Vou contar minha experiência lésbica, que aconteceu uns 5 ou 6 anos atrás com minha cunhada, a namorada do meu irmão, chamada Consuelo. Ela era uma mulher alta, com um corpo lindo, uns peitões maiores que os meus, cabelo castanho, magrinha. Eles já estavam namorando há um tempo, mas eu sempre percebia que ela era muito educada e simpática, e o olhar dela vivia grudado em mim nos encontros de família ou nas reuniões com meu irmão. Isso não me incomodava, mas me chamava a atenção como ela era carinhosa e o jeito que me olhava.
Nessa ocasião, estávamos no meu apartamento e meu irmão teve a brilhante ideia de ir ao mercado comprar umas coisas pra gente beber e comer. A gente deu uma olhada na minha despensa e, enquanto ele ia, nós duas arrumávamos alguma coisa, cozinhávamos algo. A ideia era que ele demorasse um pouco mais de uma hora no mercado, então ele foi embora, me deixando sozinha com a Consuelo. A gente estava na cozinha, eu procurando os ingredientes pra preparar, quando ela disse:
Consuelo: "Como você tá linda hoje com esse vestido. Que pena que você ainda não tem namorada."
Andrea (eu): "Muito obrigada. É, ainda não tenho ninguém, mas tô bem assim.
Ela ficava me contando coisas de casal com meu irmão, até intimidades deles, e eu tava adorando a conversa. Já tinham passado uns 10 minutos desde que meu irmão foi embora, e eu tava cozinhando. Ela se coloca atrás de mim e sinto as mãos dela no meu pescoço e ombros.
Consuelo: Amor, você parece cansada, deixa eu te fazer uma massagem.
E sinto as mãos dela acariciando meu pescoço, sentindo a pressão enquanto massageava, sentindo os dedos dela, a pele tão macia e aquela temperatura que, ao tocar, aumenta. Fez eu fechar os olhos e soltar:
Andrea (eu): ahhh, Consuelo, que gostoso, mmm, continua.
Ela continuou e sentia as mãos dela descendo pelos meus braços e subindo por eles, sentia que ela se aproximava mais de mim, mas não me preocupei com isso. Depois, senti as mãos dela descendo pelo centro das minhas costas, percorrendo minha coluna quase até chegar aos meus quadris, e depois subindo pela lateral do meu corpo suavemente, quase senti que, pelos lados, roçava meus peitos. Ela fez isso várias vezes, percorrendo meu corpo, até que deu um beijo no meu pescoço, por trás, e eu reagi com meu corpo, entre arrepios e nervosismo, e ela me disse:
Consuelo: Vamos, querido, se entrega. Você tem um aroma e uma pele tão macia que eu não aguentei...
E ela faz de novo, mas agora com beijos mais curtinhos e mais marcados. As mãos dela descem pelos meus braços e se enroscam nas minhas mãos, e os beijos ficam mais intensos. Não sei o que dizer, tô gostando da sensação. Já tinha tido uns rolos com meninas na minha adolescência na escola, que era só de mulher, mas agora, sendo mais velha, me sentir seduzida pela namorada do meu irmão era algo mais sacana. De repente, as mãos dela soltam as minhas e me abraçam por trás, parando na minha barriga, e ela, sem parar, continua beijando e beijando meu pescoço e ombros. Sinto os dedos dela fazendo carinho, as mãos se movem um pouco até que eu sinto elas subirem e tocarem meus peitos, agarrando eles com os dedos. Meus bicos já estavam durinhos.
Consuelo: Viu como você gosta, querida? Deixa eu te fazer mulher por uma mulher.
Andrea (Eu): Consuelo, isso não tá certo. É gostoso, mas...
Consuelo: Não fala mais nada, só aproveita.
E as mãos dela apertam meus peitos com mais força, minha cabeça cai pra trás de prazer, apoiada no ombro dela, e a boca dela na minha bochecha e orelha, que ela começou a lamber e beijar na hora. As mãos dela já tinham puxado a alça do meu vestido pra baixo, meu sutiã só segurava meus peitos, mas as mãos dela estavam dentro do meu sutiã, os dedos brincavam e apertavam meus peitos, eu só respirava e gemia de prazer. Ela me vira, fica me olhando, e a gente se beija na boca, nossas línguas se cruzam, minhas mãos agora percorrem as costas dela, e as mãos dela fazem o mesmo nas minhas costas, a pele dela era macia, o calor do corpo dela era único, eu amava o cheiro dela, o gosto, a boca dela, tudo era tão gostoso. Ela pega uma das minhas mãos e coloca sobre um dos peitos dela, que eram bem grandes, também sinto o mamilo dela duro, acaricio e faço carinho com meu dedo, nossas bocas continuam juntas, a gente não se separa.
Consuelo: Eu gosto muito de você, Andy, desde que te vi, tava afim de você, minha gostosa, quero te fazer minha, quero te provar inteira.
Andrea (eu): Você é muito linda, e eu tô adorando o que tá rolando.
Ela se joga, levanta meu vestido, as mãos dela percorrem minhas pernas e eu sinto a respiração dela na minha calcinha fio dental, as mãos dela não demoram pra tirar ela, eu já tava molhada, só sinto o nariz dela procurando minha buceta e quando sente, sinto a língua dela percorrer minha buceta, eu abro mais as pernas, a língua dela entra em mim, ela passava a língua de um lado pro outro, minhas mãos acariciam minha bunda, ela aperta, a língua dela não para de saborear minha buceta depilada. De repente, sem pensar, ela me vira, eu apoio as mãos no balcão e ela levanta todo meu vestido e lambe minha raba e minha buceta de um lado pro outro, eu só gemo de prazer, de vez em quando ela dava uns tapinhas na minha bunda que eu amava, a língua dela era perfeita porque só uma mulher sabe o que uma mulher gosta ou quer sentir naquele lugar precioso, ela sem pensar se levanta e me vira e me beija com meu gosto, com meus fluidos ainda na boca dela.
Mas o gosto da saliva dela... toca meus peitos e beija e chupa, os lábios dela apertam meus mamilos, eu só seguro a cabeça dela. Ela me faz sentar no balcão, abre minhas pernas de novo e começa a me fazer um oral, os dedos dela, a boca entrando, a língua lambendo meu clitóris... ela era uma mestra... eu gemia igual uma puta gostosa de prazer. Uma das mãos dela mal alcançava meus peitos... era fantástico, ela conseguiu enfiar 3 dedos em mim enquanto a língua lambia meu clitóris e lambia também parte dos meus lábios ao sair os dedos e saborear meus fluidos. Ficamos uns 10 minutos nisso e ela me faz gozar de um jeito que eu nunca tinha gozado, com um squirt enorme, molhando a cara dela, molhando o chão e meu fluido escorrendo pelas minhas nádegas no balcão. Ela continua lambendo sem parar e em uns minutos me faz gozar de novo com outra explosão, mas menos intensa. Fico meio trêmula depois desses orgasmos, ela se levanta e me beija com parte do meu fluido do squirt, um gosto tão gostoso, meus fluidos, a saliva dela, a sensação de um beijo tão apaixonado, tão romântico, como se a gente estivesse apaixonada, até que de repente a gente ouve o interfone do meu apartamento. Com a voz cortada, atendo e era o porteiro me avisando que meu irmão tinha chegado e estava estacionando. Foi uma sensação tão nervosa.
Consuelo: Fica tranquila, amor, eu te ajudo, mas antes deixa eu te limpar.
Andrea (eu): Mas, mas mas, Consy…
E sinto a boca e a língua dela entre minhas pernas, me lambendo bem rápido, e lambendo meu rosto enquanto ajeitamos a roupa. Vou ao banheiro secar as pernas, passar perfume, e quando saio do banheiro, a Consuelo estava limpando o chão e conversando com meu irmão, dizendo que tinha deixado cair um copo.
Desde aquela vez e por mais de 1 ano fomos amantes, tive um caso escondido com a namorada do meu irmão, e às vezes ela até mentia pra ele pra ficar comigo. Foi uma experiência muito gostosa e de vez em quando ela me manda mensagem, a gente lembra e acaba se tocando pelo telefone.
Nessa ocasião, estávamos no meu apartamento e meu irmão teve a brilhante ideia de ir ao mercado comprar umas coisas pra gente beber e comer. A gente deu uma olhada na minha despensa e, enquanto ele ia, nós duas arrumávamos alguma coisa, cozinhávamos algo. A ideia era que ele demorasse um pouco mais de uma hora no mercado, então ele foi embora, me deixando sozinha com a Consuelo. A gente estava na cozinha, eu procurando os ingredientes pra preparar, quando ela disse:
Consuelo: "Como você tá linda hoje com esse vestido. Que pena que você ainda não tem namorada."
Andrea (eu): "Muito obrigada. É, ainda não tenho ninguém, mas tô bem assim.
Ela ficava me contando coisas de casal com meu irmão, até intimidades deles, e eu tava adorando a conversa. Já tinham passado uns 10 minutos desde que meu irmão foi embora, e eu tava cozinhando. Ela se coloca atrás de mim e sinto as mãos dela no meu pescoço e ombros.Consuelo: Amor, você parece cansada, deixa eu te fazer uma massagem.
E sinto as mãos dela acariciando meu pescoço, sentindo a pressão enquanto massageava, sentindo os dedos dela, a pele tão macia e aquela temperatura que, ao tocar, aumenta. Fez eu fechar os olhos e soltar:
Andrea (eu): ahhh, Consuelo, que gostoso, mmm, continua.
Ela continuou e sentia as mãos dela descendo pelos meus braços e subindo por eles, sentia que ela se aproximava mais de mim, mas não me preocupei com isso. Depois, senti as mãos dela descendo pelo centro das minhas costas, percorrendo minha coluna quase até chegar aos meus quadris, e depois subindo pela lateral do meu corpo suavemente, quase senti que, pelos lados, roçava meus peitos. Ela fez isso várias vezes, percorrendo meu corpo, até que deu um beijo no meu pescoço, por trás, e eu reagi com meu corpo, entre arrepios e nervosismo, e ela me disse:Consuelo: Vamos, querido, se entrega. Você tem um aroma e uma pele tão macia que eu não aguentei...
E ela faz de novo, mas agora com beijos mais curtinhos e mais marcados. As mãos dela descem pelos meus braços e se enroscam nas minhas mãos, e os beijos ficam mais intensos. Não sei o que dizer, tô gostando da sensação. Já tinha tido uns rolos com meninas na minha adolescência na escola, que era só de mulher, mas agora, sendo mais velha, me sentir seduzida pela namorada do meu irmão era algo mais sacana. De repente, as mãos dela soltam as minhas e me abraçam por trás, parando na minha barriga, e ela, sem parar, continua beijando e beijando meu pescoço e ombros. Sinto os dedos dela fazendo carinho, as mãos se movem um pouco até que eu sinto elas subirem e tocarem meus peitos, agarrando eles com os dedos. Meus bicos já estavam durinhos.Consuelo: Viu como você gosta, querida? Deixa eu te fazer mulher por uma mulher.
Andrea (Eu): Consuelo, isso não tá certo. É gostoso, mas...
Consuelo: Não fala mais nada, só aproveita.
E as mãos dela apertam meus peitos com mais força, minha cabeça cai pra trás de prazer, apoiada no ombro dela, e a boca dela na minha bochecha e orelha, que ela começou a lamber e beijar na hora. As mãos dela já tinham puxado a alça do meu vestido pra baixo, meu sutiã só segurava meus peitos, mas as mãos dela estavam dentro do meu sutiã, os dedos brincavam e apertavam meus peitos, eu só respirava e gemia de prazer. Ela me vira, fica me olhando, e a gente se beija na boca, nossas línguas se cruzam, minhas mãos agora percorrem as costas dela, e as mãos dela fazem o mesmo nas minhas costas, a pele dela era macia, o calor do corpo dela era único, eu amava o cheiro dela, o gosto, a boca dela, tudo era tão gostoso. Ela pega uma das minhas mãos e coloca sobre um dos peitos dela, que eram bem grandes, também sinto o mamilo dela duro, acaricio e faço carinho com meu dedo, nossas bocas continuam juntas, a gente não se separa. Consuelo: Eu gosto muito de você, Andy, desde que te vi, tava afim de você, minha gostosa, quero te fazer minha, quero te provar inteira.
Andrea (eu): Você é muito linda, e eu tô adorando o que tá rolando.
Ela se joga, levanta meu vestido, as mãos dela percorrem minhas pernas e eu sinto a respiração dela na minha calcinha fio dental, as mãos dela não demoram pra tirar ela, eu já tava molhada, só sinto o nariz dela procurando minha buceta e quando sente, sinto a língua dela percorrer minha buceta, eu abro mais as pernas, a língua dela entra em mim, ela passava a língua de um lado pro outro, minhas mãos acariciam minha bunda, ela aperta, a língua dela não para de saborear minha buceta depilada. De repente, sem pensar, ela me vira, eu apoio as mãos no balcão e ela levanta todo meu vestido e lambe minha raba e minha buceta de um lado pro outro, eu só gemo de prazer, de vez em quando ela dava uns tapinhas na minha bunda que eu amava, a língua dela era perfeita porque só uma mulher sabe o que uma mulher gosta ou quer sentir naquele lugar precioso, ela sem pensar se levanta e me vira e me beija com meu gosto, com meus fluidos ainda na boca dela.
Mas o gosto da saliva dela... toca meus peitos e beija e chupa, os lábios dela apertam meus mamilos, eu só seguro a cabeça dela. Ela me faz sentar no balcão, abre minhas pernas de novo e começa a me fazer um oral, os dedos dela, a boca entrando, a língua lambendo meu clitóris... ela era uma mestra... eu gemia igual uma puta gostosa de prazer. Uma das mãos dela mal alcançava meus peitos... era fantástico, ela conseguiu enfiar 3 dedos em mim enquanto a língua lambia meu clitóris e lambia também parte dos meus lábios ao sair os dedos e saborear meus fluidos. Ficamos uns 10 minutos nisso e ela me faz gozar de um jeito que eu nunca tinha gozado, com um squirt enorme, molhando a cara dela, molhando o chão e meu fluido escorrendo pelas minhas nádegas no balcão. Ela continua lambendo sem parar e em uns minutos me faz gozar de novo com outra explosão, mas menos intensa. Fico meio trêmula depois desses orgasmos, ela se levanta e me beija com parte do meu fluido do squirt, um gosto tão gostoso, meus fluidos, a saliva dela, a sensação de um beijo tão apaixonado, tão romântico, como se a gente estivesse apaixonada, até que de repente a gente ouve o interfone do meu apartamento. Com a voz cortada, atendo e era o porteiro me avisando que meu irmão tinha chegado e estava estacionando. Foi uma sensação tão nervosa.
Consuelo: Fica tranquila, amor, eu te ajudo, mas antes deixa eu te limpar. Andrea (eu): Mas, mas mas, Consy…
E sinto a boca e a língua dela entre minhas pernas, me lambendo bem rápido, e lambendo meu rosto enquanto ajeitamos a roupa. Vou ao banheiro secar as pernas, passar perfume, e quando saio do banheiro, a Consuelo estava limpando o chão e conversando com meu irmão, dizendo que tinha deixado cair um copo.
Desde aquela vez e por mais de 1 ano fomos amantes, tive um caso escondido com a namorada do meu irmão, e às vezes ela até mentia pra ele pra ficar comigo. Foi uma experiência muito gostosa e de vez em quando ela me manda mensagem, a gente lembra e acaba se tocando pelo telefone.
3 comentários - Com a minha cunhada gostosa