Hoje vim contar sobre o bom ou mau uso que faço das benzodiazepinas ou clonazepam, nesse caso, pra eu fazer minhas sacanagens com amigas, tias, primas e minha mãe. Meu nome vou deixar de lado, sou um jovem de 19 anos, alto, nem bonito nem feio, mas com um pau de 18,5 cm. Desde que tive aquela aproximação com minha mãe ao dar clonazepam pra ela e abusar, quis levar isso pra fora do meu círculo familiar, e aí entra minha melhor amiga de uns anos atrás.
Ela se chama Marce, baixinha, morena, rabo firme e peitos pequenos. Vou admitir que ela é feia de rosto, mas de corpo não. Nunca me atraiu de verdade, achava ela muito caipira e nunca foi meu tipo, até que, já com experiência no uso do clonazepam e com vontade de ter um lugar pra despejar minha porra, tive a ideia de drogar ela e a mãe dela pra abusar. E foi assim que aconteceu. Eu tinha acabado de começar num emprego novo e, no meu dia de folga, liguei pra ir vê-la na casa dela, já levando os remédios. Cheguei na casa dela, mas já era um pouco tarde, e ela achava que eu só ia lá e voltaria pra minha casa. Só pra esclarecer, a mãe dela tem muita confiança em mim, me estima. Ela quer que eu fique junto ou case com a filha, assim como a família dela, porque acham que sou um bom partido. Quando minha amiga disse que era muito tarde e que eu deveria voltar, a mãe dela falou pra eu ficar e que as duas dormiriam juntas. Minha amiga não gostou da ideia, mas não podia fazer nada. Elas iam jantar, e eu tinha levado uns miojos, aí falei que a gente ia comer aquilo e que eu me oferecia pra preparar. Fiz cada miojo separado e coloquei umas 3 ou 4 pílulas em cada um. Só pra deixar claro, os clonas são de 2 mg, ou seja, era uma dose forte. Elas terminaram os miojos, mas notaram algo estranho, porque tinham que terminar umas coisas pro dia seguinte de trabalho, mas estavam se sentindo atordoadas, tontas e com muito sono. Eu fingi que não era nada, disse que me sentia bem, que talvez fosse cansaço. Passou quase uma hora e elas ainda não tinham dormido, já... Quando a mãe dela me deu o quarto onde eu ia dormir, falei pra ela deixar a porta do quarto dela aberta porque eu só ia pegar meu celular pra carregar um pouco, e ela topou na hora sem hesitar. Passou um tempo e entrei no quarto; a mãe parecia ter um sono leve, já que mesmo com a droga ainda tava meio consciente. Já minha amiga, não — ela tava totalmente apagada. Comecei a puxar a pijama dela pra baixo e levantar a camiseta, ela parecia reagir um pouco, mas nada que eu já não tivesse visto antes. Fui com calma, apalpei ela, mas não abusei porque a mãe acordava e minha amiga, inconsciente, reclamava, o que fazia a mãe meio que despertar. Só tirei fotos e dediei, mas vou atrás da revanche: quero engravidar ela e botar a culpa em outro, e ver ela feliz com um mini eu sem saber que é meu. Isso foi em agosto; atualmente não vi minha amiga de novo, mas tenho planos pra fazer isso outra vez. E acabei de visitar minha família no sítio, onde chegou um tio que eu não conhecia, e a esposa dele me encantou — despertou aquele tesão de querer abusar dela e deixar ela grávida. Ela é de pele branca, cabelo loiro e uma bunda enorme, tudo que um homem deseja. Senti inveja, mas sei que posso ter ela.



Ela se chama Marce, baixinha, morena, rabo firme e peitos pequenos. Vou admitir que ela é feia de rosto, mas de corpo não. Nunca me atraiu de verdade, achava ela muito caipira e nunca foi meu tipo, até que, já com experiência no uso do clonazepam e com vontade de ter um lugar pra despejar minha porra, tive a ideia de drogar ela e a mãe dela pra abusar. E foi assim que aconteceu. Eu tinha acabado de começar num emprego novo e, no meu dia de folga, liguei pra ir vê-la na casa dela, já levando os remédios. Cheguei na casa dela, mas já era um pouco tarde, e ela achava que eu só ia lá e voltaria pra minha casa. Só pra esclarecer, a mãe dela tem muita confiança em mim, me estima. Ela quer que eu fique junto ou case com a filha, assim como a família dela, porque acham que sou um bom partido. Quando minha amiga disse que era muito tarde e que eu deveria voltar, a mãe dela falou pra eu ficar e que as duas dormiriam juntas. Minha amiga não gostou da ideia, mas não podia fazer nada. Elas iam jantar, e eu tinha levado uns miojos, aí falei que a gente ia comer aquilo e que eu me oferecia pra preparar. Fiz cada miojo separado e coloquei umas 3 ou 4 pílulas em cada um. Só pra deixar claro, os clonas são de 2 mg, ou seja, era uma dose forte. Elas terminaram os miojos, mas notaram algo estranho, porque tinham que terminar umas coisas pro dia seguinte de trabalho, mas estavam se sentindo atordoadas, tontas e com muito sono. Eu fingi que não era nada, disse que me sentia bem, que talvez fosse cansaço. Passou quase uma hora e elas ainda não tinham dormido, já... Quando a mãe dela me deu o quarto onde eu ia dormir, falei pra ela deixar a porta do quarto dela aberta porque eu só ia pegar meu celular pra carregar um pouco, e ela topou na hora sem hesitar. Passou um tempo e entrei no quarto; a mãe parecia ter um sono leve, já que mesmo com a droga ainda tava meio consciente. Já minha amiga, não — ela tava totalmente apagada. Comecei a puxar a pijama dela pra baixo e levantar a camiseta, ela parecia reagir um pouco, mas nada que eu já não tivesse visto antes. Fui com calma, apalpei ela, mas não abusei porque a mãe acordava e minha amiga, inconsciente, reclamava, o que fazia a mãe meio que despertar. Só tirei fotos e dediei, mas vou atrás da revanche: quero engravidar ela e botar a culpa em outro, e ver ela feliz com um mini eu sem saber que é meu. Isso foi em agosto; atualmente não vi minha amiga de novo, mas tenho planos pra fazer isso outra vez. E acabei de visitar minha família no sítio, onde chegou um tio que eu não conhecia, e a esposa dele me encantou — despertou aquele tesão de querer abusar dela e deixar ela grávida. Ela é de pele branca, cabelo loiro e uma bunda enorme, tudo que um homem deseja. Senti inveja, mas sei que posso ter ela.




6 comentários - Minha amiga dormindo gostosa