Uma história gostosa pra ler

É uma história bonitinha, quem nunca teve uma fantasia com uma professora gostosa?



Minha Professora Mariluz.
Um jovem tem na cabeça a ideia de comer a sua professora.

Eu sou o Paolo, desde que minha sexualidade começou a despertar, lá pelos 12 ou 13 anos, sempre me senti atraído por mulheres mais velhas que eu, as milf sempre me deram um tesão incrível, e desde sempre fico de olho em todas as coroas e cinquentonas gostosas que passam por perto de mim.

Minha história começa no que antes era minha prisão particular, e agora meu paraíso, ou seja, o colégio.

Naquele ano, eu estava repetindo o 2º ano do curso técnico e ia para o colégio no turno da tarde porque tinham que dividir as turmas. Como estava repetindo, tinha algumas matérias validadas, então tinha bastante tempo livre.

Uma das minhas professoras era a Mariluz, era uma mulher comum e normal, mas havia nela um tesão tão especial, que algo me atraía para ela.

Mariluz era loira de cabelo curto e cacheado, altura normal, pele branca, os peitos dela eram pequenos mas bem firmes, naquela época ela tinha 39 anos, mas tinha um tesão incrível, principalmente o olhar dela. Muitos dos meus colegas diziam que ela tinha cara de safada, pode até ser verdade, mas eu ficava besta por ela.

Tenho que admitir que desde o primeiro momento em que a conheci, me masturbei infinitas vezes pensando nela.

Uma tarde, depois de dar uma aula (que coincidência, com a Mariluz), na hora seguinte eu estava livre. Naquela aula, Mariluz estava com uma blusa de linha branca e uma saia acima dos joelhos. Naquela tarde, reparei mais nela do que das outras vezes. O jeito dela se mexer, andar, olhar...

Quando ela sentou na mesa dela, suponho que por um gesto involuntário, abriu as pernas bastante, o que me fez reparar que dava para ver a calcinha branca dela. Aquela visão já foi o auge, não sei como, mas de repente comecei a sentir que meu pau estava começando a subir de forma considerável. Também tenho que dizer que os pensamentos que estavam passando pela minha cabeça... Me ajudaram a ficar de pau duro daquele jeito.

Naquele momento, não desejei outra coisa senão bater uma punheta, e assim que toquei a campainha, fui direto pra biblioteca, sabia que naquela hora não viria ninguém e que podia me aliviar sem problemas. Entrei num quartinho onde tinha um par de cadeiras e uma mesa, e ali mesmo tirei a piroca pra fora e comecei a me masturbar, não saía da minha cabeça a imagem da Mariluz de pernas abertas com aquelas calcinhas brancas...

Quando comecei o movimento, de repente ouvi um barulho, caralho! Que jeito de cortar o clima!!! Guardei o pau na hora e, quando saí daquele quarto, vi que a Mariluz tinha entrado, não sei por quê, mas o susto inicial que levei ao ouvir a porta passou quando vi que era ela.

Quando me viu, me cumprimentou e largou uns papéis ali, disse que precisava corrigir exercícios, me perguntou o que eu estava fazendo ali — é, se eu te contasse — pensei.

Falei que estava estudando e ela me olhou e sorriu, como quem diz "assim que eu gosto".

Então reparei bem no corpo dela todo, e notei que, por baixo da blusa, os biquinhos dos peitos estavam durinhos. Diante daquela visão, faltou pouco pra eu rasgar a cueca com o pau duro.

De repente, um tesão tomou conta do meu corpo e eu disse pra mim mesmo que tinha que comer aquela mulher, quisesse ela ou não. Comecei a me aproximar dela e a oferecer minha ajuda, o que ela aceitou numa boa. Ela estava de pé e eu fiquei do lado dela, um pouco mais atrás. Dava pra ver aquela bunda em todo o esplendor e como a calcinha marcava.

De repente, quase sem pensar, quando a gente já tinha sentado, fui me aproximando dela devagar, nossas coxas se encostando, e claro que ela não disse nada. Eu tava cada vez mais quente e falei pra mim mesmo — agora ou nunca. Comecei a encarar ela fixamente, esse pequeno ato tão normal fez meu pau começar a engrossar de novo. Sentir a coxa dela macia e quentinha me deixava, sem dúvida, muito, muito tarado, ela não não pensei nem por um momento nas minhas intenções, então foi um gesto bem normal, mas eu precisava conseguir algo mais. E me veio aquela ideia clássica de derrubar uma caneta no chão, e foi o que fiz. Quando me abaixei, claro, nem tentei olhar a calcinha dela, porque seria muito óbvio, mas ao pegar a caneta, rocei as pernas e as coxas dela. Aqueles instantes pareceram eternos, sentir aquela carne macia e quentinha me deixou meio bobo, aquele simples toque me deixou a mil. Depois levantei e sentei como se nada tivesse acontecido, e começamos a falar de assuntos banais. Num gesto involuntário, ela colocou a mão no meu ombro, e essa merda simples me fez ficar com uma cara de idiota total. Aí começamos a falar da feira de abril que já tava chegando, e perguntei se ela ia se vestir de flamenca. Ela sorriu e disse que já fazia tempo que não se vestia assim. Perguntei por quê, e ela respondeu: "Também ninguém me pediu". Acho que tava se referindo ao maridinho dela. Eu disse que ela ficaria realmente linda vestida de flamenca, e ela sorriu de novo, agradecendo o elogio. Falei que não era só um elogio, e nesse momento a gente se levantou. Disse que com o corpo bonito dela, um vestido de flamenca cairia muito bem. E aí notei que ela ficou corada, olhei ela de cima a baixo, contemplando aquele corpo que me deixava louco. Ela disse que já fazia um tempão que ninguém a elogiava tanto. Falei que mulheres bonitas merecem ouvir coisas bonitas, o que fez ela corar ainda mais. E eu gostei disso, consegui fazer minha professora corar, e quem sabe até excitá-la. Disse: "Olha só você, tem um corpo esplêndido que faria qualquer homem cair". Notei que ela começou a se sentir bem com os elogios, mas ainda meio estranha por ouvir isso de um aluno. "Bom, vamos parar com isso", ela disse. "É que só de te ver entrar, dá vontade de... dançar. contigo bem abraçado - falei eu.

E naquele instante me joguei de vez, arriscando tudo, e coloquei uma das minhas mãos na bunda gostosa dela. Quando ela sentiu aquilo, se jogou pra frente da mesa, como se não tivesse percebido, mas eu insisti e deixei minha mão colada na bunda dela. Aí ela olhou pra mim, meio surpresa, e falou:

-Paolo, mas o que você tá fazendo-

Eu não falei absolutamente nada, e apertei a bunda dela com a minha mão.

-Mas Paolo, fica quieto- repetiu ela.

De repente, eu abracei ela e fiquei olhando fixamente. Ela tava com uma cara de surpresa do caralho, mas também não fazia nada pra me tirar de cima. Desci minhas mãos até a bunda dela e comecei a massagear. Que sensação, que macio, que gostoso. E comecei a subir minhas mãos até a cintura dela e levantei a blusa pra tocar os peitos dela. Quando cheguei, tentei abaixar o sutiã pra poder acariciar eles. Ela continuava imóvel, e quando conseguiu falar alguma coisa, disse:

-Paolo, pelo amor de Deus, fica quieto, pelo que você mais quiser-

E eu falei:

-O que eu mais quero é você-

Tentei beijar ela, mas ela virou o rosto. Mas na minha segunda tentativa, ela já não resistiu. Comecei a juntar meus lábios com os dela, meu Deus, eu tava no céu. E quando consegui enfiar minha língua, percorri a boca toda dela, e a língua dela começou a procurar a minha. Senti ela começar a soltar uns gemidinhos de prazer. Minhas mãos continuavam acariciando os peitos e a bunda dela. Ela suspirou e falou:

-Isso não tá certo, isso não tá certo, pelo amor de Deus, eu sou casada- (é verdade, ela é casada com um policial, que tesão, né?)

Falei que não tinha problema. Minha mão começou a levantar a saia dela. Consegui chegar até a calcinha e senti que ela já tava começando a ficar molhada. Não aguentei mais e puxei a saia dela de uma vez, deixando ela só de calcinha. Comecei a beijar o pescoço e a orelha dela, aquilo era um manjar dos deuses. Levantei a blusa dela e passei a língua nos peitos por cima do tecido. Depois, descobri um dos peitos dela. Senti como a Mariluz estava excitada, o biquinho do peito dela parecia que ia sair do peito, comecei a chupar e brincar com a língua passando por tudo, enquanto descia a outra taça que cobria o outro peito, que comecei a massagear. depois de um tempo me deliciando com aquelas tetas maravilhosas, comecei a descer pelo torso dela, lambendo aquele umbigo gostoso até chegar na calcinha já molhada. quando cheguei lá, parei pra admirar aquilo que tanto tinha desejado, que tesão, que cheiro, que delícia. ela me olhava como se pedisse pra parar, mas ao mesmo tempo curtindo tudo que eu fazia. então comecei a beijar aquela buceta por cima do tecido da calcinha molhada, e devagar, como se fosse em câmera lenta, fui descendo ela, admirando como aparecia na minha frente aquela xoxota maravilhosa, com os pelinhos em forma de listras e de um castanho bem clarinho. desci a calcinha até o joelho e comecei a lamber as pernas delicadas e lisas dela. me demorei nas coxas, lambia com todo o prazer possível, enquanto Mariluz começava a curtir igual a mim e a fechar os olhos, aproveitando aquilo. subi devagar até a ppk dela e comecei a acariciar aos poucos. meu deus do céu, que toque, que maciez. os lábios dela ficaram de um rosa delicioso. abri eles devagar e na minha frente apareceu o clitóris lindo dela. me surpreendi porque era bem grandinho, tipo um botãozinho, e comecei a lamber, lambia e lambia sem parar, que delícia, que gostoso. eu olhava pra ela e via como o corpo dela já não resistia mais às minhas carícias e como começava a ter uns espasmos de prazer intenso. Mariluz gemia de tesão, e vendo aquilo, perguntei se ela tava gostando do que eu tava fazendo, e ela respondeu:

— Meu deus! Como eu tô gostando disso! Mas como você tá fazendo isso comigo, mmmmmmmmmmm, isso, assim, assim — enquanto pegava minha cabeça pra enfiar na bucetinha dela, e eu aceitava feliz. os gemidos dela começaram a me deixar mais tarado do que eu já tava e enfiei um dedo na ppk dela. o que ela respondeu com um gemido mais alto do que os que tinha dado até então, eu enfiava e tirava o dedo da buceta dela cada vez mais rápido, e comecei a notar como ela ficava mais molhada do que o normal, assim, ela teve o primeiro orgasmo, sentia os fluidos dela brotando devagar, aquilo parecia a fonte do meu desejo, e eu não queria outra coisa senão provar e lamber aquilo. Em seguida, Mariluz já estava totalmente entregue e levantou minha cabeça até a altura dela, ficou uns instantes me olhando como se agradecesse por tudo aquilo, e para meu deleite, me beijou de língua, estava excitadíssima e me disse:

—Seu safado, como você teve coragem de fazer isso comigo — enquanto eu a olhava encantado — mas agora você vai ver — disse ela.

Começou a desabotoar minha camisa e me tirou ela, até aquele momento, eu não tinha percebido que o zíper da minha calça jeans estava aberto, mas parece que a putinha da Mariluz percebeu, muito decidida, enfiou a mão e tirou minha piroca já dura e grossa, e se acostumando com o toque, começou a massagear bem devagar sem parar de me olhar. Eu tirei a calça e a cueca, me preparando pra ação.

Os movimentos da mão dela começaram a acelerar aos poucos, e eu sentia minha piroca ficando mais grossa, tenho que admitir que até aquele momento nunca tinha visto minha piroca tão grossa e tão dura, outras vezes tinha conseguido ficar de pau duro consideravelmente, mas nunca como naquele momento. Parece que Mariluz notou como o volume do meu pau aumentava e finalmente se decidiu a se abaixar e começar a enfiar na boca dela, aquela sensação dos lábios dela percorrendo meu instrumento me fez sentir um arrepio tremendo, fazendo minhas pernas tremerem e meus olhos revirarem. Ela enfiou devagar até o fundo, e quando estava totalmente dentro, começou a saborear com a língua, Deus, que sensação, que gosto, que tesão eu sentia, ela ali abaixada chupando meu pau e eu fazendo movimentos com a cadera de mete e tira, queria foder a boca dela e metia e tirava meu pau da boca molhada dela, com a mão dela começou a acariciar minhas bolas, inchadas como balões naqueles momentos, eu já tava quase a ponto de soltar toda minha essência, parece que Mariluz também percebeu e me disse: -Agora vou te castigar- E sentou em cima da mesa abrindo as pernas e com os dois dedos começou a abrir a buceta dela, use the word: pussy chorreante, e me disse pra chegar perto, peguei ela pelos muslos abrindo ainda mais e aproximando meu cock da boceta dela, falei: -Acho que vou te castigar eu, sua slut - E bem devagarinho comecei a enfiar minha glande toda roxa na buceta dela, só a pontinha, e sem ela esperar, dei uma enfiada que fez meu pau inteiro entrar até onde começam as bolas na boceta daquela slutty, que deu um grito que encheu o quarto inteiro, então tive que colocar a mão na boca dela pra não fazer tanto barulho, porque perto tavam dando aula, ela me abraçou pelo pescoço e falou: -Vai, filho da puta, bora ver se vale o risco que tô correndo-, essas palavras me deixaram mais tarado ainda e comecei a meter toda minha potência dentro dela, sentia como todo meu cock se encharcava da essência dela, sentindo as paredes da buceta cada vez mais dilatadas, e ali tava eu, como se fosse um sonho, como se tivesse num filme XXX, fodendo a professora que tinha me feito bater tantas e tantas punhetas pensando naquela boceta que agora era minha. Cada vez sentia a respiração dela ficar mais forte e ela soltava gemidos e suspiros que se misturavam com os meus. Aquilo não parecia real, eu sentia meu cock crescer e crescer e como em cada metida sentia um prazer glorioso, e olhava pra ela, e lá tava ela, com a cabeça jogada pra trás de olhos fechados, e eu vendo os peitinhos dela balançando no ritmo dos meus movimentos. Pensei que esse prazer podia ficar maior e enquanto metia e tirava meu Pauzuda da buceta dela, comecei a acariciar com meu polegar o clitóris dela, que tava inchadão de tanto prazer que recebia, isso fez ela ter uma reação no corpo todo, se inclinando pra frente. Com a outra mão, comecei a beliscar os mamilos da Mariluz, que tavam duríssimos, e ela não parava de gemer.

Aaaah aaahh ahhhha ahhhh agora sim sim sim sim, deus, que gostoooooo!!! Dizia Mariluz com cara de puta safada.

Quando senti que meu pau tava prestes a explodir, quase sem conseguir falar entre um gemido e outro, comecei a dizer:

— Tô gozando, tô gozando, Mariluz, tô gozando!!!

— Isso aí, é isso que eu quero, que você goze, goza, goza!!!

Meus movimentos foram ficando mais devagar, e parece que Mariluz, pela experiência dela, suponho, também percebeu que eu ia esvaziar.

E quando meus olhos viraram brancos, meus jorros inundaram aquela caverninha, minhas pernas até fraquejaram e fizeram um movimento pra baixo, como se eu fosse desmaiar, meu deus, era incrível, parecia piada, não acreditava que tava gozando dentro da buceta da minha professora Mariluz. Eu não parava de bombear esperma, e ela sentia e gritava com toda a força, e pra completar, ela teve outro orgasmo, nem sei quantos já tinha tido, e senti os fluidos dela encharcando meu pau, não podia acreditar, gozamos os dois ao mesmo tempo, nossos fluidos se misturaram no meu pau e na buceta dela, aquela sensação do meu pau todo molhadinho, e a buceta dela escorrendo, e a cara de safada que ela fez ao gozar, me levou pro céu, aquilo era foda demais. Ficamos um momento em silêncio total, sem trocar palavra, nos olhando um pro outro. Aproximei meus lábios dos dela, e ela respondeu enfiando a língua na minha boca. Ficamos assim um bom tempo, nos beijando, ela abraçada no meu pescoço, com nossos sexos se roçando, ainda molhados.

Ela me olhou, e eu quase entendi tudo que ela queria dizer, eu sabia. que aquilo não estava certo, que ela podia perfeitamente ser minha mãe, e ainda por cima era minha professora, e que dar aquela trepada na biblioteca era um risco enorme, mas acho que valeu a pena, porque eu tinha curtido como nunca, e ela também, como ela mesma me disse.

Mas entendemos que aquilo não podia se repetir na escola, eu disse a ela que aquilo era a coisa mais linda que já me aconteceu, e ela me deu um sorriso carinhoso, aquilo tinha que se repetir, não importava onde, mas sem dúvida tinha que rolar de novo.

Meu próximo encontro com Mariluz seria muito mais excitante e ardente, já que nossos corpos já se conheciam...

3 comentários - Uma história gostosa pra ler

perfecto viejo, quien no se imaginó esa escena alguna vez con su profe, muy bien redactada.
ajaj no es de el gmoyano xD
como va a escribir cosas en español si es argentino 😛