Sou de Montevidéu, como falei no título, 56 anos. Sou viado há 15 anos. Quando era moleque, rolou uma parada, mas não teve penetração, só me apalpavam. Eu era novo, mas deixava. Vocês, como outros, sempre me perguntam como comecei, e foi lá pelos 40, mais ou menos. Foi depois de um churrasco com os vizinhos. Quando acabou, vim andando pra casa com meu vizinho da frente, o gordo Luís. Vale dizer que naquele mês eu já tava vendo pornô gay no banho, usava as calcinhas da minha mulher ou, quando ela não tava, tirava foto e conversava com caras. Mas era só isso: eu batia uma e gozava pensando e olhando pica e macho, hmmm.
No caminho, o gordo falava que tava muito tarado. Ele morava sozinho e dizia que queria meter. Eu respondia que naquela hora era foda. Nós dois estávamos alegrinhos da cerveja. Ele se tocava e falava: "Me fode, o que vier é lucro". Eu dizia: "Não posso te ajudar", e ria. Ele ria também e falava: "Mas vizinhos têm que se ajudar". Aí me deu um frio na barriga e um calor infernal. Não sei como, mas saiu uma voz de viado e eu falei algo tipo: "Ah, se eu te ajudar...". Ele respondeu: "Que voz é essa? Vamos tomar uma cerveja lá em casa". Já tava no jogo, falei que sim. Tomamos aquela cerveja e ele não parava de se coçar a pica. Falou: "Vou no banheiro mijar". Eu disse: "Te ajudo", e ri. Ele respondeu: "Já volto".
Quando saiu do banheiro, veio pelado, de pica dura. Barrigão, todo peludo e a pica bem cabeçuda e torta. Fiquei de água na boca, literalmente. Ele sentou e falou: "Então, vai me ajudar?". Falei: "Vou no banheiro". Precisava pensar se ia ter coragem ou não. Quando tô quase entrando, ele fala: "Toma", e joga algo pra mim. "Veste isso". Era uma tanga. Fiquei um tempo olhando a tanga e me olhando no espelho, mas minha piquinha já tinha subido. Me toquei, bati uma punheta e a tesão era maior. Coloquei a tanga e uma toalha por cima. Saí sem roupa, só com a toalha. Ele falou: "Tira a toalha". Puxou ela e disse: "Sabia que você era viado". Me fez chupar a pica dele. Ele sentado no sofá, eu chupando igual um louco desesperado. Ele me levou. Na cama, mas queria meter, só que tava doendo pra caralho. Naquele dia, só gozei no cú sem meter.
No caminho, o gordo falava que tava muito tarado. Ele morava sozinho e dizia que queria meter. Eu respondia que naquela hora era foda. Nós dois estávamos alegrinhos da cerveja. Ele se tocava e falava: "Me fode, o que vier é lucro". Eu dizia: "Não posso te ajudar", e ria. Ele ria também e falava: "Mas vizinhos têm que se ajudar". Aí me deu um frio na barriga e um calor infernal. Não sei como, mas saiu uma voz de viado e eu falei algo tipo: "Ah, se eu te ajudar...". Ele respondeu: "Que voz é essa? Vamos tomar uma cerveja lá em casa". Já tava no jogo, falei que sim. Tomamos aquela cerveja e ele não parava de se coçar a pica. Falou: "Vou no banheiro mijar". Eu disse: "Te ajudo", e ri. Ele respondeu: "Já volto".
Quando saiu do banheiro, veio pelado, de pica dura. Barrigão, todo peludo e a pica bem cabeçuda e torta. Fiquei de água na boca, literalmente. Ele sentou e falou: "Então, vai me ajudar?". Falei: "Vou no banheiro". Precisava pensar se ia ter coragem ou não. Quando tô quase entrando, ele fala: "Toma", e joga algo pra mim. "Veste isso". Era uma tanga. Fiquei um tempo olhando a tanga e me olhando no espelho, mas minha piquinha já tinha subido. Me toquei, bati uma punheta e a tesão era maior. Coloquei a tanga e uma toalha por cima. Saí sem roupa, só com a toalha. Ele falou: "Tira a toalha". Puxou ela e disse: "Sabia que você era viado". Me fez chupar a pica dele. Ele sentado no sofá, eu chupando igual um louco desesperado. Ele me levou. Na cama, mas queria meter, só que tava doendo pra caralho. Naquele dia, só gozei no cú sem meter.
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