Não tô muito afim de postar com essa parada de vídeos de mais de 10 minutos e tal.
Qualidade e quantidade nem sempre andam juntas, bom dia.
E o mundo tá cheio...
Desculpe, não posso fornecer a tradução solicitada.[/swf]http://emb.slutload.com/SwY2pw4PWuc[/swf]" rel="nofollow" target="_blank"> http://emb.slutload.com/SwY2pw4PWuc[/swf]
[/swf]http://www.slutload.com/watch/SwY2pw4PWuc/Marido-complaciente-y-fotografo.html[/swf]" rel="nofollow" target="_blank"> http://www.slutload.com/watch/SwY2pw4PWuc/Marido-complaciente-y-fotografo.html[/swf]
[/swf] Gostei de mais um chifre...[/swf]
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[/swf] Mais da história
Claudia é uma puta vingativa 70[/swf] Quando ele foi embora e eu voltei pro quarto, falei pra Claudia que nunca mais queria ele no meu cu. Contei mais ou menos o que tinha rolado no elevador — uma coisa era brincar com ela, mas aquilo já era demais, na próxima vez ele não ia ficar com um dente sequer. Ela me olhou séria e sabia do que eu tava falando; mesmo sendo dominado por ela, sempre fui briguento e dos bons.
Naquela noite, ela me abraçou mais forte, o clima tava estranho. Durante a noite, me pareceu ouvir ela pedindo desculpas no meu ouvido.
Quando fiquei sozinho, pensei bastante no assunto. Por mais que meu orgulho doesse, eu tinha gozado igual uma adolescente — mesmo que minha hombridade não conseguisse engolir, eu tinha gozado como poucas vezes. Aquela situação me endureceu. Um dia ele veio em casa, Claudia pediu pra eu vestir a calcinha e eu falei que não. Quando ele chegou, passou a mão no meu cu fazendo graça — eu quebrei a boca dele com um murrão. Quando ele se levantou, acertei mais uns golpes. A boca dele sangrava pra caralho, ele me olhou sério. Não sabia o que fazer. Ele me encarava, eu não sabia o que ia rolar. Claudia chegou pra cuidar dele e levou ele pro quarto. Limpou ele um pouco e viu que não tinha nenhum dente quebrado. Ele ficou um tempo e saiu de casa, não transou com ninguém e por um tempo não voltou. Claudia ficou transformada, não transava com ninguém, tava séria e focada nas coisas dela. Quando tentei falar sobre o assunto, ela não quis ouvir, não queria conversar comigo. Nossa situação começou a se deteriorar rápido. Eu não sabia o que fazer, me sentia perdido. Uma noite, saí por aí e tomei uns uísques a mais, tava puto — eu amava ela, mas não sabia o que fazer. Quando voltei pro apartamento, meio bêbado, acendi o abajur e falei que queria pedir desculpas.
— Acho que é um pouco tarde…
— Não consegui me segurar… deu um curto-circuito… sei lá… se você quiser que eu vá embora, eu vou…
— Faz o que quiser — ela disse, virou de costas e dormiu.
Passaram uns dias e fui procurar o Mario. Ele me olhou de longe, não disse nada. Nada, ele chegou andando sério, na expectativa.
—Preciso me desculpar… não devia ter batido em você… a Claudia não me perdoa… preciso da sua ajuda…
—Quase quebra meu dente… poucas vezes me sacudiram tão forte… não achei graça…
—Juro que nunca mais encosto em você… aconteça o que acontecer…
—Como posso acreditar em você…
—Não sei, depende de você… acho que você tá afim de comer a Claudia… faz tempo que não faz isso… ela também sente sua falta… mas nunca mais bota a mão em mim… e tudo vai dar certo… — ele me olhou sério, disse que na terça ao meio-dia passava em casa, pra eu preparar tudo. Ele chegou antes da Claudia, eu fiz ele entrar no quarto, ele se despiu e se meteu na cama. Quando a Claudia chegou, deu o peito pro neném e disse que queria descansar um pouco, eu acompanhei ela até o quarto.
—Senhor, trouxe sua mulher… como prometi… — falei. A cara da Claudia se iluminou. — Ela tá ansiosa pra sentir seu pau de novo… — eu a despi lentamente pra ele. Ela montou nele, se mordiam nas bocas, teve vários orgasmos em pouquíssimo tempo.
—Sim, meu rei… que delícia… me come muito… me dá essa pica… me faz sua puta de novo…
Saí do quarto e eles ficaram um tempão se pegando, eu entrei num momento pra pedir que não fizessem barulho porque a Lucia tinha chegado com o namorado. Quando ele terminou, esperei o momento certo e acompanhei ele até a porta, fui pro quarto e a Claudia me olhou sorrindo, me mandou ir chupar a buceta dela.
—Chupa bem… pega a porra… não tá na sua bunda… tá mais perto da sua boca… limpa bem, chupona… aaaa… que marido corno… e você se fez de machão… olha como ela me recolheu… junta tudo… não deixa nada… chupona… porca fácil… — ela teve mais vários orgasmos me humilhando, fazia um tempão que a gente não transava. Naquela noite ela disse que tinha sido bom, mas que eu ainda não merecia transar com ela. Se eu quisesse, ela me dava uma punheta, eu pedi por favor que fizesse, ela me deu um beijo bem suave e disse: melhor não. Dorme que você tá cansado. A gente tava por Festejar o batismo do moleque e ele ia estar presente, esteve na festa como um ex-funcionário da Claudia, aproveitou pra trocar uma ideia com a Lucía, que tava rindo divertida com os comentários dele. Já tava na primavera de novo, era uma noite linda de calor. Lucía ficava com o Carlos, a gente ia dar uma volta de carro com a Claudia, o Mario tava esperando a gente lá embaixo, fomos pro lago do golfe em Palermo, eles ficaram no carro e me mandaram descer pra vigiar. Claudia tava com um vestido curto, ele colocou ela no banco de trás de joelhos olhando pro vidro, levantou o vestido dela, puxou a fio dental e enfiou no cu dela. Ficaram uma eternidade, ele falava no ouvido dela, ela virava a boca e se beijavam, ele furou um montão até encher as tripas dela, Claudia quis que eu limpasse ali mesmo, com a minha língua.
— Toma a porra do meu homem… pede permissão… vê se hoje dá pra me comer… talvez ele te veja com a porra dele na sua boca e tenha pena… — virei a cabeça e olhei pra ele.
— Posso comer ela hoje, senhor…?
— Tá com muita vontade…?
— Muita mesmo, senhor…
— então não… quando você tiver mais calmo, talvez… se quiser, pode bater uma pra ela… mas se ela quiser… — continuei chupando o cu da Claudia por um tempão, depois deixamos ele em casa e voltamos pra nossa, Claudia me chamou do banheiro, me colocou perto da pia e começou a bater uma pra mim bem devagar.
— foi assim que bati uma pro namorado da menina… o Mario já vai passar a raiva… você tem que se comportar… se continuar fazendo bonito… se der o cu de novo, talvez ele perceba que você quer perdão… — gozei e me senti muito mal. Nem fodendo que você me enfia de novo, falei pra mim mesmo e dormi.[/swf]
Qualidade e quantidade nem sempre andam juntas, bom dia.
E o mundo tá cheio...
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Claudia é uma puta vingativa 70[/swf]
Naquela noite, ela me abraçou mais forte, o clima tava estranho. Durante a noite, me pareceu ouvir ela pedindo desculpas no meu ouvido.
Quando fiquei sozinho, pensei bastante no assunto. Por mais que meu orgulho doesse, eu tinha gozado igual uma adolescente — mesmo que minha hombridade não conseguisse engolir, eu tinha gozado como poucas vezes. Aquela situação me endureceu. Um dia ele veio em casa, Claudia pediu pra eu vestir a calcinha e eu falei que não. Quando ele chegou, passou a mão no meu cu fazendo graça — eu quebrei a boca dele com um murrão. Quando ele se levantou, acertei mais uns golpes. A boca dele sangrava pra caralho, ele me olhou sério. Não sabia o que fazer. Ele me encarava, eu não sabia o que ia rolar. Claudia chegou pra cuidar dele e levou ele pro quarto. Limpou ele um pouco e viu que não tinha nenhum dente quebrado. Ele ficou um tempo e saiu de casa, não transou com ninguém e por um tempo não voltou. Claudia ficou transformada, não transava com ninguém, tava séria e focada nas coisas dela. Quando tentei falar sobre o assunto, ela não quis ouvir, não queria conversar comigo. Nossa situação começou a se deteriorar rápido. Eu não sabia o que fazer, me sentia perdido. Uma noite, saí por aí e tomei uns uísques a mais, tava puto — eu amava ela, mas não sabia o que fazer. Quando voltei pro apartamento, meio bêbado, acendi o abajur e falei que queria pedir desculpas.
— Acho que é um pouco tarde…
— Não consegui me segurar… deu um curto-circuito… sei lá… se você quiser que eu vá embora, eu vou…
— Faz o que quiser — ela disse, virou de costas e dormiu.
Passaram uns dias e fui procurar o Mario. Ele me olhou de longe, não disse nada. Nada, ele chegou andando sério, na expectativa.
—Preciso me desculpar… não devia ter batido em você… a Claudia não me perdoa… preciso da sua ajuda…
—Quase quebra meu dente… poucas vezes me sacudiram tão forte… não achei graça…
—Juro que nunca mais encosto em você… aconteça o que acontecer…
—Como posso acreditar em você…
—Não sei, depende de você… acho que você tá afim de comer a Claudia… faz tempo que não faz isso… ela também sente sua falta… mas nunca mais bota a mão em mim… e tudo vai dar certo… — ele me olhou sério, disse que na terça ao meio-dia passava em casa, pra eu preparar tudo. Ele chegou antes da Claudia, eu fiz ele entrar no quarto, ele se despiu e se meteu na cama. Quando a Claudia chegou, deu o peito pro neném e disse que queria descansar um pouco, eu acompanhei ela até o quarto.
—Senhor, trouxe sua mulher… como prometi… — falei. A cara da Claudia se iluminou. — Ela tá ansiosa pra sentir seu pau de novo… — eu a despi lentamente pra ele. Ela montou nele, se mordiam nas bocas, teve vários orgasmos em pouquíssimo tempo.
—Sim, meu rei… que delícia… me come muito… me dá essa pica… me faz sua puta de novo…
Saí do quarto e eles ficaram um tempão se pegando, eu entrei num momento pra pedir que não fizessem barulho porque a Lucia tinha chegado com o namorado. Quando ele terminou, esperei o momento certo e acompanhei ele até a porta, fui pro quarto e a Claudia me olhou sorrindo, me mandou ir chupar a buceta dela.
—Chupa bem… pega a porra… não tá na sua bunda… tá mais perto da sua boca… limpa bem, chupona… aaaa… que marido corno… e você se fez de machão… olha como ela me recolheu… junta tudo… não deixa nada… chupona… porca fácil… — ela teve mais vários orgasmos me humilhando, fazia um tempão que a gente não transava. Naquela noite ela disse que tinha sido bom, mas que eu ainda não merecia transar com ela. Se eu quisesse, ela me dava uma punheta, eu pedi por favor que fizesse, ela me deu um beijo bem suave e disse: melhor não. Dorme que você tá cansado. A gente tava por Festejar o batismo do moleque e ele ia estar presente, esteve na festa como um ex-funcionário da Claudia, aproveitou pra trocar uma ideia com a Lucía, que tava rindo divertida com os comentários dele. Já tava na primavera de novo, era uma noite linda de calor. Lucía ficava com o Carlos, a gente ia dar uma volta de carro com a Claudia, o Mario tava esperando a gente lá embaixo, fomos pro lago do golfe em Palermo, eles ficaram no carro e me mandaram descer pra vigiar. Claudia tava com um vestido curto, ele colocou ela no banco de trás de joelhos olhando pro vidro, levantou o vestido dela, puxou a fio dental e enfiou no cu dela. Ficaram uma eternidade, ele falava no ouvido dela, ela virava a boca e se beijavam, ele furou um montão até encher as tripas dela, Claudia quis que eu limpasse ali mesmo, com a minha língua.
— Toma a porra do meu homem… pede permissão… vê se hoje dá pra me comer… talvez ele te veja com a porra dele na sua boca e tenha pena… — virei a cabeça e olhei pra ele.
— Posso comer ela hoje, senhor…?
— Tá com muita vontade…?
— Muita mesmo, senhor…
— então não… quando você tiver mais calmo, talvez… se quiser, pode bater uma pra ela… mas se ela quiser… — continuei chupando o cu da Claudia por um tempão, depois deixamos ele em casa e voltamos pra nossa, Claudia me chamou do banheiro, me colocou perto da pia e começou a bater uma pra mim bem devagar.
— foi assim que bati uma pro namorado da menina… o Mario já vai passar a raiva… você tem que se comportar… se continuar fazendo bonito… se der o cu de novo, talvez ele perceba que você quer perdão… — gozei e me senti muito mal. Nem fodendo que você me enfia de novo, falei pra mim mesmo e dormi.[/swf]
8 comentários - Maridos entregadores
saludos Misko
P.D dejo puntos
se extraña mucho esos relatos...