Beleza, hoje trouxe um relatório sobre camisinha bem interessante e útil.Camisinhas de látexOs preservativos de látex são feitos da seiva das árvores de borracha, um material resistente que não deixa passar esperma, bactérias ou vírus, incluindo o HIV.Eficácia das camisinhas de látexEstudos de laboratório indicam que as camisinhas de látex são 98% eficazes em prevenir a transmissão de doenças sexualmente transmissíveis, incluindo o HIV, por serem uma barreira eficiente. No entanto, é mais difícil estabelecer a eficácia de uma camisinha durante a atividade sexual. Muitas vezes, é complicado determinar se um usuário foi exposto a um parceiro infectado ou se a camisinha foi usada corretamente.
Ainda assim, vários estudos epidemiológicos mostram que os usuários de camisinhas de látex e seus parceiros têm uma frequência menor de gonorreia, doença inflamatória pélvica e câncer pélvico do que pessoas que não usam camisinhas. Outros estudos indicam que, quando o uso de camisinhas aumenta, a chance de transmissão de doenças sexuais, incluindo o HIV, diminui.
Em um estudo de dois anos na Europa com casais "discordantes", onde uma pessoa está infectada com HIV e a outra não, os pesquisadores mostraram que o uso consistente de camisinhas reduz significativamente a chance de passar o HIV de um parceiro infectado para um não infectado.
Das 124 casais discordantes que usaram camisinhas consistentemente durante o estudo, nenhuma das pessoas não infectadas acabou se infectando com o HIV. Em contraste, com 121 casais discordantes que não usavam camisinhas consistentemente, 12 (10%) das pessoas não infectadas se infectaram durante o estudo.Prevenção de gravidez:A eficácia dos preservativos de látex como método anticoncepcional varia de 87% a 98%, dependendo da população e, o mais importante, do uso consistente. Se usados corretamente em toda relação sexual com penetração, os preservativos de látex são 98% eficazes na prevenção de gravidez. No entanto, quando se consideram os erros do usuário (como não colocar a camisinha corretamente no pau), os preservativos têm um nível de eficácia mais próximo dos 87%.Camisinhas de látex para sexo anal:Não tem dúvida nenhuma que usar camisinha de látex reduz a transmissão de doenças sexuais. Mas existem poucos estudos que investigaram a eficácia da camisinha durante o sexo anal. Uma revisão sobre o assunto, publicada em 1997, diz que os poucos estudos que foram feitos mostram que a frequência de rompimento e saída acidental da camisinha, no geral, é maior do que no sexo vaginal.Por que o risco de transmissão é mais alto através do sexo anal?Porque um estouro de camisinha durante o sexo anal pode trazer consequências muito sérias. Devido ao maior risco de transmissão do HIV pelo coito anal, o rompimento de camisinhas durante o sexo anal tem consequências graves. No entanto, vários estudos mostram que, em situações de alto risco sexual, o uso consistente de camisinha ainda reduz significativamente o risco, mas não elimina a possibilidade de novas infecções pelo HIV.Taxas de estouro de camisinha de látex:Novos estudos mostram que as camisinhas de látex têm pouca incidência de rasgos, poucos defeitos e são boas barreiras para prevenir doenças infecciosas. As camisinhas de látex não têm buracos naturais ou poros que permitam a passagem de partículas infecciosas.
Um estudo sobre a prevalência de rasgos e escapadas acidentais de camisinhas indicou que, em 353 atos de sexo entre trabalhadoras do sexo e seus clientes em Nevada, nos Estados Unidos, houve apenas dois relatos de camisinhas escorregando na hora de tirar o pau. Outro estudo relatou uma taxa de rasgo de 2,1% e uma taxa de escapada acidental de 1,1% para camisinhas de látex durante o sexo. Num estudo na França com mais de 700 heterossexuais, o número de rasgos foi de 3,4% e a taxa de escapada acidental foi de 1,1%.Maior eficácia das camisinhas de látexOs estudos também apontaram que o nível de experiência reduz as chances de rompimento. A lubrificação externa das camisinhas de látex (só lubrificantes à base de água) ajudou a diminuir as taxas de estouro sem aumentar significativamente os casos de saída acidental da camisinha. O uso dos dois, camisinha masculina (externa) e feminina (interna), no mesmo ato sexual não é recomendado por causa da possibilidade de atrito, que aumenta quando se usa duas camisinhas ao mesmo tempo.Para garantir a maior eficácia das camisinhas e reduzir os erros:
[list]Use lubrificantes à base de água com camisinhas de látex.
Não use lubrificantes à base de óleo com camisinhas de látex.
Guarde as camisinhas de látex em um lugar seco e fresco.
Não exponha as camisinhas de látex à luz solar direta ou a temperaturas altas.
Use camisinhas que não estejam danificadas antes da data de validade na embalagem.
Não use camisinhas em embalagens danificadas ou que pareçam claramente velhas.
Pratique com as camisinhas de látex antes de usar com um parceiro ou parceira.[/list]
Modelos de camisinha de látexExistem dois tamanhos de camisinha no mundo: oeuropeiae aasiáticade diâmetro e comprimento menor. Essa diferença de tamanhos é justificada, já que, segundo o famoso estudo Kinsey, a raça e o tamanho do pau estão diretamente relacionados. Os dados desse estudo, publicado nos EUA em 1948, revelam que o aparelho genital dos caras caucasianos tem um tamanho médio de 14 a 16 centímetros. Já na população negra, o tamanho médio é quase um centímetro maior. Porém, nos caras orientais, é cerca de 2,5 centímetros mais curto do que a referência ocidental.Tá experimentando um novo preservativo, especial pra comunidade gay.fabricado com uma variedade de poliuretano chamada Duron, que garante maior resistência sem perder a sensibilidade. Até agora, os preservativos usados para relações homossexuais são bem mais grossos, já que a região anal causa um desgaste considerável e, até então, era o único jeito de garantir que não rompessem durante a penetração. Só nos países do norte da Europa vendem camisinhas especialmente indicadas pra esse tipo de relação, que também vêm com um lubrificante hidrossolúvel à base de silicone, que dificulta ainda mais o rompimento.Estriados ou com rugosidades:Preservativos indicados quando existe dilatação vaginal, algo muito comum depois de um parto. Serve como estimulante das paredes da buceta e proporciona mais prazer.AnatómicosSão uns preservativos um pouco mais largos na ponta e, teoricamente, deixam o cara mais confortável.De cores e supostos sabores:Os de sabores não são realmente saborosos, mas contêm substâncias aromáticas. Os de cor preta foram especialmente projetados para que os paus das pessoas negras não percam sua aparência original ao usar um preservativo.Extra finosEles têm uma espessura mais fina e, embora a sensibilidade seja praticamente a mesma, adicionam um fator psicológico positivo muito importante pra quem tem resistência em usar camisinha.LubrificadosNormalmente feitos de silicone, devem ser usados quando tem secura na buceta, algo que acontece com a mulher quando a menstruação acaba.Retardantes:Banhados numa substância anestésica, geralmente bentocaína, que atrasa a ejaculação. Indicados pra homens que sofrem de ejaculação precoce.Com espermicidaRevestidos com substâncias repelentes de sêmen, como o Nonoxinol 9, que não danificam a camisinha.
Ainda assim, vários estudos epidemiológicos mostram que os usuários de camisinhas de látex e seus parceiros têm uma frequência menor de gonorreia, doença inflamatória pélvica e câncer pélvico do que pessoas que não usam camisinhas. Outros estudos indicam que, quando o uso de camisinhas aumenta, a chance de transmissão de doenças sexuais, incluindo o HIV, diminui.
Em um estudo de dois anos na Europa com casais "discordantes", onde uma pessoa está infectada com HIV e a outra não, os pesquisadores mostraram que o uso consistente de camisinhas reduz significativamente a chance de passar o HIV de um parceiro infectado para um não infectado.
Das 124 casais discordantes que usaram camisinhas consistentemente durante o estudo, nenhuma das pessoas não infectadas acabou se infectando com o HIV. Em contraste, com 121 casais discordantes que não usavam camisinhas consistentemente, 12 (10%) das pessoas não infectadas se infectaram durante o estudo.Prevenção de gravidez:A eficácia dos preservativos de látex como método anticoncepcional varia de 87% a 98%, dependendo da população e, o mais importante, do uso consistente. Se usados corretamente em toda relação sexual com penetração, os preservativos de látex são 98% eficazes na prevenção de gravidez. No entanto, quando se consideram os erros do usuário (como não colocar a camisinha corretamente no pau), os preservativos têm um nível de eficácia mais próximo dos 87%.Camisinhas de látex para sexo anal:Não tem dúvida nenhuma que usar camisinha de látex reduz a transmissão de doenças sexuais. Mas existem poucos estudos que investigaram a eficácia da camisinha durante o sexo anal. Uma revisão sobre o assunto, publicada em 1997, diz que os poucos estudos que foram feitos mostram que a frequência de rompimento e saída acidental da camisinha, no geral, é maior do que no sexo vaginal.Por que o risco de transmissão é mais alto através do sexo anal?Porque um estouro de camisinha durante o sexo anal pode trazer consequências muito sérias. Devido ao maior risco de transmissão do HIV pelo coito anal, o rompimento de camisinhas durante o sexo anal tem consequências graves. No entanto, vários estudos mostram que, em situações de alto risco sexual, o uso consistente de camisinha ainda reduz significativamente o risco, mas não elimina a possibilidade de novas infecções pelo HIV.Taxas de estouro de camisinha de látex:Novos estudos mostram que as camisinhas de látex têm pouca incidência de rasgos, poucos defeitos e são boas barreiras para prevenir doenças infecciosas. As camisinhas de látex não têm buracos naturais ou poros que permitam a passagem de partículas infecciosas.
Um estudo sobre a prevalência de rasgos e escapadas acidentais de camisinhas indicou que, em 353 atos de sexo entre trabalhadoras do sexo e seus clientes em Nevada, nos Estados Unidos, houve apenas dois relatos de camisinhas escorregando na hora de tirar o pau. Outro estudo relatou uma taxa de rasgo de 2,1% e uma taxa de escapada acidental de 1,1% para camisinhas de látex durante o sexo. Num estudo na França com mais de 700 heterossexuais, o número de rasgos foi de 3,4% e a taxa de escapada acidental foi de 1,1%.Maior eficácia das camisinhas de látexOs estudos também apontaram que o nível de experiência reduz as chances de rompimento. A lubrificação externa das camisinhas de látex (só lubrificantes à base de água) ajudou a diminuir as taxas de estouro sem aumentar significativamente os casos de saída acidental da camisinha. O uso dos dois, camisinha masculina (externa) e feminina (interna), no mesmo ato sexual não é recomendado por causa da possibilidade de atrito, que aumenta quando se usa duas camisinhas ao mesmo tempo.Para garantir a maior eficácia das camisinhas e reduzir os erros:
[list]Use lubrificantes à base de água com camisinhas de látex.
Não use lubrificantes à base de óleo com camisinhas de látex.
Guarde as camisinhas de látex em um lugar seco e fresco.
Não exponha as camisinhas de látex à luz solar direta ou a temperaturas altas.
Use camisinhas que não estejam danificadas antes da data de validade na embalagem.
Não use camisinhas em embalagens danificadas ou que pareçam claramente velhas.
Pratique com as camisinhas de látex antes de usar com um parceiro ou parceira.[/list]
Modelos de camisinha de látexExistem dois tamanhos de camisinha no mundo: oeuropeiae aasiáticade diâmetro e comprimento menor. Essa diferença de tamanhos é justificada, já que, segundo o famoso estudo Kinsey, a raça e o tamanho do pau estão diretamente relacionados. Os dados desse estudo, publicado nos EUA em 1948, revelam que o aparelho genital dos caras caucasianos tem um tamanho médio de 14 a 16 centímetros. Já na população negra, o tamanho médio é quase um centímetro maior. Porém, nos caras orientais, é cerca de 2,5 centímetros mais curto do que a referência ocidental.Tá experimentando um novo preservativo, especial pra comunidade gay.fabricado com uma variedade de poliuretano chamada Duron, que garante maior resistência sem perder a sensibilidade. Até agora, os preservativos usados para relações homossexuais são bem mais grossos, já que a região anal causa um desgaste considerável e, até então, era o único jeito de garantir que não rompessem durante a penetração. Só nos países do norte da Europa vendem camisinhas especialmente indicadas pra esse tipo de relação, que também vêm com um lubrificante hidrossolúvel à base de silicone, que dificulta ainda mais o rompimento.Estriados ou com rugosidades:Preservativos indicados quando existe dilatação vaginal, algo muito comum depois de um parto. Serve como estimulante das paredes da buceta e proporciona mais prazer.AnatómicosSão uns preservativos um pouco mais largos na ponta e, teoricamente, deixam o cara mais confortável.De cores e supostos sabores:Os de sabores não são realmente saborosos, mas contêm substâncias aromáticas. Os de cor preta foram especialmente projetados para que os paus das pessoas negras não percam sua aparência original ao usar um preservativo.Extra finosEles têm uma espessura mais fina e, embora a sensibilidade seja praticamente a mesma, adicionam um fator psicológico positivo muito importante pra quem tem resistência em usar camisinha.LubrificadosNormalmente feitos de silicone, devem ser usados quando tem secura na buceta, algo que acontece com a mulher quando a menstruação acaba.Retardantes:Banhados numa substância anestésica, geralmente bentocaína, que atrasa a ejaculação. Indicados pra homens que sofrem de ejaculação precoce.Com espermicidaRevestidos com substâncias repelentes de sêmen, como o Nonoxinol 9, que não danificam a camisinha.
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