Deixo pra vocês um relato emocionante:
Eu tava toda excitada depois de um papo muito gostoso com um amigo colombiano, ele me deixou a mil e fiquei com vontade de sentir a tranca dele no meu buraquinho. Depois que a gente terminou, meus pais chegaram e ficou combinado que no sábado eu iria com eles pra uma cidade que fica umas 3 horas daqui, onde eles compram frutas, verduras e tudo mais pro restaurante que têm. Tomei banho e fui deitar com uma baita ardência na minha bunda, por causa da força que eu tinha metido o vibrador na noite anterior — pensei até que tinha rompido algum músculo.
Acordei umas 7:30 e meu cu ainda tava ardendo, além de eu estar com um pouco de febre. Falei pros meus pais que não iria com eles. Minha mãe, ao me ver assim, disse que ficaria comigo, e meu pai foi sozinho — ele voltaria domingo à tarde. Eu continuava com uma ardência danada na bunda, então fui deitar de novo. Também tava esperando a ligação de uma amiga. Acabei dormindo e acordei lá pelas 3:00. Minha mãe não estava...
Almocei e liguei o PC pra ver se conseguia transar por chat de novo. Quase não consegui sentar na cadeira de tanta dor que tava. Como não vi ninguém online, fui ler uns contos pra ver se alguma das minhas histórias tava bem colocada, mas não. Entrei por curiosidade no "amor filial", onde o negócio rola em família — tios, primos, pais, etc. Me chamou a atenção um relato de uma senhora que transa com a filha. Fiquei excitada. Peguei meu vibrador, fiquei olhando pra ele e não acreditava que tinha metido tudo aquilo no meu cu na noite anterior — ele é enorme. Tava com vontade de me masturbar de novo pensando na noite passada, mas me segurei por causa da dor, embora já tivesse melhorado um pouco.
Tomei banho e me vesti como sempre: uma calcinha fio dental branca e uma camiseta até o joelho. Fui pra cama dos meus pais ver TV. Minha mãe chegou, a gente comeu, e eu continuei vendo TV. Ficava esfregando minha bucetinha por cima da calcinha, pensando naquela mulher e na filha dela. Como ainda tava com um pouco de febre, minha mãe falou pra eu ficar na dormir com ela já que meu pai não estava.
Ela se chama Sofía Carolina, por isso me deram esse nome, tem 42 anos e está muito bem conservada, somos quase do mesmo tamanho, só que ela tem os peitos e o quadril um pouquinho maiores que os meus, sempre fomos muito parceiras, contamos tudo uma pra outra, às vezes eu a via nua do meu lado, sentia o calor dela e ela me abraçou, eu apoiei minha cabeça nos peitos dela, que subiam e desciam com a respiração, dava vontade de chupar eles, porque a camiseta deixava os bicos aparecendo e dava pra ver um pequeno volume.
Não encontramos o controle da TV e minha mãe se ajoelhou pra mudar os canais, estava no quatro, ajoelhada na cama, a camiseta subiu e eu pude ver a buceta inteira dela, grande e bem peluda, também vi por um instante o furinho do cu, e senti uma vontade imensa de enfiar minha língua, tava muito quente, continuamos deitadas, levantei pra ir ao banheiro e tirei a calcinha fio dental, tava molhada, me esfreguei bem na minha buceta e voltei pro quarto, depois de um tempo fui eu que me coloquei em cima da cama pra mudar de canal de novo.
Descaradamente levantei minha blusa e deixei minha mãe ver toda a minha rachinha e meu cu completamente depilados, ela percebeu e me perguntou desde quando eu depilava, eu falei que fazia vários anos, e perguntei por que ela não fazia, ela disse que queria, mas meu pai não deixava, que excita muito ele ver aquela buceta toda peluda e que ele tinha proibido ela de depilar, eu falei pra ela fazer, que eu depilava ela e dava a surpresa pro meu pai, além de ser mais higiênico e ela se sentir mais confortável, levantei a blusa e mostrei descaradamente minha xereca, minha mãe sorria timidamente e vi os olhos dela brilharem, falei pra ela me deixar ver a coisinha dela, ela aceitou, tiramos os cobertores, ela abriu as pernas.
Eu me ajoelhei na frente dela e pude ver toda aquela racha super peluda, nunca tinha visto uma coisa tão grande, os lábios da buceta dela eram enormes e era muito gordinha, minhas narinas se dilataram ao máximo. Aspirando aquele aroma de mulher, timidamente coloquei uma mão na buceta dela e acariciei os pelos, separei a vagina dela com meus dedos e vi o clitóris dela sobressaindo naquele mato de pelos, notei que ela estava molhada e quente, levantei o olhar e vi os peitos dela subindo e descendo rapidamente no ritmo da respiração, eu queria chupar aquela pussy, ela deve ter percebido, fechou as pernas e disse que talvez outro dia, eu falei que claro, fui ao banheiro e me masturbei de novo, bem gostoso, lembrando da buceta gorda e peluda da minha mãe, me deitei e apoiei a cabeça nos peitos dela de novo, e assim dormimos.
Acordei bem cedo e excitada, tomamos café da manhã sem nos falar, mas de vez em quando trocávamos olhares cúmplices e sorríamos safadamente, ela foi tomar banho e eu fiquei na sala, pensando no que tinha rolado na noite anterior, de repente ouvi a voz dela:
- Caro, pode vir aqui um momento, por favor?
Fui até o quarto, a porta do banheiro estava aberta e de fora eu falei - tô aqui - vem, entra, é que quero que me ajude a esfregar as costas, pode me ensaboar, por favor? - claro, mamãe, respondi, peguei o sabão e comecei a passar nas costas dela, não conseguia parar de admirar o corpo dela, parecia o de uma novinha, não tinha rugas, celulite, tudo era firme, a raba, as coxas, as costas, tinha uma pele muito lisa e dura, fechei os olhos enquanto acariciava as costas da minha mãe, que se virou de frente pra mim e disse, por que agora você não me ensaboa aqui?
Senti meu sexo quente, minhas mãos se afastaram do corpo da minha mãe, que suavemente as pegou e colocou sobre os peitos dela, dizendo: não tem que ter vergonha, não somos iguais, afinal?. E colocando as mãos dela sobre as minhas, que ainda descansavam nos peitos dela, como você faz bonito, Caro, e tocando minha pele disse: e uma pele muito macia, você parece muito com sua mamãe, lindona, ontem à noite deixamos algo incompleto, não acha que devemos terminar hoje? antes de que seu pai chegue?
Nem curta nem sem graça, minha mãe levantou uma perna na borda da banheira e com as mãos abriu a própria buceta, dizendo: olha, vê como esses lábios são grandes, olha como eles pendem. Aqueles lábios eram enormes, pendiam pra fora da buceta. Eu olhava uma e outra vez, meus olhos pareciam pular das órbitas, vendo aquela fenda preta, peluda e seus lábios enormes. Aí mamãe disse: vamos, mostra os teus. E eu, automaticamente, fiz o mesmo que ela e mostrei minha buceta depilada. Ela me olhou e, sorrindo, disse: nossa, você também tem uma vagina grande, deixa eu ver. E sem me dar tempo pra nada, esticou a mão e pegou meus lábios com os dedos.
Eu não me mexi de onde estava, deixei ela fazer e comecei a sentir um tesão. Ela passou dos lábios pro clitóris e massageou até ele ficar duro.
- Hummm, e esse também, né? Esse também é grande. Eu também tenho o meu grande. Toca aqui - e pegando minha mão, colocou sobre o clitóris dela, que já tinha começado a crescer. Era realmente descomunal. Nós duas estávamos nos tocando e esquentando.
Quando minha mãe percebeu que eu já tava bem quente, disse: - Você gosta? Nunca fez isso? Não se masturba? - Sim, de vez em quando, falei timidamente. Se ela soubesse o quão puta é a filhinha dela. - Bom, se quiser eu te ensino, mas agora vamos terminar o banho.
Assim que terminamos de nos secar, minha mãe me beijou na boca e eu senti a língua dela entrando, procurando a minha. Me deixei levar e também beijei ela com muito desejo. Fomos direto pra cama, onde ela se deitou e perguntou: - Você já chupou uma buceta alguma vez? Eu, claro, neguei. Ela pegou meu queixo e disse:
- Bom, então vai ser sua primeira vez.
Ela se ajeitou na cama e abriu as pernas desmedidamente, me convidando a colocar a cabeça entre elas. Fiz isso e, sem mais rodeios, peguei aqueles lábios com a minha boca, puxando eles. Minha mãe se... Ela estremeceu e me disse: — Chupa meu clitóris, minha menina. Comecei a chupar o clitóris dela e ela a rebolaar a cintura, eu tinha que ficar abrindo os lábios dela com meus dedos pra poder respirar e alcançar melhor a pérola dela, que já tinha ficado grande e dura.
Minha mamãe apertava forte contra minha língua e se esfregava, eu comecei a esfregar minha buceta na borda da cama e, quando achei que ela ia gozar, ela me disse: — Para, para um momento e vem que vou te ensinar como gozar de verdade, sobe aqui na minha cama de frente pra mim, abre as pernas, assim, agora cruza elas em tesoura com as minhas, assim, isso, buceta contra buceta, agora rebola, assim, forte, se esfrega bem em mim, assim mamãe, assim gostoso, meu anjo, dá o gozo pra sua mamãe, que vai te ensinar a gozar.
Nossas conchinhas ficaram grudadas e se esfregando uma na outra, os líquidos da minha gozada anterior se misturaram com os da minha mãe e deixaram brilhantes nossas conchinhas e a parte interna das coxas, ela se levantou e se deitou sobre mim, colocando a coxa dela entre minhas pernas e fazendo o mesmo com a minha. Continuamos esfregando as conchinhas, mas agora contra as coxas, nossos bicos dos peitos se roçavam e as línguas se cruzavam, ora na minha boca, ora na dela, eu nunca tinha sentido nada igual, senti primeiro, um segundo orgasmo, dessa vez mais intenso, começou a nublar meus sentidos, me abracei forte na minha mãe e enfiei a coxa dela na minha buceta.
— Gostou, minha menina? Já não sente vergonha, já sabe que entre nós também tem prazer? — Sim, mamãe, obrigada por isso tão gostoso e inesquecível, e dei um beijo na boca dela que saiu do fundo da minha alma.
— Você já tinha praticado algum tipo de sexo antes? — ela perguntou — Sim, com um namorado que eu tinha, lembra? Mas, de verdade, nada como isso — Você transava com ele? — Não, mamãe, menti, a gente só se masturbava e, quando dava mais tempo, a gente dava uma Outra mamada, mas ainda sou donzela, menti de novo - sério? nem imaginava, você gostaria de transar com um homem? - acho que sim, mas tenho medo - mas por quê, se isso é a coisa mais fácil do mundo?, e ainda mais com essa pussy que você tem, por ali pode entrar qualquer coisa sem doer muito, e você nunca tentou pelo bum? - já sim, mas dói, mamãe - Ah, é que com certeza não souberam fazer direito, eu vou te ensinar, já vai ver.
Se minha mãe soubesse quantas cocks e consolos já engoliu meu bum, ela morreria, ela se levantou e tirou de debaixo da cama um consolo de silicone de tamanho nada desprezível, aquilo me chocou e ela percebeu, por isso me disse: - não se assuste, é pra mim, já vai ver como é fácil enfiar no cu - não acredito, mamãe, tudo isso - vem, levanta, ela disse, me levantei e de pé, uma de frente pra outra, começamos a nos abraçar e beijar como se fôssemos dois namorados - imagine que está com seu namorado, minha filha, assim, me beija e me toca.
Minha mamãe queria que a gente se esquentasse de novo, e foi assim, nossas conchas começaram a ficar molhadas, deslizamos nossas mãos até a virilha uma da outra e de repente senti um dedo acariciando meu cu, me deixei levar, estava descontrolada - acaricia meu cu também e quando eu disser, enfia o dedo, assim, enfia agora, vem, deita aqui, ela me deitou de novo e abriu bem minhas pernas - vou passar uma coisa no seu bum pra não doer nada, já vai ver, mas antes deixa eu cheirar um pouquinho, é que eu adoro esse cheiro - uuuummm.
De repente senti que me encheu de algo e outra coisa começou a entrar em mim e tentei me levantar, mas já era tarde, um dedo estava totalmente dentro do meu cu - calma, mamacita, calma, já passou, doeu?, viu que não?, foi só o susto e a impressão, tirou o dedo e ficou de quatro na cama, passou bastante graxa no consolo e colocou também no cu, me entregou o aparelho engordurado e disse: - bom, linda, agora você enfia isso devagar no meu cu, tá? Minha mãe levantou a bunda o máximo que pôde e abriu com as mãos, me deixando ver claramente um cu grande e marrom e, por baixo, os lábios pendurados da buceta peluda dela.
O cu pulsava num ritmo, abria e fechava, e de vez em quando ela forçava e as bordas rosadas se projetavam para fora como se pedissem pra começar. Eu comecei a enfiar aquilo, que entrava com uma facilidade enorme. Quando já tinha umas polegadas dentro, ela levou uma mão para trás, pegou uma das minhas e começou a planejar a entrada do resto, que era bastante. Depois que tudo estava dentro, ela disse:
- Agora, minha filha, começa a tirar e meter, primeiro devagar e depois mais rápido. Eu comecei, ele entrava e uma parte ficava dentro. De um puxão, recostei todo o meu corpo para trás e enfiei de vez. Senti como se algo dentro tivesse afrouxado, dor, ardor, queimava, era como se estivesse colocando uma brasa de fogo no meu cu. Senti meu estômago ocupado, mas não fiz nada para tirar, deixei ali, aquele era o lugar dele. Fiquei quieta por um tempo e minha mãe não falou até depois de alguns segundos - vai passando, você tem muita coragem, sabia? Fica assim quieta, não se mexe agora. Você sente ardor e dor, vai ver estrelas, mas isso passa rápido e depois você vai poder gozar. Quer que eu tire um pouquinho? - Sim, tia, um pouquinho, porque dói e queima muito.
Minha mãe tirou um pouco, mas quando saiu, senti uma sensação muito gostosa nas bordas do meu cu e falei: - Enfia de novo e tira outra vez, é gostoso. Ela fez isso uma vez e outra, uma vez e outra, até que já estava me comendo pelo cu e eu quase não sentia dor. Comecei a esfregar meu clitóris, que já estava duro, e em poucos minutos estava gozando selvagemente. Nunca tinha sentido aquilo antes, isso não tem descrição - Mãe, tô gozando, falei, tô gozando pelo cu, que gostoso, não aguento mais, acho que vou desmaiar - e era verdade, as coisas Eu tava tonta, via pontos coloridos, não tinha forças, me deixei cair e continuei esfregando meu clitóris no meu dedo enquanto minha mamãe não parava de enfiar e tirar aquela rola de silicone do meu cu.
Senti jorros de fluidos saindo da minha buceta - dá duro, mamãe, dá duro nessa bunda malcriada pra ela aprender, o que é isso?, o que você tá fazendo comigo? me dá mais, mais, e sem parar de me foder, ela montou na minha bunda e esfregava a buceta dela nela, em poucos instantes os fluidos dela também começaram a jorrar e escorrer pelas minhas nádegas. As duas ficamos exaustas, ela deitada nas minhas costas e sem tirar a silicone do meu cu, e eu como num torpor. Quando ela se levantou, disse: - levanta um pouco a bunda pra tirar a rola, vai doer um pouquinho agora, mas passa.
Isso foi verdade, doeu, do meu cu saiu uma mistura de líquido e sangue, ardia, mas eu tava feliz e exausta. Minha mamãe me mimou, disse que eu tinha sido muito corajosa, que me comportei muito bem, acariciou minha bunda dolorida, beijou, passou a língua, cheirou, me mimou tanto que quase tava me excitando de novo, mas preferi deixar assim e não dei muita atenção às carícias dela, finalmente dormi, pensando que já sei porque sou tão puta, isso vem de herança, minha mãe acabou sendo uma verdadeira expert e tem anos de experiência e, claro, quilometragem de rola comida.
Minha amiga me consola.
Na quinta à tarde, tinha combinado com um amigo que a gente se falaria por chat no dia seguinte, poderíamos dizer coisinhas gostosas pra ficar bem quentes, e dar uma boa punhetada na minha buceta, então me preparei e na sexta fui pro escritório com uma saia longa, mas com botões na frente, assim poderia desabotoá-la disfarçadamente na minha mesa e acariciar minha buceta, o encontro era às 12:00, chegou a hora, fui ao banheiro e tirei a calcinha, desabotoei minha saia, meus mamilos estavam eretos, nos conectamos, mas Meu chefe começou a encher o saco com ligações e essas coisas, e no fim, não consegui conversar. Às 2:00, a Jacky voltou do almoço e me viu de mal humor, me perguntou o que tinha acontecido e eu contei tudo pra ela. Ela pegou meu queixo com a mão, chegou perto do meu ouvido e disse: "não se preocupa, linda, não fica triste, tamanhos, formas e cores, dava água na boca...
Comecei a escolher e rapidamente meus olhos fixaram numa tranca vermelha de látex de 30 cm e bem grossa. Embaixo das bolas tinha uma ventosa pra grudar na parede ou no chão, ficava bem firme e vinha com um vidrinho de lubrificante. Me lembrava a pica do meu ex, quase caí pra trás quando vi o preço. Jacky chegou perto, colocou as mãos na minha bunda e disse: "não se preocupa, eu te dou de presente". Abracei ela e dei um beijinho nos lábios dela de agradecimento.
Continuamos olhando e encontramos uns consolos anais, parecem um cone, tinha de vários tamanhos. Ela escolheu um de 10 cm e uns 4 cm na parte mais larga. Eu me animei e comprei outro, mas um pouco mais comprido, tipo 15 cm e 5 cm de grossura na base. Também compramos um pote de creme anal e vários pacotes de camisinha. Nos despedimos da Vicky e saímos muito excitadas. Eu queria ir pra minha casa testar meus brinquedos novos. Jacky disse que os pais dela iam sair pra uma festa naquela noite, e perguntou por que eu não ficava na casa dela. Então fomos pra minha casa pedir permissão pra minha mãe. Empacotei numa bolsa roupa íntima e minhas coisas de higiene, e saímos de mãos dadas, felizes como duas meninas estreando brinquedo novo.
Ela mora perto das lomas, numa casa grande e muito bonita. Quando entrei na sala, tinha um senhor sentado, uns 48 anos, bem bonito. Ela me apresentou como o pai. Sentei na sala com aquele homem, que não parava de olhar pra minhas pernas. Daí a pouco apareceu a mãe, era uma mulherão de uns 43 anos. Tava usando um vestido de festa longo e vermelho, mas era muito decotado e dava pra ver perfeitamente. Esse par de peitos era enorme e os bicos marcavam porque ela não tava de sutiã.
Depois de várias recomendações que nos deram, elas finalmente foram embora e, assim que fechamos a porta, trancamos e nossas línguas se encontraram desesperadamente. As duas tavam muito tesudas, ficamos nos beijando de língua por um bom tempo. Eu peguei nas bundas dela e apertei, estavam durinhas e bem empinadas. Ela se afastou e falou: "calma, temos a noite toda pra nós duas, gostosa, pega os brinquedos e coloca na sala, já volto". Eu obedeci e daí a pouco ela apareceu, completamente nua, trazendo outros apetrechos nas mãos. Me despi rápido, sentei numa cadeira e peguei a enorme rola vermelha que tinha comprado, comecei a meter na boca, o contato com o látex era muito gostoso. Jacky ficou me olhando.
A gente tava nessa quando o telefone tocou, era minha mãe perguntando como eu tava. Jacky se ajoelhou, abriu minhas pernas e começou a lamber meu botãozinho, mordia e chupava como se fosse uma piquitinha minúscula, tudo isso enquanto eu continuava no telefone. Fiquei muito excitada. Desliguei, peguei o rosto da minha amiga entre as mãos e enfiei a língua na boquinha dela. Ela chupava minha língua, percorria com a língua a minha, como se tivesse lambendo uma vara. Eu ainda sentada, ela começou a massagear minha buceta com os dedos, enfiando e lubrificando minha frestinha, era muito excitante.
Depois ela falou pra gente meter os consolos anais, e eu aceitei encantada. Ela disse: "primeiro vai você, minha rainha". Levantei da cadeira e me ajoelhei ali mesmo, com as mãos e o rosto na cadeira, ajoelhada no chão, deixando toda minha bunda pra ela. Primeiro ela passou a língua várias vezes na minha frestinha e no meu buraquinho, babando bem. Trouxe o creme anal e besuntou toda minha bunda. Colocamos uma camisinha e, alternadamente, metíamos na pussy. Era maravilhoso sentir duas coisas enormes enchendo meus buracos, era fabuloso!
Assim ficamos não sei quanto tempo. depois, deitamos num 69 gostoso e começamos a meter língua uma nos clitóris da outra, deixando eles grossos e duros. Eu enfiava a língua o mais fundo que podia e via o vibrador no cu dela, era muito quente. Pegamos os vibradores e começamos a meter nas nossas bucetas, até que não aguentei mais e gozei na boca da minha amiga. Ela começou a engolir todo o meu mel, e na mesma hora ela também se derramou. Chupei a buceta dela várias vezes, comi todo o mel dela…
A gente continuou se lambendo, sentia ela percorrer toda a minha vulva, meu cu, minha virilha, eu fazia o mesmo. Estávamos suando pra caralho. Levantamos, ainda com os vibradores no cu, tomamos banho, guardamos os brinquedos e a bagunça e fomos dormir, com medo dos pais dela chegarem.
Trancamos a porta do quarto e dormimos nos acariciando os peitos, nos lambendo e com os vibradores bem enfiados no cu.
Fonte: Marqueeze
Eu tava toda excitada depois de um papo muito gostoso com um amigo colombiano, ele me deixou a mil e fiquei com vontade de sentir a tranca dele no meu buraquinho. Depois que a gente terminou, meus pais chegaram e ficou combinado que no sábado eu iria com eles pra uma cidade que fica umas 3 horas daqui, onde eles compram frutas, verduras e tudo mais pro restaurante que têm. Tomei banho e fui deitar com uma baita ardência na minha bunda, por causa da força que eu tinha metido o vibrador na noite anterior — pensei até que tinha rompido algum músculo.
Acordei umas 7:30 e meu cu ainda tava ardendo, além de eu estar com um pouco de febre. Falei pros meus pais que não iria com eles. Minha mãe, ao me ver assim, disse que ficaria comigo, e meu pai foi sozinho — ele voltaria domingo à tarde. Eu continuava com uma ardência danada na bunda, então fui deitar de novo. Também tava esperando a ligação de uma amiga. Acabei dormindo e acordei lá pelas 3:00. Minha mãe não estava...
Almocei e liguei o PC pra ver se conseguia transar por chat de novo. Quase não consegui sentar na cadeira de tanta dor que tava. Como não vi ninguém online, fui ler uns contos pra ver se alguma das minhas histórias tava bem colocada, mas não. Entrei por curiosidade no "amor filial", onde o negócio rola em família — tios, primos, pais, etc. Me chamou a atenção um relato de uma senhora que transa com a filha. Fiquei excitada. Peguei meu vibrador, fiquei olhando pra ele e não acreditava que tinha metido tudo aquilo no meu cu na noite anterior — ele é enorme. Tava com vontade de me masturbar de novo pensando na noite passada, mas me segurei por causa da dor, embora já tivesse melhorado um pouco.
Tomei banho e me vesti como sempre: uma calcinha fio dental branca e uma camiseta até o joelho. Fui pra cama dos meus pais ver TV. Minha mãe chegou, a gente comeu, e eu continuei vendo TV. Ficava esfregando minha bucetinha por cima da calcinha, pensando naquela mulher e na filha dela. Como ainda tava com um pouco de febre, minha mãe falou pra eu ficar na dormir com ela já que meu pai não estava.
Ela se chama Sofía Carolina, por isso me deram esse nome, tem 42 anos e está muito bem conservada, somos quase do mesmo tamanho, só que ela tem os peitos e o quadril um pouquinho maiores que os meus, sempre fomos muito parceiras, contamos tudo uma pra outra, às vezes eu a via nua do meu lado, sentia o calor dela e ela me abraçou, eu apoiei minha cabeça nos peitos dela, que subiam e desciam com a respiração, dava vontade de chupar eles, porque a camiseta deixava os bicos aparecendo e dava pra ver um pequeno volume.
Não encontramos o controle da TV e minha mãe se ajoelhou pra mudar os canais, estava no quatro, ajoelhada na cama, a camiseta subiu e eu pude ver a buceta inteira dela, grande e bem peluda, também vi por um instante o furinho do cu, e senti uma vontade imensa de enfiar minha língua, tava muito quente, continuamos deitadas, levantei pra ir ao banheiro e tirei a calcinha fio dental, tava molhada, me esfreguei bem na minha buceta e voltei pro quarto, depois de um tempo fui eu que me coloquei em cima da cama pra mudar de canal de novo.
Descaradamente levantei minha blusa e deixei minha mãe ver toda a minha rachinha e meu cu completamente depilados, ela percebeu e me perguntou desde quando eu depilava, eu falei que fazia vários anos, e perguntei por que ela não fazia, ela disse que queria, mas meu pai não deixava, que excita muito ele ver aquela buceta toda peluda e que ele tinha proibido ela de depilar, eu falei pra ela fazer, que eu depilava ela e dava a surpresa pro meu pai, além de ser mais higiênico e ela se sentir mais confortável, levantei a blusa e mostrei descaradamente minha xereca, minha mãe sorria timidamente e vi os olhos dela brilharem, falei pra ela me deixar ver a coisinha dela, ela aceitou, tiramos os cobertores, ela abriu as pernas.
Eu me ajoelhei na frente dela e pude ver toda aquela racha super peluda, nunca tinha visto uma coisa tão grande, os lábios da buceta dela eram enormes e era muito gordinha, minhas narinas se dilataram ao máximo. Aspirando aquele aroma de mulher, timidamente coloquei uma mão na buceta dela e acariciei os pelos, separei a vagina dela com meus dedos e vi o clitóris dela sobressaindo naquele mato de pelos, notei que ela estava molhada e quente, levantei o olhar e vi os peitos dela subindo e descendo rapidamente no ritmo da respiração, eu queria chupar aquela pussy, ela deve ter percebido, fechou as pernas e disse que talvez outro dia, eu falei que claro, fui ao banheiro e me masturbei de novo, bem gostoso, lembrando da buceta gorda e peluda da minha mãe, me deitei e apoiei a cabeça nos peitos dela de novo, e assim dormimos.
Acordei bem cedo e excitada, tomamos café da manhã sem nos falar, mas de vez em quando trocávamos olhares cúmplices e sorríamos safadamente, ela foi tomar banho e eu fiquei na sala, pensando no que tinha rolado na noite anterior, de repente ouvi a voz dela:
- Caro, pode vir aqui um momento, por favor?
Fui até o quarto, a porta do banheiro estava aberta e de fora eu falei - tô aqui - vem, entra, é que quero que me ajude a esfregar as costas, pode me ensaboar, por favor? - claro, mamãe, respondi, peguei o sabão e comecei a passar nas costas dela, não conseguia parar de admirar o corpo dela, parecia o de uma novinha, não tinha rugas, celulite, tudo era firme, a raba, as coxas, as costas, tinha uma pele muito lisa e dura, fechei os olhos enquanto acariciava as costas da minha mãe, que se virou de frente pra mim e disse, por que agora você não me ensaboa aqui?
Senti meu sexo quente, minhas mãos se afastaram do corpo da minha mãe, que suavemente as pegou e colocou sobre os peitos dela, dizendo: não tem que ter vergonha, não somos iguais, afinal?. E colocando as mãos dela sobre as minhas, que ainda descansavam nos peitos dela, como você faz bonito, Caro, e tocando minha pele disse: e uma pele muito macia, você parece muito com sua mamãe, lindona, ontem à noite deixamos algo incompleto, não acha que devemos terminar hoje? antes de que seu pai chegue?
Nem curta nem sem graça, minha mãe levantou uma perna na borda da banheira e com as mãos abriu a própria buceta, dizendo: olha, vê como esses lábios são grandes, olha como eles pendem. Aqueles lábios eram enormes, pendiam pra fora da buceta. Eu olhava uma e outra vez, meus olhos pareciam pular das órbitas, vendo aquela fenda preta, peluda e seus lábios enormes. Aí mamãe disse: vamos, mostra os teus. E eu, automaticamente, fiz o mesmo que ela e mostrei minha buceta depilada. Ela me olhou e, sorrindo, disse: nossa, você também tem uma vagina grande, deixa eu ver. E sem me dar tempo pra nada, esticou a mão e pegou meus lábios com os dedos.
Eu não me mexi de onde estava, deixei ela fazer e comecei a sentir um tesão. Ela passou dos lábios pro clitóris e massageou até ele ficar duro.
- Hummm, e esse também, né? Esse também é grande. Eu também tenho o meu grande. Toca aqui - e pegando minha mão, colocou sobre o clitóris dela, que já tinha começado a crescer. Era realmente descomunal. Nós duas estávamos nos tocando e esquentando.
Quando minha mãe percebeu que eu já tava bem quente, disse: - Você gosta? Nunca fez isso? Não se masturba? - Sim, de vez em quando, falei timidamente. Se ela soubesse o quão puta é a filhinha dela. - Bom, se quiser eu te ensino, mas agora vamos terminar o banho.
Assim que terminamos de nos secar, minha mãe me beijou na boca e eu senti a língua dela entrando, procurando a minha. Me deixei levar e também beijei ela com muito desejo. Fomos direto pra cama, onde ela se deitou e perguntou: - Você já chupou uma buceta alguma vez? Eu, claro, neguei. Ela pegou meu queixo e disse:
- Bom, então vai ser sua primeira vez.
Ela se ajeitou na cama e abriu as pernas desmedidamente, me convidando a colocar a cabeça entre elas. Fiz isso e, sem mais rodeios, peguei aqueles lábios com a minha boca, puxando eles. Minha mãe se... Ela estremeceu e me disse: — Chupa meu clitóris, minha menina. Comecei a chupar o clitóris dela e ela a rebolaar a cintura, eu tinha que ficar abrindo os lábios dela com meus dedos pra poder respirar e alcançar melhor a pérola dela, que já tinha ficado grande e dura.
Minha mamãe apertava forte contra minha língua e se esfregava, eu comecei a esfregar minha buceta na borda da cama e, quando achei que ela ia gozar, ela me disse: — Para, para um momento e vem que vou te ensinar como gozar de verdade, sobe aqui na minha cama de frente pra mim, abre as pernas, assim, agora cruza elas em tesoura com as minhas, assim, isso, buceta contra buceta, agora rebola, assim, forte, se esfrega bem em mim, assim mamãe, assim gostoso, meu anjo, dá o gozo pra sua mamãe, que vai te ensinar a gozar.
Nossas conchinhas ficaram grudadas e se esfregando uma na outra, os líquidos da minha gozada anterior se misturaram com os da minha mãe e deixaram brilhantes nossas conchinhas e a parte interna das coxas, ela se levantou e se deitou sobre mim, colocando a coxa dela entre minhas pernas e fazendo o mesmo com a minha. Continuamos esfregando as conchinhas, mas agora contra as coxas, nossos bicos dos peitos se roçavam e as línguas se cruzavam, ora na minha boca, ora na dela, eu nunca tinha sentido nada igual, senti primeiro, um segundo orgasmo, dessa vez mais intenso, começou a nublar meus sentidos, me abracei forte na minha mãe e enfiei a coxa dela na minha buceta.
— Gostou, minha menina? Já não sente vergonha, já sabe que entre nós também tem prazer? — Sim, mamãe, obrigada por isso tão gostoso e inesquecível, e dei um beijo na boca dela que saiu do fundo da minha alma.
— Você já tinha praticado algum tipo de sexo antes? — ela perguntou — Sim, com um namorado que eu tinha, lembra? Mas, de verdade, nada como isso — Você transava com ele? — Não, mamãe, menti, a gente só se masturbava e, quando dava mais tempo, a gente dava uma Outra mamada, mas ainda sou donzela, menti de novo - sério? nem imaginava, você gostaria de transar com um homem? - acho que sim, mas tenho medo - mas por quê, se isso é a coisa mais fácil do mundo?, e ainda mais com essa pussy que você tem, por ali pode entrar qualquer coisa sem doer muito, e você nunca tentou pelo bum? - já sim, mas dói, mamãe - Ah, é que com certeza não souberam fazer direito, eu vou te ensinar, já vai ver.
Se minha mãe soubesse quantas cocks e consolos já engoliu meu bum, ela morreria, ela se levantou e tirou de debaixo da cama um consolo de silicone de tamanho nada desprezível, aquilo me chocou e ela percebeu, por isso me disse: - não se assuste, é pra mim, já vai ver como é fácil enfiar no cu - não acredito, mamãe, tudo isso - vem, levanta, ela disse, me levantei e de pé, uma de frente pra outra, começamos a nos abraçar e beijar como se fôssemos dois namorados - imagine que está com seu namorado, minha filha, assim, me beija e me toca.
Minha mamãe queria que a gente se esquentasse de novo, e foi assim, nossas conchas começaram a ficar molhadas, deslizamos nossas mãos até a virilha uma da outra e de repente senti um dedo acariciando meu cu, me deixei levar, estava descontrolada - acaricia meu cu também e quando eu disser, enfia o dedo, assim, enfia agora, vem, deita aqui, ela me deitou de novo e abriu bem minhas pernas - vou passar uma coisa no seu bum pra não doer nada, já vai ver, mas antes deixa eu cheirar um pouquinho, é que eu adoro esse cheiro - uuuummm.
De repente senti que me encheu de algo e outra coisa começou a entrar em mim e tentei me levantar, mas já era tarde, um dedo estava totalmente dentro do meu cu - calma, mamacita, calma, já passou, doeu?, viu que não?, foi só o susto e a impressão, tirou o dedo e ficou de quatro na cama, passou bastante graxa no consolo e colocou também no cu, me entregou o aparelho engordurado e disse: - bom, linda, agora você enfia isso devagar no meu cu, tá? Minha mãe levantou a bunda o máximo que pôde e abriu com as mãos, me deixando ver claramente um cu grande e marrom e, por baixo, os lábios pendurados da buceta peluda dela.
O cu pulsava num ritmo, abria e fechava, e de vez em quando ela forçava e as bordas rosadas se projetavam para fora como se pedissem pra começar. Eu comecei a enfiar aquilo, que entrava com uma facilidade enorme. Quando já tinha umas polegadas dentro, ela levou uma mão para trás, pegou uma das minhas e começou a planejar a entrada do resto, que era bastante. Depois que tudo estava dentro, ela disse:
- Agora, minha filha, começa a tirar e meter, primeiro devagar e depois mais rápido. Eu comecei, ele entrava e uma parte ficava dentro. De um puxão, recostei todo o meu corpo para trás e enfiei de vez. Senti como se algo dentro tivesse afrouxado, dor, ardor, queimava, era como se estivesse colocando uma brasa de fogo no meu cu. Senti meu estômago ocupado, mas não fiz nada para tirar, deixei ali, aquele era o lugar dele. Fiquei quieta por um tempo e minha mãe não falou até depois de alguns segundos - vai passando, você tem muita coragem, sabia? Fica assim quieta, não se mexe agora. Você sente ardor e dor, vai ver estrelas, mas isso passa rápido e depois você vai poder gozar. Quer que eu tire um pouquinho? - Sim, tia, um pouquinho, porque dói e queima muito.
Minha mãe tirou um pouco, mas quando saiu, senti uma sensação muito gostosa nas bordas do meu cu e falei: - Enfia de novo e tira outra vez, é gostoso. Ela fez isso uma vez e outra, uma vez e outra, até que já estava me comendo pelo cu e eu quase não sentia dor. Comecei a esfregar meu clitóris, que já estava duro, e em poucos minutos estava gozando selvagemente. Nunca tinha sentido aquilo antes, isso não tem descrição - Mãe, tô gozando, falei, tô gozando pelo cu, que gostoso, não aguento mais, acho que vou desmaiar - e era verdade, as coisas Eu tava tonta, via pontos coloridos, não tinha forças, me deixei cair e continuei esfregando meu clitóris no meu dedo enquanto minha mamãe não parava de enfiar e tirar aquela rola de silicone do meu cu.
Senti jorros de fluidos saindo da minha buceta - dá duro, mamãe, dá duro nessa bunda malcriada pra ela aprender, o que é isso?, o que você tá fazendo comigo? me dá mais, mais, e sem parar de me foder, ela montou na minha bunda e esfregava a buceta dela nela, em poucos instantes os fluidos dela também começaram a jorrar e escorrer pelas minhas nádegas. As duas ficamos exaustas, ela deitada nas minhas costas e sem tirar a silicone do meu cu, e eu como num torpor. Quando ela se levantou, disse: - levanta um pouco a bunda pra tirar a rola, vai doer um pouquinho agora, mas passa.
Isso foi verdade, doeu, do meu cu saiu uma mistura de líquido e sangue, ardia, mas eu tava feliz e exausta. Minha mamãe me mimou, disse que eu tinha sido muito corajosa, que me comportei muito bem, acariciou minha bunda dolorida, beijou, passou a língua, cheirou, me mimou tanto que quase tava me excitando de novo, mas preferi deixar assim e não dei muita atenção às carícias dela, finalmente dormi, pensando que já sei porque sou tão puta, isso vem de herança, minha mãe acabou sendo uma verdadeira expert e tem anos de experiência e, claro, quilometragem de rola comida.
Minha amiga me consola.
Na quinta à tarde, tinha combinado com um amigo que a gente se falaria por chat no dia seguinte, poderíamos dizer coisinhas gostosas pra ficar bem quentes, e dar uma boa punhetada na minha buceta, então me preparei e na sexta fui pro escritório com uma saia longa, mas com botões na frente, assim poderia desabotoá-la disfarçadamente na minha mesa e acariciar minha buceta, o encontro era às 12:00, chegou a hora, fui ao banheiro e tirei a calcinha, desabotoei minha saia, meus mamilos estavam eretos, nos conectamos, mas Meu chefe começou a encher o saco com ligações e essas coisas, e no fim, não consegui conversar. Às 2:00, a Jacky voltou do almoço e me viu de mal humor, me perguntou o que tinha acontecido e eu contei tudo pra ela. Ela pegou meu queixo com a mão, chegou perto do meu ouvido e disse: "não se preocupa, linda, não fica triste, tamanhos, formas e cores, dava água na boca...
Comecei a escolher e rapidamente meus olhos fixaram numa tranca vermelha de látex de 30 cm e bem grossa. Embaixo das bolas tinha uma ventosa pra grudar na parede ou no chão, ficava bem firme e vinha com um vidrinho de lubrificante. Me lembrava a pica do meu ex, quase caí pra trás quando vi o preço. Jacky chegou perto, colocou as mãos na minha bunda e disse: "não se preocupa, eu te dou de presente". Abracei ela e dei um beijinho nos lábios dela de agradecimento.
Continuamos olhando e encontramos uns consolos anais, parecem um cone, tinha de vários tamanhos. Ela escolheu um de 10 cm e uns 4 cm na parte mais larga. Eu me animei e comprei outro, mas um pouco mais comprido, tipo 15 cm e 5 cm de grossura na base. Também compramos um pote de creme anal e vários pacotes de camisinha. Nos despedimos da Vicky e saímos muito excitadas. Eu queria ir pra minha casa testar meus brinquedos novos. Jacky disse que os pais dela iam sair pra uma festa naquela noite, e perguntou por que eu não ficava na casa dela. Então fomos pra minha casa pedir permissão pra minha mãe. Empacotei numa bolsa roupa íntima e minhas coisas de higiene, e saímos de mãos dadas, felizes como duas meninas estreando brinquedo novo.
Ela mora perto das lomas, numa casa grande e muito bonita. Quando entrei na sala, tinha um senhor sentado, uns 48 anos, bem bonito. Ela me apresentou como o pai. Sentei na sala com aquele homem, que não parava de olhar pra minhas pernas. Daí a pouco apareceu a mãe, era uma mulherão de uns 43 anos. Tava usando um vestido de festa longo e vermelho, mas era muito decotado e dava pra ver perfeitamente. Esse par de peitos era enorme e os bicos marcavam porque ela não tava de sutiã.
Depois de várias recomendações que nos deram, elas finalmente foram embora e, assim que fechamos a porta, trancamos e nossas línguas se encontraram desesperadamente. As duas tavam muito tesudas, ficamos nos beijando de língua por um bom tempo. Eu peguei nas bundas dela e apertei, estavam durinhas e bem empinadas. Ela se afastou e falou: "calma, temos a noite toda pra nós duas, gostosa, pega os brinquedos e coloca na sala, já volto". Eu obedeci e daí a pouco ela apareceu, completamente nua, trazendo outros apetrechos nas mãos. Me despi rápido, sentei numa cadeira e peguei a enorme rola vermelha que tinha comprado, comecei a meter na boca, o contato com o látex era muito gostoso. Jacky ficou me olhando.
A gente tava nessa quando o telefone tocou, era minha mãe perguntando como eu tava. Jacky se ajoelhou, abriu minhas pernas e começou a lamber meu botãozinho, mordia e chupava como se fosse uma piquitinha minúscula, tudo isso enquanto eu continuava no telefone. Fiquei muito excitada. Desliguei, peguei o rosto da minha amiga entre as mãos e enfiei a língua na boquinha dela. Ela chupava minha língua, percorria com a língua a minha, como se tivesse lambendo uma vara. Eu ainda sentada, ela começou a massagear minha buceta com os dedos, enfiando e lubrificando minha frestinha, era muito excitante.
Depois ela falou pra gente meter os consolos anais, e eu aceitei encantada. Ela disse: "primeiro vai você, minha rainha". Levantei da cadeira e me ajoelhei ali mesmo, com as mãos e o rosto na cadeira, ajoelhada no chão, deixando toda minha bunda pra ela. Primeiro ela passou a língua várias vezes na minha frestinha e no meu buraquinho, babando bem. Trouxe o creme anal e besuntou toda minha bunda. Colocamos uma camisinha e, alternadamente, metíamos na pussy. Era maravilhoso sentir duas coisas enormes enchendo meus buracos, era fabuloso!
Assim ficamos não sei quanto tempo. depois, deitamos num 69 gostoso e começamos a meter língua uma nos clitóris da outra, deixando eles grossos e duros. Eu enfiava a língua o mais fundo que podia e via o vibrador no cu dela, era muito quente. Pegamos os vibradores e começamos a meter nas nossas bucetas, até que não aguentei mais e gozei na boca da minha amiga. Ela começou a engolir todo o meu mel, e na mesma hora ela também se derramou. Chupei a buceta dela várias vezes, comi todo o mel dela…
A gente continuou se lambendo, sentia ela percorrer toda a minha vulva, meu cu, minha virilha, eu fazia o mesmo. Estávamos suando pra caralho. Levantamos, ainda com os vibradores no cu, tomamos banho, guardamos os brinquedos e a bagunça e fomos dormir, com medo dos pais dela chegarem.
Trancamos a porta do quarto e dormimos nos acariciando os peitos, nos lambendo e com os vibradores bem enfiados no cu.
Fonte: Marqueeze
27 comentários - Mamãe e a Gostosinha
gracias x esos traerme esos recuerdos. un abrazo
IDOLO
EL MEJOR RELATO QUE HAYA LEIDO
SI TUVIERA PUNTOS PARA DAR, TE DARIA 10000
😀 😀 😀 😀 😀 😀 😀
😀
nso vemos muy bueno y ....... 10 puntos para vos 😉!
vannnnnnnnnn !