Será que é verdade...
[/swf]http://www.slutload.com/watch/FOe9DtF3od2/primera-vez-en-mi-culo-y-me-gusto.html[/swf]" rel="nofollow" target="_blank"> http://www.slutload.com/watch/FOe9DtF3od2/primera-vez-en-mi-culo-y-me-gusto.html[/swf]
[/swf] Impressionante, o povo é doido, não dá pra entregar a parceira.[/swf] ..[/swf]
[/swf]http://xhamster.com/movies/1300369/first_time_with_a_stranger.html[/swf]" rel="nofollow" target="_blank"> http://xhamster.com/movies/1300369/first_time_with_a_stranger.html[/swf]
[/swf] E mais da história...
Claudia é uma vadia vingativa de 61 anos.[/swf] Quando estava prestes a sair, ele desceu do carro e voltou para casa para devolver as chaves. Quando se sentou ao meu lado, me disse que gostava da vida que tínhamos, que talvez pudéssemos visitá-lo juntos no escritório dele, mas aquele carro não tinha lugar na nossa vida. Ele colocou a mão esquerda sobre meu volume e me disse para dirigir para casa. Aproximou-se para me beijar e disse que me amava.
Quando chegamos em casa, a televisão estava ligada, Carlos, o namorado da Lúcia, assistindo. Fomos cumprimentá-lo e Cláudia sentou-se ao lado dele no sofá, recostou-se um pouco e foi caindo no sono. Eu disse para irmos para o quarto, ela me garantiu que descansava um pouco e já ia. Carlos desceu para o tapete e disse para Cláudia ficar confortável. Seu vestido estava bem levantado e dava para ver quase o início da calcinha, a cabeça do Carlos bem naquela altura. Eu fui para o quarto. A sala com a TV fica ao lado do quarto da Lúcia. Eu nem conseguia olhar o que estava acontecendo.
Quando Cláudia veio para o quarto, me fez deitar, colocou uma camisinha, tirou toda a roupa e montou em mim. Quando agarrei sua bunda, senti toda melada de porra. Ela se aproximou do meu ouvido:
— Quando você foi embora, eu virei e fiquei de bunda para o lado dele… esperei um pouco e ele se levantou… tocou um pouco na minha bunda para ver se eu reagia… e depois levantou meu vestido… me acariciou por um tempão… bem devagar para eu não acordar… depois tirou o pau dele e começou a se masturbar… e quando estava gozando, jorrou tudo na minha bunda… isso que você está sentindo… depois abaixou meu vestido… desligou a TV e foi para o quarto… e eu fiquei com muito tesão… me fode, puta.
— Que linda você é… está cada dia mais gostosa…
— E mais puta… eu adoro pau… não sei o que acontece comigo… não consigo me conter…
— E quem está pedindo para você se conter?
— Aaaaah… que puta que eu sou… — disse ela, chegando ao orgasmo — e a garotinha… que puta que é a mãe… sou uma puta com tesão… quero pau… adoro pau… — ela me dizia no ouvido, enquanto gozava.
Depois, ela ficou de quatro.
— Me fode. como uma puta... sou uma puta... me come, vai... - agarrei ela pela cintura e comecei a meter bem forte. - é, eu adoro uma pica... qualquer otário me come... até você... chifrudo... seu viadinho... goza com as sobras... eh, puta... - e meu pau cada vez mais duro com cada insulto. - estou cheia de um macho de verdade... não de um viadinho... vai, chupetinha... fuck... como se você fosse um homenzinho... - eu a perfurei bem forte até chegar, caí sobre ela e ela me beijou, depois nos acomodamos e dormimos um pouco. Quando acordamos, os meninos tinham comido e tinham cuidado da Nerea, nos deixaram um bilhete dizendo que iam para a praça com ela. Claudia foi tomar banho e quis que eu a acompanhasse, que a limpasse com cuidado. Claudia colocou uma leggings sem calcinha, seu bumbum marcado e seus lábios também. Quando voltaram da praça, Lucía tinha que fazer lição de casa e foi para seu quarto. Claudia estava na cozinha e chamou Carlos. Eu estava na sala de jantar brincando com Nerea, tentando ouvir o que eles falavam.
- Sabe, Carlos... não sei como te dizer... fui me deitar... depois de estar deitada no sofá... e minha bunda estava toda manchada... você não comeu nada... não se serviu de nada e derrubou alguma coisa...
- Não... assisti TV um pouco e fui dormir... que estranho...
- Sim, é estranhíssimo... tinha tipo um creme na bunda... não sei o que poderia ser... bom, não importa... vá com a Lucía, se quiser...
E assim chegou a segunda-feira, Claudia voltou à sua rotina de trabalho, entrou em mais uma daquelas fases de muito trabalho. Não tinha tempo para nada. Além disso, toda sua energia voltada para o trabalho. Perto do terceiro mês. Como na gravidez anterior, ela começou a ficar cada vez mais excitada. Queria que perfurassem seu cu, um homem de verdade, dizia. Mas mesmo assim, seu trabalho consumia muita energia. Um desses dias, com o cansaço e a frustração, ela ficou muito brava comigo, disse que tinha que trabalhar porque eu era um inútil, que não conseguia sustentar a família como um homem de verdade. Despejou uma série de insultos em mim. Mas não estávamos... transando. Eu tava puta e não tava levando na brincadeira. Pela primeira vez na vida pensei na necessidade de me mandar, de tomar distância. Parecia que não podia por causa da Nerea. Mas não queria abuso. Uma coisa era a nossa putaria. Outra era tudo virar reclamação de verdade. Uma sexta à noite esperei ela e joguei a real. Falei que tava cansado, que tinha permitido um monte de coisas sem reclamar. Mas não tankava o abuso gratuito dela. Só porque sim e sem me considerar nem um pouco. Ela me olhou séria e ficou pensativa. No dia seguinte veio com o café na cama, me deu um beijo na boca e pediu desculpas. Não entendia muito bem o que tava rolando.
- Fiquei pensando muito ontem à noite… não consegui dormir e acho que você tem razão… você realizou todos os meus caprichos… acho que não posso te maltratar só porque sim… então terça você vai no açougue e convida um dos dois… o João ou o Mário… escolhe você… preciso de rola na bunda… uma rola bonita… pensa em quem você tem mais vontade de ver me arrombando… assim tá bom te tratar, né…? Hein, minha mariconzinha… preciso de rola… rola de homem… de um homem de verdade… terça você escolhe, tá…? – ela apertou meu pau que tava bem duro, me deu um beijo na boca e saiu pro trabalho. Fiquei na cama com uma mistura de sensações, mas era isso que eu tinha querido e consegui. Então de novo no clima, ela e eu, sem abuso gratuito. Só o que a gente escolhe e gosta. Tem gente muito doente.
Essa tarde a Cláudia me ligou do consultório. Dava pra ouvir que ela tava com tesão. Disse pra eu ir buscar ela no consultório, que tava frio, precisava de um motorista, te amo muito, meu bem, disse e desligou. Quando cheguei tava saindo o Sebastião, me cumprimentou educado. Quando entrei fui pro consultório, ela tava me esperando com o cuzinho pra cima apoiado na mesa.
- Enfia a linguinha… precisava de uma rola na bunda… o cara não acredita… enquanto me arrombava sem piedade… ele ficava repetindo que não tava certo o que a gente fazia… mas me Ele metia com muita força... o pau dele parecia um cacete... e eu senti a descarga que ele me deu... -e ele fazia força para fora para empurar a porra do cara.- Que degenerado, né... nem as grávidas respeitam... que coisa... chupa bem... inútil... agora sim posso te chamar de inútil, né... me limpa direitinho... passa essa língua de porca mamona... assim, inútil –e ele se masturbou até gozar mais uma vez, depois foi ao banho se limpou um pouco e fomos para casa.[/swf]
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Claudia é uma vadia vingativa de 61 anos.[/swf]
Quando chegamos em casa, a televisão estava ligada, Carlos, o namorado da Lúcia, assistindo. Fomos cumprimentá-lo e Cláudia sentou-se ao lado dele no sofá, recostou-se um pouco e foi caindo no sono. Eu disse para irmos para o quarto, ela me garantiu que descansava um pouco e já ia. Carlos desceu para o tapete e disse para Cláudia ficar confortável. Seu vestido estava bem levantado e dava para ver quase o início da calcinha, a cabeça do Carlos bem naquela altura. Eu fui para o quarto. A sala com a TV fica ao lado do quarto da Lúcia. Eu nem conseguia olhar o que estava acontecendo.
Quando Cláudia veio para o quarto, me fez deitar, colocou uma camisinha, tirou toda a roupa e montou em mim. Quando agarrei sua bunda, senti toda melada de porra. Ela se aproximou do meu ouvido:
— Quando você foi embora, eu virei e fiquei de bunda para o lado dele… esperei um pouco e ele se levantou… tocou um pouco na minha bunda para ver se eu reagia… e depois levantou meu vestido… me acariciou por um tempão… bem devagar para eu não acordar… depois tirou o pau dele e começou a se masturbar… e quando estava gozando, jorrou tudo na minha bunda… isso que você está sentindo… depois abaixou meu vestido… desligou a TV e foi para o quarto… e eu fiquei com muito tesão… me fode, puta.
— Que linda você é… está cada dia mais gostosa…
— E mais puta… eu adoro pau… não sei o que acontece comigo… não consigo me conter…
— E quem está pedindo para você se conter?
— Aaaaah… que puta que eu sou… — disse ela, chegando ao orgasmo — e a garotinha… que puta que é a mãe… sou uma puta com tesão… quero pau… adoro pau… — ela me dizia no ouvido, enquanto gozava.
Depois, ela ficou de quatro.
— Me fode. como uma puta... sou uma puta... me come, vai... - agarrei ela pela cintura e comecei a meter bem forte. - é, eu adoro uma pica... qualquer otário me come... até você... chifrudo... seu viadinho... goza com as sobras... eh, puta... - e meu pau cada vez mais duro com cada insulto. - estou cheia de um macho de verdade... não de um viadinho... vai, chupetinha... fuck... como se você fosse um homenzinho... - eu a perfurei bem forte até chegar, caí sobre ela e ela me beijou, depois nos acomodamos e dormimos um pouco. Quando acordamos, os meninos tinham comido e tinham cuidado da Nerea, nos deixaram um bilhete dizendo que iam para a praça com ela. Claudia foi tomar banho e quis que eu a acompanhasse, que a limpasse com cuidado. Claudia colocou uma leggings sem calcinha, seu bumbum marcado e seus lábios também. Quando voltaram da praça, Lucía tinha que fazer lição de casa e foi para seu quarto. Claudia estava na cozinha e chamou Carlos. Eu estava na sala de jantar brincando com Nerea, tentando ouvir o que eles falavam.
- Sabe, Carlos... não sei como te dizer... fui me deitar... depois de estar deitada no sofá... e minha bunda estava toda manchada... você não comeu nada... não se serviu de nada e derrubou alguma coisa...
- Não... assisti TV um pouco e fui dormir... que estranho...
- Sim, é estranhíssimo... tinha tipo um creme na bunda... não sei o que poderia ser... bom, não importa... vá com a Lucía, se quiser...
E assim chegou a segunda-feira, Claudia voltou à sua rotina de trabalho, entrou em mais uma daquelas fases de muito trabalho. Não tinha tempo para nada. Além disso, toda sua energia voltada para o trabalho. Perto do terceiro mês. Como na gravidez anterior, ela começou a ficar cada vez mais excitada. Queria que perfurassem seu cu, um homem de verdade, dizia. Mas mesmo assim, seu trabalho consumia muita energia. Um desses dias, com o cansaço e a frustração, ela ficou muito brava comigo, disse que tinha que trabalhar porque eu era um inútil, que não conseguia sustentar a família como um homem de verdade. Despejou uma série de insultos em mim. Mas não estávamos... transando. Eu tava puta e não tava levando na brincadeira. Pela primeira vez na vida pensei na necessidade de me mandar, de tomar distância. Parecia que não podia por causa da Nerea. Mas não queria abuso. Uma coisa era a nossa putaria. Outra era tudo virar reclamação de verdade. Uma sexta à noite esperei ela e joguei a real. Falei que tava cansado, que tinha permitido um monte de coisas sem reclamar. Mas não tankava o abuso gratuito dela. Só porque sim e sem me considerar nem um pouco. Ela me olhou séria e ficou pensativa. No dia seguinte veio com o café na cama, me deu um beijo na boca e pediu desculpas. Não entendia muito bem o que tava rolando.
- Fiquei pensando muito ontem à noite… não consegui dormir e acho que você tem razão… você realizou todos os meus caprichos… acho que não posso te maltratar só porque sim… então terça você vai no açougue e convida um dos dois… o João ou o Mário… escolhe você… preciso de rola na bunda… uma rola bonita… pensa em quem você tem mais vontade de ver me arrombando… assim tá bom te tratar, né…? Hein, minha mariconzinha… preciso de rola… rola de homem… de um homem de verdade… terça você escolhe, tá…? – ela apertou meu pau que tava bem duro, me deu um beijo na boca e saiu pro trabalho. Fiquei na cama com uma mistura de sensações, mas era isso que eu tinha querido e consegui. Então de novo no clima, ela e eu, sem abuso gratuito. Só o que a gente escolhe e gosta. Tem gente muito doente.
Essa tarde a Cláudia me ligou do consultório. Dava pra ouvir que ela tava com tesão. Disse pra eu ir buscar ela no consultório, que tava frio, precisava de um motorista, te amo muito, meu bem, disse e desligou. Quando cheguei tava saindo o Sebastião, me cumprimentou educado. Quando entrei fui pro consultório, ela tava me esperando com o cuzinho pra cima apoiado na mesa.
- Enfia a linguinha… precisava de uma rola na bunda… o cara não acredita… enquanto me arrombava sem piedade… ele ficava repetindo que não tava certo o que a gente fazia… mas me Ele metia com muita força... o pau dele parecia um cacete... e eu senti a descarga que ele me deu... -e ele fazia força para fora para empurar a porra do cara.- Que degenerado, né... nem as grávidas respeitam... que coisa... chupa bem... inútil... agora sim posso te chamar de inútil, né... me limpa direitinho... passa essa língua de porca mamona... assim, inútil –e ele se masturbou até gozar mais uma vez, depois foi ao banho se limpou um pouco e fomos para casa.[/swf]
3 comentários - Dice que es la primera vez en la cola y que legusto