COM MINHA EMPREGADA MORENA, UMA BOMBA NA CAMA...
Minha mãe tinha se acostumado a ter empregada em casa, porque ela saía para trabalhar à tarde e ficava muito entediada em casa.
Já tinham passado várias garotas pela casa, todas feias.
Recomendaram uma empregada nova, eu a conheci quando voltei do trabalho, naquela época eu tinha 32 anos. Quando entrei na sala, minha mãe me chamou, chamou a nova empregada e nos apresentou.
Meu queixo caiu quando a vi.
Eu tenho 1,82m, calculei que ela devia ter uns 1,75m. Muito alta para a média mexicana. Calculei uns 18-19 anos de idade. Muito jovem.
Ela tinha o cabelo abaixo dos ombros, totalmente cacheado e preto. Seu rosto! Era lindíssimo, com traços típicos da gente africana. Olhos muito grandes, nariz bem fino, e sua boquinha... carnuda e empinada com lábios bem grossos.
O corpo dela? Uuuuuff!!! Corpo de deusa. Estava com uma minissaia na metade das coxas, pernas longas, longas, muito longas, parecia que nunca iam acabar. Seus pés tinham sandálias com tiras acima do tornozelo. Em cima usava uma regata bem fininha e dava pra notar seus seios como toranjas, lindos, empinados como eu gosto. Seus ombros eram pequenos.
Sua cor de pele!!!! Uuuufff!!!! morena escura linda.
- De onde você é, Elvira?
- Da costa de Guerrero.
Ela riu e disse "muito prazer, espero que a gente se dê bem e que gostem do meu trabalho".
Mal consegui balbuciar umas palavras de boas-vindas. Minha mãe pediu que por favor ela me servisse o jantar e quando ela virou pra ir pra cozinha, devorei com os olhos a bunda dela. Que bunda!!!! Dava pra ver que era larga e também empinada, tipo prateleira. Contrastava com sua cinturinha. Tive uma ereção automática. Ela virou a cabeça, me sorriu e disse:
- Agorinha eu chamo quando tudo estiver quente.
- Minha nossa, que gostosa!!! Pensei.
Me sentei pra comer e convidei ela pra sentar e me fazer companhia.
- Já jantou?
- Já, moço, obrigada.
- Olha Elvira, vou te pedir um favor: não me chama de "jovem", nem fala comigo na terceira pessoa, me faz sentir velho.
- Obrigada, Mário! Me deixa à vontade.
A voz dela era rouquinha e sensual, com aquele clássico sotaque do pessoal do sul do país.
Nesse momento, meu pai chegou em casa e também foi apresentado a ela. Meu pai também ficou maravilhado com aquele monumento de mulata.
Terminei de jantar e fui pro meu quarto. Tenho que ver ela pelada, tenho que ver ela pelada!!! Como vou fazer isso?, pensava enquanto esfregava meu pau que estava duro pra caralho.
Quase não consegui dormir, pensando na mulata. No dia seguinte, fui cedo pro trabalho. À tarde, me apressei pra chegar em casa o mais rápido possível e dar uma olhada na empregada morena.
Enquanto ela preparava o jantar, entrei no quarto dela pra ver sua roupa íntima. Minha mãe é muito gente boa e não a colocou no quarto de empregada, deu um dos quartos da casa pra ela. Ela trouxe pouquíssima roupa, dava pra ver que era muito humilde. Tinha umas 10 calcinhas fio-dental bem pequenas, e dava pra ver que já estavam velhinhas de tanto uso. Os sutiãs também pareciam bem usados. Como vou ver ela pelada? Aaaaaahhhh!!! Já sei!!! Fechei as cortinas da janela, mas deixei uma pequena abertura entre elas pra poder espiar. Fui buscar minha câmera de vídeo pra filmá-la. Nos despedimos depois do jantar e cada um foi pro seu quarto. Eu saí pro jardim com a câmera pronta pra gravar minha mulata.
A luz do quarto dela acendeu e me aproximei com cuidado.
Ela estava parada no centro do quarto, sentou na cama e tirou a blusinha que estava usando, depois a saia, tirou o sutiã... minha nossa! Que peitos!!! Eram perfeitos, redondinhos, com formato de laranjas mas principalmente os mamilos!!! Ela virou de lado e eu os vi. Eram mais escuros que o resto da pele, durinhos e pontudos como dois chocolatinhos.
Deitou-se só de calcinha, acendeu a lampadinha do criado-mudo e eu filmando e tremendo de excitação. Ela tirou a calcinha, se... Ela abriu as pernas e começou a enfiar um dedo na sua coisinha bonita. Dei zoom na sua coisinha, mas à noite, com uma luz ruim, não dava pra ver bem o que estava acontecendo. Ela ficou um tempinho se masturbando com os dedos, se contorcia na cama e de repente levantou, foi até a penteadeira e pegou decidida uma escova de cabelo. Voltou pra cama, abriu as pernas e… enfiou o cabo da escova na buceta!!! Só vi o cabo desaparecendo dentro dela. Na hora, abaixei a câmera e comecei a me masturbar com entusiasmo. Depois de alguns minutos, ela teve um tremor visível, largou a escuta e apagou a luz.
– Essa negrinha tem que ser minha!!! Pensei. – O que vou fazer? No dia seguinte, dei atestado no trabalho e fiquei em casa com minha mãe e a empregada sensual.
Minha mãe saiu pra fazer compras depois do almoço e ficamos sozinhos, eu e Elvira. Ela andava pela casa toda fazendo seu serviço e eu atrás dela, papo e papo. Num certo momento, ela vira pra mim e diz, meio séria e meio brava:
– Eu não sou boba, você não está doente, ficou de propósito pra ficar comigo e ver minha bunda, né?
Fiquei surpreso com a franqueza dela e disse:
– Bom, pra ser sincero, eu gosto muito de você e não, não estou doente, queria ficar com você. Mas olha, não fica brava, a culpa é sua, você é muito gostosa.
Ela sorriu e disse:
– Eu gosto de você, mas você é muito apressado, né? Mal me conhece e já quer me comer.
Ela tocou no meu pau, que já estava duro. Começou a esfregar.
– Puta que pariu, Mario, você o deixou bem durão!
– Olha como você me deixa, meu bem!
– Bom, eu já sabia que isso ia acontecer.
Elvira abaixou o zíper da minha calça, tirou meu pau e, puxando-me por ele, me levou pro quarto dela.
– Espera, meu bem, melhor irmos pro meu quarto.
– Você tá louco, se sua patroa chegar, é melhor ela te ver saindo do meu quarto do que eu saindo do seu.
Entramos no quarto dela, nos abraçamos e me joguei na cama, com ela em cima de mim. Começamos a nos beijar com paixão e tesão. Não me cansava de beijar essa… Bocinha de lábios grossos e empinados. Beijei e cobri todo o seu rostro de baba, ela fazia o mesmo. Enfiei minha língua em suas orelhinhas e ela começou a gemer, beijei e saboreei seu lindo pescoço. Acariciava suas costas e enfiei minhas mãos sob sua saia. Acariciava e apertava suas nádegas. Sua pele era macia, quentinha e seu cheiro, que cheiro! De mulher jovem e excitada.
- Levanta, Elvira, quero te desnudar. Ela se levantou num pulo.
Levantei sua blusinha, beijei novamente seu rostro, pescoço e ombros, desabotoei seu sutiã - era daqueles que abotoa pela frente, entre as taças. Seus lindos seios saltaram instantaneamente. Peguei-os em minhas mãos, cheirei-os, beijei-os e coloquei seus lindos mamilos em minha boca. Saboreei-os como se fossem deliciosos chocolates.
Beijei seus braços, levantei-os e beijei suas axilas. Que cheiro!! Cheiro de mulher.
Abracei-a e a coloquei na cama. Baixei sua saia e fiquei embasbacado vendo sua buceta mal coberta por uma calcinha branca. Sua pele morena e um pequeno triângulo branco pareciam espetaculares... A calcinha se enfiava entre suas pernas e pelos lados saíam seus pelinhos púbicos. Aproximei-a de mim e encostei minha boca em sua vulva. Fechei os olhos e comecei a saborear sua pele. Baixei sua calcinha e enfiei minha língua entre seus lábios. Ela gemia de um jeito delicioso. Peguei-a pela cintura e a deitei. Enfiei meu rosto em sua buceta. Que delícia de cheiro! Enfiei minha língua o máximo que pude e engoli todos seus fluidos. Depois de alguns minutos ela teve um orgasmo. Apertou minha cabeça com suas coxas e depois me soltou.
Virei-a e entre suspiros ela deitou de bruços.
Cheirei seu cabelo, sua nuca, suas costas - beijei e lambi tudo. Ela só se contorcia e gemia de prazer.
Cheguei em suas nádegas, enfiei suavemente minha língua procurando seu ânus e ela tremia como se tivesse calafrios. Separei suas nádegas e fiquei embasbacado vendo aquele delicioso cu escuro. Lambi-o e até pulou quando toquei com minha língua em seu cuzinho.
Continuei com suas coxas e fui até seus pés. Lambi cada dedo e ela só suspirava.
- Senta na minha cara, Elvira, quero te lamber de novo.
Ela se levantou e ficou de cócoras sobre meu rosto. Sua buceta estava encharcada da minha saliva e dos seus fluidos. Sentou na minha cara e começou a se mover como se estivesse possuída, só ouvia os gemidos dela, nem dava pra chupar direito porque ela não parava quieta. De repente, ela travou e soltou um grito que me assustou. Teve um orgasmo e senti meu rosto sendo encharcado com mais fluidos. Eram viscosos e quentes.
Ela relaxou por alguns segundos e depois… mijou na minha cara! Puta que pariu, Foxy!!!
Foram três jatos, nunca teria esperado por isso, engoli três goles grandes, senti que ia me afogar, tive que empurrá-la pra me levantar.
Ela desceu do meu rosto rindo e visivelmente envergonhada.
- Desculpa, Mario, não foi de propósito, é que estava tão gostoso, não me controlei, nunca tinha sentido algo tão gostoso assim.
- Eu ri da cara assustada dela, meu rosto escorrendo mijo.
Fui ao banheiro lavar o rosto.
Voltei rápido pro quarto dela com o pau bem duro.
- Você não tá bravo, meu amor? Nós dois soltamos a risada.
- Você exagera, Elvira, engoli três goles do seu mijo!!!
- Mas você gostou, né?
- Bom, agora é a minha vez, mamacita!
Deitei de costas e coloquei ela em um tesão de 69.
Fiquei louco com a buceta dela – Que espetáculo!!! Seus lábios vaginais, ânus e bunda à minha disposição!! Lambi ela como se fosse o doce mais gostoso da terra. Ela fazia o mesmo, chupava meu pau e minhas bolas com muita vontade. Ela teve dois ou três orgasmos. Só me apertava com força a cabeça entre suas coxas. O bom é que ela não mijou de novo.
Peguei ela pela cintura e deitei, coloquei um travesseiro debaixo da bunda dela e aquele monumento de mulata ficou à minha disposição.
Me posicionei entre as pernas dela, peguei meu pau e comecei a esfregar no clitóris dela.
- Já enfia, porra, Mario, por favor!!!!!
- Espera aí, mamacita, tô te saboreando.
Fiquei assim por alguns segundos porque ela, desesperada, Ela mesma pegou meu pau e enfiou. Meu pau entrou como se fosse em casa, estava escorrendo fluidos e não tive dificuldade nenhuma pra penetrar.
Comecei com um gostoso mete-e-saca, mete-e-saca, depois de uns minutos ela começou a tremer, seu rostinho lindo se contorceu, e soltou um grito que me assustou!!! Parecia que estavam batendo nela. Ela envolveu minha cintura com suas pernas lindas e me apertou forte, não conseguia me mexer.
Ela soltou mais vários gritos, relaxou e me soltou. Deitei ao lado dela, os dois estávamos ofegantes, suando e respirando como desesperados.
—Puta que pariu, Mario, que delícia!!!!
—Obrigado, minha vida, que gostosa e safada você é! Mas será que você pode parar de me chamar de "puta que pariu"? Não gosto.
—Eu te chamo do jeito que eu quiser, mal me conhece e já está me comendo! Quem você pensa que é?.
Eu ri e disse: me chama como quiser.
Descansamos, me levantei pra mijar e quando voltei pro quarto, ela tinha deitado de bruços e colocado uma almofada debaixo do ventre, aprende rápido, pensei.
Fiquei admirando aquele corpão moreno e aquela bunda divina… e estavam à minha disposição!!!
Deitei em cima das costas dela, cheirei seu cabelo, beijei seu pescoço, cheirei, beijei e lambi toda sua linda costa, parei na bunda, comecei a beijá-la, a dar mordidinhas, ela se contorcia igual uma minhoca. Abri suas nádegas, admirei aquele cu divino e comecei a lamber. Ela abafava os gritos com o rosto em outro travesseiro. Enfiava minha língua o máximo que podia, mal ouvia seus gritos e ela não parava de se agitar.
Deixei seu cu e fui pros seus muslos. Que pernas! Morenas e perfeitas, harmoniosas. Segui o mesmo ritual, cheirar, beijar e lamber. Voltei pra bunda. Abri e com cuidado enfiei um dedo na sua buceta e comecei a meter e sacar como se fosse um dildo. Ela meio que virou:
—Não seja filho da puta, enfia logo, você tá me matando!!!!
Eu ri e não dei bola, enfiei dois dedos e continuei mete-e-saca, mete-e-saca.
Ela gemía e se contorcia de prazer.
—Que filho da puta você é, enfia logo!!!!!
Enfiei meu pau na sua Buceta. Estava encharcada, que delícia! E de novo mete-saca, mete-saca.
Comecei a tremer, ela sentiu e me disse:
– Goza dentro, meu amor, goza dentroeeeeee!!!! Aaaaaaaaaaaarrrrrrrrgggg!!!
Ao mesmo tempo nos agitamos, ela uivava!!!!!
Deitei ao lado dela e puxávamos ar pela boca, ofereci água e descansamos abraçados. Eu aproveitava e acariciava seu corpão, peitos, bunda, tudo.
Vou contar minhas sexoaventuras com minha multa. Na verdade foram muitas, nos pegamos como cobaias sexuais, foi a época mais foda da minha vida, aprendi com ela e ela me aprendeu. Fomos amantes por uns 3 anos até ela ir embora, que pena.
Obrigado pela paciência e por ler o Relato, agradeço os comentários.
Minha mãe tinha se acostumado a ter empregada em casa, porque ela saía para trabalhar à tarde e ficava muito entediada em casa.
Já tinham passado várias garotas pela casa, todas feias.
Recomendaram uma empregada nova, eu a conheci quando voltei do trabalho, naquela época eu tinha 32 anos. Quando entrei na sala, minha mãe me chamou, chamou a nova empregada e nos apresentou.
Meu queixo caiu quando a vi.
Eu tenho 1,82m, calculei que ela devia ter uns 1,75m. Muito alta para a média mexicana. Calculei uns 18-19 anos de idade. Muito jovem.
Ela tinha o cabelo abaixo dos ombros, totalmente cacheado e preto. Seu rosto! Era lindíssimo, com traços típicos da gente africana. Olhos muito grandes, nariz bem fino, e sua boquinha... carnuda e empinada com lábios bem grossos.
O corpo dela? Uuuuuff!!! Corpo de deusa. Estava com uma minissaia na metade das coxas, pernas longas, longas, muito longas, parecia que nunca iam acabar. Seus pés tinham sandálias com tiras acima do tornozelo. Em cima usava uma regata bem fininha e dava pra notar seus seios como toranjas, lindos, empinados como eu gosto. Seus ombros eram pequenos.
Sua cor de pele!!!! Uuuufff!!!! morena escura linda.
- De onde você é, Elvira?
- Da costa de Guerrero.
Ela riu e disse "muito prazer, espero que a gente se dê bem e que gostem do meu trabalho".
Mal consegui balbuciar umas palavras de boas-vindas. Minha mãe pediu que por favor ela me servisse o jantar e quando ela virou pra ir pra cozinha, devorei com os olhos a bunda dela. Que bunda!!!! Dava pra ver que era larga e também empinada, tipo prateleira. Contrastava com sua cinturinha. Tive uma ereção automática. Ela virou a cabeça, me sorriu e disse:
- Agorinha eu chamo quando tudo estiver quente.
- Minha nossa, que gostosa!!! Pensei.
Me sentei pra comer e convidei ela pra sentar e me fazer companhia.
- Já jantou?
- Já, moço, obrigada.
- Olha Elvira, vou te pedir um favor: não me chama de "jovem", nem fala comigo na terceira pessoa, me faz sentir velho.
- Obrigada, Mário! Me deixa à vontade.
A voz dela era rouquinha e sensual, com aquele clássico sotaque do pessoal do sul do país.
Nesse momento, meu pai chegou em casa e também foi apresentado a ela. Meu pai também ficou maravilhado com aquele monumento de mulata.
Terminei de jantar e fui pro meu quarto. Tenho que ver ela pelada, tenho que ver ela pelada!!! Como vou fazer isso?, pensava enquanto esfregava meu pau que estava duro pra caralho.
Quase não consegui dormir, pensando na mulata. No dia seguinte, fui cedo pro trabalho. À tarde, me apressei pra chegar em casa o mais rápido possível e dar uma olhada na empregada morena.
Enquanto ela preparava o jantar, entrei no quarto dela pra ver sua roupa íntima. Minha mãe é muito gente boa e não a colocou no quarto de empregada, deu um dos quartos da casa pra ela. Ela trouxe pouquíssima roupa, dava pra ver que era muito humilde. Tinha umas 10 calcinhas fio-dental bem pequenas, e dava pra ver que já estavam velhinhas de tanto uso. Os sutiãs também pareciam bem usados. Como vou ver ela pelada? Aaaaaahhhh!!! Já sei!!! Fechei as cortinas da janela, mas deixei uma pequena abertura entre elas pra poder espiar. Fui buscar minha câmera de vídeo pra filmá-la. Nos despedimos depois do jantar e cada um foi pro seu quarto. Eu saí pro jardim com a câmera pronta pra gravar minha mulata.
A luz do quarto dela acendeu e me aproximei com cuidado.
Ela estava parada no centro do quarto, sentou na cama e tirou a blusinha que estava usando, depois a saia, tirou o sutiã... minha nossa! Que peitos!!! Eram perfeitos, redondinhos, com formato de laranjas mas principalmente os mamilos!!! Ela virou de lado e eu os vi. Eram mais escuros que o resto da pele, durinhos e pontudos como dois chocolatinhos.
Deitou-se só de calcinha, acendeu a lampadinha do criado-mudo e eu filmando e tremendo de excitação. Ela tirou a calcinha, se... Ela abriu as pernas e começou a enfiar um dedo na sua coisinha bonita. Dei zoom na sua coisinha, mas à noite, com uma luz ruim, não dava pra ver bem o que estava acontecendo. Ela ficou um tempinho se masturbando com os dedos, se contorcia na cama e de repente levantou, foi até a penteadeira e pegou decidida uma escova de cabelo. Voltou pra cama, abriu as pernas e… enfiou o cabo da escova na buceta!!! Só vi o cabo desaparecendo dentro dela. Na hora, abaixei a câmera e comecei a me masturbar com entusiasmo. Depois de alguns minutos, ela teve um tremor visível, largou a escuta e apagou a luz.
– Essa negrinha tem que ser minha!!! Pensei. – O que vou fazer? No dia seguinte, dei atestado no trabalho e fiquei em casa com minha mãe e a empregada sensual.
Minha mãe saiu pra fazer compras depois do almoço e ficamos sozinhos, eu e Elvira. Ela andava pela casa toda fazendo seu serviço e eu atrás dela, papo e papo. Num certo momento, ela vira pra mim e diz, meio séria e meio brava:
– Eu não sou boba, você não está doente, ficou de propósito pra ficar comigo e ver minha bunda, né?
Fiquei surpreso com a franqueza dela e disse:
– Bom, pra ser sincero, eu gosto muito de você e não, não estou doente, queria ficar com você. Mas olha, não fica brava, a culpa é sua, você é muito gostosa.
Ela sorriu e disse:
– Eu gosto de você, mas você é muito apressado, né? Mal me conhece e já quer me comer.
Ela tocou no meu pau, que já estava duro. Começou a esfregar.
– Puta que pariu, Mario, você o deixou bem durão!
– Olha como você me deixa, meu bem!
– Bom, eu já sabia que isso ia acontecer.
Elvira abaixou o zíper da minha calça, tirou meu pau e, puxando-me por ele, me levou pro quarto dela.
– Espera, meu bem, melhor irmos pro meu quarto.
– Você tá louco, se sua patroa chegar, é melhor ela te ver saindo do meu quarto do que eu saindo do seu.
Entramos no quarto dela, nos abraçamos e me joguei na cama, com ela em cima de mim. Começamos a nos beijar com paixão e tesão. Não me cansava de beijar essa… Bocinha de lábios grossos e empinados. Beijei e cobri todo o seu rostro de baba, ela fazia o mesmo. Enfiei minha língua em suas orelhinhas e ela começou a gemer, beijei e saboreei seu lindo pescoço. Acariciava suas costas e enfiei minhas mãos sob sua saia. Acariciava e apertava suas nádegas. Sua pele era macia, quentinha e seu cheiro, que cheiro! De mulher jovem e excitada.
- Levanta, Elvira, quero te desnudar. Ela se levantou num pulo.
Levantei sua blusinha, beijei novamente seu rostro, pescoço e ombros, desabotoei seu sutiã - era daqueles que abotoa pela frente, entre as taças. Seus lindos seios saltaram instantaneamente. Peguei-os em minhas mãos, cheirei-os, beijei-os e coloquei seus lindos mamilos em minha boca. Saboreei-os como se fossem deliciosos chocolates.
Beijei seus braços, levantei-os e beijei suas axilas. Que cheiro!! Cheiro de mulher.
Abracei-a e a coloquei na cama. Baixei sua saia e fiquei embasbacado vendo sua buceta mal coberta por uma calcinha branca. Sua pele morena e um pequeno triângulo branco pareciam espetaculares... A calcinha se enfiava entre suas pernas e pelos lados saíam seus pelinhos púbicos. Aproximei-a de mim e encostei minha boca em sua vulva. Fechei os olhos e comecei a saborear sua pele. Baixei sua calcinha e enfiei minha língua entre seus lábios. Ela gemia de um jeito delicioso. Peguei-a pela cintura e a deitei. Enfiei meu rosto em sua buceta. Que delícia de cheiro! Enfiei minha língua o máximo que pude e engoli todos seus fluidos. Depois de alguns minutos ela teve um orgasmo. Apertou minha cabeça com suas coxas e depois me soltou.
Virei-a e entre suspiros ela deitou de bruços.
Cheirei seu cabelo, sua nuca, suas costas - beijei e lambi tudo. Ela só se contorcia e gemia de prazer.
Cheguei em suas nádegas, enfiei suavemente minha língua procurando seu ânus e ela tremia como se tivesse calafrios. Separei suas nádegas e fiquei embasbacado vendo aquele delicioso cu escuro. Lambi-o e até pulou quando toquei com minha língua em seu cuzinho.
Continuei com suas coxas e fui até seus pés. Lambi cada dedo e ela só suspirava.
- Senta na minha cara, Elvira, quero te lamber de novo.
Ela se levantou e ficou de cócoras sobre meu rosto. Sua buceta estava encharcada da minha saliva e dos seus fluidos. Sentou na minha cara e começou a se mover como se estivesse possuída, só ouvia os gemidos dela, nem dava pra chupar direito porque ela não parava quieta. De repente, ela travou e soltou um grito que me assustou. Teve um orgasmo e senti meu rosto sendo encharcado com mais fluidos. Eram viscosos e quentes.
Ela relaxou por alguns segundos e depois… mijou na minha cara! Puta que pariu, Foxy!!!
Foram três jatos, nunca teria esperado por isso, engoli três goles grandes, senti que ia me afogar, tive que empurrá-la pra me levantar.
Ela desceu do meu rosto rindo e visivelmente envergonhada.
- Desculpa, Mario, não foi de propósito, é que estava tão gostoso, não me controlei, nunca tinha sentido algo tão gostoso assim.
- Eu ri da cara assustada dela, meu rosto escorrendo mijo.
Fui ao banheiro lavar o rosto.
Voltei rápido pro quarto dela com o pau bem duro.
- Você não tá bravo, meu amor? Nós dois soltamos a risada.
- Você exagera, Elvira, engoli três goles do seu mijo!!!
- Mas você gostou, né?
- Bom, agora é a minha vez, mamacita!
Deitei de costas e coloquei ela em um tesão de 69.
Fiquei louco com a buceta dela – Que espetáculo!!! Seus lábios vaginais, ânus e bunda à minha disposição!! Lambi ela como se fosse o doce mais gostoso da terra. Ela fazia o mesmo, chupava meu pau e minhas bolas com muita vontade. Ela teve dois ou três orgasmos. Só me apertava com força a cabeça entre suas coxas. O bom é que ela não mijou de novo.
Peguei ela pela cintura e deitei, coloquei um travesseiro debaixo da bunda dela e aquele monumento de mulata ficou à minha disposição.
Me posicionei entre as pernas dela, peguei meu pau e comecei a esfregar no clitóris dela.
- Já enfia, porra, Mario, por favor!!!!!
- Espera aí, mamacita, tô te saboreando.
Fiquei assim por alguns segundos porque ela, desesperada, Ela mesma pegou meu pau e enfiou. Meu pau entrou como se fosse em casa, estava escorrendo fluidos e não tive dificuldade nenhuma pra penetrar.
Comecei com um gostoso mete-e-saca, mete-e-saca, depois de uns minutos ela começou a tremer, seu rostinho lindo se contorceu, e soltou um grito que me assustou!!! Parecia que estavam batendo nela. Ela envolveu minha cintura com suas pernas lindas e me apertou forte, não conseguia me mexer.
Ela soltou mais vários gritos, relaxou e me soltou. Deitei ao lado dela, os dois estávamos ofegantes, suando e respirando como desesperados.
—Puta que pariu, Mario, que delícia!!!!
—Obrigado, minha vida, que gostosa e safada você é! Mas será que você pode parar de me chamar de "puta que pariu"? Não gosto.
—Eu te chamo do jeito que eu quiser, mal me conhece e já está me comendo! Quem você pensa que é?.
Eu ri e disse: me chama como quiser.
Descansamos, me levantei pra mijar e quando voltei pro quarto, ela tinha deitado de bruços e colocado uma almofada debaixo do ventre, aprende rápido, pensei.
Fiquei admirando aquele corpão moreno e aquela bunda divina… e estavam à minha disposição!!!
Deitei em cima das costas dela, cheirei seu cabelo, beijei seu pescoço, cheirei, beijei e lambi toda sua linda costa, parei na bunda, comecei a beijá-la, a dar mordidinhas, ela se contorcia igual uma minhoca. Abri suas nádegas, admirei aquele cu divino e comecei a lamber. Ela abafava os gritos com o rosto em outro travesseiro. Enfiava minha língua o máximo que podia, mal ouvia seus gritos e ela não parava de se agitar.
Deixei seu cu e fui pros seus muslos. Que pernas! Morenas e perfeitas, harmoniosas. Segui o mesmo ritual, cheirar, beijar e lamber. Voltei pra bunda. Abri e com cuidado enfiei um dedo na sua buceta e comecei a meter e sacar como se fosse um dildo. Ela meio que virou:
—Não seja filho da puta, enfia logo, você tá me matando!!!!
Eu ri e não dei bola, enfiei dois dedos e continuei mete-e-saca, mete-e-saca.
Ela gemía e se contorcia de prazer.
—Que filho da puta você é, enfia logo!!!!!
Enfiei meu pau na sua Buceta. Estava encharcada, que delícia! E de novo mete-saca, mete-saca.
Comecei a tremer, ela sentiu e me disse:
– Goza dentro, meu amor, goza dentroeeeeee!!!! Aaaaaaaaaaaarrrrrrrrgggg!!!
Ao mesmo tempo nos agitamos, ela uivava!!!!!
Deitei ao lado dela e puxávamos ar pela boca, ofereci água e descansamos abraçados. Eu aproveitava e acariciava seu corpão, peitos, bunda, tudo.
Vou contar minhas sexoaventuras com minha multa. Na verdade foram muitas, nos pegamos como cobaias sexuais, foi a época mais foda da minha vida, aprendi com ela e ela me aprendeu. Fomos amantes por uns 3 anos até ela ir embora, que pena.
Obrigado pela paciência e por ler o Relato, agradeço os comentários.
5 comentários - Elvira, minha empregada mulata gostosa