Eram os primeiros dias de aula, eu era um gordinho branquelo e meigo, pensando bem, com uma certa inclinação, sonhava com meus amigos pelados e me masturbava, mas nada além disso. Num desses dias, durante o recreio, fui ao banheiro, estava lotado. Quando me dirijo aos mictórios, passo na frente do grupo dos do quinto ano e eles me apertam a bunda. Viro assustado e eles morrem de rir. Sigo em frente e começo a mijar, dois desses caras se aproximam e continuam me zoando, dizendo que eu tinha a piroca pequena e que era um promíscuo. Saio quase correndo, todo mundo caía na gargalhada. No dia seguinte, segurei a vontade até ter que pedir a um professor permissão para ir ao banheiro. Entro e começo a mijar quando, de um dos boxes, sai um dos dois que tinham se aproximado de mim. — O que foi, promíscuo? — ele diz. Eu sorrio que nem um idiota e o cara se aproxima. Era bem maior que eu, moreno, gordinho. Ele chega perto e se encosta em mim. Estávamos sozinhos. Ele começa a passar a mão na minha bunda, tento me soltar mas não consigo. Ele me empurra com força, me leva até um canto, me encosta na parede e esfrega a bunda em mim. — Pega na minha piroca — ele pega minha mão e leva até o pau dele. Eu seguro. Naquele momento, percebo que eu tava de pau duro. — Faz uma punheta pra mim, promíscuo — começo a bater uma pra ele e, quase na hora, ele goza. A porra toda enche minha mão de leite. Ele sobe a calça e vai embora. Fico em silêncio naquele banheiro imenso, minha cabeça girava. Naquela noite, me masturbei umas oito vezes pensando em toda a situação que vivi. Por uns dias, não aconteceu nada na escola. Os caras do quinto ano me olhavam e cochichavam coisas. Na terça-feira, eu tinha educação física à tarde, então ficava vagabundeando pelo bairro até dar a hora. Tava olhando uma vitrine quando o Facundo, o moreno, se aproxima. — Vem comigo — ele diz, e eu sigo. Ele me perguntou se eu tinha gostado do que ele tinha feito. Falei que não. Chegamos a uma casa velha, bem grande e abandonada, com um terreno enorme. Grande, com o mato bem alto. —Essa é minha casa, mas não tem ninguém—. A gente atravessou o terreno até o fundo, onde tinha um galpão cheio de tralhas velhas. Sentamos nuns bancos velhos e ele me pergunta: —Quer me tocar?—. —Não sei, tenho vergonha—. —Eu te mostro e você faz o que quiser—. Ele tira tudo, fica pelado. —Você me atrai, por isso fiz o que fiz—. —Você foi muito bruto—. —Mas você gostou—. Ele sentou do meu lado e eu não resisti: peguei na pica dele, que tava dura que nem um tronco, preta e grossa. Comecei a bater uma pra ele. Ele me pede pra tirar a roupa. Fico nu com minha piroquinha dura. Como sou gordinho, tinha peitinhos de adolescente. Ele começa a acariciar meus peitos e a passar a mão na minha bunda enquanto eu continuo batendo uma pra ele. Tô excitado pra caralho. Ele me agarra pelo cabelo, puxa minha cabeça pra trás e me dá um beijo de língua. Nunca tinha sido beijado, e muito menos pelado com alguém. Começo a gozar, me contorço. Me abaixo e meto a pica dele na boca. Chupo ele. Ele solta um gemido. Acho que foi a primeira chupada dele também. Faço boquete nele. É uma delícia, ainda mais o gozo que eu engulo. Era muito, escorria, e eu engoli tudo. Ele pegou um colchão todo encardido e a gente deitou. Ficamos nos tocando até ele ficar duro de novo. Fiquei de quatro e ofereci minha bunda. Ele chupou meu cu e enfiou os dedos. Tava me comendo com eles. —Não aguento mais— falei. —Mete essa pica em mim, por favor—. Ele começou a encostar a cabeça da pica e a empurrar. Doía nos dois. Ele cuspiu e tentou de novo. Entrou meia cabeça e eu morri de dor, mas tava muito tesudo e queria ela dentro. Empurrou mais um pouco e entrou. Comecei a tremer, gemi de tesão e senti a pica inteira entrando devagar.
1 comentários - Todo empezó en primer año