Antes de mais nada, desculpa pela demora!!
Tô trazendo a segunda parte da minha primeira história (http://www.poringa.net/posts/gay/2808326/Atividade-Escolar.html). Espero que curtam!!
Depois daquela quarta-feira, não soube mais nada do Ramiro até sexta, quando recebi um pedido de amizade no meu Facebook. Vi que era ele e aceitei na hora. Na mesma hora ele me chama.Rama: E aí Lucas, tudo bem?
Lucas: Bem... e você?
Rama: Tudo bem... queria te pedir desculpa por como fui embora outro dia... é que surgiu um trampo.
Lucas: De boa... hahaha sem problema.
Rama: Imagino que amanhã a gente se vê, né?
Lucas: ?????
Rama: A festa de fim de ano. Acho que vai ser na casa de um dos caras.
Lucas: Sei qual é... sim, vou... você vai?
Rama: Claro... lembra que é à fantasia... do que você vai?
Lucas: Acho que do Coringa... e você?
Rama: Amanhã você descobre... vai ser surpresa pra você.Continuamos conversando mais ou menos uma hora a mais e em nenhum momento ele parou de me provocar, e a situação tava me deixando com muito tesão. Cortei logo o assunto e me despedi até o dia seguinte.
No sábado, a gente não se falou o dia inteiro, mesmo os dois estando online.
Chegamos no lugar da festa. Era a casa de um dos colegas do meu irmão, que tem uma casa grande com um jardim enorme. Entramos e começamos a cumprimentar todo mundo que já tava lá. Procurei o Ramiro, mas não encontrei.
De repente, sinto alguém gritando com meu irmão. Me viro e vejo que era o melhor amigo dele com os pais, e atrás vinha ele. Quando vi, não acreditei. Ele tava fantasiado de Batman. As duas famílias se cumprimentaram.
Meu pai foi o primeiro a notar a "coincidência" das fantasias.- Batman e o Coringa… kkkkk
- É… que coincidência!- acrescentou a mãe dela.
Nos afastamos um pouco e ela me olhou sorrindo.Na verdade, não sabia do que vir e quando você me falou sua fantasia, decidi por esta.
- Uau! Que original…
- Imagina que dessa vez, quando o Batman pegar o Coringa, ele vai dar outro castigo…
- É… mas o Coringa nunca é pego… sempre consegue escapar…
- Ah, é? Não sabia.
- É… então se esforça pra me pegar.– falei e fui embora, deixando ele parado sozinho.
Durante a festa inteira, tentei evitar ficar a sós com ele. Eu escapava ou tentava incluir mais gente na conversa, sem dar chance pra ele dizer ou fazer nada.
Depois de várias tentativas frustradas, ele se afastou e não chegou mais perto. Ficava me olhando de algum lugar, e eu não tirava os olhos dele. Me aproximei da dona da casa pra perguntar onde ficava o banheiro. Ela disse pra eu usar o da churrasqueira, mas me desculpei, falando que não tava me sentindo bem e que tinha vergonha de alguém entrar. Ela não se importou e mandou eu ir ao do andar de cima, que ninguém passaria por lá.
Fui pro banheiro e, ao entrar, não tranquei a porta. Não devem ter passado nem 2 minutos até eu ouvir a porta se fechar e sentir alguém me segurar pela cintura. Colado no meu ouvido, ele disse:Parece que o Batman sempre vence… te peguei.
- Hahaha, me pegou? Eu me deixei pegar, que é diferente.
- Se deixou pegar, é? Bom, vamos dizer que seja assim.
- É que é assim mesmo…
- Ok… posso saber por quê? Acho que você se deixou pegar pelo mesmo motivo que eu queria te pegar.
- Acho que não… Tem uma diferença…
- Ah, é? Qual?
- Que se eu for pra minha casa agora, não tô nem aí… já você… acho que teria um treco.
- Hahahaha, não me faz rir.
- Ok… não te faço rir. Com licença, vou lá pra baixo.
- Espera aí.— disse e tirou a máscara —Nem fodendo que você vai embora agora. Desde quarta-feira que tô morrendo de vontade de te ver de novo e você me encheu o saco a noite toda. Daqui a gente não sai.Virei de frente pra ele e encarei. Ele sustentou meu olhar. Nos olhos dele dava pra ver um brilho safado. Não aguentou e me beijou com tudo. Foi um beijo daqueles bem intensos.
A parada ia ser complicada. Não por mim, mas por ele. Eu tava de calça, camisa e um coletinho. Já ele tava com a roupa inteira, uma peça só que cobria o corpo todo, a capa e a máscara.
Enquanto a gente se beijava, puxei o zíper da roupa dele. Abracei ele sentindo nas minhas mãos o calor das costas dele. Ele começou a desabotoar minha camisa (o colete já tava no chão) e depois a calça.Encosta aí.– me disse. Obedeci e me apoiei na pia. Ele desceu e começou a chupar minha pica. Chupava bem rápido, dava pra ver que tava com tesão.Para, para que eu gozei.– falei pra ela e ela se acalmou um pouco.Vem, vem– me pediu enquanto se levantava. Tirou o terno e ficou só de cueca boxer cinza. Na cueca tinha uma mancha mais escura.Já acabou?– perguntei pra elaNão é o pré-gozo… te falei que tô pra lá de tarado. Faz uns 3 ou 4 dias que não como ninguém, porra.— me disse meio ofendido. Me abaixei e comecei a passar a mão na pica dele por cima da cueca. Quando aproximei meu rosto, fui invadido por um cheiro de homem que me enlouqueceu. Tirei ela pra fora na hora e engoli de uma vez. Tinha um gosto meio amargo. Não vou mentir, devo ter ficado uns 5 minutos quando sinto ele começar a se contrair inteiro e depois uns 5 ou 6 jatos de porra na boca.Agora sim, acabei… kkkkkkk –
- Tá me zoando? Tanto barulho pra isso?
- Quê? Nem a pau… vem cá que eu faço você gozar e depois a gente continua.Ela me agarrou pela pica e começou a me chupar que nem uma campeã. Quando avisei que ia gozar, ela tirou da boca e continuou me batendo uma. Jorrei tudo na cara dela.
A gente já tinha gozado os dois e, pra ser sincero, eu ainda tava com vontade de mais. Senti que tava endurecendo de novo por trás e ela começou a se apoiar.Vai lá, já tá dura de novo.– ele me disse. Olhei e, de fato, ela tava durona pra caralho e pronta pra mais uma rodada.Adoro a resistência que você tem– falei pra ele. Me sentou na pia, se abaixou e começou a chupar meu cu. Enfiava a língua pra dilatar.Já estamos, hein– me avisouForro?-No bolso da calça— eu disse quase gemendo —Imagina que a gente ia precisar deles.-Você é o máximo– pegou, enfiou na pica e foi metendo devagar
Ele tava me comendo bem rápido. Era foda me ver no espelho sentado na pia com o Ramiro na minha frente enfiando a pica toda no meu cu.
Desci da pia e fiquei colado no espelho. O Rama continuou me comendo por trás. Durou uns 15 minutos e encheu a camisinha de porra.
A gente se vestiu.Não acha engraçado?
- O quê?– ela me perguntouA primeira vez foi no banheiro da escola, hoje foi no banheiro de uma casa
- Parece que o banheiro é o nosso lugar– respondeu me abraçandoSim…
- Mas tudo depende de você
- De mim?– perguntei pra elaExato se você aceitar ou não passar lá no meu apê. Lá tem banheiro, cama, sacada e tudo que você quiser.. Eu ri –Sério… é um baita assunto pra mim e sei que pra você também, mas eu gosto de você de verdade. Topa sair comigo?
- Rama… eu… meus pais…
- Já sei, já sei, e tô na mesma situação que você. Mas pra eles a gente pode ser amigo. Vai, pelo menos amigos com benefício, né?
- Ok… amigos com benefício—Eu falei e a gente se beijou.
Saímos de casa separados pra não levantar suspeitas. A dona da casa me perguntou como eu tava me sentindo e eu disse que tava maravilhosamente bem.
O resto da festa passei conversando com Rama, meus pais e os dele. A festa acabou lá pelas 6 da manhã. A gente se despediu com um beijo no rosto pra não levantar suspeitas e fui embora com meus pais pra casa. No caminho, chegou uma mensagem no celular do Rama: “Pensa nisso, te quero.”
Tô trazendo a segunda parte da minha primeira história (http://www.poringa.net/posts/gay/2808326/Atividade-Escolar.html). Espero que curtam!!
Depois daquela quarta-feira, não soube mais nada do Ramiro até sexta, quando recebi um pedido de amizade no meu Facebook. Vi que era ele e aceitei na hora. Na mesma hora ele me chama.Rama: E aí Lucas, tudo bem?
Lucas: Bem... e você?
Rama: Tudo bem... queria te pedir desculpa por como fui embora outro dia... é que surgiu um trampo.
Lucas: De boa... hahaha sem problema.
Rama: Imagino que amanhã a gente se vê, né?
Lucas: ?????
Rama: A festa de fim de ano. Acho que vai ser na casa de um dos caras.
Lucas: Sei qual é... sim, vou... você vai?
Rama: Claro... lembra que é à fantasia... do que você vai?
Lucas: Acho que do Coringa... e você?
Rama: Amanhã você descobre... vai ser surpresa pra você.Continuamos conversando mais ou menos uma hora a mais e em nenhum momento ele parou de me provocar, e a situação tava me deixando com muito tesão. Cortei logo o assunto e me despedi até o dia seguinte.
No sábado, a gente não se falou o dia inteiro, mesmo os dois estando online.
Chegamos no lugar da festa. Era a casa de um dos colegas do meu irmão, que tem uma casa grande com um jardim enorme. Entramos e começamos a cumprimentar todo mundo que já tava lá. Procurei o Ramiro, mas não encontrei.
De repente, sinto alguém gritando com meu irmão. Me viro e vejo que era o melhor amigo dele com os pais, e atrás vinha ele. Quando vi, não acreditei. Ele tava fantasiado de Batman. As duas famílias se cumprimentaram.
Meu pai foi o primeiro a notar a "coincidência" das fantasias.- Batman e o Coringa… kkkkk
- É… que coincidência!- acrescentou a mãe dela.
Nos afastamos um pouco e ela me olhou sorrindo.Na verdade, não sabia do que vir e quando você me falou sua fantasia, decidi por esta.
- Uau! Que original…
- Imagina que dessa vez, quando o Batman pegar o Coringa, ele vai dar outro castigo…
- É… mas o Coringa nunca é pego… sempre consegue escapar…
- Ah, é? Não sabia.
- É… então se esforça pra me pegar.– falei e fui embora, deixando ele parado sozinho.
Durante a festa inteira, tentei evitar ficar a sós com ele. Eu escapava ou tentava incluir mais gente na conversa, sem dar chance pra ele dizer ou fazer nada.
Depois de várias tentativas frustradas, ele se afastou e não chegou mais perto. Ficava me olhando de algum lugar, e eu não tirava os olhos dele. Me aproximei da dona da casa pra perguntar onde ficava o banheiro. Ela disse pra eu usar o da churrasqueira, mas me desculpei, falando que não tava me sentindo bem e que tinha vergonha de alguém entrar. Ela não se importou e mandou eu ir ao do andar de cima, que ninguém passaria por lá.
Fui pro banheiro e, ao entrar, não tranquei a porta. Não devem ter passado nem 2 minutos até eu ouvir a porta se fechar e sentir alguém me segurar pela cintura. Colado no meu ouvido, ele disse:Parece que o Batman sempre vence… te peguei.
- Hahaha, me pegou? Eu me deixei pegar, que é diferente.
- Se deixou pegar, é? Bom, vamos dizer que seja assim.
- É que é assim mesmo…
- Ok… posso saber por quê? Acho que você se deixou pegar pelo mesmo motivo que eu queria te pegar.
- Acho que não… Tem uma diferença…
- Ah, é? Qual?
- Que se eu for pra minha casa agora, não tô nem aí… já você… acho que teria um treco.
- Hahahaha, não me faz rir.
- Ok… não te faço rir. Com licença, vou lá pra baixo.
- Espera aí.— disse e tirou a máscara —Nem fodendo que você vai embora agora. Desde quarta-feira que tô morrendo de vontade de te ver de novo e você me encheu o saco a noite toda. Daqui a gente não sai.Virei de frente pra ele e encarei. Ele sustentou meu olhar. Nos olhos dele dava pra ver um brilho safado. Não aguentou e me beijou com tudo. Foi um beijo daqueles bem intensos.
A parada ia ser complicada. Não por mim, mas por ele. Eu tava de calça, camisa e um coletinho. Já ele tava com a roupa inteira, uma peça só que cobria o corpo todo, a capa e a máscara.
Enquanto a gente se beijava, puxei o zíper da roupa dele. Abracei ele sentindo nas minhas mãos o calor das costas dele. Ele começou a desabotoar minha camisa (o colete já tava no chão) e depois a calça.Encosta aí.– me disse. Obedeci e me apoiei na pia. Ele desceu e começou a chupar minha pica. Chupava bem rápido, dava pra ver que tava com tesão.Para, para que eu gozei.– falei pra ela e ela se acalmou um pouco.Vem, vem– me pediu enquanto se levantava. Tirou o terno e ficou só de cueca boxer cinza. Na cueca tinha uma mancha mais escura.Já acabou?– perguntei pra elaNão é o pré-gozo… te falei que tô pra lá de tarado. Faz uns 3 ou 4 dias que não como ninguém, porra.— me disse meio ofendido. Me abaixei e comecei a passar a mão na pica dele por cima da cueca. Quando aproximei meu rosto, fui invadido por um cheiro de homem que me enlouqueceu. Tirei ela pra fora na hora e engoli de uma vez. Tinha um gosto meio amargo. Não vou mentir, devo ter ficado uns 5 minutos quando sinto ele começar a se contrair inteiro e depois uns 5 ou 6 jatos de porra na boca.Agora sim, acabei… kkkkkkk –
- Tá me zoando? Tanto barulho pra isso?
- Quê? Nem a pau… vem cá que eu faço você gozar e depois a gente continua.Ela me agarrou pela pica e começou a me chupar que nem uma campeã. Quando avisei que ia gozar, ela tirou da boca e continuou me batendo uma. Jorrei tudo na cara dela.
A gente já tinha gozado os dois e, pra ser sincero, eu ainda tava com vontade de mais. Senti que tava endurecendo de novo por trás e ela começou a se apoiar.Vai lá, já tá dura de novo.– ele me disse. Olhei e, de fato, ela tava durona pra caralho e pronta pra mais uma rodada.Adoro a resistência que você tem– falei pra ele. Me sentou na pia, se abaixou e começou a chupar meu cu. Enfiava a língua pra dilatar.Já estamos, hein– me avisouForro?-No bolso da calça— eu disse quase gemendo —Imagina que a gente ia precisar deles.-Você é o máximo– pegou, enfiou na pica e foi metendo devagar
Ele tava me comendo bem rápido. Era foda me ver no espelho sentado na pia com o Ramiro na minha frente enfiando a pica toda no meu cu.
Desci da pia e fiquei colado no espelho. O Rama continuou me comendo por trás. Durou uns 15 minutos e encheu a camisinha de porra.
A gente se vestiu.Não acha engraçado?
- O quê?– ela me perguntouA primeira vez foi no banheiro da escola, hoje foi no banheiro de uma casa
- Parece que o banheiro é o nosso lugar– respondeu me abraçandoSim…
- Mas tudo depende de você
- De mim?– perguntei pra elaExato se você aceitar ou não passar lá no meu apê. Lá tem banheiro, cama, sacada e tudo que você quiser.. Eu ri –Sério… é um baita assunto pra mim e sei que pra você também, mas eu gosto de você de verdade. Topa sair comigo?
- Rama… eu… meus pais…
- Já sei, já sei, e tô na mesma situação que você. Mas pra eles a gente pode ser amigo. Vai, pelo menos amigos com benefício, né?
- Ok… amigos com benefício—Eu falei e a gente se beijou.
Saímos de casa separados pra não levantar suspeitas. A dona da casa me perguntou como eu tava me sentindo e eu disse que tava maravilhosamente bem.
O resto da festa passei conversando com Rama, meus pais e os dele. A festa acabou lá pelas 6 da manhã. A gente se despediu com um beijo no rosto pra não levantar suspeitas e fui embora com meus pais pra casa. No caminho, chegou uma mensagem no celular do Rama: “Pensa nisso, te quero.”
10 comentários - Festa de Fantasia Escolar II
mi novio y yo empezamos en un cumple de un amigo en común, hoy estamos juntos desde hace más de dos años.
te deseo lo mejor chabón!
buenísimo!