Lorena é aquela loira de quarenta e poucos anos que sempre andava pelo bairro de queixo erguido, dirigindo sua caminhonete cara e vestindo roupas impecáveis, aquela típica mãe exemplar com quem todos os caras do grupo e os amigos do filho dela, Tomás, fantasiávamos em comer um dia.
Era casada com um idiota cheio de grana, um cara ausente que se achava o dono do mundo por causa da carteira, mas que na cama era um gelo total, um chato que nunca fez a menor ideia da mulher que tinha ao lado nem soube como acender a verdadeira natureza da esposa, deixando ela insatisfeita e faminta por baixo de uma fachada de senhora respeitável.
Mas aquela máscara de mãe arrumada e dona de casa impecável desabou por completo quando eu entrei no quarto dela.
Fisicamente, Lorena é um monumento de mulher total, uma milf de classe alta que conserva uma frescura de louca.
Ela tem a pele branca, macia e perfumada, uns lábios carnudos que agora só servem para gemer meu nome, e um cabelo loiro lindo que cai nos ombros. Mas o que realmente me tira do sério são as curvas de milf dela: tem uns peitos naturais grandes, pesados e super firmes, com aqueles bicos escuros que acendem no menor toque, e uma bunda de academia que é uma obra de arte, redonda, firme e com o volume exato para receber minhas estocadas secas e quicar de forma obscena contra minha pélvis.
Mentalmente, a mudança foi o verdadeiro tesão.
Lorena começou isso com medo, com aquela culpa de mãe leoa que tentava tomar o controle porque o filho dela, Tomás, dorme no quarto ao lado, mas bastou sentir o rigor dos meus 21 anos para a mente dela dar um curto-circuito.
Ela é uma hipócrita gostosa que trocou toda a moral e os códigos de família pelo prazer clandestino de ser submissa, uma mulher madura que descobriu que a fantasia mais obscura dela era ser usada e domada pelo melhor amigo do filho.
Por baixo da pose de senhora inalcançável, Lorena escondia uma puta insaciável, e agora que provou o que é é um homem de verdade, ela ficou completamente quebrada, transformada na minha putinha favorita e pronta pra viver sob minhas ordens de Dono.
A noite com o Tomás tinha sido intensa, o tipo de rolê que desgasta qualquer um, mas que pra mim serve pra observar.
Tomás é meu melhor amigo, um cara foda, leal, daqueles que dão a vida pelos seus.
Fomos num bar central, bebemos pra caralho e a noite se esticou entre risadas e conversas de balada.
Quando o álcool começou a pegar forte nele, decidi que era hora de voltar.
Não ia deixar ele se foder sozinho naquele estado.
Dirigi meu carro até a casa dele, cuidando cada detalhe, me mantendo firme no volante enquanto ele balbuciava merda no banho do carona.
Chegamos lá pelas três da manhã.
Quando abri a porta da frente, quem nos recebeu foi a Lorena.
Tava acordada, esperando ele com aquela mistura de alívio e bronca que é típica das mães.
Vestia um roupão de seda preta que não conseguia esconder as curvas firmes dos seus quarenta e poucos anos, é uma milf loira imponente, com uma presença que impõe respeito mas que, ao mesmo tempo, exala uma sensualidade madura inevitável.
— Ainda bem que você veio com ele, Alejandro. Ele tá destruído, obrigada por cuidar dele. — Ela disse com uma voz suave, carregada de um cansaço meigo, enquanto me olhava nos olhos.
— Ele é como um irmão pra mim, Lore. Nunca deixaria ele na mão. — Respondi com meu melhor sorriso educado, passando pra ela a segurança absoluta de um cara de confiança.
Nós dois carregamos o Tomás até o quarto dele.
Ela tirou o tênis dele enquanto eu o acomodava na cama, onde ele apagou de vez, nocauteado pelo álcool.
A Lorena me ofereceu o sofá da sala, se desculpando por não ter uma cama livre.
Garanti que tava perfeito e, depois de se despedir com um beijo na bochecha que deixou o cheiro do perfume dela pairando no ar, ela foi pro quarto dela.
Deitei no sofá, mas minha mente não desliga fácil.
Não tô de ressaca, controlo perfeitamente meus níveis e sei quando ficar alerta.
Dormi só umas duas horas com um olho aberto.
Às sete e meia da Amanheceu, e eu senti a necessidade de ir ao banheiro.
Levantei sem fazer o menor barulho, pisando com precisão milimétrica no corredor escuro.
Ao sair do banheiro, um som molhado, abafado e ritmado me parou no ato.
Vinha do quarto da Lorena.
A porta de madeira maciça estava entreaberta, deixando uma pequena fresta de luz.
Me aproximei com cautela, movido por uma curiosidade fria e puramente masculina.
Ao espiar pelo vão, a imagem me gelou o sangue de um jeito delicioso.
Lorena estava completamente nua no centro da cama de casal.
O contraste da pele clara e do cabelo loiro bagunçado contra os lençóis escuros era uma loucura.
Ela estava com as pernas flexionadas, totalmente abertas, entregue a um transe de prazer solitário.
Uma das mãos descia com desespero até a entreperna, enfiando os dedos na buceta, enquanto a outra mão se agarrava com força a um dos peitos.
Ela estava totalmente fora de si, entregue ao próprio corpo naquela cama vazia.
— Ah... mmm... que fundo... Deus. Ela gemeu num sussurro baixo, arqueando as costas enquanto os dedos se moviam mais rápido.
Eu me encostei no batente da porta, curtindo o espetáculo com uma tranquilidade absoluta, sabendo que o destino estava me dando uma oportunidade perfeita.
Ver a mãe do meu amigo naquele estado, perdendo toda a postura impecável que sempre mostrava, me acendeu por completo.
— Isso... assim... mais forte... Ah... mmm. Ela gemeu com a voz rouca, se esfregando com desespero.
O jeito que ela se tocava era quase violento, sem vergonha.
O peito dela subia e descia com força, e uma fina camada de suor fazia os peitos maduros brilharem sob a luz fraca da manhã.
— Uff... vai... entra mais... Ah. Ela se ouviu da cama, enquanto enfiava os dedos mais fundo, se molhando por completo.
Eu estava testemunhando a intimidade mais pura de uma mulher insatisfeita, uma fera contida que precisava do rigor de um homem de verdade.
— Mmm... não aguento... Ah... sim. Exclamou enquanto acelerava o ritmo no clitóris.
Fiquei imóvel, observando cada detalhe técnico dos movimentos dela, gravando na memória como o corpo maduro reagia ao próprio estímulo.
— Ah... Deus... que gostoso... mmm. Soltou num gemido molhado, subindo os joelhos até o peito pra se abrir ainda mais do que antes.
A porta entreaberta me dava o ângulo perfeito pra ver os dedos roçando aquela área molhada e ardente.
— Isso... vai... mais rápido... Ah... Ah... Repetiu quase sem ar, de olhos fechados, entregue por completo.
O silêncio da casa fazia cada som dela ecoar no corredor, criando uma atmosfera densa e carregada de tensão sexual.
— Mmm... já tô perto... Ah... mmm... não para. Exigiu de si mesma, mexendo o quadril em círculos perfeitos no colchão.
A mão no peito apertava tanto que deixava marcas vermelhas na pele clara, mostrando o nível de excitação selvagem em que ela tava.
— Ah... Ah... mmm... que tesão... Deus... Gemeu com força, arqueando o pescoço pra trás, esticando as linhas da garganta de um jeito lindo.
Ela não sabia que eu tava ali, e isso tornava tudo dez vezes melhor.
— Isso... aí... Ah... Ah... mmm... Continuou num ritmo frenético, os dedos chapinhando na própria umidade, fazendo um eco suave no quarto.
Faltava pouco pra ela explodir.
O corpo dela ficava cada vez mais rígido, as pernas tremiam levemente por causa do esforço e do acúmulo de vontade.
— Ah... Deus... vou gozar... mmm... Ah... Gritou num sussurro abafado, apertando os dentes e fechando os punhos nos lençóis.
O clímax tava chegando, e ver o rosto de uma mulher da idade dela perder o controle total por causa do orgasmo era uma vitória antecipada pra mim.
— Ah!... Isso!... Mmm!... Deus!. Exclamou finalmente num espasmo longo, contraindo o corpo inteiro enquanto os dedos afundavam fixos no centro dela.
Lorena ficou uns segundos completamente parada, com o peito subindo e descendo de forma descontrolada enquanto recuperava o fôlego.
Eu ainda estava encostado no batente da porta, curtindo os últimos vestígios da vulnerabilidade dela, pronto pra me virar e voltar pro sofá como se nada tivesse acontecido.
Mas meu corpo tem regras próprias, e a tensão acumulada no corredor ficou física.
Meu pau, completamente duro e apertando contra o tecido da calça jeans, reagiu com um espasmo violento diante da imagem daquela milf loira ainda molhada em cima dos lençóis.
Quando tentei dar um passo pra trás com cuidado, o movimento brusco fez minha virilha bater direto na madeira da porta entreaberta.
O baque seco quebrou o silêncio absoluto da casa.
— Quem tá aí? — perguntou ela com a voz rouca e pastosa do orgasmo recente, virando a cabeça na direção da fresta com os olhos arregalados de surpresa.
Não deu tempo de me esconder.
Meus olhos se cruzaram diretamente com os dela através do espaço de luz.
Lorena ainda tinha os dedos mergulhados na própria buceta e a outra mão agarrada no peito, apertando a pele clara com força.
Ao reconhecer minha silhueta e perceber que o melhor amigo do filho dela estava olhando fixamente pra ela, o pânico tomou conta e anulou o transe de prazer.
Com um movimento desajeitado e apressado, ela tirou a mão da entreperna e cruzou as pernas com força, tentando se cobrir na hora enquanto se apoiava nos cotovelos no colchão.
— Alejandro... o que cê tá fazendo aí? — respondeu num sussurro carregado de vergonha e agitação, com as bochechas completamente vermelhas e os olhos arregalados.
A situação tinha mudado num segundo.
O controle absoluto que eu mantinha das sombras se transformou numa exposição direta.
Meu corpo tinha me traído com aquele maldito barulho.
Não me mexi, não baixei a cabeça nem mostrei o menor sinal de culpa juvenil.
Eu Fiquei parado no lugar, sustentando o olhar dela com uma seriedade pesada, sentindo o ar entre nós dois ficar denso, quente e perigosamente real.
Ela me olhava, nua e exposta debaixo dos lençóis revirados, enquanto eu a observava da penumbra do corredor, assimilando o peso de ter sido descoberto.
A tensão no quarto ficou insuportável, mas em vez de recuar ou pedir desculpas como um moleque assustado, usei aquele segundo de paralisia a meu favor. Eu sabia exatamente o que fazer.
Não dei tempo pra ela reagir, se cobrir com os lençóis ou pensar no Tomás, que dormia a poucos metros.
Me movi com uma velocidade felina, cruzando a porta do quarto com passadas largas e decididas, me jogando direto na cama como um predador que reivindica o que é seu.
Lorena arregalou os olhos com o impacto do meu corpo contra o colchão, mas antes que pudesse soltar um único grito ou reclamação, empurrei os joelhos dela para os lados com as mãos, abrindo ela por completo, e enfiei minha cara direto na buceta dela.
— Ah!... Alejandro, não!... Espera! — ela respondeu num grito abafado, esticando as mãos pra empurrar meus ombros, mas os dedos dela cravaram na minha camiseta sem força nenhuma.
Não escutei.
Tava completamente focado no que tinha na minha frente.
A buceta dela tava encharcada, queimando de tesão pelo orgasmo que ela tinha acabado de ter, e o cheiro da maturidade dela misturado com a própria umidade me nublou os sentidos.
Colei a língua no clitóris dela com uma voracidade selvagem, lambendo de baixo pra cima num traço só, saboreando o gosto intenso, denso e levemente salgado dos fluidos dela.
Era o sabor concentrado de uma milf loira que tava há tempo demais desejando o rigor de um homem de verdade.
— Meu Deus!... Ah... mmm... mmm — gemeu ela, mudando o tom da voz ao sentir o calor da minha boca, enquanto parava de me empurrar e as mãos dela passavam a se agarrar com desespero no meu cabelo.
Comecei a chupar o clitóris dela com força técnica, enfiando a língua bem fundo na cavidade dela, varrendo cada canto dos lábios menores que estavam inchados e vermelhos.
O contraste era uma loucura: eu continuava totalmente vestido, sentindo o tecido áspero da minha calça jeans contra a suavidade das coxas nuas dela, devorando ela com uma Intensidade animal que a anulou por completo.
— Ah... vai... mmm... o que cê tá fazendo... vai me deixar louca. Ela respondeu com a respiração totalmente descontrolada, arqueando a cintura pra cima pra pressionar o centro molhado contra minha boca.
Lorena já não tentava escapar.
O pânico do começo se transformou numa submissão total ao meu estímulo.
Senti o corpo maduro dela se entregar ao ritmo selvagem da minha língua.
Perdeu toda a pose de mãe certinha e, num movimento completamente instintivo, levantou a perna direita e apoiou firme no meu ombro, se abrindo ainda mais, oferecendo a intimidade dela sem nenhuma barreira.
— Isso... aí... mmm... Ah. Ela exclamou arqueando as costas toda, de olhos fechados e os dedos cravados no meu couro cabeludo, guiando meus movimentos enquanto eu continuava engolindo todos os sucos quentes dela.
Lorena soltou um gemido abafado enquanto o corpo inteiro dela tremia, liberando uma descarga de fluidos que encharcou meus lábios.
O espasmo fez ela reagir, trazendo-a de volta por um segundo à realidade da casa.
Com a respiração totalmente ofegante e as bochechas vermelhas de vergonha, ela empurrou meus ombros para trás pra ganhar distância, rompendo o contato.
Eu tava com a boca molhada, uma mistura pastosa da minha saliva e dos sucos quentes dela escorrendo pelo meu queixo.
Lorena me olhou com pânico, percebendo o que tinha acabado de rolar.
— Desculpa... Alejandro, desculpa, isso é uma loucura. — respondeu ela, tapando o rosto com uma mão, tremendo enquanto tentava processar a culpa.
Por puro instinto de fuga, ela virou o corpo no colchão e se apoiou nas mãos e nos joelhos, ficando de quatro com a intenção de se levantar rápido pra se trocar ou me tirar do quarto.
Mas pra mim, aquela posição com os glúteos firmes apontando na minha direção não era uma retirada, era um convite aberto.
Não dei espaço pra ela pensar.
Grudei nas costas dela e deslizei minha mão direto entre as coxas dela, enfiando dois dedos de uma vez na buceta dela, que ainda tava aberta e pulsando.
— Ah!... Não, para!... Isso tá errado, de verdade. — respondeu ela, arqueando as costas de susto, mas o calor da minha mão fez ela gemer na hora.
— Fica quieta, Lore. Você adora quando um homem de verdade te pega assim. — ordenei, mantendo a voz firme e baixa enquanto mexia os dedos com força lá dentro.
Me inclinei pra frente e grudei minha boca na área molhada entre a bunda e a buceta dela, lambendo com passadas longas e quentes.
Lorena soltou um gemido agudo e, em vez de avançar pra sair da cama, enterrou uma das mãos nos lençóis pra segurar o peso do corpo, enquanto com a outra mão foi direto pra trás, agarrando meu cabelo com desespero pra guiar a pressão da minha boca.
— Mmm... Deus... que gostoso... mas não dá. respondeu jogando a cabeça pra trás, esticando o pescoço enquanto curtia o estímulo técnico dos meus dedos no clitóris dela.
— Olha só como você tá, toda molhada por minha causa. Falei com um tom arrogante, sentindo os espasmos das paredes internas dela apertando meus dedos.
— Ah... sim... vai fundo... mmm... Ela respondeu, mexendo o quadril pra trás sem querer.
O gosto da maturidade dela na minha língua era encorpado, quente, potencializado pela adrenalina de estar a metros do quarto do Tomás.
Lorena levantava a cabeça, com os olhos fechados num transe total, presa entre a vontade de manter a postura de mãe e a submissão física que minha rigidez impunha naquela cama de casal.
— Ah!... Não aguento!... Mmm!... Mais! Ela exigiu com a voz completamente quebrada, apertando meus dedos com a própria carne enquanto se entregava de vez ao ritmo selvagem.
Tirei os dedos de dentro dela de uma vez, fazendo aquele som molhado ecoar no quarto.
Lorena ficou tremendo na mesma posição, apoiada nas mãos e nos joelhos, com a bunda empinada e a respiração toda descontrolada.
O ar frio da manhã bateu na buceta molhada dela, fazendo ela reagir por um segundo ao perceber que o estímulo tinha parado.
— Por que você parou? O que você vai fazer, Alejandro? — respondeu ela, virando só a cabeça.
— Você tem que ir, por favor... isso não pode continuar, o Tomás tá do lado. — respondeu num sussurro desesperado, apertando os lençóis com os punhos enquanto a culpa de mãe tentava tomar conta.
Não respondi com palavras.
Baixei a calça jeans e a cueca de uma vez só, liberando meu pau que tava durasso, apontando direto pra ela.
Me posicionei bem atrás da bunda firme dela, sentindo o calor que saía do corpo maduro.
Segurei a cintura dela com força, cravando os dedos na pele macia pra prender ela no lugar, e encostei a ponta do meu pau na entrada molhada dela.
— Não, por favor... Alejandro, para! — respondeu ela, se jogando um pouco pra frente numa tentativa inútil de fugir.
— Já é tarde pra pedir por favor, Lore. — falei com a voz grossa e possessiva, empurrando o quadril com firmeza pra frente.
Enfiei o pau de uma vez, afundando até o fundo da buceta dela.
O atrito foi enorme, uma pressão perfeita que apertou meu pau na hora, mesmo ela tendo quarenta e tantos e já ter tido um filho, a buceta dela era incrivelmente apertada, quente e super elástica por causa da lubrificação toda.
— Ahhh! — gritou ela com um gemido abafado, abrindo a boca toda enquanto arqueava as costas de um jeito violento com o impacto do tamanho.
— Deus... é muito grande... dói um pouco... Ah... mmm. — respondeu ela, mordendo o lábio inferior com desespero.
— Você adora sentir um homem de verdade dentro de você. teu. Ordenei, começando a tirar quase tudo pra fora pra meter de novo num ritmo seco e profundo.
— Humm... isso... vai... me dá mais forte... Ah... Ah. Ela respondeu se entregando ao vai e vem, empurrando a bunda pra trás sem querer, buscando mais atrito.
Cada estocada fazia um eco molhado no quarto.
Me inclinei sobre as costas dela, encostando o peito no dela, e comecei a dar beijos molhados e mordidinhas leves na nuca e nos ombros, marcando território enquanto continuava partindo ela ao meio.
— Ah!... Alejandro!... Humm!... Como você me come bem... Deus. Ela respondeu quebrando a cintura, levantando a cabeça pro teto num transe de puro prazer físico.
— Você é uma puta gostosa, Lore. Olha como você aperta minha pica. Falei no ouvido dela, acelerando as estocadas, sentindo as paredes da buceta dela se contraírem com força em volta do meu pau.
— Sim... mais... me dá mais rápido... Ah... humm. Ela respondeu com a voz toda quebrada, lágrimas de puro prazer brotando nos olhos dela.
O gosto dos fluidos dela ainda estava nos meus lábios enquanto eu castigava ela por trás, segurando firme no quadril pra ela não escapar do colchão.
— Ah... Ah... humm... vou gozar de novo... Deus. Ela respondeu apertando os dentes, com os músculos da barriga completamente tensos de esforço.
— Faz todo barulho que quiser, o Tomás dorme que nem uma pedra. Falei com um sorriso de superioridade, dando três estocadas seguidas que fizeram ela pular.
— Ahhh!!!... Não... humm!... Para um pouco!... Ah!. Ela respondeu tentando avançar um centímetro, totalmente dominada pela intensidade da penetração.
— Não vou parar nada, agora aguenta até eu terminar. Ordenei, cravando ela no colchão com um empurrão seco que deixou ela sem ar.
— Humm... isso... me arrebenta... Ah... Ah... Que delícia. Ela respondeu se rendendo de vez à natureza insaciável dela, mexendo a bunda no ritmo das minhas batidas.
A sensação técnica de Foder essa nova mulher era uma loucura, a maturidade do corpo dela respondia com uma soltura selvagem, e saber que eu a tinha completamente dominada na própria cama de casamento dela me excitava o dobro.
— Ah!... Vou gozar!... Vou gozar, Alejandro!... Mmm!. Ela respondeu num gemido prolongado, contraindo as pernas enquanto um novo orgasmo a sacudia por dentro, apertando minha pica com uma força descomunal.
Lorena se sacudia com violência sobre o colchão, totalmente entregue às contrações selvagens do segundo orgasmo dela.
As paredes da buceta dela apertavam minha pica com uma força técnica impressionante, me sugando a cada segundo, mas eu não ia deixar ela descansar.
Mantive o ritmo pesado, ignorando os pedidos sutis dela enquanto minhas mãos firmes continuavam cravadas nas laterais do quadril dela, controlando cada movimento naquela posição de quatro.
— Ah!... Alejandro... adoro isso... mmm!... Para um segundo. Ela respondeu com a voz totalmente abafada, apertando o colchão com as unhas enquanto tentava processar o impacto.
— A gente tá só começando, Lore. Falei com um sorriso frio, dando uma estocada seca que fez ela arquear inteira.
— Mmm!... Nossa... que bruto que você é... Ah... Ah. Ela respondeu balançando a cabeça pra frente, com o cabelo loiro todo bagunçado tampando o rosto.
— Você gosta que eu te trate assim, não mente pra mim. Falei no ouvido dela, acelerando as metidas enquanto sentia o eco molhado da nossa fricção ficar mais alto.
— Sim... adoro... mmm... mete mais forte. Ela respondeu perdendo os últimos vestígios de sanidade, gritando já quase sem se importar que o filho dela tava dormindo no outro quarto.
O jeito que ela gemia e entregava a rabuda madura pro castigo da minha vara mostrava que eu já tinha ela exatamente onde queria.
Ela tava se transformando completamente, deixando pra trás a fachada de mãe arrumadinha pra ser simplesmente uma mulher desenfreada pelo prazer que eu dava pra ela.
— Ah!... Me arrebenta toda... mmm!... Não para agora. Ela exigiu com um gemido desvairado, empurrando a bunda com força pra trás pra me receber por inteiro.
— Olha como você grita, Lore, você é uma puta gostosa. Falei com um tom possessivo, curtindo como o cu apertado dela devorava minha pica a cada segundo.
— Ah... sim... sou sua puta... mmm... me come assim!. Ela respondeu num grito surdo, mordendo o Travesseiro pra não tremer as paredes.
Resolvi mudar o ângulo técnico pra exigir ainda mais dela.
Tirei as mãos da cintura dela e apoiei uma das palmas firmemente na parte baixa das costas, fazendo uma pressão pesada e descendente em direção ao colchão.
Empurrei ela com força pra baixo, esmagando o peito e o rosto dela contra os lençóis bagunçados, obrigando ela a ficar completamente de bruços, mas mantendo a bunda bem levantada, exposta e arqueada pro teto.
— ¡¡¡Ahhh!!!. Ela gritou com um berro violento ao sentir a mudança drástica de posição e a profundidade massiva que meu pau tomou ao entrar de uma vez nesse novo ângulo.
— Deus... entrou tudo... você vai... Ah... mmm. Ela respondeu com a voz abafada pelo tecido do colchão, chutando levemente por causa da intensidade.
— Assim que eu te quero. Ordenei, cravando minha mão livre no cabelo loiro dela pra manter a cabeça fixa enquanto continuava metendo nela por trás com golpes secos.
— Mmm... sim... vai... adoro sentir você assim por dentro... Ah. Ela respondeu, quebrando a bunda com desespero, buscando instintivamente encaixar no meu ritmo urbano e selvagem.
O roçar da minha pele contra as coxas firmes e quentes dela aumentava a temperatura na cama de casal.
— ¡Ah!... ¡Alejandro... mmm... você vai me fazer gozar de novo!. Ela respondeu com um gemido longo.
— Goza quantas vezes quiser, agora você é minha. Falei com prepotência, dando três metidas profundas que fizeram as pernas dela se cruzarem por causa do espasmo.
— ¡¡¡Ah!!!... ¡Sim... sua... mmm!... Bate mais forte... Ah... Ah. Ela respondeu se rendendo completamente à nova realidade, assumindo o papel de puta sem oferecer a menor resistência.
— ¡Ah!... ¡Tô gozando... mmm... tô gozando pra caralho, Alejandro!. Ela respondeu num grito quebrado, apertando os punhos contra os lençóis enquanto o interior dela se fechava como uma morsa em volta do meu pau.
Mantive a Lorena esmagada contra o colchão, sentindo as últimas contrações do orgasmo dela, mas não diminui o ritmo nem um milímetro.
Apoiei minha mão firme nos lençóis pra equilibrar meu peso e, com a outra, peguei um bom punhado do cabelo loiro dela pela nuca, puxando pra trás com firmeza técnica pra forçar ela a arquear o pescoço.
— ¡¡¡Ahhh!!! — Ela soltou um gemido agudo e involuntário quando puxei o cabelo dela, abrindo as pernas um pouco mais por causa do puxão.
— Mexe essa bunda pra mim, Lore — falei com uma voz rouca e pesada, dando uma estocada seca que fez as pernas dela se cruzarem.
— Sim... assim... mmm... me puxa mais... Ah... Ah — Ela respondeu com o rosto enterrado no travesseiro, entregando os glúteos maduros que balançavam de forma obscena no ritmo das minhas batidas.
Cada batida da minha pélvis contra as coxas firmes dela soava densa, um eco molhado que denunciava o quanto ela tava ensopada.
Ter ela de bruços, controlada só pelo agarre no cabelo enquanto a bunda dela subia e descia a cada impacto, me dava uma visão massiva da submissão dela.
— Ah!... Alejandro... você tá me rasgando... mmm!... Como você mete forte — Ela respondeu quebrando a cintura com desespero pra encaixar na minha velocidade.
— Você gosta que eu te domine assim, agora você é minha putinha — falei dobrando o braço pra meter três estocadas profundas que fizeram ela ofegar sem ar.
— Ah... sim... mmm... faz o que quiser comigo... Deus! — Ela respondeu se rendendo completamente ao rigor dos meus 21 anos, aceitando o papel dela na cama de casal.
Lorena levantava os glúteos buscando mais atrito, totalmente descontrolada, apertando os punhos contra o colchão enquanto minha mão continuava firme, dominando a cabeça dela pelo cabelo.
— Mmm... já tô quase... Ah... de novo... vou gozar! — Ela respondeu num gritinho abafado, apertando os dentes enquanto as paredes vaginais dela se tensionavam de novo como uma morsa.
A adrenalina corria nas minhas veias, mas mantive a cabeça fria pra controlar o desgaste do meu corpo.
Sem tirar ela de dentro, fiz ela girar no colchão pra deitar de lado, ficando nós dois numa posição de conchinha perfeita e apertada. Lorena se ajeitou de lado, esmagando um dos próprios braços com o peso do torso, enquanto dobrava as pernas pra me abrir caminho técnico até a intimidade dela.
Colei meu peito nas costas molhadas dela e passei meu braço por baixo da axila pra agarrar uma das tetas milf dela, apertando o mamilo duro, enquanto com a outra mão envolvi o pescoço dela pela frente, prendendo ela contra mim.
— Ah... mmm... Alejandro, assim entra de outro jeito... entra muito fundo... Deus. Ela respondeu jogando a cabeça pra trás, buscando apoio no meu peito.
— Tá entrando perfeito porque você tá bem aberta pra mim, Lore. Falei no ouvido dela com um sussurro grosso, empurrando minha bacia devagar pra enterrar toda minha pica nessa nova trajetória.
— Sim... mmm... me preenche inteira... não me solta. Ela respondeu apertando os dedos contra meu antebraço direito, o que segurava o pescoço dela, tentando se agarrar à minha força.
Com a outra mão livre, Lorena segurava o travesseiro com rigidez, cravando as unhas por causa da fricção intensa que rolava.
Estar tão colados me deixava sentir cada batida do coração dela.
— Ah!... Mais rápido... vai... mmm!. Ela exigiu mexendo a bacia pra trás de forma ritmada, encaixando em cada estocada minha.
— Lore, olha como eu te tenho. Falei roçando meus lábios na orelha dela, sentindo como o interior elástico dela se moldava com um aperto desgraçado no meu pau.
— Mmm... adoro... você é tão firme... Ah... Ah. Ela respondeu com a respiração totalmente cortada, fechando os olhos com força.
A sensação técnica de comer essa milf de lado era uma loucura, a penetração parecia massiva, profunda, e cada empurrão meu fazia ela deslizar suave pelos lençóis. Escuras.
— Ah!... Alejandro... mmm... vou gozar de novo!. Ela respondeu apertando os dentes, tensionando as pernas ao sentir que chegava no limite.
— Goza no meu pau, você é toda minha. Falei apertando com mais força o peito dela, marcando meus dedos na pele madura.
— Sim... mmm... sua... Ah... Meu Deus!. Ela respondeu num gemido longo, se entregando por completo à posse urbana e selvagem que eu impunha.
— Como você se adapta bem ao meu pau, Lore. Falei com superioridade, acelerando o vai e vem seco enquanto os fluidos lá dentro chapinhavam entre nossos corpos.
— Mmm... você me enlouquece... Ah... mais forte... me dá. Ela respondeu quebrando a cintura de lado, tentando absorver cada milímetro da minha rigidez.
Lorena estava totalmente reduzida, presa entre meus braços e entregue ao prazer puro na própria cama de casal, esquecendo do resto do mundo a cada segundo.
— Ah!... Vou gozar... mmm... Alejandro!. Ela respondeu num grito abafado contra o travesseiro, apertando meu antebraço com uma força tremenda.
Tirei ela de uma vez, fazendo um vácuo molhado que a deixou flutuando no colchão.
Sem dar tempo pra ela reagir, peguei ela pelas coxas e virei ela completamente, colocando ela de barriga pra cima no centro da cama de casal.
Lorena abriu as pernas de uma vez, toda exposta e sem fôlego, com a pele ardendo e o cabelo loiro espalhado no travesseiro.
Entrei entre as coxas firmes dela e segurei suavemente a nuca dela com a mão esquerda, levantando um pouco pra obrigar ela a olhar pra baixo, direto pro ponto de encontro.
Com as próprias mãos, ela se segurou atrás dos joelhos, se abrindo ainda mais na minha frente de um jeito obsceno.
— Tá pronta pra ver como vou te encher todinha, Lore? — falei com a voz baixa e possessiva, encostando a ponta do meu pau ensanguentado de fluidos na entrada dela.
— Alejandro... por favor... já chega... mmm... não aguento mais. — respondeu ela me olhando com os olhos nublados, implorando de um jeito que só me dava mais vontade de dominar ela.
— Olha como entra, não se tapa. — ordenei, empurrando o quadril pra frente com uma lentidão técnica e calculada, afundando centímetro por centímetro.
— Ahhh!!!... Deus... mmm... entra grande demais... para. — respondeu ela arqueando a cintura pra cima, vendo com os próprios olhos como meu pau sumia inteiro dentro da buceta apertada dela.
A sensação de ver a reação dela enquanto eu penetrava devagar era pura adrenalina, o interior elástico dela se dilatava ao máximo, devorando minha rigidez enquanto as paredes quentes me ordenhavam com força.
— Ah!... Tô me partindo no meio... mmm... por favor, Alejandro! — respondeu ela com um gemido longo e quebrado, soltando o ar de uma vez por causa da imensidão do atrito.
— Você adora quando eu não te obedeço, Lore, você é minha agora. — falei com arrogância, ignorando os pedidos dela enquanto tirava o pau quase por completo pra afundar de novo com a mesma profundidade.
— Sim... mmm... me Encanta... vai... enfia tudo. Ela me respondeu se rendendo ao estímulo visual e físico, apertando as pernas contra meus ombros sem querer.
A diferença dos meus 21 anos dominando o corpo dessa milf loira do jeito que eu queria, na casa dela mesma, era uma loucura.
Lorena já não tinha controle sobre as palavras nem sobre o orgulho, se mexia no ritmo das minhas estocadas lentas mas pesadas, totalmente hipnotizada pela imagem de a gente conectado.
— Ah... sim... assim... mmm... você vai me fazer gozar te vendo! Ela respondeu com a respiração totalmente descontrolada, as bochechas vermelhas enquanto mantinha o olhar na nossa união.
— Era assim que eu queria te ter, bem aberta e olhando como eu te como. Falei dobrando o braço pra meter três golpes secos que fizeram ela pular no colchão.
— Ahhh!!!... Não... mmm... Deus!... Que gostoso que você mete. Ela respondeu se entregando de vez à natureza insatisfeita dela, esquecendo qualquer vestígio de culpa.
Lorena continuava assimilando as contrações intensas lá dentro, mas eu não reduzi o ritmo nem um milímetro.
Mudei a posição técnica das pernas dela pra exigir ainda mais do corpo maduro dela, estiquei uma perna deixando ela apoiada reta no colchão, enquanto agarrei a outra perna e levantei ela completamente no ar, mantendo ela dobrada perto do meu torso pra abrir um ângulo de penetração massivo e direto.
Apoiei a palma da minha mão firmemente na barriga dela, sentindo os músculos tensionarem pelo esforço, e cravei a outra mão direto no peito dela, apertando a carne clara com rigidez.
— Ah!... Alejandro... mais um pouco... mmm!. Ela respondeu estendendo a mão livre pro meu peito, me empurrando levemente numa tentativa desesperada de me afastar e recuperar o fôlego.
— Você adora sentir como eu enterro essa pica nessa posição. Falei com voz rouca e possessiva, desferindo uma estocada seca que fez ela afundar no travesseiro.
— Ahhh!!!... Deus... que delícia... mmm... para. Ela respondeu quebrando a cintura pra cima enquanto os dedos, que antes me empurravam pra marcar distância, se fecharam com força no tecido da minha camiseta, me puxando pra ela involuntariamente pelo prazer físico brutal.
A sensação de ter a perna dela no ar enquanto eu a partia ao meio era uma loucura técnica, a buceta apertada dela sugava meu pau a cada segundo, lubrificando minhas bolas com a mistura dos nossos fluidos quentes.
Ver a mãe do Tomás totalmente reduzida, presa entre o impulso de me afastar por culpa e a necessidade de se grudar no meu corpo pra me sentir, me confirmava que ela já era completamente minha naquela cama de casal.
— Ah... sim... mmm... mete mais forte... não me deixa!. Ela exigiu com a respiração ofegante, balançando a cabeça de um lado pro outro enquanto o cabelo loiro grudava na testa de suor.
— Olha como você implora pra eu continuar te comendo, Lore. Você é uma puta. Falei, acelerando sem Piedade.
— Ah... mmm... sim... sou sua putinha... vou quebrar tudo... Meu Deus!. Ela respondeu se entregando ao ritmo massivo das minhas estocadas, apertando os dentes enquanto as paredes da buceta me apertavam o pau como um torno.
O eco molhado dos nossos corpos se chocando ressoava por todo o quarto, quebrando qualquer postura de mãe recatada que ela quisesse manter no começo da manhã.
A adrenalina explodia no meu peito e o pau pulsava prestes a estourar dentro da cavidade fervente dela.
Lorena sentia a iminência do fim, mantinha a perna esquerda esticada no colchão enquanto com as duas mãos segurava firme a perna direita no ar, se abrindo por completo pra receber as últimas estocadas.
O quarto tava pesado, impregnado do cheiro de sexo e do som úmido da nossa fricção selvagem.
— Ah!... Alejandro... vai... mmm... já não aguento mais!. Ela respondeu com os olhos arregalados, suada e com o cabelo grudado nos lençóis da cama de casal.
Eu cravei uma investida massiva, afundando até o fundo da buceta dela com um único golpe seco que fez ela tremer inteira.
— Me chama de dono, puta. Ordenei com uma voz grossa e possessiva, apertando a barriga dela com a mão esquerda pra fixar ela contra o colchão.
— Ahhh!!!... Sim... mmm... vai, dono... me come mais forte. Ela respondeu se rendendo na hora sob o rigor dos meus 21 anos, entregue à humilhação técnica do momento.
— Assim que eu quero te ouvir, Lore. Falei no ouvido dela, acelerando o ritmo ao máximo enquanto sentia as paredes da buceta dela ordenhando meu pau com violência.
— Ah!... Dono... por favor... mmm... goza dentro de mim. Ela implorou com um gemido desesperado, mordendo o lábio inferior com tanta força que quase tirava sangue.
— Quer que eu encha bem o fundo?. Falei dobrando o braço direito pra meter três golpes seguidos, profundos e destruidores.
— Sim... mmm... me enche inteira... goza dentro... Ah... Ah!. Ela respondeu.
Não aguentei mais.
Empurrei o quadril com firmeza técnica pra frente e me cravei até o talo, segurando o corpo dela contra o colchão enquanto a primeira descarga potente do meu sêmen começava a jorrar com força no fundo do útero dela.
— AHHHHHHHHHH!!!!!!. Ela gritou com um urro selvagem e ensurdecedor que ecoou nas paredes do quarto.
— Shh!... Fala baixo um pouco, Lore. disse eu, apertando os dentes, com os músculos do abdômen rígidos pelo espasmo da minha própria gozada massiva.
— Mmm... Deus... que gostoso... Ah... mmm!. Ela respondeu no meu ouvido com um gemido prolongado e tão alto que por um segundo tive medo do Tomás acordar do lado.
Fiquei completamente imóvel dentro dela por alguns segundos, curtindo como as pulsações do meu pau a inundavam por completo, criando um creampie perfeito e grosso que começava a transbordar e escorrer pelos lados das coxas dela.
Lorena me abraçou pelas costas com a mão livre, me puxando pra perto pra não perder nada do calor.
Estávamos os dois exaustos, com a respiração totalmente cagada e o peito ofegante.
— Deus... você me deixou... mmm... tão cheia... que loucura isso. Ela respondeu soltando a perna direita, deixando ela cair pesada no colchão enquanto recuperava o ar.
Segurei o corpo por um momento e, com um movimento lento e cuidadoso, tirei meu pau da buceta dolorida dela, fazendo um som de vácuo molhado.
Sentei na borda da cama e olhei pra trás: a imagem era uma delícia técnica.
A intimidade dela tinha ficado reaberta, e eu pude ver claramente como as paredes da buceta dela se contraíam e abriam involuntariamente, expelindo e sugando de volta parte do leite branco que eu tinha deixado dentro.
Lorena continuava mordendo o lábio com desespero, olhando a cena com os olhos vidrados.
— Alejandro... mmm... você vai dormir aqui comigo?. Ela perguntou num sussurro fraco, acariciando minhas costas com a ponta dos dedos.
— Não, Lore, tenho que ir agora. Falei com superioridade enquanto me levantava pra arrumar a cueca e a calça jeans de uma vez.
— Mmm... você tem razão... Tomás pode acordar a qualquer hora... Deus. Ela respondeu se cobrindo o rosto com o lençol, assimilando a culpa de mãe que voltava a aparecer.
— Se comporta, putinha. A gente se vê na próxima. Falei com um sorriso frio antes de sair. fui do quarto sorrateiramente.
Caminhei pelo corredor, pisando leve pra que meu amigo não descobrisse nada do que rolava naquela casa.
Voltei pro quarto com a satisfação guardada no corpo, a maturidade da Lorena tinha se rendido completamente pra mim, e saber que ela tava pronta pra continuar sendo minha putinha quando eu quisesse me deixava duas vezes mais excitado.
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Lorena tá quebrada, toda melada e completamente viciada!
Depois de usar ela pra destruir o orgulho do filho dela e humilhar a casa do meu melhor amigo, que não desconfia de nada, a MILF loira entendeu que não tem volta.
Ela se fazia de senhora respeitável, a mãe intocável que me abria a porta com ares de santa, mas bastaram umas estocadas lentas e profundas pra ela esquecer os códigos, a culpa de mãe e a moral.
Agora ela tá lá jogada na cama de casal, com as pernas tremendo, o lábio mordido e meu gozo quente escorrendo pela buceta dela, sabendo que o amigo do filho dela fez dela uma mulher de verdade.
Enquanto meu amigo Tomás dorme como uma pedra no quarto ao lado sem desconfiar de porra nenhuma, Lorena fecha os olhos e revive como eu como ela de quatro e de lado, desejando que o amigo do filho use ela de novo e de novo como a puta que ela realmente é.
Ela me implora entre gemidos pra não soltar ela, me pede por favor pra continuar arrombando e enchendo ela com meu esperma enquanto finge pra todo mundo ser uma mãe exemplar, sem ninguém desconfiar que agora a buceta elástica dela só vive pro meu prazer e minhas ordens de Dono.
Se vocês querem ver a Lorena sucumbir totalmente ao prazer proibido, clandestino e degradante de ser a puta pessoal do melhor amigo do filho dela... Quero ver esses pontos e comentários explodindo!
Se esse post bombar e vocês me mostrarem que são viciados nesse conteúdo de categoria AMIZADE, vou continuar soltando mais histórias desse estilo e postar a segunda parte com a Lorena.
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Relato Anterior:
Alexis: De Namorado Infiel A Nova Puta Do Grupohttps://www.poringa.net/posts/relatos/6337417/Alexis-De-Novio-Infiel-A-La-Nueva-Puta-Del-Grupo.html●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●
Próximo Relato:
(Em breve)
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Mandamento Anterior:
Meu Mandamento 4:https://www.poringa.net/posts/gif/6340826/Mi-Mandamiento-4.html●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●
Próximo Mandamento:
Meu Mandamento 5:
(Em breve)
Era casada com um idiota cheio de grana, um cara ausente que se achava o dono do mundo por causa da carteira, mas que na cama era um gelo total, um chato que nunca fez a menor ideia da mulher que tinha ao lado nem soube como acender a verdadeira natureza da esposa, deixando ela insatisfeita e faminta por baixo de uma fachada de senhora respeitável.
Mas aquela máscara de mãe arrumada e dona de casa impecável desabou por completo quando eu entrei no quarto dela.
Fisicamente, Lorena é um monumento de mulher total, uma milf de classe alta que conserva uma frescura de louca.
Ela tem a pele branca, macia e perfumada, uns lábios carnudos que agora só servem para gemer meu nome, e um cabelo loiro lindo que cai nos ombros. Mas o que realmente me tira do sério são as curvas de milf dela: tem uns peitos naturais grandes, pesados e super firmes, com aqueles bicos escuros que acendem no menor toque, e uma bunda de academia que é uma obra de arte, redonda, firme e com o volume exato para receber minhas estocadas secas e quicar de forma obscena contra minha pélvis.
Mentalmente, a mudança foi o verdadeiro tesão.
Lorena começou isso com medo, com aquela culpa de mãe leoa que tentava tomar o controle porque o filho dela, Tomás, dorme no quarto ao lado, mas bastou sentir o rigor dos meus 21 anos para a mente dela dar um curto-circuito.
Ela é uma hipócrita gostosa que trocou toda a moral e os códigos de família pelo prazer clandestino de ser submissa, uma mulher madura que descobriu que a fantasia mais obscura dela era ser usada e domada pelo melhor amigo do filho.
Por baixo da pose de senhora inalcançável, Lorena escondia uma puta insaciável, e agora que provou o que é é um homem de verdade, ela ficou completamente quebrada, transformada na minha putinha favorita e pronta pra viver sob minhas ordens de Dono.
A noite com o Tomás tinha sido intensa, o tipo de rolê que desgasta qualquer um, mas que pra mim serve pra observar. Tomás é meu melhor amigo, um cara foda, leal, daqueles que dão a vida pelos seus.
Fomos num bar central, bebemos pra caralho e a noite se esticou entre risadas e conversas de balada.
Quando o álcool começou a pegar forte nele, decidi que era hora de voltar.
Não ia deixar ele se foder sozinho naquele estado.
Dirigi meu carro até a casa dele, cuidando cada detalhe, me mantendo firme no volante enquanto ele balbuciava merda no banho do carona.
Chegamos lá pelas três da manhã.
Quando abri a porta da frente, quem nos recebeu foi a Lorena.
Tava acordada, esperando ele com aquela mistura de alívio e bronca que é típica das mães.
Vestia um roupão de seda preta que não conseguia esconder as curvas firmes dos seus quarenta e poucos anos, é uma milf loira imponente, com uma presença que impõe respeito mas que, ao mesmo tempo, exala uma sensualidade madura inevitável.
— Ainda bem que você veio com ele, Alejandro. Ele tá destruído, obrigada por cuidar dele. — Ela disse com uma voz suave, carregada de um cansaço meigo, enquanto me olhava nos olhos.
— Ele é como um irmão pra mim, Lore. Nunca deixaria ele na mão. — Respondi com meu melhor sorriso educado, passando pra ela a segurança absoluta de um cara de confiança.
Nós dois carregamos o Tomás até o quarto dele.
Ela tirou o tênis dele enquanto eu o acomodava na cama, onde ele apagou de vez, nocauteado pelo álcool.
A Lorena me ofereceu o sofá da sala, se desculpando por não ter uma cama livre.
Garanti que tava perfeito e, depois de se despedir com um beijo na bochecha que deixou o cheiro do perfume dela pairando no ar, ela foi pro quarto dela.
Deitei no sofá, mas minha mente não desliga fácil.
Não tô de ressaca, controlo perfeitamente meus níveis e sei quando ficar alerta.
Dormi só umas duas horas com um olho aberto.
Às sete e meia da Amanheceu, e eu senti a necessidade de ir ao banheiro.
Levantei sem fazer o menor barulho, pisando com precisão milimétrica no corredor escuro.
Ao sair do banheiro, um som molhado, abafado e ritmado me parou no ato.
Vinha do quarto da Lorena.
A porta de madeira maciça estava entreaberta, deixando uma pequena fresta de luz.
Me aproximei com cautela, movido por uma curiosidade fria e puramente masculina.
Ao espiar pelo vão, a imagem me gelou o sangue de um jeito delicioso.
Lorena estava completamente nua no centro da cama de casal.
O contraste da pele clara e do cabelo loiro bagunçado contra os lençóis escuros era uma loucura.
Ela estava com as pernas flexionadas, totalmente abertas, entregue a um transe de prazer solitário.
Uma das mãos descia com desespero até a entreperna, enfiando os dedos na buceta, enquanto a outra mão se agarrava com força a um dos peitos.
Ela estava totalmente fora de si, entregue ao próprio corpo naquela cama vazia.
— Ah... mmm... que fundo... Deus. Ela gemeu num sussurro baixo, arqueando as costas enquanto os dedos se moviam mais rápido.
Eu me encostei no batente da porta, curtindo o espetáculo com uma tranquilidade absoluta, sabendo que o destino estava me dando uma oportunidade perfeita.
Ver a mãe do meu amigo naquele estado, perdendo toda a postura impecável que sempre mostrava, me acendeu por completo.
— Isso... assim... mais forte... Ah... mmm. Ela gemeu com a voz rouca, se esfregando com desespero.
O jeito que ela se tocava era quase violento, sem vergonha.
O peito dela subia e descia com força, e uma fina camada de suor fazia os peitos maduros brilharem sob a luz fraca da manhã.
— Uff... vai... entra mais... Ah. Ela se ouviu da cama, enquanto enfiava os dedos mais fundo, se molhando por completo.
Eu estava testemunhando a intimidade mais pura de uma mulher insatisfeita, uma fera contida que precisava do rigor de um homem de verdade.
— Mmm... não aguento... Ah... sim. Exclamou enquanto acelerava o ritmo no clitóris.
Fiquei imóvel, observando cada detalhe técnico dos movimentos dela, gravando na memória como o corpo maduro reagia ao próprio estímulo.
— Ah... Deus... que gostoso... mmm. Soltou num gemido molhado, subindo os joelhos até o peito pra se abrir ainda mais do que antes.
A porta entreaberta me dava o ângulo perfeito pra ver os dedos roçando aquela área molhada e ardente.
— Isso... vai... mais rápido... Ah... Ah... Repetiu quase sem ar, de olhos fechados, entregue por completo.
O silêncio da casa fazia cada som dela ecoar no corredor, criando uma atmosfera densa e carregada de tensão sexual.
— Mmm... já tô perto... Ah... mmm... não para. Exigiu de si mesma, mexendo o quadril em círculos perfeitos no colchão.
A mão no peito apertava tanto que deixava marcas vermelhas na pele clara, mostrando o nível de excitação selvagem em que ela tava.
— Ah... Ah... mmm... que tesão... Deus... Gemeu com força, arqueando o pescoço pra trás, esticando as linhas da garganta de um jeito lindo.
Ela não sabia que eu tava ali, e isso tornava tudo dez vezes melhor.
— Isso... aí... Ah... Ah... mmm... Continuou num ritmo frenético, os dedos chapinhando na própria umidade, fazendo um eco suave no quarto.
Faltava pouco pra ela explodir.
O corpo dela ficava cada vez mais rígido, as pernas tremiam levemente por causa do esforço e do acúmulo de vontade.
— Ah... Deus... vou gozar... mmm... Ah... Gritou num sussurro abafado, apertando os dentes e fechando os punhos nos lençóis.
O clímax tava chegando, e ver o rosto de uma mulher da idade dela perder o controle total por causa do orgasmo era uma vitória antecipada pra mim.
— Ah!... Isso!... Mmm!... Deus!. Exclamou finalmente num espasmo longo, contraindo o corpo inteiro enquanto os dedos afundavam fixos no centro dela.
Lorena ficou uns segundos completamente parada, com o peito subindo e descendo de forma descontrolada enquanto recuperava o fôlego. Eu ainda estava encostado no batente da porta, curtindo os últimos vestígios da vulnerabilidade dela, pronto pra me virar e voltar pro sofá como se nada tivesse acontecido.
Mas meu corpo tem regras próprias, e a tensão acumulada no corredor ficou física.
Meu pau, completamente duro e apertando contra o tecido da calça jeans, reagiu com um espasmo violento diante da imagem daquela milf loira ainda molhada em cima dos lençóis.
Quando tentei dar um passo pra trás com cuidado, o movimento brusco fez minha virilha bater direto na madeira da porta entreaberta.
O baque seco quebrou o silêncio absoluto da casa.
— Quem tá aí? — perguntou ela com a voz rouca e pastosa do orgasmo recente, virando a cabeça na direção da fresta com os olhos arregalados de surpresa.
Não deu tempo de me esconder.
Meus olhos se cruzaram diretamente com os dela através do espaço de luz.
Lorena ainda tinha os dedos mergulhados na própria buceta e a outra mão agarrada no peito, apertando a pele clara com força.
Ao reconhecer minha silhueta e perceber que o melhor amigo do filho dela estava olhando fixamente pra ela, o pânico tomou conta e anulou o transe de prazer.
Com um movimento desajeitado e apressado, ela tirou a mão da entreperna e cruzou as pernas com força, tentando se cobrir na hora enquanto se apoiava nos cotovelos no colchão.
— Alejandro... o que cê tá fazendo aí? — respondeu num sussurro carregado de vergonha e agitação, com as bochechas completamente vermelhas e os olhos arregalados.
A situação tinha mudado num segundo.
O controle absoluto que eu mantinha das sombras se transformou numa exposição direta.
Meu corpo tinha me traído com aquele maldito barulho.
Não me mexi, não baixei a cabeça nem mostrei o menor sinal de culpa juvenil.
Eu Fiquei parado no lugar, sustentando o olhar dela com uma seriedade pesada, sentindo o ar entre nós dois ficar denso, quente e perigosamente real.
Ela me olhava, nua e exposta debaixo dos lençóis revirados, enquanto eu a observava da penumbra do corredor, assimilando o peso de ter sido descoberto.
A tensão no quarto ficou insuportável, mas em vez de recuar ou pedir desculpas como um moleque assustado, usei aquele segundo de paralisia a meu favor. Eu sabia exatamente o que fazer. Não dei tempo pra ela reagir, se cobrir com os lençóis ou pensar no Tomás, que dormia a poucos metros.
Me movi com uma velocidade felina, cruzando a porta do quarto com passadas largas e decididas, me jogando direto na cama como um predador que reivindica o que é seu.
Lorena arregalou os olhos com o impacto do meu corpo contra o colchão, mas antes que pudesse soltar um único grito ou reclamação, empurrei os joelhos dela para os lados com as mãos, abrindo ela por completo, e enfiei minha cara direto na buceta dela.
— Ah!... Alejandro, não!... Espera! — ela respondeu num grito abafado, esticando as mãos pra empurrar meus ombros, mas os dedos dela cravaram na minha camiseta sem força nenhuma.
Não escutei.
Tava completamente focado no que tinha na minha frente.
A buceta dela tava encharcada, queimando de tesão pelo orgasmo que ela tinha acabado de ter, e o cheiro da maturidade dela misturado com a própria umidade me nublou os sentidos.
Colei a língua no clitóris dela com uma voracidade selvagem, lambendo de baixo pra cima num traço só, saboreando o gosto intenso, denso e levemente salgado dos fluidos dela.
Era o sabor concentrado de uma milf loira que tava há tempo demais desejando o rigor de um homem de verdade.
— Meu Deus!... Ah... mmm... mmm — gemeu ela, mudando o tom da voz ao sentir o calor da minha boca, enquanto parava de me empurrar e as mãos dela passavam a se agarrar com desespero no meu cabelo.
Comecei a chupar o clitóris dela com força técnica, enfiando a língua bem fundo na cavidade dela, varrendo cada canto dos lábios menores que estavam inchados e vermelhos.
O contraste era uma loucura: eu continuava totalmente vestido, sentindo o tecido áspero da minha calça jeans contra a suavidade das coxas nuas dela, devorando ela com uma Intensidade animal que a anulou por completo.
— Ah... vai... mmm... o que cê tá fazendo... vai me deixar louca. Ela respondeu com a respiração totalmente descontrolada, arqueando a cintura pra cima pra pressionar o centro molhado contra minha boca.
Lorena já não tentava escapar.
O pânico do começo se transformou numa submissão total ao meu estímulo.
Senti o corpo maduro dela se entregar ao ritmo selvagem da minha língua.
Perdeu toda a pose de mãe certinha e, num movimento completamente instintivo, levantou a perna direita e apoiou firme no meu ombro, se abrindo ainda mais, oferecendo a intimidade dela sem nenhuma barreira.
— Isso... aí... mmm... Ah. Ela exclamou arqueando as costas toda, de olhos fechados e os dedos cravados no meu couro cabeludo, guiando meus movimentos enquanto eu continuava engolindo todos os sucos quentes dela.
Lorena soltou um gemido abafado enquanto o corpo inteiro dela tremia, liberando uma descarga de fluidos que encharcou meus lábios. O espasmo fez ela reagir, trazendo-a de volta por um segundo à realidade da casa.
Com a respiração totalmente ofegante e as bochechas vermelhas de vergonha, ela empurrou meus ombros para trás pra ganhar distância, rompendo o contato.
Eu tava com a boca molhada, uma mistura pastosa da minha saliva e dos sucos quentes dela escorrendo pelo meu queixo.
Lorena me olhou com pânico, percebendo o que tinha acabado de rolar.
— Desculpa... Alejandro, desculpa, isso é uma loucura. — respondeu ela, tapando o rosto com uma mão, tremendo enquanto tentava processar a culpa.
Por puro instinto de fuga, ela virou o corpo no colchão e se apoiou nas mãos e nos joelhos, ficando de quatro com a intenção de se levantar rápido pra se trocar ou me tirar do quarto.
Mas pra mim, aquela posição com os glúteos firmes apontando na minha direção não era uma retirada, era um convite aberto.
Não dei espaço pra ela pensar.
Grudei nas costas dela e deslizei minha mão direto entre as coxas dela, enfiando dois dedos de uma vez na buceta dela, que ainda tava aberta e pulsando.
— Ah!... Não, para!... Isso tá errado, de verdade. — respondeu ela, arqueando as costas de susto, mas o calor da minha mão fez ela gemer na hora.
— Fica quieta, Lore. Você adora quando um homem de verdade te pega assim. — ordenei, mantendo a voz firme e baixa enquanto mexia os dedos com força lá dentro.
Me inclinei pra frente e grudei minha boca na área molhada entre a bunda e a buceta dela, lambendo com passadas longas e quentes.
Lorena soltou um gemido agudo e, em vez de avançar pra sair da cama, enterrou uma das mãos nos lençóis pra segurar o peso do corpo, enquanto com a outra mão foi direto pra trás, agarrando meu cabelo com desespero pra guiar a pressão da minha boca.
— Mmm... Deus... que gostoso... mas não dá. respondeu jogando a cabeça pra trás, esticando o pescoço enquanto curtia o estímulo técnico dos meus dedos no clitóris dela.
— Olha só como você tá, toda molhada por minha causa. Falei com um tom arrogante, sentindo os espasmos das paredes internas dela apertando meus dedos.
— Ah... sim... vai fundo... mmm... Ela respondeu, mexendo o quadril pra trás sem querer.
O gosto da maturidade dela na minha língua era encorpado, quente, potencializado pela adrenalina de estar a metros do quarto do Tomás.
Lorena levantava a cabeça, com os olhos fechados num transe total, presa entre a vontade de manter a postura de mãe e a submissão física que minha rigidez impunha naquela cama de casal.
— Ah!... Não aguento!... Mmm!... Mais! Ela exigiu com a voz completamente quebrada, apertando meus dedos com a própria carne enquanto se entregava de vez ao ritmo selvagem.
Tirei os dedos de dentro dela de uma vez, fazendo aquele som molhado ecoar no quarto. Lorena ficou tremendo na mesma posição, apoiada nas mãos e nos joelhos, com a bunda empinada e a respiração toda descontrolada.
O ar frio da manhã bateu na buceta molhada dela, fazendo ela reagir por um segundo ao perceber que o estímulo tinha parado.
— Por que você parou? O que você vai fazer, Alejandro? — respondeu ela, virando só a cabeça.
— Você tem que ir, por favor... isso não pode continuar, o Tomás tá do lado. — respondeu num sussurro desesperado, apertando os lençóis com os punhos enquanto a culpa de mãe tentava tomar conta.
Não respondi com palavras.
Baixei a calça jeans e a cueca de uma vez só, liberando meu pau que tava durasso, apontando direto pra ela.
Me posicionei bem atrás da bunda firme dela, sentindo o calor que saía do corpo maduro.
Segurei a cintura dela com força, cravando os dedos na pele macia pra prender ela no lugar, e encostei a ponta do meu pau na entrada molhada dela.
— Não, por favor... Alejandro, para! — respondeu ela, se jogando um pouco pra frente numa tentativa inútil de fugir.
— Já é tarde pra pedir por favor, Lore. — falei com a voz grossa e possessiva, empurrando o quadril com firmeza pra frente.
Enfiei o pau de uma vez, afundando até o fundo da buceta dela.
O atrito foi enorme, uma pressão perfeita que apertou meu pau na hora, mesmo ela tendo quarenta e tantos e já ter tido um filho, a buceta dela era incrivelmente apertada, quente e super elástica por causa da lubrificação toda.
— Ahhh! — gritou ela com um gemido abafado, abrindo a boca toda enquanto arqueava as costas de um jeito violento com o impacto do tamanho.
— Deus... é muito grande... dói um pouco... Ah... mmm. — respondeu ela, mordendo o lábio inferior com desespero.
— Você adora sentir um homem de verdade dentro de você. teu. Ordenei, começando a tirar quase tudo pra fora pra meter de novo num ritmo seco e profundo.
— Humm... isso... vai... me dá mais forte... Ah... Ah. Ela respondeu se entregando ao vai e vem, empurrando a bunda pra trás sem querer, buscando mais atrito.
Cada estocada fazia um eco molhado no quarto.
Me inclinei sobre as costas dela, encostando o peito no dela, e comecei a dar beijos molhados e mordidinhas leves na nuca e nos ombros, marcando território enquanto continuava partindo ela ao meio.
— Ah!... Alejandro!... Humm!... Como você me come bem... Deus. Ela respondeu quebrando a cintura, levantando a cabeça pro teto num transe de puro prazer físico.
— Você é uma puta gostosa, Lore. Olha como você aperta minha pica. Falei no ouvido dela, acelerando as estocadas, sentindo as paredes da buceta dela se contraírem com força em volta do meu pau.
— Sim... mais... me dá mais rápido... Ah... humm. Ela respondeu com a voz toda quebrada, lágrimas de puro prazer brotando nos olhos dela.
O gosto dos fluidos dela ainda estava nos meus lábios enquanto eu castigava ela por trás, segurando firme no quadril pra ela não escapar do colchão.
— Ah... Ah... humm... vou gozar de novo... Deus. Ela respondeu apertando os dentes, com os músculos da barriga completamente tensos de esforço.
— Faz todo barulho que quiser, o Tomás dorme que nem uma pedra. Falei com um sorriso de superioridade, dando três estocadas seguidas que fizeram ela pular.
— Ahhh!!!... Não... humm!... Para um pouco!... Ah!. Ela respondeu tentando avançar um centímetro, totalmente dominada pela intensidade da penetração.
— Não vou parar nada, agora aguenta até eu terminar. Ordenei, cravando ela no colchão com um empurrão seco que deixou ela sem ar.
— Humm... isso... me arrebenta... Ah... Ah... Que delícia. Ela respondeu se rendendo de vez à natureza insaciável dela, mexendo a bunda no ritmo das minhas batidas.
A sensação técnica de Foder essa nova mulher era uma loucura, a maturidade do corpo dela respondia com uma soltura selvagem, e saber que eu a tinha completamente dominada na própria cama de casamento dela me excitava o dobro.
— Ah!... Vou gozar!... Vou gozar, Alejandro!... Mmm!. Ela respondeu num gemido prolongado, contraindo as pernas enquanto um novo orgasmo a sacudia por dentro, apertando minha pica com uma força descomunal.
Lorena se sacudia com violência sobre o colchão, totalmente entregue às contrações selvagens do segundo orgasmo dela. As paredes da buceta dela apertavam minha pica com uma força técnica impressionante, me sugando a cada segundo, mas eu não ia deixar ela descansar.
Mantive o ritmo pesado, ignorando os pedidos sutis dela enquanto minhas mãos firmes continuavam cravadas nas laterais do quadril dela, controlando cada movimento naquela posição de quatro.
— Ah!... Alejandro... adoro isso... mmm!... Para um segundo. Ela respondeu com a voz totalmente abafada, apertando o colchão com as unhas enquanto tentava processar o impacto.
— A gente tá só começando, Lore. Falei com um sorriso frio, dando uma estocada seca que fez ela arquear inteira.
— Mmm!... Nossa... que bruto que você é... Ah... Ah. Ela respondeu balançando a cabeça pra frente, com o cabelo loiro todo bagunçado tampando o rosto.
— Você gosta que eu te trate assim, não mente pra mim. Falei no ouvido dela, acelerando as metidas enquanto sentia o eco molhado da nossa fricção ficar mais alto.
— Sim... adoro... mmm... mete mais forte. Ela respondeu perdendo os últimos vestígios de sanidade, gritando já quase sem se importar que o filho dela tava dormindo no outro quarto.
O jeito que ela gemia e entregava a rabuda madura pro castigo da minha vara mostrava que eu já tinha ela exatamente onde queria.
Ela tava se transformando completamente, deixando pra trás a fachada de mãe arrumadinha pra ser simplesmente uma mulher desenfreada pelo prazer que eu dava pra ela.
— Ah!... Me arrebenta toda... mmm!... Não para agora. Ela exigiu com um gemido desvairado, empurrando a bunda com força pra trás pra me receber por inteiro.
— Olha como você grita, Lore, você é uma puta gostosa. Falei com um tom possessivo, curtindo como o cu apertado dela devorava minha pica a cada segundo.
— Ah... sim... sou sua puta... mmm... me come assim!. Ela respondeu num grito surdo, mordendo o Travesseiro pra não tremer as paredes.
Resolvi mudar o ângulo técnico pra exigir ainda mais dela.
Tirei as mãos da cintura dela e apoiei uma das palmas firmemente na parte baixa das costas, fazendo uma pressão pesada e descendente em direção ao colchão.
Empurrei ela com força pra baixo, esmagando o peito e o rosto dela contra os lençóis bagunçados, obrigando ela a ficar completamente de bruços, mas mantendo a bunda bem levantada, exposta e arqueada pro teto.
— ¡¡¡Ahhh!!!. Ela gritou com um berro violento ao sentir a mudança drástica de posição e a profundidade massiva que meu pau tomou ao entrar de uma vez nesse novo ângulo.
— Deus... entrou tudo... você vai... Ah... mmm. Ela respondeu com a voz abafada pelo tecido do colchão, chutando levemente por causa da intensidade.
— Assim que eu te quero. Ordenei, cravando minha mão livre no cabelo loiro dela pra manter a cabeça fixa enquanto continuava metendo nela por trás com golpes secos.
— Mmm... sim... vai... adoro sentir você assim por dentro... Ah. Ela respondeu, quebrando a bunda com desespero, buscando instintivamente encaixar no meu ritmo urbano e selvagem.
O roçar da minha pele contra as coxas firmes e quentes dela aumentava a temperatura na cama de casal.
— ¡Ah!... ¡Alejandro... mmm... você vai me fazer gozar de novo!. Ela respondeu com um gemido longo.
— Goza quantas vezes quiser, agora você é minha. Falei com prepotência, dando três metidas profundas que fizeram as pernas dela se cruzarem por causa do espasmo.
— ¡¡¡Ah!!!... ¡Sim... sua... mmm!... Bate mais forte... Ah... Ah. Ela respondeu se rendendo completamente à nova realidade, assumindo o papel de puta sem oferecer a menor resistência.
— ¡Ah!... ¡Tô gozando... mmm... tô gozando pra caralho, Alejandro!. Ela respondeu num grito quebrado, apertando os punhos contra os lençóis enquanto o interior dela se fechava como uma morsa em volta do meu pau.
Mantive a Lorena esmagada contra o colchão, sentindo as últimas contrações do orgasmo dela, mas não diminui o ritmo nem um milímetro.Apoiei minha mão firme nos lençóis pra equilibrar meu peso e, com a outra, peguei um bom punhado do cabelo loiro dela pela nuca, puxando pra trás com firmeza técnica pra forçar ela a arquear o pescoço.
— ¡¡¡Ahhh!!! — Ela soltou um gemido agudo e involuntário quando puxei o cabelo dela, abrindo as pernas um pouco mais por causa do puxão.
— Mexe essa bunda pra mim, Lore — falei com uma voz rouca e pesada, dando uma estocada seca que fez as pernas dela se cruzarem.
— Sim... assim... mmm... me puxa mais... Ah... Ah — Ela respondeu com o rosto enterrado no travesseiro, entregando os glúteos maduros que balançavam de forma obscena no ritmo das minhas batidas.
Cada batida da minha pélvis contra as coxas firmes dela soava densa, um eco molhado que denunciava o quanto ela tava ensopada.
Ter ela de bruços, controlada só pelo agarre no cabelo enquanto a bunda dela subia e descia a cada impacto, me dava uma visão massiva da submissão dela.
— Ah!... Alejandro... você tá me rasgando... mmm!... Como você mete forte — Ela respondeu quebrando a cintura com desespero pra encaixar na minha velocidade.
— Você gosta que eu te domine assim, agora você é minha putinha — falei dobrando o braço pra meter três estocadas profundas que fizeram ela ofegar sem ar.
— Ah... sim... mmm... faz o que quiser comigo... Deus! — Ela respondeu se rendendo completamente ao rigor dos meus 21 anos, aceitando o papel dela na cama de casal.
Lorena levantava os glúteos buscando mais atrito, totalmente descontrolada, apertando os punhos contra o colchão enquanto minha mão continuava firme, dominando a cabeça dela pelo cabelo.
— Mmm... já tô quase... Ah... de novo... vou gozar! — Ela respondeu num gritinho abafado, apertando os dentes enquanto as paredes vaginais dela se tensionavam de novo como uma morsa.
A adrenalina corria nas minhas veias, mas mantive a cabeça fria pra controlar o desgaste do meu corpo. Sem tirar ela de dentro, fiz ela girar no colchão pra deitar de lado, ficando nós dois numa posição de conchinha perfeita e apertada. Lorena se ajeitou de lado, esmagando um dos próprios braços com o peso do torso, enquanto dobrava as pernas pra me abrir caminho técnico até a intimidade dela.
Colei meu peito nas costas molhadas dela e passei meu braço por baixo da axila pra agarrar uma das tetas milf dela, apertando o mamilo duro, enquanto com a outra mão envolvi o pescoço dela pela frente, prendendo ela contra mim.
— Ah... mmm... Alejandro, assim entra de outro jeito... entra muito fundo... Deus. Ela respondeu jogando a cabeça pra trás, buscando apoio no meu peito.
— Tá entrando perfeito porque você tá bem aberta pra mim, Lore. Falei no ouvido dela com um sussurro grosso, empurrando minha bacia devagar pra enterrar toda minha pica nessa nova trajetória.
— Sim... mmm... me preenche inteira... não me solta. Ela respondeu apertando os dedos contra meu antebraço direito, o que segurava o pescoço dela, tentando se agarrar à minha força.
Com a outra mão livre, Lorena segurava o travesseiro com rigidez, cravando as unhas por causa da fricção intensa que rolava.
Estar tão colados me deixava sentir cada batida do coração dela.
— Ah!... Mais rápido... vai... mmm!. Ela exigiu mexendo a bacia pra trás de forma ritmada, encaixando em cada estocada minha.
— Lore, olha como eu te tenho. Falei roçando meus lábios na orelha dela, sentindo como o interior elástico dela se moldava com um aperto desgraçado no meu pau.
— Mmm... adoro... você é tão firme... Ah... Ah. Ela respondeu com a respiração totalmente cortada, fechando os olhos com força.
A sensação técnica de comer essa milf de lado era uma loucura, a penetração parecia massiva, profunda, e cada empurrão meu fazia ela deslizar suave pelos lençóis. Escuras.
— Ah!... Alejandro... mmm... vou gozar de novo!. Ela respondeu apertando os dentes, tensionando as pernas ao sentir que chegava no limite.
— Goza no meu pau, você é toda minha. Falei apertando com mais força o peito dela, marcando meus dedos na pele madura.
— Sim... mmm... sua... Ah... Meu Deus!. Ela respondeu num gemido longo, se entregando por completo à posse urbana e selvagem que eu impunha.
— Como você se adapta bem ao meu pau, Lore. Falei com superioridade, acelerando o vai e vem seco enquanto os fluidos lá dentro chapinhavam entre nossos corpos.
— Mmm... você me enlouquece... Ah... mais forte... me dá. Ela respondeu quebrando a cintura de lado, tentando absorver cada milímetro da minha rigidez.
Lorena estava totalmente reduzida, presa entre meus braços e entregue ao prazer puro na própria cama de casal, esquecendo do resto do mundo a cada segundo.
— Ah!... Vou gozar... mmm... Alejandro!. Ela respondeu num grito abafado contra o travesseiro, apertando meu antebraço com uma força tremenda.
Tirei ela de uma vez, fazendo um vácuo molhado que a deixou flutuando no colchão. Sem dar tempo pra ela reagir, peguei ela pelas coxas e virei ela completamente, colocando ela de barriga pra cima no centro da cama de casal.
Lorena abriu as pernas de uma vez, toda exposta e sem fôlego, com a pele ardendo e o cabelo loiro espalhado no travesseiro.
Entrei entre as coxas firmes dela e segurei suavemente a nuca dela com a mão esquerda, levantando um pouco pra obrigar ela a olhar pra baixo, direto pro ponto de encontro.
Com as próprias mãos, ela se segurou atrás dos joelhos, se abrindo ainda mais na minha frente de um jeito obsceno.
— Tá pronta pra ver como vou te encher todinha, Lore? — falei com a voz baixa e possessiva, encostando a ponta do meu pau ensanguentado de fluidos na entrada dela.
— Alejandro... por favor... já chega... mmm... não aguento mais. — respondeu ela me olhando com os olhos nublados, implorando de um jeito que só me dava mais vontade de dominar ela.
— Olha como entra, não se tapa. — ordenei, empurrando o quadril pra frente com uma lentidão técnica e calculada, afundando centímetro por centímetro.
— Ahhh!!!... Deus... mmm... entra grande demais... para. — respondeu ela arqueando a cintura pra cima, vendo com os próprios olhos como meu pau sumia inteiro dentro da buceta apertada dela.
A sensação de ver a reação dela enquanto eu penetrava devagar era pura adrenalina, o interior elástico dela se dilatava ao máximo, devorando minha rigidez enquanto as paredes quentes me ordenhavam com força.
— Ah!... Tô me partindo no meio... mmm... por favor, Alejandro! — respondeu ela com um gemido longo e quebrado, soltando o ar de uma vez por causa da imensidão do atrito.
— Você adora quando eu não te obedeço, Lore, você é minha agora. — falei com arrogância, ignorando os pedidos dela enquanto tirava o pau quase por completo pra afundar de novo com a mesma profundidade.
— Sim... mmm... me Encanta... vai... enfia tudo. Ela me respondeu se rendendo ao estímulo visual e físico, apertando as pernas contra meus ombros sem querer.
A diferença dos meus 21 anos dominando o corpo dessa milf loira do jeito que eu queria, na casa dela mesma, era uma loucura.
Lorena já não tinha controle sobre as palavras nem sobre o orgulho, se mexia no ritmo das minhas estocadas lentas mas pesadas, totalmente hipnotizada pela imagem de a gente conectado.
— Ah... sim... assim... mmm... você vai me fazer gozar te vendo! Ela respondeu com a respiração totalmente descontrolada, as bochechas vermelhas enquanto mantinha o olhar na nossa união.
— Era assim que eu queria te ter, bem aberta e olhando como eu te como. Falei dobrando o braço pra meter três golpes secos que fizeram ela pular no colchão.
— Ahhh!!!... Não... mmm... Deus!... Que gostoso que você mete. Ela respondeu se entregando de vez à natureza insatisfeita dela, esquecendo qualquer vestígio de culpa.
Lorena continuava assimilando as contrações intensas lá dentro, mas eu não reduzi o ritmo nem um milímetro.Mudei a posição técnica das pernas dela pra exigir ainda mais do corpo maduro dela, estiquei uma perna deixando ela apoiada reta no colchão, enquanto agarrei a outra perna e levantei ela completamente no ar, mantendo ela dobrada perto do meu torso pra abrir um ângulo de penetração massivo e direto.
Apoiei a palma da minha mão firmemente na barriga dela, sentindo os músculos tensionarem pelo esforço, e cravei a outra mão direto no peito dela, apertando a carne clara com rigidez.
— Ah!... Alejandro... mais um pouco... mmm!. Ela respondeu estendendo a mão livre pro meu peito, me empurrando levemente numa tentativa desesperada de me afastar e recuperar o fôlego.
— Você adora sentir como eu enterro essa pica nessa posição. Falei com voz rouca e possessiva, desferindo uma estocada seca que fez ela afundar no travesseiro.
— Ahhh!!!... Deus... que delícia... mmm... para. Ela respondeu quebrando a cintura pra cima enquanto os dedos, que antes me empurravam pra marcar distância, se fecharam com força no tecido da minha camiseta, me puxando pra ela involuntariamente pelo prazer físico brutal.
A sensação de ter a perna dela no ar enquanto eu a partia ao meio era uma loucura técnica, a buceta apertada dela sugava meu pau a cada segundo, lubrificando minhas bolas com a mistura dos nossos fluidos quentes.
Ver a mãe do Tomás totalmente reduzida, presa entre o impulso de me afastar por culpa e a necessidade de se grudar no meu corpo pra me sentir, me confirmava que ela já era completamente minha naquela cama de casal.
— Ah... sim... mmm... mete mais forte... não me deixa!. Ela exigiu com a respiração ofegante, balançando a cabeça de um lado pro outro enquanto o cabelo loiro grudava na testa de suor.
— Olha como você implora pra eu continuar te comendo, Lore. Você é uma puta. Falei, acelerando sem Piedade.
— Ah... mmm... sim... sou sua putinha... vou quebrar tudo... Meu Deus!. Ela respondeu se entregando ao ritmo massivo das minhas estocadas, apertando os dentes enquanto as paredes da buceta me apertavam o pau como um torno.
O eco molhado dos nossos corpos se chocando ressoava por todo o quarto, quebrando qualquer postura de mãe recatada que ela quisesse manter no começo da manhã.
A adrenalina explodia no meu peito e o pau pulsava prestes a estourar dentro da cavidade fervente dela. Lorena sentia a iminência do fim, mantinha a perna esquerda esticada no colchão enquanto com as duas mãos segurava firme a perna direita no ar, se abrindo por completo pra receber as últimas estocadas.
O quarto tava pesado, impregnado do cheiro de sexo e do som úmido da nossa fricção selvagem.
— Ah!... Alejandro... vai... mmm... já não aguento mais!. Ela respondeu com os olhos arregalados, suada e com o cabelo grudado nos lençóis da cama de casal.
Eu cravei uma investida massiva, afundando até o fundo da buceta dela com um único golpe seco que fez ela tremer inteira.
— Me chama de dono, puta. Ordenei com uma voz grossa e possessiva, apertando a barriga dela com a mão esquerda pra fixar ela contra o colchão.
— Ahhh!!!... Sim... mmm... vai, dono... me come mais forte. Ela respondeu se rendendo na hora sob o rigor dos meus 21 anos, entregue à humilhação técnica do momento.
— Assim que eu quero te ouvir, Lore. Falei no ouvido dela, acelerando o ritmo ao máximo enquanto sentia as paredes da buceta dela ordenhando meu pau com violência.
— Ah!... Dono... por favor... mmm... goza dentro de mim. Ela implorou com um gemido desesperado, mordendo o lábio inferior com tanta força que quase tirava sangue.
— Quer que eu encha bem o fundo?. Falei dobrando o braço direito pra meter três golpes seguidos, profundos e destruidores.
— Sim... mmm... me enche inteira... goza dentro... Ah... Ah!. Ela respondeu.
Não aguentei mais.
Empurrei o quadril com firmeza técnica pra frente e me cravei até o talo, segurando o corpo dela contra o colchão enquanto a primeira descarga potente do meu sêmen começava a jorrar com força no fundo do útero dela.
— AHHHHHHHHHH!!!!!!. Ela gritou com um urro selvagem e ensurdecedor que ecoou nas paredes do quarto.
— Shh!... Fala baixo um pouco, Lore. disse eu, apertando os dentes, com os músculos do abdômen rígidos pelo espasmo da minha própria gozada massiva.
— Mmm... Deus... que gostoso... Ah... mmm!. Ela respondeu no meu ouvido com um gemido prolongado e tão alto que por um segundo tive medo do Tomás acordar do lado.
Fiquei completamente imóvel dentro dela por alguns segundos, curtindo como as pulsações do meu pau a inundavam por completo, criando um creampie perfeito e grosso que começava a transbordar e escorrer pelos lados das coxas dela.
Lorena me abraçou pelas costas com a mão livre, me puxando pra perto pra não perder nada do calor.
Estávamos os dois exaustos, com a respiração totalmente cagada e o peito ofegante.
— Deus... você me deixou... mmm... tão cheia... que loucura isso. Ela respondeu soltando a perna direita, deixando ela cair pesada no colchão enquanto recuperava o ar.
Segurei o corpo por um momento e, com um movimento lento e cuidadoso, tirei meu pau da buceta dolorida dela, fazendo um som de vácuo molhado.
Sentei na borda da cama e olhei pra trás: a imagem era uma delícia técnica.
A intimidade dela tinha ficado reaberta, e eu pude ver claramente como as paredes da buceta dela se contraíam e abriam involuntariamente, expelindo e sugando de volta parte do leite branco que eu tinha deixado dentro.
Lorena continuava mordendo o lábio com desespero, olhando a cena com os olhos vidrados.
— Alejandro... mmm... você vai dormir aqui comigo?. Ela perguntou num sussurro fraco, acariciando minhas costas com a ponta dos dedos.
— Não, Lore, tenho que ir agora. Falei com superioridade enquanto me levantava pra arrumar a cueca e a calça jeans de uma vez.
— Mmm... você tem razão... Tomás pode acordar a qualquer hora... Deus. Ela respondeu se cobrindo o rosto com o lençol, assimilando a culpa de mãe que voltava a aparecer.
— Se comporta, putinha. A gente se vê na próxima. Falei com um sorriso frio antes de sair. fui do quarto sorrateiramente.
Caminhei pelo corredor, pisando leve pra que meu amigo não descobrisse nada do que rolava naquela casa.
Voltei pro quarto com a satisfação guardada no corpo, a maturidade da Lorena tinha se rendido completamente pra mim, e saber que ela tava pronta pra continuar sendo minha putinha quando eu quisesse me deixava duas vezes mais excitado.
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Depois de usar ela pra destruir o orgulho do filho dela e humilhar a casa do meu melhor amigo, que não desconfia de nada, a MILF loira entendeu que não tem volta.
Ela se fazia de senhora respeitável, a mãe intocável que me abria a porta com ares de santa, mas bastaram umas estocadas lentas e profundas pra ela esquecer os códigos, a culpa de mãe e a moral.
Agora ela tá lá jogada na cama de casal, com as pernas tremendo, o lábio mordido e meu gozo quente escorrendo pela buceta dela, sabendo que o amigo do filho dela fez dela uma mulher de verdade.
Enquanto meu amigo Tomás dorme como uma pedra no quarto ao lado sem desconfiar de porra nenhuma, Lorena fecha os olhos e revive como eu como ela de quatro e de lado, desejando que o amigo do filho use ela de novo e de novo como a puta que ela realmente é.
Ela me implora entre gemidos pra não soltar ela, me pede por favor pra continuar arrombando e enchendo ela com meu esperma enquanto finge pra todo mundo ser uma mãe exemplar, sem ninguém desconfiar que agora a buceta elástica dela só vive pro meu prazer e minhas ordens de Dono.
Se vocês querem ver a Lorena sucumbir totalmente ao prazer proibido, clandestino e degradante de ser a puta pessoal do melhor amigo do filho dela... Quero ver esses pontos e comentários explodindo!
Se esse post bombar e vocês me mostrarem que são viciados nesse conteúdo de categoria AMIZADE, vou continuar soltando mais histórias desse estilo e postar a segunda parte com a Lorena.
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Alexis: De Namorado Infiel A Nova Puta Do Grupohttps://www.poringa.net/posts/relatos/6337417/Alexis-De-Novio-Infiel-A-La-Nueva-Puta-Del-Grupo.html●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●
Próximo Relato:
(Em breve)
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Mandamento Anterior:
Meu Mandamento 4:https://www.poringa.net/posts/gif/6340826/Mi-Mandamiento-4.html●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●
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(Em breve)
1 comentários - Lorena: A Mãe do Meu Melhor Amigo