Relato gay - conhecendo o Hector

Beleza! Continuando com os relatos, seria meu 4º relato, mas o outro foi deletado. Como falei antes, meu trampo envolve viajar pra caramba entre Viedma, Bs As e Mendoza. Isso aconteceu em Bs As em 2017. Tava em Viedma, quase saindo, num puta mau humor, quando me ligam falando do treinamento em Bs As, mudança no sistema de gestão, a gente tinha que ficar uma noite a mais e encontrar com outro grupo. Já de cara, meu astral mudou pra melhor saber que tinha mais um dia pra curtir Bs As e, principalmente, a noite. Chegamos nós 7 do grupo em Bs As, fomos pro hotel e meio que eu tava sobrando nos quartos duplos disponíveis e pensei "de novo a burra no milho", sabia que meus queridos colegas iam me deixar sozinho de novo com gente que eu não conhecia. Então, beleza, deixei eles fazerem o check-in enquanto esperava o pessoal do outro grupo. Chegaram 9 do grupo de Neuquén e me aproximei pra explicar minha situação e ver se podia me juntar a quem ficasse solto. Foi aí que conheci o Héctor. O supervisor que veio pro treinamento com o grupo, um cara gato, uns 45 anos, meio gordinho e muito brincalhão. Ele falou: "vem comigo que esses aí com o chefe não querem nem saber". Eu ri e aceitei com a cabeça. Enquanto os outros terminavam o check-in, a gente ficou batendo papo, de trampo, óbvio. Chegou nossa vez de fazer o check-in e falaram que só tinham camas de casal (silêncio constrangedor). O Héctor disse de brincadeira: "sem problema, se for minha esposa" e a gente riu. Pensei: "foda-se, durmo no chão ou me viro". Voltei pro grupo e contei, eles riram pra caralho, os fdps, mas tudo saiu como tinha que ser. Eu tava a mil, gravando toda a info, porque essas paradas me excitam tanto quanto uma buceta. Então, terminei morto. Os caras organizaram com o outro grupo pra sair pra beber algo, tinha várias gostosas no outro grupo, muito lindas. A gente bebeu e curtiu, já que tudo entra como "diárias". Já bem cansado, falei pro Héctor: "eu já não Vou indo pro hotel, vamos? Sim, bora, também tô cansado. Uns caras e minas também deram o fora, no outro dia a gente tinha a parte 2. Chegamos no hotel e subimos, eu tava entre cansado e meio alterado, então falei: — Héctor, vou tomar um banho (como pedindo permissão, já que ele era quase 20 anos mais velho que eu). — Pode ir, sim. Saí do banho e ele disse: — Beleza, agora é minha vez — e entrou no banheiro. Eu deitei pra ver TV e daí a pouco ele saiu do banho de cueca e falou: — Quer beber algo? — Bora! Pra já, assim durmo, haja. — Mas se é cedo! — Tô morto, Héctor. Ele vestiu uma camiseta, abriu o frigobar e eu falei: — Tô sem um puto. — Eu pago. Começamos a tomar umas garrafinhas de Bacardi e falar besteira, demos risada até que a bebida e o sono me pegaram. Nisso, nós dois estávamos de cueca e camiseta. Quero acreditar que fui bem óbvio uma ou duas vezes quando olhei pro volume dele, porque senão não explico o que aconteceu depois. Nos desejamos boa noite, ele virou pra um lado e eu pro outro. Apagamos a luz e um pouco de claridade entrava pelas luzes da cidade. Eu tava meio tonto, esperando passar pra dormir em paz. De repente, sinto o Héctor virar de barriga pra cima e passar a mão na minha bunda, meio batendo, meio acariciando. Aí minha putinha interior ativou: fingi que tava me ajeitando e empinei mais a bunda, tipo "tá aqui se quiser". Passaram uns minutos e eu sentia os lençóis se mexendo um pouco, pensei "ele tá se punhetando, tá se punhetando". Então falei: "vou dar o primeiro passo". Se desse errado, ficava como se eu fosse um inquieto pra dormir, não tinha nada a perder. Encostei a bunda até roçar na mão direita dele. Senti ele levantar os dedos, tentando tocar, e depois recuar, na dúvida do que tava fazendo. Um pouco frustrado, pensei "beleza, vou dormir". Nessa hora, senti a respiração dele pesada, então coloquei uma perna pra fora, deixando ele destapado e minha bunda à mostra. Dava pra sentir que ele tava... Nervoso até que a mágica aconteceu, ele se virou com o pau apontado pra minha bunda. Ele deu o segundo passo, senti a respiração dele na minha nuca e a barriga dele nas minhas costas, aí fiz minha jogada e encostei toda minha bunda no pau dele e senti uma onda de satisfação. Enquanto isso, senti ele crescendo entre minhas nádegas. Começamos a dançar na cama.
Héctor — Como você me excita, cara.
Eu — É? Você gosta? Quer me comer?
Héctor — Vou arrebentar seu cu.
Eu — Tira minha roupinha.

Nós nos despimos e ele começou a enfiar no meu cu sem penetração, tava fazendo um assjob, muito quente tudo, era pica grossa, uns 18 cm fáceis, e bem gordinha, sentia como um desodorante de carne na porta. Ele começou a tocar as poucas tetinhas que eu tenho como se eu fosse uma gostosa, enfiava os dedos na minha boca, era tudo uma putaria. Tudo ficou mais acelerado e senti o gozo no meio das nádegas, Héctor se contorceu inteiro.
Eu — Gozou? Não ia arrebentar meu cu?
Héctor — Falei que você me excita, vai se limpar.

Fui embora pensando que era só aquilo e já era hora de dormir. Saí do banho e ele entrou, quando saiu eu tava sentado na cama e falei:
Eu — Não sabia que você gostava de homens.
Héctor — Eu também não, hahaha, mas eu curti muito no ensino médio e ficou o tesão pendente.
Eu — Nunca comeu um homem?
Héctor — Não, não tive oportunidade, mas beleza, aqui estamos.

Enquanto isso, ele ainda tava de pau duro, pronto pro segundo round, falei "vem, deita". Ele deitou e comecei a acariciar o pau dele, ele de barriga pra cima e eu de lado com minha perna por cima da dele, enquanto eu olhava pra ele, ele falou "Não quero beijos, não vou tocar no seu pau, não sou viado". Pensei "masculinidade frágil" e falei "beleza, quer que eu chupe seu pau?" E comecei a tentar enfiar aquele pau na boca, tava fácil demais, e ele insistindo pra eu ir até o fundo, impossível. Enquanto eu chupava o pau dele, ele dava tapas na minha bunda e apertava minhas nádegas, falava "Que bundinha linda você tem? Como você gosta de ser comido, quero arrebentar seu cu, vai aguentar?"
Eu — "Vai. Enfiando os dedos assim, fui me dilatando" Na hora ele quis enfiar um dedo de uma vez, mas eu falei "para! cuspi nele" e ele começou a encher meu cu de saliva e enfiar os dedos. Tava sendo tão bom que fui pegar umas camisinhas e perguntei se ele queria transar de lado. Ele concordou com a cabeça, colocou a camisinha e começou a tentar enfiar a pica. Eu falava "para, tá doendo" e ele forçava mais, eu falava de propósito, queria que ele metesse forte, e se doía era porque era grande, mas aquela dor é prazer. Passei lubrificante e falei "deixa a cabeça entrar inteira, entra e sai, e vai devagar, por favor" — "tá bom" — respondeu. Ele foi devagar até se soltar, me abraçou e começou a meter com uma ferocidade animal. Tava extremamente excitada e comecei a bater uma forte enquanto ele me comia com tudo, gozei em 2 minutos, enchi a cama de porra. Ele riu de eu ter gozado, peguei papel e limpei rápido enquanto ele metia e tirava. Me colocou de bruços e deixou minhas pernas juntas. E começou a me penetrar, era super bruto (coisa que eu amo) e eu gemendo igual uma puta safada, praticamente chorando que nem uma menina... fiquei assim uns 5 minutos até sentir ele se contorcer em cima de mim, gozou e continuou por pelo menos 2 minutos enfiando e tirando inteira, eu já tava pronta pra segunda gozada. E paramos, fomos tomar outro banho e em silêncio, como se nada tivesse acontecido, fomos dormir. No outro dia, Héctor me acordou de novo batendo na porta. A pica dele tinha vindo visitar minha bunda. Héctor — bom dia, dorminhoca, olha como ela tá, tá sentindo? Eu — ui! Tá bem dura, daqui a pouco você tem o treinamento, o que quer fazer? Héctor — um matinal? Na hora comecei a chupar a pica dele igual uma louca e fiquei de quatro. Ele ficou olhando pra minha bunda e falou "posso tirar umas fotos?" "Pode, manda" "Dá pra esconder a pica pra frente?" "Sim, como se eu fosse uma mina?" "Haha sim" Ele tirou umas fotos e passei gel íntimo enquanto ele colocava a camisinha, e começou a esfregar a pica dele na minha Olá, e aos poucos, nós dois fomos dilatando até que entrou. Pedi pra ele ser carinhoso porque eu tava dolorida da noite anterior, e ele começou a me comer devagar, fazendo entrar tudo, deixava uns segundos lá dentro e tirava, e assim a gente foi. Tudo era muito zen, muito harmônico. Aos poucos ele aumentou a velocidade e sinto que ele pega na minha rola e começa a querer me bater uma, e eu paro, ele começa a chupar meu pescoço e me dar beijos, tinha ficado super mimado, o hétero curioso, e de repente sinto que ele goza e eu enfiei até o fundo e falei: "Bate uma pra mim que já acabou". Ele continuou me comendo até eu gozar, enchi a cama de porra de novo. A gente riu, limpou tudo e foi pra capacitação. No elevador ele falou: "Hoje à noite de novo?" Eu: "Sim, se quiser, uai, sei lá, cê gostou de mim?" — "Sim (aperta minha bunda) linda essa bundinha pequena" — Eu: "Kkkk, para (tirei a mão dele)" — "Se eu não me segurar, a gente se vê no banheiro" — "Não, para! Cê é muito doido, kkkk" Até a parte 1, deixem seus comentários que eu faço a parte 2.

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