Chegaram as festas de fim de ano, o que significou ter que ver meus pais e meus sogros. Eles não me viam desde o verão, e ficaram muito surpresos com minha aparência e meu jeito de agir. Principalmente minha mãe, me perguntou quando eu tinha começado a fumar e estranhou tudo o que eu bebia.
Embora já estivesse no peso que o Mario me indicou, eu me entupi de comida nas festas. Minha mãe disse que, além da tintura no cabelo, da maquiagem, das roupas e de como eu estava morena, eu tinha engordado pra caralho, que eu sempre fui muito magra e que nunca tinha me visto comer tanto. Respondi que meu metabolismo devia ter mudado depois da operação que fiz em setembro. Já os homens da família concordavam que eu estava esplêndida.
Percebi que minha mãe estava muito preocupada com minha mudança de personalidade, e me implorou pra ir a um médico pra me tratar. Ela achava que minha mudança era por causa de uma depressão por não poder ter mais filhos.
Como já comentei, meu marido, embora estivesse puto com meu ritmo de vida — ou seja, eu não dava a mínima pra família, gastava todo o salário e chegava em casa na hora que eu bem entendia —, ele relevava por causa da minha mudança na cama, já que eu me comportava como uma piranha e fazia coisas com ele que nunca tinha feito antes, porque, como quase todo homem, ele pensava com a pica e não com o cérebro.
Quando as festas passaram, marquei uma consulta com o Mario. Ainda me lembro, foi num 8 de janeiro. Quando ele me viu entrar pela porta, sorriu, como se estivesse satisfeito com a obra dele. Pendurei o casaco de pele no cabideiro. Eu vestia uma blusa de tricô creme, que deixava ver o Wonderbra preto por baixo e mostrava o umbigo de fora. Além disso, usava uma calça que marcava a racha da buceta, bem baixa, dessas que deixam o quadril todo aparecendo e a parte de cima da calcinha, principalmente quando você senta.
A roupa era dois números menores por causa do quanto eu tinha engordado, e marcava tudo. máximo, peitos, bunda e buceta. Ela me mandou ficar nua com o mesmo gesto que se manda uma puta.
Depois de completamente nua, ela me pesou: eu tinha engordado 12 quilos em três meses, passando de 54 para 66 quilos. Ela tirou minhas medidas. As de 75-45-75 tinham virado 95-65-78.
Ela confirmou que o tratamento hormonal tinha mudado meu metabolismo, e que agora eu era uma mulher com curvas, mas que não podia ganhar mais peso. Ela me auscultou e me fez tossir, dizendo que eu já tinha a tosse clássica de fumante. As batidas do coração tinham passado de 60 por minuto para 75. Ela mediu minha pressão, que tinha ido de 11-6 para 13-8. Ela disse que todas as mudanças eram por causa da dieta, do cigarro e das bebidas.
No fim, ela estava verificando se eu tinha seguido todas as regras que ela tinha passado. A enfermeira (que, por sinal, era uma gostosa) tirou meu sangue para checar meu nível hormonal.
Depois, ela mandou eu ir com a enfermeira ao banheiro, para dar uma amostra de urina e tomar um enema, porque ela queria me ver com os intestinos limpos.
Fomos ao banheiro e a garota me deu um frasco para encher. Coloquei entre as pernas e, com muita vergonha, enchi de urina na frente dela.
Então, ela enfiou um tubo de plástico pelo meu ânus, que ela abriu com os dedos, usando luvas de látex, e de uma pera despejou água morna nas minhas tripas. Eu sentia o líquido quente entrando e minha barriga inchando. Depois de colocar uns dois litros de água, ela me deixou deitada numa maca no banheiro e disse para esperar um pouco antes de evacuar. Fiquei sozinha uns 15 minutos. Eu estava toda cheia e desesperada para cagar, não aguentava mais.
Quando ela voltou, disse que eu já podia defecar. Perguntei se podia ter um pouco de privacidade, mas ela respondeu que Mario tinha ordenado que ela ficasse na frente o tempo todo. Então, completamente nua e com ela na minha frente, expulsei toda a água misturada com meus excrementos das minhas tripas dilatadas.
Depois, ela me Acompanhei até onde o Mario estava. Quando a enfermeira saiu, o Mario mandou eu me deitar na cadeira ginecológica, de pernas abertas. Ele conferiu a dilatação da minha buceta e do meu cu, e disse que dava pra ver que eu tinha cumprido o dever com os consolos, que tava tudo dilatado igual puta, e que eu tava molhada que nem elas.
Depois começou a chupar minha buceta depilada (com a depilação a laser nunca mais nasceu pelo ali) por um tempinho. Quando terminou, eu já tinha gozado duas vezes, e ele disse que minha buceta tinha gosto de puta no cio.
Aí ele abriu o jaleco, baixou o zíper e mandou eu chupar o pau dele. Tirei pra fora como dava, porque tava durasso, e comecei a mamar, olhando sempre na cara dele. Fiquei orgulhosa de sentir o pau do meu homem crescendo na minha garganta. Ele segurou minha cabeça e começou a meter e tirar como se minha boca fosse uma buceta, eu quase não conseguia respirar.
Quando começou a sair um pouco de porra, ele tirou o pau da minha boca, me jogou no chão, ficou por trás e, de uma vez, enfiou no meu cu. Doeu menos que da primeira vez porque meu cu já tava bem dilatado. Ele metia com força, como se quisesse me machucar, e eu, enquanto isso, me esfregava o clitóris com toda força.
Depois de uns dez minutos, ele tirou, me virou, abriu minhas pernas e enfiou na minha buceta molhada até as bolas. Pela primeira vez ele tava me comendo por ali, fiquei emocionada. Depois de mais uns 15 minutos, ele derramou o leite quente dele dentro da minha buceta. Saiu e mandou eu limpar com a boca.
Ele se arrumou e me deu um lenço pra eu me limpar.
Chamou a enfermeira pra saber se os resultados dos exames já tinham saído. Ela trouxe e ficou me encarando com um sorriso debochado enquanto saía.
Os níveis de hormônios femininos estavam lá em cima, o colesterol e a glicose tinham subido. Ele chamou uma amiga dele pra vir, disse que queria que eu a conhecesse antes de ir embora. Em seguida, ele me passou as diretrizes para o próximo trimestre, dizendo que eu tinha que continuar o tratamento hormonal por mais 9 meses para que as curvas ficassem no lugar de forma irreversível, mas que não queria que eu virasse uma foca. Então, me colocou numa dieta à base de cereais no café da manhã, legumes, carne e peixe grelhados, e de sobremesa só iogurte ou fruta.
Ele disse para eu fazer aeróbica no clube 4 dias por semana, que no começo ia ser difícil, mas que me queria com os músculos tonificados, embora por causa do tratamento hormonal fosse muito difícil eu perder peso. Além disso, não queria que eu parasse de fumar e de beber, mas insistiu que não queria uma bêbada.
Por último, me passou o contato de um cirurgião plástico amigo dele. Naquele trimestre, eu operaria para engrossar os lábios e levantar as maçãs do rosto e o papo. Também, para eliminar os efeitos da gravidez, faria uma lipoaspiração e elevação de abdômen. Os peitos ele deixava para o próximo trimestre.
Aí chegou a mulher que ele queria me apresentar, se chamava Ana. Eu conhecia ela de vista do clube, e o Mario disse que contou pra ela meus avanços naquele trimestre, ou seja, ela tava me espionando pra ver se eu cumpria o que ele queria.
Era linda pra caralho, uma morenona tipo atriz de cinema italiano, com cabelo cortado no estilo Cleópatra. Eu diria que com salto ela tinha 1,80 de altura, 90-60-95, uns 30 anos, e lábios carnudos. Muito maquiada em tons vermelhos, vestido de malha bem justo na altura das coxas e botas de cano médio.
Mario me disse que Ana era enfermeira, que começou trabalhando com ele no hospital, e que agora trabalhava pra uma revista de moda. Que também acompanhou meus tratamentos e operações, e que ali tinha os resultados. Enquanto isso, eu continuava pelada, e Ana me olhava descaradamente.
Mario mandou eu me vestir. Enquanto isso, ele dizia que a partir de agora seríamos amigas inseparáveis, que a influência dela seria muito positiva pra mim. E olha que foi mesmo, minha Relação com a Ana me fez perder de vez minha família, meu emprego, e entrar num tipo de vida do qual nunca mais consegui sair.
Por fim, ela me disse que não queria me ver até o próximo trimestre, já operada e tonificada pelos exercícios. Me mandou fazer tudo o que a Ana ordenasse, que na ausência dela era ela quem mandava, e que se eu não fizesse qualquer coisa que ela me pedisse, estaríamos terminadas para sempre.
Fiquei meio preocupada. O que será que aquela mulher ia me fazer fazer?
Quando saímos do consultório, ela me ofereceu um cigarro, dizendo pra eu não me preocupar, que seríamos muito amigas, que os passos mais difíceis eu já tinha dado. Me falou pra irmos pro clube, que ela ia começar com a aeróbica. Liguei no celular pra secretária, dizendo que a consulta com o médico tinha complicado e que eu só voltaria no dia seguinte.
Peguei meu carro pra ir pro clube, enquanto ela passava a mão em mim sem vergonha nenhuma, me dizendo que em 15 dias eu tinha que operar, pra ficar mais gostosa o mais rápido possível e assim poder circular com ela e as amigas dela sem destoar.
Quando entramos no vestiário, começamos a nos despir. Reparei na Ana, dava pra ver que ela usava roupa simples, mas cara. Quando tirou o vestido, pude ver o corpo dela em toda plenitude. Ela usava uma calcinha e um wonderbra pretos.
Tirou o sutiã, e de peito devia ter uns 95. Depois tirou a calcinha, a bunda era firme. Tava menstruada, porque saía o cordão do tampax da buceta dela, totalmente depilada. As outras minas passavam ao redor, meio peladas, algumas vestindo roupa de esporte, outras saindo do banho e se vestindo.
Enquanto isso, a Ana vestiu uma malha e um top, deixando a barriga lisa de fora, com um piercing no umbigo em destaque. Tava toda bronzeada, igual a mim. Enquanto eu me despia, ela também me olhava, e sussurrou que eu tava ficando com um corpo divino, que com exercício e cirurgia logo estaria igual a ela.
Saímos pra academia pra dar a aula. A Ana me apresentou pra instrutora. de aeróbica. Vanesa. Devia ter uns trinta e poucos anos e me sorriu quando me conheceu. Ana explicou que ela precisava me deixar em forma, que eu tava sem malhar há muito tempo.
Tentava fazer todos os exercícios, mas tava sem fôlego, muito pesada e cansada, sem agilidade, o fato de não estar no meu peso normal e o cigarro tavam me cobrando o preço. Vanesa tentava me ajudar, me ensinando a fazer as posições certas. Ana me segurava pelos quadris e aproveitava qualquer chance pra passar a mão em mim.
Quando a sessão acabou, eu tava exausta. Vanesa disse que em algumas sessões eu já aguentaria de boa. Fomos pro chuveiro, Ana tirou o tampão e jogou num daqueles coletores higiênicos, enquanto eu já tava tomando banho. Mas, em vez de ir pra outro chuveiro, ela entrou no meu e fechou a porta de vidro.
Ficamos debaixo d'água, começamos a apalpar os peitos (eu tinha muita inveja do tamanho dos dela) e as bucetas. Ela mandou eu lamber o clitóris dela com vontade, mas me deu um pouco de nojo porque tava com sangue da menstruação, e eu me afastei. Ela me deu um tapa na cara, dizendo que quando ela mandava alguma coisa, era como se fosse o Mario mandando.
Comecei a lamber, me lembrei de como a Katia (a puta que o Pablo contratou pra transar comigo) fazia. Pouco depois, Ana gozou na minha cara, dizendo que dava pra ver que não era a primeira vez que eu tava com uma mulher, que eu era ainda mais promíscua do que o Mario tinha contado.
Depois de uma sessão de raios UVA e massagem, fomos pra um bar de drinks perto dali, e ela me contou que a partir de agora ia controlar todos os meus movimentos, tanto que até quando fôssemos fazer compras, ela ia escolher minhas calcinhas.
Por enquanto, ela queria que eu operasse na semana seguinte, que eu ficaria de licença uns quinze dias. Ela explicou o que iam fazer em mim:
Pra começar, um engrossamento dos lábios com fios de goretex. Ela disse que o contorno dos lábios ficaria bem marcado, já que é um material que dão um volume enorme. Os resultados obtidos são definitivos; ou seja, esses materiais são de duração permanente.
Depois de uma abdominoplastia. Ele me explicou que era um procedimento cirúrgico que melhora a aparência do abdômen removendo o excesso de pele e gordura e apertando os músculos da parede abdominal, conseguindo assim um abdômen firme e liso. Mas que eu teria que ficar internada entre 1 e 3 dias.
Ele comentou que o tamanho das cicatrizes é proporcional à quantidade de pele "em excesso" que tivessem que tirar, e que geralmente ficam acima dos pelos pubianos e nas duas regiões inguinais, de forma que ficam escondidas pelo biquíni. Mas disse que se alguma aparecesse, eu teria que fazer uma tatuagem.
Pra terminar, ele comentou que iam levantar e engrossar minhas maçãs do rosto do mesmo jeito que os lábios, e que iam puxar a pele do meu pescoço pra deixar liso, com o queixo totalmente definido. Ou seja, o Mário me queria sem nenhum sinal de papada.
Entre a cirurgia, a aeróbica e a dieta, eu manteria os quilos no lugar, ficando com um corpo de curvas de mulher bem gostosa, que mais pra frente seria completado com o implante de peito. Perguntei quanto tudo isso ia me custar e ele respondeu 2 milhões de pesetas e que o das tetas era mais um milhão, que era uma clínica cara, mas que iam me deixar com uma cara e um corpo parecido com o das modelos, mas com mais curvas.
Quando saímos de lá, levei ela pra casa dela. Ela morava num apartamento na Castellana, perto do Cuzco, dava pra ver que ela tinha grana. Eu fui pra casa pensando de onde ia tirar o dinheiro pras operações. Naquele dia cheguei cedo, eram 10 horas, meu filho já tava na cama, e cumprimentei meu marido.
Ele ficou muito feliz em me ver. Eu dei um beijo nele, enfiando a língua até a garganta. Eu tinha que foder ele melhor do que nunca pra ele me dar o dinheiro, porque com o ritmo de vida que eu tinha Esses meses todos fiquei sem grana e com os cartões estourados até o talo.
Contei pra ele que tinha começado a fazer aeróbica e que ia entrar de dieta, pra ficar mais gostosa pra ele. Ele respondeu que já era hora de eu perceber que comia demais. Enquanto a gente conversava, eu fumava um cigarro e folheava uma revista de boa, enquanto ele preparava o jantar.
De repente, soltei que ia fazer umas plásticas porque meu corpo tinha ficado acabado depois da gravidez e porque notei que ele não me olhava mais do mesmo jeito, já que eu não podia ter filhos, então queria compensar ele, mas não tinha dinheiro pra pagar.
Contei o que ia fazer: precisava de 2 milhões agora e mais um em maio pros implantes de peito. Meu marido ganhava meio milhão por mês, mas disse que era um absurdo, que se eu estava louca, etc.
Aí comecei a atuar: fiquei igual uma doida, joguei o jantar na parede, gritando que ele já não me amava mais, mas que podia esquecer de me tocar de novo, e fui dormir em outro quarto. Isso foi na quinta. No sábado, quando ele me viu saindo do banheiro de calcinha, não segurou a onda e disse que me daria os três milhões. Naquele sábado, dei a foda da vida dele, deixando ele meter em todos os meus buracos, até fez uma chuva dourada na minha boca toda.
Na segunda, fui na consulta do cirurgião plástico com a Ana. Era ela quem escolhia como iam deixar todas as áreas operadas. A verdade é que ela também passou pelo mesmo e ainda era enfermeira, embora eu ache que quem puxava os cordões de longe era o Mario. No trabalho, pedi pra trocarem meus dias de licença por dias de férias, dizendo que tava com depressão e que ia operar pra me sentir melhor comigo mesma.
Na quarta, operei. A Ana não largou do meu pé. No dia das cirurgias, à tarde, meu marido veio me ver com o menino, e apresentei a Ana como uma amiga do clube com quem eu fazia aeróbica.
Ela estava deslumbrante: uma calça preta elástica superjusta que marcava toda a racha da buceta, um top azul claro que contrastava com a pele morena e marcava todos os bicos dos peitos (percebi que ela não tava de sutiã), que grudava como uma segunda pele, deixando o umbigo de fora, que por sinal tinha um piercing de ouro, e uns saltos agulha. Quando ela se abaixou pra dar um beijo no menino, aproveitou pra mostrar descaradamente os peitos pro Carlos, que ficou hipnotizado.
Começamos a falar de coisas bestas. Eu fiquei proibida de fumar por dois dias por causa da cirurgia nos lábios, e pela primeira vez percebi o quanto o cigarro vicia — foram os dois piores dias da minha vida. E, mesmo proibida de foder por 15 dias, lidei melhor com isso do que com dois dias sem fumar.
O Carlos tava claramente interessado na Ana, não tirava os olhos dela. Ela queria que todo mundo me visse como uma boa amiga pra me controlar ainda melhor.
Três dias depois, eu já tava em casa, mas ainda não dava pra ver os resultados por causa do inchaço. Aproveitei 15 dias de uma certa calma e da companhia do meu filho, de quem eu já quase não lembrava. Mas, claro, a Ana me disse que eu tinha que me masturbar todo dia, e como ia ficar em casa, que usasse as bolas chinesas pra me manter bem quente.
Quando o inchaço baixou, deu pra ver os resultados. Minha barriga ficou lisa como antes da gravidez, fui de 65 pra 60 cm de cintura, que contrastava com meus 95 cm de quadril.
O rosto era outro: maçãs do rosto e queixo bem marcados, e lábios no estilo atriz pornô, ou seja, do jeito que os homens gostam — bem carnudos, aqueles lábios de chupa-pau. O Carlos também gostou dos resultados; na real, acho que ele não se importava de eu ter um físico parecido com o da Ana.
Quando voltei ao trabalho, todo mundo me olhava. A verdade é que eu tava mais gostosa, e considerando Como me faziam vestir e como eu tinha que me comportar com os homens, me tornei uma mulher totalmente irresistível.
Continua...
Agradeço comentários 😉
fonte: www.mirarelatos.com
Embora já estivesse no peso que o Mario me indicou, eu me entupi de comida nas festas. Minha mãe disse que, além da tintura no cabelo, da maquiagem, das roupas e de como eu estava morena, eu tinha engordado pra caralho, que eu sempre fui muito magra e que nunca tinha me visto comer tanto. Respondi que meu metabolismo devia ter mudado depois da operação que fiz em setembro. Já os homens da família concordavam que eu estava esplêndida.
Percebi que minha mãe estava muito preocupada com minha mudança de personalidade, e me implorou pra ir a um médico pra me tratar. Ela achava que minha mudança era por causa de uma depressão por não poder ter mais filhos.
Como já comentei, meu marido, embora estivesse puto com meu ritmo de vida — ou seja, eu não dava a mínima pra família, gastava todo o salário e chegava em casa na hora que eu bem entendia —, ele relevava por causa da minha mudança na cama, já que eu me comportava como uma piranha e fazia coisas com ele que nunca tinha feito antes, porque, como quase todo homem, ele pensava com a pica e não com o cérebro.
Quando as festas passaram, marquei uma consulta com o Mario. Ainda me lembro, foi num 8 de janeiro. Quando ele me viu entrar pela porta, sorriu, como se estivesse satisfeito com a obra dele. Pendurei o casaco de pele no cabideiro. Eu vestia uma blusa de tricô creme, que deixava ver o Wonderbra preto por baixo e mostrava o umbigo de fora. Além disso, usava uma calça que marcava a racha da buceta, bem baixa, dessas que deixam o quadril todo aparecendo e a parte de cima da calcinha, principalmente quando você senta.
A roupa era dois números menores por causa do quanto eu tinha engordado, e marcava tudo. máximo, peitos, bunda e buceta. Ela me mandou ficar nua com o mesmo gesto que se manda uma puta.
Depois de completamente nua, ela me pesou: eu tinha engordado 12 quilos em três meses, passando de 54 para 66 quilos. Ela tirou minhas medidas. As de 75-45-75 tinham virado 95-65-78.
Ela confirmou que o tratamento hormonal tinha mudado meu metabolismo, e que agora eu era uma mulher com curvas, mas que não podia ganhar mais peso. Ela me auscultou e me fez tossir, dizendo que eu já tinha a tosse clássica de fumante. As batidas do coração tinham passado de 60 por minuto para 75. Ela mediu minha pressão, que tinha ido de 11-6 para 13-8. Ela disse que todas as mudanças eram por causa da dieta, do cigarro e das bebidas.
No fim, ela estava verificando se eu tinha seguido todas as regras que ela tinha passado. A enfermeira (que, por sinal, era uma gostosa) tirou meu sangue para checar meu nível hormonal.
Depois, ela mandou eu ir com a enfermeira ao banheiro, para dar uma amostra de urina e tomar um enema, porque ela queria me ver com os intestinos limpos.
Fomos ao banheiro e a garota me deu um frasco para encher. Coloquei entre as pernas e, com muita vergonha, enchi de urina na frente dela.
Então, ela enfiou um tubo de plástico pelo meu ânus, que ela abriu com os dedos, usando luvas de látex, e de uma pera despejou água morna nas minhas tripas. Eu sentia o líquido quente entrando e minha barriga inchando. Depois de colocar uns dois litros de água, ela me deixou deitada numa maca no banheiro e disse para esperar um pouco antes de evacuar. Fiquei sozinha uns 15 minutos. Eu estava toda cheia e desesperada para cagar, não aguentava mais.
Quando ela voltou, disse que eu já podia defecar. Perguntei se podia ter um pouco de privacidade, mas ela respondeu que Mario tinha ordenado que ela ficasse na frente o tempo todo. Então, completamente nua e com ela na minha frente, expulsei toda a água misturada com meus excrementos das minhas tripas dilatadas.
Depois, ela me Acompanhei até onde o Mario estava. Quando a enfermeira saiu, o Mario mandou eu me deitar na cadeira ginecológica, de pernas abertas. Ele conferiu a dilatação da minha buceta e do meu cu, e disse que dava pra ver que eu tinha cumprido o dever com os consolos, que tava tudo dilatado igual puta, e que eu tava molhada que nem elas.
Depois começou a chupar minha buceta depilada (com a depilação a laser nunca mais nasceu pelo ali) por um tempinho. Quando terminou, eu já tinha gozado duas vezes, e ele disse que minha buceta tinha gosto de puta no cio.
Aí ele abriu o jaleco, baixou o zíper e mandou eu chupar o pau dele. Tirei pra fora como dava, porque tava durasso, e comecei a mamar, olhando sempre na cara dele. Fiquei orgulhosa de sentir o pau do meu homem crescendo na minha garganta. Ele segurou minha cabeça e começou a meter e tirar como se minha boca fosse uma buceta, eu quase não conseguia respirar.
Quando começou a sair um pouco de porra, ele tirou o pau da minha boca, me jogou no chão, ficou por trás e, de uma vez, enfiou no meu cu. Doeu menos que da primeira vez porque meu cu já tava bem dilatado. Ele metia com força, como se quisesse me machucar, e eu, enquanto isso, me esfregava o clitóris com toda força.
Depois de uns dez minutos, ele tirou, me virou, abriu minhas pernas e enfiou na minha buceta molhada até as bolas. Pela primeira vez ele tava me comendo por ali, fiquei emocionada. Depois de mais uns 15 minutos, ele derramou o leite quente dele dentro da minha buceta. Saiu e mandou eu limpar com a boca.
Ele se arrumou e me deu um lenço pra eu me limpar.
Chamou a enfermeira pra saber se os resultados dos exames já tinham saído. Ela trouxe e ficou me encarando com um sorriso debochado enquanto saía.
Os níveis de hormônios femininos estavam lá em cima, o colesterol e a glicose tinham subido. Ele chamou uma amiga dele pra vir, disse que queria que eu a conhecesse antes de ir embora. Em seguida, ele me passou as diretrizes para o próximo trimestre, dizendo que eu tinha que continuar o tratamento hormonal por mais 9 meses para que as curvas ficassem no lugar de forma irreversível, mas que não queria que eu virasse uma foca. Então, me colocou numa dieta à base de cereais no café da manhã, legumes, carne e peixe grelhados, e de sobremesa só iogurte ou fruta.
Ele disse para eu fazer aeróbica no clube 4 dias por semana, que no começo ia ser difícil, mas que me queria com os músculos tonificados, embora por causa do tratamento hormonal fosse muito difícil eu perder peso. Além disso, não queria que eu parasse de fumar e de beber, mas insistiu que não queria uma bêbada.
Por último, me passou o contato de um cirurgião plástico amigo dele. Naquele trimestre, eu operaria para engrossar os lábios e levantar as maçãs do rosto e o papo. Também, para eliminar os efeitos da gravidez, faria uma lipoaspiração e elevação de abdômen. Os peitos ele deixava para o próximo trimestre.
Aí chegou a mulher que ele queria me apresentar, se chamava Ana. Eu conhecia ela de vista do clube, e o Mario disse que contou pra ela meus avanços naquele trimestre, ou seja, ela tava me espionando pra ver se eu cumpria o que ele queria.
Era linda pra caralho, uma morenona tipo atriz de cinema italiano, com cabelo cortado no estilo Cleópatra. Eu diria que com salto ela tinha 1,80 de altura, 90-60-95, uns 30 anos, e lábios carnudos. Muito maquiada em tons vermelhos, vestido de malha bem justo na altura das coxas e botas de cano médio.
Mario me disse que Ana era enfermeira, que começou trabalhando com ele no hospital, e que agora trabalhava pra uma revista de moda. Que também acompanhou meus tratamentos e operações, e que ali tinha os resultados. Enquanto isso, eu continuava pelada, e Ana me olhava descaradamente.
Mario mandou eu me vestir. Enquanto isso, ele dizia que a partir de agora seríamos amigas inseparáveis, que a influência dela seria muito positiva pra mim. E olha que foi mesmo, minha Relação com a Ana me fez perder de vez minha família, meu emprego, e entrar num tipo de vida do qual nunca mais consegui sair.
Por fim, ela me disse que não queria me ver até o próximo trimestre, já operada e tonificada pelos exercícios. Me mandou fazer tudo o que a Ana ordenasse, que na ausência dela era ela quem mandava, e que se eu não fizesse qualquer coisa que ela me pedisse, estaríamos terminadas para sempre.
Fiquei meio preocupada. O que será que aquela mulher ia me fazer fazer?
Quando saímos do consultório, ela me ofereceu um cigarro, dizendo pra eu não me preocupar, que seríamos muito amigas, que os passos mais difíceis eu já tinha dado. Me falou pra irmos pro clube, que ela ia começar com a aeróbica. Liguei no celular pra secretária, dizendo que a consulta com o médico tinha complicado e que eu só voltaria no dia seguinte.
Peguei meu carro pra ir pro clube, enquanto ela passava a mão em mim sem vergonha nenhuma, me dizendo que em 15 dias eu tinha que operar, pra ficar mais gostosa o mais rápido possível e assim poder circular com ela e as amigas dela sem destoar.
Quando entramos no vestiário, começamos a nos despir. Reparei na Ana, dava pra ver que ela usava roupa simples, mas cara. Quando tirou o vestido, pude ver o corpo dela em toda plenitude. Ela usava uma calcinha e um wonderbra pretos.
Tirou o sutiã, e de peito devia ter uns 95. Depois tirou a calcinha, a bunda era firme. Tava menstruada, porque saía o cordão do tampax da buceta dela, totalmente depilada. As outras minas passavam ao redor, meio peladas, algumas vestindo roupa de esporte, outras saindo do banho e se vestindo.
Enquanto isso, a Ana vestiu uma malha e um top, deixando a barriga lisa de fora, com um piercing no umbigo em destaque. Tava toda bronzeada, igual a mim. Enquanto eu me despia, ela também me olhava, e sussurrou que eu tava ficando com um corpo divino, que com exercício e cirurgia logo estaria igual a ela.
Saímos pra academia pra dar a aula. A Ana me apresentou pra instrutora. de aeróbica. Vanesa. Devia ter uns trinta e poucos anos e me sorriu quando me conheceu. Ana explicou que ela precisava me deixar em forma, que eu tava sem malhar há muito tempo.
Tentava fazer todos os exercícios, mas tava sem fôlego, muito pesada e cansada, sem agilidade, o fato de não estar no meu peso normal e o cigarro tavam me cobrando o preço. Vanesa tentava me ajudar, me ensinando a fazer as posições certas. Ana me segurava pelos quadris e aproveitava qualquer chance pra passar a mão em mim.
Quando a sessão acabou, eu tava exausta. Vanesa disse que em algumas sessões eu já aguentaria de boa. Fomos pro chuveiro, Ana tirou o tampão e jogou num daqueles coletores higiênicos, enquanto eu já tava tomando banho. Mas, em vez de ir pra outro chuveiro, ela entrou no meu e fechou a porta de vidro.
Ficamos debaixo d'água, começamos a apalpar os peitos (eu tinha muita inveja do tamanho dos dela) e as bucetas. Ela mandou eu lamber o clitóris dela com vontade, mas me deu um pouco de nojo porque tava com sangue da menstruação, e eu me afastei. Ela me deu um tapa na cara, dizendo que quando ela mandava alguma coisa, era como se fosse o Mario mandando.
Comecei a lamber, me lembrei de como a Katia (a puta que o Pablo contratou pra transar comigo) fazia. Pouco depois, Ana gozou na minha cara, dizendo que dava pra ver que não era a primeira vez que eu tava com uma mulher, que eu era ainda mais promíscua do que o Mario tinha contado.
Depois de uma sessão de raios UVA e massagem, fomos pra um bar de drinks perto dali, e ela me contou que a partir de agora ia controlar todos os meus movimentos, tanto que até quando fôssemos fazer compras, ela ia escolher minhas calcinhas.
Por enquanto, ela queria que eu operasse na semana seguinte, que eu ficaria de licença uns quinze dias. Ela explicou o que iam fazer em mim:
Pra começar, um engrossamento dos lábios com fios de goretex. Ela disse que o contorno dos lábios ficaria bem marcado, já que é um material que dão um volume enorme. Os resultados obtidos são definitivos; ou seja, esses materiais são de duração permanente.
Depois de uma abdominoplastia. Ele me explicou que era um procedimento cirúrgico que melhora a aparência do abdômen removendo o excesso de pele e gordura e apertando os músculos da parede abdominal, conseguindo assim um abdômen firme e liso. Mas que eu teria que ficar internada entre 1 e 3 dias.
Ele comentou que o tamanho das cicatrizes é proporcional à quantidade de pele "em excesso" que tivessem que tirar, e que geralmente ficam acima dos pelos pubianos e nas duas regiões inguinais, de forma que ficam escondidas pelo biquíni. Mas disse que se alguma aparecesse, eu teria que fazer uma tatuagem.
Pra terminar, ele comentou que iam levantar e engrossar minhas maçãs do rosto do mesmo jeito que os lábios, e que iam puxar a pele do meu pescoço pra deixar liso, com o queixo totalmente definido. Ou seja, o Mário me queria sem nenhum sinal de papada.
Entre a cirurgia, a aeróbica e a dieta, eu manteria os quilos no lugar, ficando com um corpo de curvas de mulher bem gostosa, que mais pra frente seria completado com o implante de peito. Perguntei quanto tudo isso ia me custar e ele respondeu 2 milhões de pesetas e que o das tetas era mais um milhão, que era uma clínica cara, mas que iam me deixar com uma cara e um corpo parecido com o das modelos, mas com mais curvas.
Quando saímos de lá, levei ela pra casa dela. Ela morava num apartamento na Castellana, perto do Cuzco, dava pra ver que ela tinha grana. Eu fui pra casa pensando de onde ia tirar o dinheiro pras operações. Naquele dia cheguei cedo, eram 10 horas, meu filho já tava na cama, e cumprimentei meu marido.
Ele ficou muito feliz em me ver. Eu dei um beijo nele, enfiando a língua até a garganta. Eu tinha que foder ele melhor do que nunca pra ele me dar o dinheiro, porque com o ritmo de vida que eu tinha Esses meses todos fiquei sem grana e com os cartões estourados até o talo.
Contei pra ele que tinha começado a fazer aeróbica e que ia entrar de dieta, pra ficar mais gostosa pra ele. Ele respondeu que já era hora de eu perceber que comia demais. Enquanto a gente conversava, eu fumava um cigarro e folheava uma revista de boa, enquanto ele preparava o jantar.
De repente, soltei que ia fazer umas plásticas porque meu corpo tinha ficado acabado depois da gravidez e porque notei que ele não me olhava mais do mesmo jeito, já que eu não podia ter filhos, então queria compensar ele, mas não tinha dinheiro pra pagar.
Contei o que ia fazer: precisava de 2 milhões agora e mais um em maio pros implantes de peito. Meu marido ganhava meio milhão por mês, mas disse que era um absurdo, que se eu estava louca, etc.
Aí comecei a atuar: fiquei igual uma doida, joguei o jantar na parede, gritando que ele já não me amava mais, mas que podia esquecer de me tocar de novo, e fui dormir em outro quarto. Isso foi na quinta. No sábado, quando ele me viu saindo do banheiro de calcinha, não segurou a onda e disse que me daria os três milhões. Naquele sábado, dei a foda da vida dele, deixando ele meter em todos os meus buracos, até fez uma chuva dourada na minha boca toda.
Na segunda, fui na consulta do cirurgião plástico com a Ana. Era ela quem escolhia como iam deixar todas as áreas operadas. A verdade é que ela também passou pelo mesmo e ainda era enfermeira, embora eu ache que quem puxava os cordões de longe era o Mario. No trabalho, pedi pra trocarem meus dias de licença por dias de férias, dizendo que tava com depressão e que ia operar pra me sentir melhor comigo mesma.
Na quarta, operei. A Ana não largou do meu pé. No dia das cirurgias, à tarde, meu marido veio me ver com o menino, e apresentei a Ana como uma amiga do clube com quem eu fazia aeróbica.
Ela estava deslumbrante: uma calça preta elástica superjusta que marcava toda a racha da buceta, um top azul claro que contrastava com a pele morena e marcava todos os bicos dos peitos (percebi que ela não tava de sutiã), que grudava como uma segunda pele, deixando o umbigo de fora, que por sinal tinha um piercing de ouro, e uns saltos agulha. Quando ela se abaixou pra dar um beijo no menino, aproveitou pra mostrar descaradamente os peitos pro Carlos, que ficou hipnotizado.
Começamos a falar de coisas bestas. Eu fiquei proibida de fumar por dois dias por causa da cirurgia nos lábios, e pela primeira vez percebi o quanto o cigarro vicia — foram os dois piores dias da minha vida. E, mesmo proibida de foder por 15 dias, lidei melhor com isso do que com dois dias sem fumar.
O Carlos tava claramente interessado na Ana, não tirava os olhos dela. Ela queria que todo mundo me visse como uma boa amiga pra me controlar ainda melhor.
Três dias depois, eu já tava em casa, mas ainda não dava pra ver os resultados por causa do inchaço. Aproveitei 15 dias de uma certa calma e da companhia do meu filho, de quem eu já quase não lembrava. Mas, claro, a Ana me disse que eu tinha que me masturbar todo dia, e como ia ficar em casa, que usasse as bolas chinesas pra me manter bem quente.
Quando o inchaço baixou, deu pra ver os resultados. Minha barriga ficou lisa como antes da gravidez, fui de 65 pra 60 cm de cintura, que contrastava com meus 95 cm de quadril.
O rosto era outro: maçãs do rosto e queixo bem marcados, e lábios no estilo atriz pornô, ou seja, do jeito que os homens gostam — bem carnudos, aqueles lábios de chupa-pau. O Carlos também gostou dos resultados; na real, acho que ele não se importava de eu ter um físico parecido com o da Ana.
Quando voltei ao trabalho, todo mundo me olhava. A verdade é que eu tava mais gostosa, e considerando Como me faziam vestir e como eu tinha que me comportar com os homens, me tornei uma mulher totalmente irresistível.
Continua...
Agradeço comentários 😉
fonte: www.mirarelatos.com
8 comentários - De esposa ejemplar a puta de lujo - 3ra parte
jaja
La 4ta para cuando???
la verdad me encantan estos tipos de relatos me matan 🙎♂️