Não sei por que removeram esse post... é só um pouco de humor..
Mito ou realidade?
Embora toda "primeira vez" seja sempre cheia de medos e fantasias, talvez seja a iniciação no sexo anal que cause mais pavor. E é o medo da dor que leva a fama nesse assunto. Sem dúvida, surgem muitas perguntas: O sexo anal dói? Deixa marcas? Deixa mancando? É viciante?
Muitas pessoas escolhem viver uma sexualidade apagada por falsos pudores ou medos infantis. "Eu sinto medo só de pensar em ser penetrada", nos conta Zulma Ribotelli, "lembro que quando meu parceiro trouxe o assunto, fiquei semanas sem cagar. Ele era persistente. Ficava insistindo e insistindo. Acho que era obcecado. Lembro que ele ofegava e tinha os olhos esbugalhados. Passava o dia inteiro lubrificando o troço e me olhava de um jeito ameaçador. Uma vez, ele se aproximou por trás, de calças arriadas e com um funil. Outras vezes, eu acordava e o encontrava pelado, segurando um calçador de sapatos. Vivia angustiada e decidi me separar. Só aí consegui voltar a soltar o intestino."
O Dr. Niceto Anavi, autor do best-seller "No Meu ou no Teu", nos diz: "A prática do coito anal, mais conhecido como piculinha, não é dolorosa de jeito nenhum. Mas se o sexo anal é praticado em alguém... minha nossa... isso dói pra caralho!"
O psicólogo Juan Carlos Gadano confirma que pode haver dor, mas existem técnicas que eliminam isso. "O esfíncter é um músculo elástico e, com uma estimulação adequada, pode se dilatar para facilitar as coisas. Quanto mais dilatada a área, menos dolorosa será a experiência e mais prazerosa. O recomendado é, antes, massagear a área com um dedo e depois com dois. Mais tarde, podemos tentar com três dedos de uma vez, com um pé ou um extintor de incêndio. O momento certo para a penetração é quando conseguir enfiar um anão de jardim com facilidade."
A falta de educação e O medo do novo são aspectos que nos impedem de viver plenamente. "Eu vivia amargurado", testemunha Hector Tebaldi, "sentia que algo me faltava. Estava insatisfeito sexualmente. Um amigo e confidente me recomendou que fizesse algo novo. Ele sabia que eu tinha casado virgem. A gente não tem muitas oportunidades de realizar suas fantasias quando casa jovem como eu, aos 43 anos.
Ele me disse - Por que você não tenta o sexo anal?-. Sabia que meu amigo tinha acertado na mosca, mas colocar o conselho dele em prática me parecia impossível. Eu respeitava muito minha mulher e não podia propor nada disso pra ela. Éramos muito tradicionais em matéria de sexo. No entanto, precisava sair do buraco e decidi buscar ajuda profissional. Fiquei meses pra me decidir, mas me joguei de cabeça. Te digo que foi uma experiência memorável. Juro que se abriu um mundo novo pra mim e o humor mudou na hora. Me sentia mais ousado e espirituoso. Meu amigo não demorou a perceber e me pediu detalhes da experiência. A gente se encontrou no bar e ele foi pra mesa que sempre ocupávamos. Então eu disse que era melhor a gente tomar algo em pé, porque apesar de me sentir pleno, ainda tava doendo o cu".
Tanto os depoimentos quanto a opinião profissional confirmam que o sexo anal pode ser uma experiência de dor, afirma o especialista Dr. Ricardo del Campo (Marquês das Varandas). Na redação, achamos que é um tema que não permite conclusões e que deve ficar em aberto. É uma realidade que nos envolve a todos e que não podemos ignorar. Talvez possa nos oferecer uma solução a conhecida Lei Almada, que diz que quando a dor é insuportável, o melhor é morder o travesseiro.
Mito ou realidade?
Embora toda "primeira vez" seja sempre cheia de medos e fantasias, talvez seja a iniciação no sexo anal que cause mais pavor. E é o medo da dor que leva a fama nesse assunto. Sem dúvida, surgem muitas perguntas: O sexo anal dói? Deixa marcas? Deixa mancando? É viciante?
Muitas pessoas escolhem viver uma sexualidade apagada por falsos pudores ou medos infantis. "Eu sinto medo só de pensar em ser penetrada", nos conta Zulma Ribotelli, "lembro que quando meu parceiro trouxe o assunto, fiquei semanas sem cagar. Ele era persistente. Ficava insistindo e insistindo. Acho que era obcecado. Lembro que ele ofegava e tinha os olhos esbugalhados. Passava o dia inteiro lubrificando o troço e me olhava de um jeito ameaçador. Uma vez, ele se aproximou por trás, de calças arriadas e com um funil. Outras vezes, eu acordava e o encontrava pelado, segurando um calçador de sapatos. Vivia angustiada e decidi me separar. Só aí consegui voltar a soltar o intestino."
O Dr. Niceto Anavi, autor do best-seller "No Meu ou no Teu", nos diz: "A prática do coito anal, mais conhecido como piculinha, não é dolorosa de jeito nenhum. Mas se o sexo anal é praticado em alguém... minha nossa... isso dói pra caralho!"
O psicólogo Juan Carlos Gadano confirma que pode haver dor, mas existem técnicas que eliminam isso. "O esfíncter é um músculo elástico e, com uma estimulação adequada, pode se dilatar para facilitar as coisas. Quanto mais dilatada a área, menos dolorosa será a experiência e mais prazerosa. O recomendado é, antes, massagear a área com um dedo e depois com dois. Mais tarde, podemos tentar com três dedos de uma vez, com um pé ou um extintor de incêndio. O momento certo para a penetração é quando conseguir enfiar um anão de jardim com facilidade."
A falta de educação e O medo do novo são aspectos que nos impedem de viver plenamente. "Eu vivia amargurado", testemunha Hector Tebaldi, "sentia que algo me faltava. Estava insatisfeito sexualmente. Um amigo e confidente me recomendou que fizesse algo novo. Ele sabia que eu tinha casado virgem. A gente não tem muitas oportunidades de realizar suas fantasias quando casa jovem como eu, aos 43 anos.
Ele me disse - Por que você não tenta o sexo anal?-. Sabia que meu amigo tinha acertado na mosca, mas colocar o conselho dele em prática me parecia impossível. Eu respeitava muito minha mulher e não podia propor nada disso pra ela. Éramos muito tradicionais em matéria de sexo. No entanto, precisava sair do buraco e decidi buscar ajuda profissional. Fiquei meses pra me decidir, mas me joguei de cabeça. Te digo que foi uma experiência memorável. Juro que se abriu um mundo novo pra mim e o humor mudou na hora. Me sentia mais ousado e espirituoso. Meu amigo não demorou a perceber e me pediu detalhes da experiência. A gente se encontrou no bar e ele foi pra mesa que sempre ocupávamos. Então eu disse que era melhor a gente tomar algo em pé, porque apesar de me sentir pleno, ainda tava doendo o cu".
Tanto os depoimentos quanto a opinião profissional confirmam que o sexo anal pode ser uma experiência de dor, afirma o especialista Dr. Ricardo del Campo (Marquês das Varandas). Na redação, achamos que é um tema que não permite conclusões e que deve ficar em aberto. É uma realidade que nos envolve a todos e que não podemos ignorar. Talvez possa nos oferecer uma solução a conhecida Lei Almada, que diz que quando a dor é insuportável, o melhor é morder o travesseiro.
6 comentários - El sexo anal...¿mito o realidad?