Pois é, sempre tem gente pra tudo...

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Esposa complacente...
[/swf]http://www.slutload.com/watch/AIkv0HzN0Or/Un-poco-m-s-de-anal.html[/swf]" rel="nofollow" target="_blank"> http://www.slutload.com/watch/AIkv0HzN0Or/Un-poco-m-s-de-anal.html[/swf]
[/swf] Essa história segue
Claudia é uma puta vingativa de 55 anos[/swf] Claudia não conseguiu ver o Juan na quinta ou na sexta, saiu com ele na noite de sábado, voltou e não tocou no assunto, parecia que tinham se divertido pra caramba a noite toda. O de sempre, ela me disse quando perguntei. Tava cada vez mais feliz. Quando chegou terça-feira, ela me acordou me beijando e acariciando, falou que não vinha ao meio-dia porque tinha coisas pra fazer. Chegou lá pelas quatro da tarde, tinha almoçado numa reunião de médicos. Tinha um médico que já tava de olho nela há um tempão, deu em cima, mas ela recusou educadamente. Descansamos um pouco na cama e ela se vestiu com a legging sem calcinha.
— Vamos no açougue.
— Mas eu já comprei hoje…
— Quero ver as verduras… — disse piscando um olho… — ou quero vê-las duras… — falou com cara de menina safada.
Fomos na verdureira, tava o rapaz que o Juan tinha comentado. Ela já conhecia ele de vista, porque a gente não ia no horário que ele tava, pelo menos não juntos. Eu ia sozinho às vezes comprar umas verduras. O rapaz se chamava Mario, tava terminando de atender uma senhora, tinha uma tatuagem feita de caneta no braço, parecia uma âncora. Ele sorriu pra Claudia e perguntou o que ela precisava. Ela foi pedindo, falava baixinho com ele pra ninguém mais ouvir, eu tentava me aproximar. Quando pediu uns pepinos e ele começou a pegar, ela disse:
— Gosto mais grossos… bem grossos… — ele mostrou um que tinha lá.
— Esse tá bom pra senhora, doutora?
— Sim, esse tá bom… tem um formato legal também…
— Que bom que a senhora veio, doutora… não tem cliente tão gostosa por aqui…
— Obrigada pelo elogio… mas você deve ver umas meninas bem novinhas e lindas por aqui…
Juan, nisso tudo, tava olhando do açouque bem enciumado. Mas não podia demonstrar nada, a esposa dele também tava lá atendendo no frios.
— Mas nenhuma que se compare, doutora…
— O Juan me disse que você gostava de mim… é verdade? — Naquela hora tinha pouca gente, costumava encher perto das 19 ou 20h. Horas, mas naquela hora podiam conversar tranquilos.
— A senhora é linda, doutora…
— Ai, agradeço… mas eu já me sinto uma mulher velha… sei lá… o que você gosta em mim? — disse enquanto virava, deixando a bunda à vista do rapaz para cumprimentar a moça do açougue. — Me dá bananas também… que sejam bonitas… — já dava pra ver um volume na calça do rapaz. Parecia um cara bem arriscado pro meu gosto. Não era um moleque fácil de lidar, devia ter uns trinta e poucos. Claudia se aproximava e falava com voz de puta. — Você não me disse o que gosta em mim…
— A senhora tem uma bunda linda… — disse tratando ela por "você" pela primeira vez.
— Pra mim ela já tá meio caída…
— Olha, doutora… a senhora é uma mulher de bandeira… seu marido é muito sortudo…
— Ele gosta de compartilhar a sorte dele…
O rapaz ficou pensativo, fomos pro caixa, que também é atendido pela esposa do açougueiro, e saímos do lugar.
Quando saíamos, Claudia me disse que tava muito excitada com toda a conversa, que precisava transar. Queria pica urgente. Chegamos em casa, mas a Nerea tava exigente, precisava que a gente ficasse com ela. Ficamos de boa. Claudia tava cada vez mais quente. Mais tarde ela me disse:
— Que horas fecha o açougue…
— Umas dez da noite, amor…
— E… cê não podia convidar aquele rapaz…
— Pra onde, amor… não vai trazer ele pra casa… a gente tá todo mundo… e ele me parece um cara perigoso…
— Sempre tão exagerado… perigoso como… eu gosto de homens perigosos… que me olham do jeito que ele me olhou… quando virei pra cumprimentar a Natália… ele comeu minha bunda com os olhos… não mordeu porque não pôde…
— Mas amor… cê quer que eu traga ele pra casa… não acha que não dá…
— Cê tem razão… e se a gente levar ele pro estacionamento… que não tem muito movimento… e você fica de olho pra não vir ninguém… — ela passou a mão na minha pica por cima da calça.
— Mas amor… o que eu falo pra ele…
— Espera ele quando sair e fala que eu quero conversar algo com ele… no estacionamento do prédio… só isso… vai lá que eu te espero embaixo… — e foi pro prédio. Estacionamento. Avisamos a Lucía que a gente ia sair e eu saí quase tremendo do prédio.
Quando ele saiu do açougue, cumprimentou o João e a esposa dele e foi andando pro outro lado. Mario, eu chamei.
— Doutor, o que o senhor precisa…
— Não sou doutor… O João me chama de doutor… Minha mulher quer bater um papo com você no estacionamento do prédio… — ele só sorriu pra mim, a gente caminhou em silêncio, entramos no prédio e depois na garagem, que tem poucos carros, tudo de gente mais velha que geralmente não usa eles, tem bem pouco movimento mesmo. A Cláudia esperava lá.
— Oi, Mario… você veio… — ele se aproximou dela, puxou ela pra perto, beijando e começando a passar a mão na bunda dela.
— Que rabão você tem, putinha…
— Gostou… aproveita… — e eles se beijaram de boca por um tempão. Ele encostou ela no capô do carro da Cláudia e puxou a legging dela pra baixo, a bunda dela ficou no ar. A pica dele era bem grossa, mas de um tamanho normal. A Cláudia deu uma camisinha pra ele colocar.
— E se eu meter no seu cu… — disse ele, agarrando o cabelo dela numa bundinha pequena — posso não usar camisinha…
— Assim, direto no rabo… — falou a Cláudia com voz de puta enquanto ele já tava metendo.
— Que bunda linda, doutora… com essa cara de puta que você tem pra rebolar… que delícia… — ele se afastou um pouco dela e disse: — Rebola pra mim, vai… igual quando você anda na rua, putinha, vai… — e a Cláudia rebocava a bunda enfiada na pica dele. Depois ele pegou ela pela cintura e começou um vai e vem devagar, a Cláudia se masturbava com a mão direita e apertava os peitos com a esquerda.
— Adoro pica… que delícia… arrebenta meu cu…
— Olha só como a doutora foi fácil… rabo quente…
— Sim, adoro pica… e adoro no cu… vai encher meu cu de porra, hein…
Ele, como resposta, começou a acelerar os movimentos até se beijarem quando tavam chegando lá. Encheu o cu dela de porra. A Cláudia arrumou a roupa, eu acompanhei o Mario até a porta do prédio, subimos com a Cláudia no elevador junto com um senhor do nono andar. Cláudia enfiou a bunda contra o elevador porque a legging dela tava toda suja. Restos de porra nela. Eu entrei primeiro e ela foi direto pro banheiro. Me senti pior do que nunca.[/swf]

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Esposa complacente...
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Claudia é uma puta vingativa de 55 anos[/swf]
— Vamos no açougue.
— Mas eu já comprei hoje…
— Quero ver as verduras… — disse piscando um olho… — ou quero vê-las duras… — falou com cara de menina safada.
Fomos na verdureira, tava o rapaz que o Juan tinha comentado. Ela já conhecia ele de vista, porque a gente não ia no horário que ele tava, pelo menos não juntos. Eu ia sozinho às vezes comprar umas verduras. O rapaz se chamava Mario, tava terminando de atender uma senhora, tinha uma tatuagem feita de caneta no braço, parecia uma âncora. Ele sorriu pra Claudia e perguntou o que ela precisava. Ela foi pedindo, falava baixinho com ele pra ninguém mais ouvir, eu tentava me aproximar. Quando pediu uns pepinos e ele começou a pegar, ela disse:
— Gosto mais grossos… bem grossos… — ele mostrou um que tinha lá.
— Esse tá bom pra senhora, doutora?
— Sim, esse tá bom… tem um formato legal também…
— Que bom que a senhora veio, doutora… não tem cliente tão gostosa por aqui…
— Obrigada pelo elogio… mas você deve ver umas meninas bem novinhas e lindas por aqui…
Juan, nisso tudo, tava olhando do açouque bem enciumado. Mas não podia demonstrar nada, a esposa dele também tava lá atendendo no frios.
— Mas nenhuma que se compare, doutora…
— O Juan me disse que você gostava de mim… é verdade? — Naquela hora tinha pouca gente, costumava encher perto das 19 ou 20h. Horas, mas naquela hora podiam conversar tranquilos.
— A senhora é linda, doutora…
— Ai, agradeço… mas eu já me sinto uma mulher velha… sei lá… o que você gosta em mim? — disse enquanto virava, deixando a bunda à vista do rapaz para cumprimentar a moça do açougue. — Me dá bananas também… que sejam bonitas… — já dava pra ver um volume na calça do rapaz. Parecia um cara bem arriscado pro meu gosto. Não era um moleque fácil de lidar, devia ter uns trinta e poucos. Claudia se aproximava e falava com voz de puta. — Você não me disse o que gosta em mim…
— A senhora tem uma bunda linda… — disse tratando ela por "você" pela primeira vez.
— Pra mim ela já tá meio caída…
— Olha, doutora… a senhora é uma mulher de bandeira… seu marido é muito sortudo…
— Ele gosta de compartilhar a sorte dele…
O rapaz ficou pensativo, fomos pro caixa, que também é atendido pela esposa do açougueiro, e saímos do lugar.
Quando saíamos, Claudia me disse que tava muito excitada com toda a conversa, que precisava transar. Queria pica urgente. Chegamos em casa, mas a Nerea tava exigente, precisava que a gente ficasse com ela. Ficamos de boa. Claudia tava cada vez mais quente. Mais tarde ela me disse:
— Que horas fecha o açougue…
— Umas dez da noite, amor…
— E… cê não podia convidar aquele rapaz…
— Pra onde, amor… não vai trazer ele pra casa… a gente tá todo mundo… e ele me parece um cara perigoso…
— Sempre tão exagerado… perigoso como… eu gosto de homens perigosos… que me olham do jeito que ele me olhou… quando virei pra cumprimentar a Natália… ele comeu minha bunda com os olhos… não mordeu porque não pôde…
— Mas amor… cê quer que eu traga ele pra casa… não acha que não dá…
— Cê tem razão… e se a gente levar ele pro estacionamento… que não tem muito movimento… e você fica de olho pra não vir ninguém… — ela passou a mão na minha pica por cima da calça.
— Mas amor… o que eu falo pra ele…
— Espera ele quando sair e fala que eu quero conversar algo com ele… no estacionamento do prédio… só isso… vai lá que eu te espero embaixo… — e foi pro prédio. Estacionamento. Avisamos a Lucía que a gente ia sair e eu saí quase tremendo do prédio.
Quando ele saiu do açougue, cumprimentou o João e a esposa dele e foi andando pro outro lado. Mario, eu chamei.
— Doutor, o que o senhor precisa…
— Não sou doutor… O João me chama de doutor… Minha mulher quer bater um papo com você no estacionamento do prédio… — ele só sorriu pra mim, a gente caminhou em silêncio, entramos no prédio e depois na garagem, que tem poucos carros, tudo de gente mais velha que geralmente não usa eles, tem bem pouco movimento mesmo. A Cláudia esperava lá.
— Oi, Mario… você veio… — ele se aproximou dela, puxou ela pra perto, beijando e começando a passar a mão na bunda dela.
— Que rabão você tem, putinha…
— Gostou… aproveita… — e eles se beijaram de boca por um tempão. Ele encostou ela no capô do carro da Cláudia e puxou a legging dela pra baixo, a bunda dela ficou no ar. A pica dele era bem grossa, mas de um tamanho normal. A Cláudia deu uma camisinha pra ele colocar.
— E se eu meter no seu cu… — disse ele, agarrando o cabelo dela numa bundinha pequena — posso não usar camisinha…
— Assim, direto no rabo… — falou a Cláudia com voz de puta enquanto ele já tava metendo.
— Que bunda linda, doutora… com essa cara de puta que você tem pra rebolar… que delícia… — ele se afastou um pouco dela e disse: — Rebola pra mim, vai… igual quando você anda na rua, putinha, vai… — e a Cláudia rebocava a bunda enfiada na pica dele. Depois ele pegou ela pela cintura e começou um vai e vem devagar, a Cláudia se masturbava com a mão direita e apertava os peitos com a esquerda.
— Adoro pica… que delícia… arrebenta meu cu…
— Olha só como a doutora foi fácil… rabo quente…
— Sim, adoro pica… e adoro no cu… vai encher meu cu de porra, hein…
Ele, como resposta, começou a acelerar os movimentos até se beijarem quando tavam chegando lá. Encheu o cu dela de porra. A Cláudia arrumou a roupa, eu acompanhei o Mario até a porta do prédio, subimos com a Cláudia no elevador junto com um senhor do nono andar. Cláudia enfiou a bunda contra o elevador porque a legging dela tava toda suja. Restos de porra nela. Eu entrei primeiro e ela foi direto pro banheiro. Me senti pior do que nunca.[/swf]
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