O tal do Ponto G é uma área sensível que foi descoberta há mais de 50 anos pelo ginecologista alemão Ernst Gräfenberg. O médico localizou ele na parte da frente da buceta, mas hoje em dia acreditam que é só um mito "incentivado pelas revistas e pelos terapeutas sexuais", segundo a revista The Journal of Sexual Medicine.
O estudo foi feito com mulheres gêmeas ou gemeas, e quando perguntaram sobre o ponto G delas, nenhum par de irmãs respondeu igual, mesmo tendo genética parecida.
"Se uma das gêmeas idênticas falava que sim, esperava-se que a outra, com os mesmos genes, também tivesse essa zona erógena, mas esse padrão não rolou", disseram os pesquisadores, segundo a agência Europa Press.
"As mulheres podem achar que dieta ou exercício ajudam a ter o ponto G, mas na real é virtualmente impossível achar vestígios verdadeiros", desmentiu Tim Spector, um dos autores do estudo.
Esse estudo pode ajudar a aliviar a pressão sobre aquelas mulheres que têm medo de que "se não têm o ponto G, isso as faz imperfeitas. É bem irresponsável ficar defendendo a existência de uma parada que nunca foi comprovada", completou Andrea Burri, também autora do trabalho.
Em fevereiro de 2008, pesquisadores da Universidade de L'Aquila (Itália) disseram ter encontrado, com ultrassom, uma área de tecido mais grosso na buceta que poderia ser a localização exata desse ponto duvidoso.
O estudo foi feito com mulheres gêmeas ou gemeas, e quando perguntaram sobre o ponto G delas, nenhum par de irmãs respondeu igual, mesmo tendo genética parecida.
"Se uma das gêmeas idênticas falava que sim, esperava-se que a outra, com os mesmos genes, também tivesse essa zona erógena, mas esse padrão não rolou", disseram os pesquisadores, segundo a agência Europa Press.
"As mulheres podem achar que dieta ou exercício ajudam a ter o ponto G, mas na real é virtualmente impossível achar vestígios verdadeiros", desmentiu Tim Spector, um dos autores do estudo.
Esse estudo pode ajudar a aliviar a pressão sobre aquelas mulheres que têm medo de que "se não têm o ponto G, isso as faz imperfeitas. É bem irresponsável ficar defendendo a existência de uma parada que nunca foi comprovada", completou Andrea Burri, também autora do trabalho.
Em fevereiro de 2008, pesquisadores da Universidade de L'Aquila (Itália) disseram ter encontrado, com ultrassom, uma área de tecido mais grosso na buceta que poderia ser a localização exata desse ponto duvidoso.
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