A irmã do meu amigo me chupou 👄🍆

A irmã do meu amigo me chupou 👄🍆Uns anos atrás, quando eu tinha 17 anos, ia quase toda sexta-feira depois da escola, com um amigo chamado Ezequiel, na casa dele. O Eze tava na minha turma e a gente se preparava pra prova da faculdade ou jogava videogame. Ele morava a não mais de 5 quadras da escola, e a visita virou rotina. Eu adorava ir lá, mas mais por causa da Valentina do que pelos estudos ou pelo videogame. Valentina era a irmã mais velha dele, 29 anos. Morava no centro com o parceiro e de vez em quando a gente se esbarrava na casa do Eze porque ela ia visitar.peitoes

boqueteFodonona como nenhuma, era a mesma em casa e em cada balada que ia, sem vergonha, extrovertida. Isso não impedia ela de chegar ao último ano de psicologia. Numa dessas tardes, como de costume na casa do meu amigo, entramos no quarto dele pra jogar videogame porque estávamos cheios de estudar, o Eze me fala:
- Mano, vai pegar a Coca gelada na geladeira pra gente beber algo.
> Beleza, beleza, já volto. Saio do quarto dele e quando viro a esquina pra entrar na sala, a Valentina me para de peito com a porra do airbag que ela tinha de peitos.rabao~ Caleb! Desculpa, como cê tá?? > Valentina! (Pulo nela e dou um beijo, abraçando ela forte toda vez que tinha chance pra apertar aquele corpão) Tudo tranquilo, aqui pra curtir e você? ~ E… aí vamos nós… Valentina era uma provocadora, adorava causar à toa. As tetonas dela sempre se destacavam, não importava o que ela vestisse. Os lábios eram carnudos, quando pintados pareciam balas suculentas, e eu não conseguia evitar pensar em como seria pintar os labinhos daquela bocona linda com meu pré-gozo. Ela tinha tatuagens; uma linda borboleta no pescoço que me fazia pensar se ela bateria as asas se enfiassem até o fundo da garganta. As coxas e os braços também tinham as dela, e era algo que eu adorava nela. Foi ela quem me convenceu a fazer as minhas. Cabelo liso e sedoso. Uma BUNDA de respeito que parecia pedir mordida, daquelas que todo mundo vira pra olhar, resumindo, uma GOSTOSA.vadia

infielEze, que ouço do quarto dele a irmã dele de novo em casa: - Valen! O que você tá fazendo aqui? (Eze não se dava muito bem com ela porque a Valen vivia chamando ele de otário) ~ Tocando piano, seu otário. (Ela respondeu gritando com ele. Ao mesmo tempo, meu pau ficou duro, pensando como devia ser gostoso ouvir uma mulher daquelas gemer de prazer. Disfarcei a ereção como pude) - Vai pra sua casa! ~ Nem a pau, terminei com aquele babaca, um baita dum idiota… - Que babaca o quê, aposto que ele te chifrou KKKKKKK Valen, que tava na minha frente, me olha e fala: ~ Não sei como você aguenta esse otário (mordendo os lábios e balançando a cabeça de um lado pro outro) > Calma, Valen (segurando o braço dela), uma hora você acha alguém que te mereça. A gente se separou, ela foi pro quarto que era dela (parecia que já tinha falado com os pais, que não estavam em casa durante o dia porque os dois trabalhavam), peguei a Coca e fui jogar videogame com o Eze. ——————————————————————————- Na sexta seguinte, a mesma coisa. Num desses dias, tava ficando tarde pra voltar pra casa, a mãe do Eze tinha levado a moto e quando a gente olhou no celular, os ônibus tinham entrado em greve. Eze falou pra eu dormir lá e, depois de ligar pros meus pais, consegui permissão. A gente tava na sala e a Valentina, que ouviu a conversa, começou a morrer de rir, dizendo que na nossa idade ela fazia o que queria, mas ao mesmo tempo falou que eu parecia fofo. - Vai tomar no cu, véia!! (falou o Eze) ~ Que isso, seu atrevido, beleza que estudam, mas não fazem mais nada, aproveitem, seus burrinhos! (a Valen falou pra gente) Sabe o quê? Vou ensinar vocês a se divertir de verdade.irmaDespués disso, ela colocou uma música bonita e preparou um fernet. Eu, que queria vê-la se divertir, entrei na onda e, depois de insistir com o Eze, ele cedeu. A coisa pegou fogo tão rápido, tão rápido, quanto rápido acabou o fernet. Entre dança, bebida e putaria, ficou tarde demais. O Eze tomou o que restava do fernet e caiu duro no sofá; — Esse aí não aguenta nada, não é que nem você. (ela disse, sorrindo, já bêbada e com um olhar cúmplice) > Esse aí é um morto, aliás, que fernet bom, Valenn, pena que foi o último (falei fazendo cara triste) — Não faz essa cara, bebê (ela disse, se aproximando e levantando meu rosto com as mãos) Olha, você quer continuar bebendo comigo? Com a irmã mais velha do seu amigo? > Claro que quero, você é uma mina gente boa — Se eu te disser que tenho mais fernet, o que eu ganho? (ela fica safadinha) > Você? o que você pedir — Me dá um beijo entãovadia argentinaCom mais tesão do que nunca, chego perto dela e começo a beijar a boca dela que há tanto tempo queria provar. ~ Me pegou de surpresa, senta aí que já volto. Foi pegar tudo e sentou no sofá do meu lado, o Eze tava no sofá de uma praça. Enquanto preparava tudo, perguntei: > É verdade que você não tá mais de casal? ~ Sim, sim... um otário completo. > É um filho da puta, como ele pode fazer isso com você, sendo que você é uma gênia total e, além de tudo, uma modelo. Ela parou de arrumar as coisas, me olhou e disse: ~ Sério que você acha que sou uma modelo? > Valen, você tá demais, é uma mulherão, quem não ia querer ficar com você? ~ E você? Ia querer ficar comigo? > É meu sonho... (escapou por causa do álcool) ~ Devia ter falado antes (Sobe nas minhas pernas e fica com os peitos na minha cara). Me deixa realizar seu sonho então? Não deu tempo de responder e comecei a beijar ela, agarrando o pescoço, lambendo o pescoço dela até deixar brilhando. ~ Não descuida das meninas (falou tirando os peitos pra fora do top que tava usando). Comecei a chupar eles na hora, e ela mordia os lábios, mas de vez em quando escapava um gemidinho e a gente olhava pro Eze pra ver se ele acordava. ~ Chupa melhor que minha namorada (falou no meu ouvido. Isso me deixou mais duro ainda, não sabia que ela tava de novo com alguém, e com uma mulher). Ela deve ter percebido porque na hora começou a se mexer pra frente e pra trás, cavalgando no meu pau com a roupa. Depois de umas lambidas, ela desce e fala: ~ Deixa eu te dar um presentinho, abaixa as calças... Que nem um robô, obedeci e sentei de novo, ela se ajoelhou na minha frente e começou com um: ~ Que pau lindo que tem aqui... Imagino que vai deixar eu chupar esse pau tão gostoso que tá apontando pro meu olho. > É todo seu, Valen, faz o que quiser comigo, você merece, conquistou (me senti um campeão). Ela começou a fazer círculos com os lábios na ponta do pau, com beijinhos e a língua dançando no freio. Eu tremia inteiro. prazer. — Não vai gozar em cima de mim, senão te mato (ela me ameaçou). > Te prometo que não… (falei enquanto o ar me faltava). Ela continuou se fazendo de difícil e parou de repente, agarrando com força minha rola com a mãozinha esquerda e dizendo: — Mais vale que ninguém fique sabendo, ouviu, cara? > Como é que eu ia deixar escapar uma parada dessas!? (falei com dor do tanto que ela tinha apertado). Ela soltou minha rola e disse enquanto começava a colocar na boca: — Olha só… Que amigo da porra… Vem na casa do amigo, joga videogame com ele, o amigo fica bêbado e você come a irmã dele. Cara sem-vergonha!!! ISSO ME ACENDIA QUE NEM FOGO. Peguei no rosto dela e apertei as bochechas enquanto ela tinha minha rola na boca pra dizer: > É SIM, GURIA, E AGORA OLHA COMO EU FODO A BOQUINHA DA SUA IRMÃ. Peguei na nuca dela e comecei a me levantar do sofá pra minha rola entrar um pouco mais no fundo da boca dela. Ficamos assim uns 10 minutos. Em alguns momentos, pensei se tava machucando ela, mas ela merecia, por me provocar, por ser infiel pra namorada, e de algum jeito como vingança da parte do Eze pelos maus-tratos e também porque a putinha da Valentina tava adorando. Depois de um tempo, com o último contato visual daqueles olhinhos marrons lindos com a boca cheia, falei: > VOU GOZAR EM VOCÊ, VALEN. Ela tirou a rola da boca enquanto gemia baixinho pra não acordar o irmão que tava a 2 metros de distância e disse: > ME ENCHE, CARA, ME DÁ A PORRA DO GOZO QUE VOCÊ TANTO FALOU QUE EU MEREÇO. Soltei tudo na boca dela, todo meu gozo fervendo depositado na boquinha dela, que começou a fazer bolhas enquanto ria pra brincar comigo e me mostrar o quão puta a Valentina podia ser. — Olha só tudo que você tinha guardado… (ela falou com a boca cheia e quase incompreensível). Engoliu tudo de uma vez. — Vou descansar que não aguento mais. Antes de eu ir, se você contar isso pra alguém, esquece tudo. > Quem é que vai acreditar em mim, né, burra? Kkkkk — Assim que eu gosto (ela disse). (sorrindo, ela se aproximou e me arrombou a boca com um beijo) Eu? fui direto dormir, já broxado pela irmã do meu amigo.

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