Deixo aqui um post sobre o quão gostosas são as picas.






























Véi, ver todas essas picas e a porra que elas têm me faz lembrar muito quando tava com meu ex-namorado em dias frios como hoje, de conchinha, os dois pelados. Ele sempre beijando minhas costas e pescoço, o pau dele sempre durasso, apoiado na minha bunda pequena, até que eu me mexia um pouco e o pau dele se encaixava sozinho no meu buraco. Lembro que ele metia tão suave, tão delicado, que me fazia enlouquecer, mas sempre gostei de sentir o pau dele, mais por ser grosso, não tão comprido, mas eu curtia pra caralho. E no verão eram gozadas atrás de gozadas. De manhã, eu sempre acordava e chupava ele até ele gozar, e recebia meu café da manhã gostoso: uma boa quantidade de porra quentinha. Depois, no horário da sesta, a gente entrava no chuveiro com água fria e ele me comia de pé debaixo d'água. Que lindo era, ainda mais quando eu sentia toda a porra saindo do pau dele dentro da minha bunda pequena. Às vezes na piscina era impossível não acabar transando, ele sentado e eu por cima, nos abraçando, ele me fazia amor com tanta paixão. E muitas vezes a gente ia de noite pro rio foder. Eu adorava ao ar livre. Ele amava como eu chupava ele, sabia que quando eu começava não ia parar até ele gozar. Foram momentos e lembranças muito lindos, milhares deles.































Véi, ver todas essas picas e a porra que elas têm me faz lembrar muito quando tava com meu ex-namorado em dias frios como hoje, de conchinha, os dois pelados. Ele sempre beijando minhas costas e pescoço, o pau dele sempre durasso, apoiado na minha bunda pequena, até que eu me mexia um pouco e o pau dele se encaixava sozinho no meu buraco. Lembro que ele metia tão suave, tão delicado, que me fazia enlouquecer, mas sempre gostei de sentir o pau dele, mais por ser grosso, não tão comprido, mas eu curtia pra caralho. E no verão eram gozadas atrás de gozadas. De manhã, eu sempre acordava e chupava ele até ele gozar, e recebia meu café da manhã gostoso: uma boa quantidade de porra quentinha. Depois, no horário da sesta, a gente entrava no chuveiro com água fria e ele me comia de pé debaixo d'água. Que lindo era, ainda mais quando eu sentia toda a porra saindo do pau dele dentro da minha bunda pequena. Às vezes na piscina era impossível não acabar transando, ele sentado e eu por cima, nos abraçando, ele me fazia amor com tanta paixão. E muitas vezes a gente ia de noite pro rio foder. Eu adorava ao ar livre. Ele amava como eu chupava ele, sabia que quando eu começava não ia parar até ele gozar. Foram momentos e lembranças muito lindos, milhares deles.
5 comentários - O que a gente ama