língua, passa ela pelos lábios, depois me olha e fala:
- Deixa eles olharem, me dá um tesão pensar que essa noite eles vão bater uma pensando em mim.
Não acreditei no que tava ouvindo e vendo, a tão recatada da minha namorada oferecendo a bunda pra uns desconhecidos olharem à vontade e ainda admitir que isso a excitava.
Não soube o que dizer, automaticamente senti que começava a ter uma ereção monstruosa e comecei a dar crédito ao que meu colega Leonardo tinha mencionado na ocasião do banheiro.
Como pude, levantei da espreguiçadeira, me aproximei dela, dei um beijo na boca e, sussurrando no ouvido, comentei que o que ela tava fazendo era Uma das minhas fantasias dos últimos meses é que, se ela gostasse, eu não ficaria com ciúmes. Pelo contrário, ajudaria ela a realizar a fantasia dela e ir até onde ela quisesse.
Quando ouvi isso, ela me encarou e perguntou:
— Ir até onde eu quiser?
— Sim, por quê? Até onde você quer ir?, respondi.
— Eu queria mostrar a raba pra esses caras sem a malha. Você deixa?
A conversa tinha chegado num ponto que eu já não aguentava mais ter meu pau preso dentro da calça.
Ela me olhava esperando a resposta, sem deixar, claro, de se arquivar cada vez mais pra se exibir melhor pra esses caras que, nessa altura, já tinham tirado os paus sem nenhum pudor e estavam se masturbando gostoso.
— Você não acha que é demais? Não tem vergonha?, perguntei.
— Não, nenhuma. A única coisa que me dá um pouco de vergonha é confessar que sempre gostei de me mostrar, e especialmente me excita pra caralho quando os homens me olham e desejam minha bunda pequena.
Vi na cara dela que contar isso a deixava com um tesão do caralho, e eu, que não ficava atrás de tesão, continuei perguntando.
— Você mostrou essa bunda pequena pra muitos caras ultimamente?
— Pra vários. Quer que eu conte a última vez?
— Foi ontem, quando saí do prédio pra academia com a legging azul. Quando vi que o Sérgio (o porteiro) e o Ruben (o segurança) não tiravam os olhos de mim, abri um pouco as pernas, me abaixei sem dobrar os joelhos e fingi que tava amarrando o cadarço do tênis, colocando a raba a um metro do nariz deles. Eles cravaram o olhar e eu vi o Ruben colocar a mão na calça e murmurar algo que não ouvi. Isso me deixou tão molhada que tive que voltar pra casa pra trocar de roupa porque tinha me encharcado toda.
Enquanto me contava isso, ela tinha aberto um pouco mais as pernas e começou a se tocar na buceta, sempre mostrando a bunda pra todos que Queriam ver ela nas janelas da frente.
- Bom, se você não tem vergonha, tira a tanga, mas espera eu ir pra dentro, pra te olhar daqui.
A única coisa que eu queria era não perder nada do espetáculo que minha namorada ia dar, e queria ver enquanto batia uma punheta daquelas.
Quando deixei ela sozinha, ela virou a cabeça pros olheiros, passou a língua nos lábios, puxou o cordão de um dos lados da calcinha desatando o nó e voilá, lá estava ela parada na sacada com as pernas abertas, um dedo dentro da buceta e apontando a bundinha nua em plena luz do dia pra dezenas de janelas.
Ela se arqueava cada vez mais, abria as nádegas com a mão, mostrando o cuzinho lindo e sempre sem parar de se masturbar, eu ouvia ela dizer baixinho - Vocês gostam da minha raba? Querem chupar ela? Aqui está, toda pra vocês. De repente ela me olhou através do vidro e implorou pra eu meter o pau na boca dela, coisa que não consegui evitar porque eu já ia estourar. Então saí na sacada, peguei ela pelos cabelos, e ela começou a chupar meu pau, enquanto eu, já fora de mim, gritava: Você gosta que vejam sua bundinha de puta? Queria ter outro pau agora atrás? Ela balançava a cabeça e gemia como nunca tinha ouvido. Já tinha gozado umas 5 vezes. Eu continuei: Sabe todos os senhores que devem estar batendo punheta pra sua raba? Queria ter todos aqui, não quer, putinha? Sim, ela dizia, mas eu não aguentei mais e tive um orgasmo monumental, que Marcela engoliu até a última gota. Dei um tapinha na raba dela e entramos pra dentro, sem antes ela se virar e mandar um beijo pras janelas.
Naquela noite tivemos o melhor sexo desde que nos conhecemos, mas como vocês podem imaginar, a coisa não parou por aí, e começaram a acontecer coisas que eu nunca esperava que fossem rolar.
Na manhã seguinte, ao sair do prédio pra ir trabalhar, cruzo na porta com Sérgio e o Rubén, que como vocês lembram são o porteiro e o segurança do prédio onde a gente mora, chegaram com um sorriso e me falaram que ontem alguém fez uma reclamação na administração do prédio por causa das exibições que a minha namorada andava fazendo na sacada.
Imagina a surpresa e a vergonha que eu senti ao descobrir que já sabiam das manias da Marcela no prédio inteiro. Claro que me fiz de desentendido e rolou esse diálogo:
— Que exibições vocês tão falando? — falei, tentando disfarçar.
— De ficar pelada e fazer pose sexual na sacada — disse o Sérgio.
— Olha, não sei do que vocês tão falando — respondi.
— Com a gente não precisa disfarçar, já faz um tempão que a gente sabe que a sua mulher gosta de mostrar a raba, toda vez que passa perto da gente ela se abaixa ou bota ela pra fora e fica um tempão nessa posição pra gente admirar — falou o Rubén, sorrindo.
Eu fiquei mudo.
— Só fala pra ela não fazer mais na sacada, porque vai ter problema com os vizinhos — continuou o Sérgio.
— Fala pra ela que quando quiser exibir a bunda, a gente se oferece pra olhar, não é mesmo, Sérgio? — disse o Rubén.
Os dois riram, e eu, entre a vergonha e a excitação que a situação me dava, só consegui responder: — Vou falar pra ela.
O dia inteiro no escritório fiquei com um tesão do caralho. Não via a hora de voltar pra casa pra contar pra Marcela o que tinha acontecido de manhã e ver qual seria a reação dela.
Na volta pra casa, quando cheguei na entrada do prédio, encontro o Rubén de novo, que me cumprimenta com um sorriso e, sem vergonha nenhuma, me fala que se a minha mulher precisar dele e do Sérgio essa noite, é só chamar, porque hoje era o dia de folga dele e ele tava disponível.
Eu não acreditava no que tava ouvindo. Não respondi nada e subi o mais rápido que pude pro meu apartamento.
Quando abro a porta, encontro a Marcela cozinhando, vestida só com uma fio dental vermelha daquelas que entram bem pra dentro. da Booty. Ela se aproxima pra me dar um beijo e diz que sorte eu ter chegado, porque já não aguentava mais de tesão e queria que eu comesse ela na sacada, na vista de todo mundo.
Falei que isso a gente não podia mais fazer, e contei sobre a denúncia. Quando contei a proposta que o Ruben e o Sergio tinham feito, pensei que ela morreria de vergonha, mas não, tava muito enganado. Ela me olhou, se tocou na buceta e, depois de um gemidinho, disse:
— Que putaria, e você, love, o que acha da ideia?
— Pra ser sincero, me pegou de surpresa, mas fiquei excitado o dia inteiro.
— Você sabe que eu adoro mostrar a tiny ass o tempo todo, e se você não se importa que fiquem olhando enquanto me come, a gente podia mandar eles subirem.
— Justamente hoje à noite eles tão de folga, falei.
— Por que você não desce e avisa pra virem às 10? Mas, love, não esquece de deixar bem claro que é só pra olhar, não vou deixar ninguém me tocar.
— Claro, eu também não permitiria.
Então desci, encarei o Ruben e, sem muita enrolação, porque tava com bastante vergonha, falei que minha namorada tinha aceitado a proposta pra hoje à noite.
— Tava certo de que ela tava morrendo de vontade de entregar a raba, ele disse.
— Entregar nada, falei, é só pra olharem, tá claro.
— Tá bem, sem problema nenhum. Já ver ela pelada com aquele rabão já me basta.
— Avisa o Sergio e sobe às dez, me despedi.
Voltei pro apartamento e a gente se apressou pra preparar tudo. Decidimos que faríamos na sala, porque é o lugar maior da casa e dava pra colocar distância entre eles e a gente. Afastamos os sofás e colocamos eles virados pro colchão da cama que a gente jogou no chão. Trouxemos um abajur de pé que dava uma luz mais suave, mas que ao mesmo tempo iluminava tudo bem. A Marcela vestiu um vestidinho turquesa que chega um pouquinho acima dos joelhos, de tecido fininho e justo o suficiente pra deixar ver a calcinha fio dental preta. que só cobria a bunda dela e os mamilos durinhos, já que ela não tava de sutiã. Era a primeira vez que ela ia mostrar a bundinha dela pelada tão de perto pra dois quase estranhos. Só de pensar nisso, ela já tinha gozado enquanto se trocava.
Já tinha chegado a hora, e como era de esperar, bateram na porta na pontualidade. Abri, e lá estavam Rubén e Sergio com um sorriso, e meio que me provocando, o Rubén fala:
- Boa noite, viemos pra sua mulher mostrar aquela bunda linda que ela tem, podemos entrar?
- Podem, ela tá esperando vocês, falei pra continuar a situação que me excitava pra caralho.
- Meu amor, eles já chegaram, vem dar um oi, gritei, enquanto Rubén e Sergio se acomodavam no sofá.
- Oi, como vocês estão? disse Marcela, como se fosse só uma visita social, e esticando o rosto deu um beijo na bochecha de cada um.
- Boa noite, senhora, responderam em dupla, que pelo nível de tesão que já tavam, saiu meio engasgado.
- Cê tá muito gostosa, disse Sergio, que sempre foi o mais galanteador.
- E tem a melhor bunda do bairro, continuou Rubén, tô doido pra ver ela peladinha. continuou, enquanto já tinha aberto o zíper da calça e dava pra ver uma ereção violenta.
- Então vocês querem ver minha bundinha? respondeu Marcela, enquanto mordia o lábio, pelo tesão que as palavras do Rubén tinham causado nela.
- Meu amor, você deixa eu mostrar a bunda pra esses caras? ela me perguntou.
- Se você quiser, pode, respondi.
Ela se virou e foi andando até o colchão, arqueou as costas, abriu um pouco as pernas, e levantou um pouco o vestido, deixando metade da bunda linda dela à mostra. Olhou pra eles, passou a língua pra molhar os lábios e perguntou:
- Tão gostando da minha bundinha? Querem ver ela toda?
- Claro, senhora, mas espera a gente tirar as calças, pra gente bater uma punheta bem gostosa pra essa bunda linda, respondeu Rubén.
E assim fizeram. fizeram, se despirram completamente e deixaram ver dois membros muito maiores que o meu e que estavam prestes a explodir. Quando minha mulher virou o rosto e viu umas pirocas do caralho, não conseguiu evitar soltar um gemido de prazer que fez o Rubén comentar comigo:
- Acho que sua mulher não só gosta de ser olhada, mas também de ver paus grandes.
- É verdade isso, meu amor?, perguntei.
Marcela não respondeu, mas dava pra ver na cara que ela tinha gostado, e que tinha chegado num nível de tesão tão grande que quase num puxão arrancou o vestido, ficando só com a calcinha fio dental preta que mal cobria a bunda dela. Ela se colocou de quatro no colchão, arqueou as costas e entregou uma vista fabulosa da bundinha dela, enquanto enfiava um dedo na buceta e perguntava:
- Vocês ficam muito excitados me vendo assim?
- Na real, me excita você ser tão puta, senhora, respondeu o Sergio.
- Não tá afim de tirar essa calcinha e mostrar o cuzinho?, perguntou o Rubén.
- Deixa eu mostrar o cuzinho pros senhores, meu amor?, perguntou, enquanto rebolava a bunda pra frente e pra trás.
- Seu marido deixa você fazer o que quiser, e como eu sei que você tá afim de que um de nós tire essa calcinha, não vou deixar você esperando, disse o Rubén.
Nessa hora, o Rubén levantou do sofá e foi direto pro colchão onde a Marcela estava. Já tinha perdido o controle, e eu pensei que minha mulher ia resistir a ser tocada, mas me enganei; pelo contrário, ela continuou na mesma posição e ainda arqueou mais pra deixar o Rubén enfiar os dedos nas laterais da calcinha e puxar pra baixo, deixando a bunda toda da minha namorada no ar.
- O que acha do meu cuzinho?, perguntou a Marcela, tocando ele com um dedinho.
- É um buraquinho que precisa de uma linguada, ele respondeu, e na hora se abaixou e enfiou a língua no cu da minha mulher, que já fora de si, se mexia desesperadamente e gritava coisas como:
- Isso, senhor, chupa minha bundinha, por favor. Mete toda a língua.
Rubén só tirava a boca da bunda pra gritar barbaridades como:
– Eu sabia que você era muito fogosa e que já tava há tempos querendo dar pra dois homens de verdade. Vem, Sergio, que entre nós dois vamos partir essa puta ao meio.
Rubén se levantou, me olhou como quem pede permissão e foi direto colocar a boca na raba da minha namorada, lugar que cedeu pra ele, que foi pra cara da Marcela e comeu a boca dela com um beijo que ela respondeu botando a língua pra fora e olhando pra ele de um jeito que pedia aos berros pra ele enfiar aquela pica enorme na boca dela, coisa que o Rubén não fez questão de esperar. Não dá pra explicar com que desespero ela mamava aquele pauzão.
Nessa altura, eu não acreditava no que tava vendo e já tinha sentado no sofá, contemplando a cena enquanto batia uma punheta daquelas.
– Então sua senhora não ia deixar ninguém tocar nela? – disse o Rubén.
– Fala pro seu marido o quanto você é puta – continuou ele.
Marcela só tirava a pica da boca pra gritar: – Meu amor, sou muito puta e adoro que chupem minha bucetinha. Seguiram assim por um tempo, e de repente o Rubén falou pro Sergio: – Sai daí que vou arrebentar esse buraco que ela adora mostrar. Fiquei pasmo quando a Marcela, que nunca tinha dado o cu, em vez de recusar, apoiou a cabeça no colchão, empinou mais a bunda pra fora, me olhou e disse: – Meu amor, deixa que o senhor arrebente minha bucetinha? E na mesma hora enfiou o pau do Sergio na boca. Eu seguia a cena sem perder um detalhe, e já pelo nível de tesão que tava, não conseguia nem falar.
Rubén se ajoelhou atrás da minha esposa e, de uma só vez, enfiou a pica até o fundo, e a Marcela respondeu com um grito misturado de dor e prazer.
– Com a vontade que você tinha e seu marido nunca arrombou seu cu? – perguntava o Rubén, enquanto minha namorada não parava de rebolar e gritar desesperadamente.
– Fala, senhora, pro seu marido quantas punhetas você bateu imaginando minha pica no seu cu? continuo.
Minha mulher não respondia, mas cada vez gritava mais alto.
- Agora ele vai meter o pau nela, Sergio, e você vai chupar o meu e engolir toda a porra até a última gota, ele ordenou.
Marcela, claro, obedeceu e, enquanto Sergio arrebentava o cu dela com aquele pedaço, ela chupou até engolir todo o leite do Rubén, e continuou chupando até que Sergio encheu o cu dela com a porra dele.
Enquanto isso, eu não aguentei mais e soltei toda a minha porra. Marcela ficou caída de bruços, exausta, com um fiozinho de saindo do cu dela, e Rubén pegou a roupa dele e disse pra minha mina:
- Quando quiser mostrar a raba de novo, me avisa que tenho uns amigos que vão adorar olhar pra ela.
E Marcela respondeu:
- Adoraria conhecê-los, mas isso eu conto outro dia.
26 comentários - Minha namorada adora mostrar a bunda
si mostralaaaaaaaaaaaaaaaaaa 🤤 🤤 🤤 🤤 🤤 🤤 🤤 🤤 🤤 🤤 🤤 buen relato
me calento mil esto.. leed el mio! jeje
http://www.poringa.net/posts/1045817
🤤 🤤