Que linda como ela goza... você ouve ela gemer e te faz pirar.
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[/swf]http://emb.slutload.com/6YnctR2nhwyhttp://www.slutload.com/watch/6YnctR2nhwy/Un-lindo-anal.html#[/swf]http://emb.slutload.com/6YnctR2nhwy
[/swf]http://emb.slutload.com/6YnctR2nhwyNegão baixinho dando o cuzinho pra ela[/swf]http://emb.slutload.com/6YnctR2nhwy
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[/swf]http://emb.slutload.com/6YnctR2nhwyhttp://xhamster.com/movies/1123993/bbc_in_wife_ass.html[/swf]http://emb.slutload.com/6YnctR2nhwy
[/swf]http://emb.slutload.com/6YnctR2nhwySegue a história, muito trabalho e pouco tempo pra escrever e postar.
Claudia é uma puta vingativa, 54 anos.[/swf]http://emb.slutload.com/6YnctR2nhwyClaudia acordou depois do meio-dia, a Lucía tinha saído com o Carlos pra dar uma volta, e levaram a Nerea junto. Falei pra Claudia que eles tinham saído e ela me olhou sorrindo. Veio me beijar e começou a me acariciar suavemente por cima da minha calça.
— Que cock durinha… quanta mulher queria comer ela… pena que você seja meio mariconcito… — fomos pro banheiro e eu a banhei com cuidado, ela tinha umas marcas importantes no corpo, parecia encantada, me fez acariciar a buceta dela por um bom tempo. Depois do banho, ela se vestiu com roupa de casa e fomos almoçar. Ela estava cada vez mais feliz. No resto do fim de semana, não aconteceu mais nada.
Ela continuava cada vez mais feliz, continuou dando com camisinha pro cara e o Juan veio umas duas terças-feiras, mas finalmente ela menstruou normal. E eu me senti bem aliviado. Ainda faltavam uns dias pra eu completar meu mês de abstinência. Eu realmente sentia que tava voando de tesão, mesmo faltando só cinco dias, não aguentava mais. A Claudia percebia que eu tava quente. Era uma manhã de segunda, eu tava quase indo trabalhar. Ela me acordou me beijando e metendo a língua, me acariciou suavemente por cima da minha cueca.
— Que cock durinha… você não queria que eu aliviasse um pouco desse tesão?…
— Não aguento mais…
— Acabei de sair do período… acho que não tem risco… se você deixar eu dar pro cara sem camisinha… eu posso aliviar seu tesão… — eu não respondi. — Ela meteu a língua de novo e disse: — pensa com calma… se quiser que eu dê sem camisinha, me liga no consultório… e fala pro Sebi que você tem um recado pra mim… quero que você diga pra ele… fala pra doutora que ela pode tomar a dose toda… você gosta… — filha da puta, pensei, e a cock pulsava perto de gozar.
Nem preciso dizer que fiquei nervoso o dia inteiro, não sei por que eu não queria que o cara enchesse ela, na verdade pensei que ela tinha acabado de sair da menstruação, não achava que fosse arriscado. Mas depois pensei. Perto das cinco, liguei pro consultório e ele atendeu. disse algo parecido ao que a Claudia me disse, que desse o recado sem falta. Perto das sete, o telefone tocou. Era a Claudia.
- Oi, amor… tô terminando o trabalho… não tenho mais pacientes… pode vir pra cá logo… assim você me leva pra casa… daqui a meia hora mais ou menos… - toquei a campainha do consultório e o cara me atendeu, disse que já ia embora, que a doutora tava no consultório dela, ela falou pra ele ir que me deixasse entrar. Ouvi a porta fechar e entrei no consultório, ela só de roupa íntima. Tava com uma tanga com um recorte lindo na frente, pegou minha mão e fez eu enfiar dentro dela.
- Senti com a mão primeiro… - e começou a abaixar a tanga - … agora usa a boca… - chupei a buceta dela que escorria cachoeiras de porra do cara. - Senti tudo que ela me deu… tava voando de tesão… coitadinho… precisava se aliviar… brigou com a namorada no fim de semana… aaaa… aaaa… sim… como ele me comeu gostoso… aaaaa… siiiim… chupa, putooo… - entrou num orgasmo profundo. - Depois se recompôs e foi no banheiro se lavar, vestiu uma tanga limpa e me deu a suja pra eu colocar. Fomos de carro em silêncio. Jantamos com as meninas, tudo normal, eu me sentia estranho com a tanga da Claudia vestida, manchada de sêmen, e isso de vez em quando me excitava, mas me incomodava na frente das meninas, me sentia mal. A Claudia parecia saber do meu sentimento, se divertindo com a situação.
Depois do jantar fomos pro quarto, eu esperava que ela me fizesse gozar, ela disse pra eu dormir, que amanhã era terça e queria que eu tivesse bem excitado… pra dar mais porra… depois de visitar o açougue.
Eu não conseguia dormir de jeito nenhum, não aguentava o tesão, por sorte no final apaguei, acordei, levei a Nerea na creche e quando voltei a Claudia estreava uma legging nova, sem calcinha, enfiada naquele rabo divino. Tava se maquiando um pouco na frente do espelho.
- Quando você olhar pra minha bunda, Juan, lembra ele que agora é dele… e pergunta se ele não quer repetir… que eu tô morrendo de vontade de sentir essa pica no meu cu…
Fomos caminhando tranquilos até o açougue e realmente pude ver que, mesmo disfarçando, o João olhava pra bunda dela de um jeito diferente. Olhei pra ele e, me aproximando, falei:
-A doutora diz pra você olhar bem… que agora é seu… e que ela morre de vontade de repetir…
-Ele aproximou o pedido então, doutor… -no meio daquele tesão todo, achei graça ele me chamar de doutor.
Mal chegamos em casa, a Cláudia começou a me apalpar e acariciar com gosto, eu ainda tava com a roupa íntima dela vestida e ela sorriu quando enfiou a mão e me acariciou um pouco, parecia que tinha esquecido. Quando o João chegou, ela já tava de joelhos na frente dele, chupando como uma desesperada.
-Que pica você tem… adoro sua pica… que sorte tem a puta da sua mulher… pra você ficar com ciúmes… ela tem que dividir, filha da puta… -e chupava que nem louca. Depois fomos pro quarto, a Cláudia sozinha baixou a legging até a metade da coxa, colocou um travesseiro embaixo da bacia e me deu o óleo pra lubrificar o cu dela. –Lubrifica bem… olha a pica que eu vou comer… é a do dono do meu cu… olha bem… cê gosta? Por que não dá um beijo no nosso amigo… como um gesto de agradecimento… vai, vamos… -eu dei um beijo nele e me senti estranho. Tava voando de tesão. Fazia tempo que não chegava nesse ponto. Depois ele se ajeitou devagar atrás dela e enfiou primeiro só a cabeça. Um gemido escapou da boca da Cláudia.
-Que pica, meu amor… cê tá rasgando meu cu… -dava pra ver como ela tava duríssima, o João também tava voando de tesão. Como ele tinha dito, não tinha conseguido comer muitos cus, ninguém aguentava a grossura dele. –Me dá mais um pouco… assim, papai… vai, enfia… -e com a mão direita ela se acariciava a buceta. Ele continuou enfiando até que um pedaço bem grande tava dentro do cu dela. Ouvi a porta do apartamento, era a Lúcia chegando. Nós três ouvimos, na real. Eu falei do quarto que daqui a pouco saía. Que tava conversando com a Cláudia. O João começou a Mete e sai devagar, só um pedaço da pica, curtindo cada movimento, enquanto a Claudia se masturbava igual uma louca, mordendo o travesseiro pra não gritar. Quando ele tava quase gozando, se inclinou por cima dela, mordeu o pescoço dela e, no calor do momento, enfiou mais pica pra dentro. Claudia tentou escapar, mas tava pregada na cama, virou a boca e eles se morderam as bocas com tudo. Ela falou baixinho:
— Me matou… como você me cravou no final… rasgou meu cu… tá doendo… mas adoro que é você… — e voltaram a se beijar com gosto. Daí a pouco, a pica dele saiu toda melada do cu da Claudia, e ela foi limpar com cuidado.
Eu fui dar uma olhada e a Lucía tava no quarto dela. Esperei até ela ir no banheiro e levei o João correndo até a porta do apartamento. Quando a Lucía saiu do banheiro, a Claudia foi se limpar, tava com o cu doendo. Eu gozei na cueca sem nem perceber direito, tava tudo sujo. Tomei um banho, a Claudia me beijou e falou pra eu ver como tinha lambuzado a calcinha fio dental dela, pra eu lavar. Me vesti e fui buscar a Nerea no jardim de infância.[/swf]
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Claudia é uma puta vingativa, 54 anos.[/swf]http://emb.slutload.com/6YnctR2nhwyClaudia acordou depois do meio-dia, a Lucía tinha saído com o Carlos pra dar uma volta, e levaram a Nerea junto. Falei pra Claudia que eles tinham saído e ela me olhou sorrindo. Veio me beijar e começou a me acariciar suavemente por cima da minha calça.
— Que cock durinha… quanta mulher queria comer ela… pena que você seja meio mariconcito… — fomos pro banheiro e eu a banhei com cuidado, ela tinha umas marcas importantes no corpo, parecia encantada, me fez acariciar a buceta dela por um bom tempo. Depois do banho, ela se vestiu com roupa de casa e fomos almoçar. Ela estava cada vez mais feliz. No resto do fim de semana, não aconteceu mais nada.
Ela continuava cada vez mais feliz, continuou dando com camisinha pro cara e o Juan veio umas duas terças-feiras, mas finalmente ela menstruou normal. E eu me senti bem aliviado. Ainda faltavam uns dias pra eu completar meu mês de abstinência. Eu realmente sentia que tava voando de tesão, mesmo faltando só cinco dias, não aguentava mais. A Claudia percebia que eu tava quente. Era uma manhã de segunda, eu tava quase indo trabalhar. Ela me acordou me beijando e metendo a língua, me acariciou suavemente por cima da minha cueca.
— Que cock durinha… você não queria que eu aliviasse um pouco desse tesão?…
— Não aguento mais…
— Acabei de sair do período… acho que não tem risco… se você deixar eu dar pro cara sem camisinha… eu posso aliviar seu tesão… — eu não respondi. — Ela meteu a língua de novo e disse: — pensa com calma… se quiser que eu dê sem camisinha, me liga no consultório… e fala pro Sebi que você tem um recado pra mim… quero que você diga pra ele… fala pra doutora que ela pode tomar a dose toda… você gosta… — filha da puta, pensei, e a cock pulsava perto de gozar.
Nem preciso dizer que fiquei nervoso o dia inteiro, não sei por que eu não queria que o cara enchesse ela, na verdade pensei que ela tinha acabado de sair da menstruação, não achava que fosse arriscado. Mas depois pensei. Perto das cinco, liguei pro consultório e ele atendeu. disse algo parecido ao que a Claudia me disse, que desse o recado sem falta. Perto das sete, o telefone tocou. Era a Claudia.
- Oi, amor… tô terminando o trabalho… não tenho mais pacientes… pode vir pra cá logo… assim você me leva pra casa… daqui a meia hora mais ou menos… - toquei a campainha do consultório e o cara me atendeu, disse que já ia embora, que a doutora tava no consultório dela, ela falou pra ele ir que me deixasse entrar. Ouvi a porta fechar e entrei no consultório, ela só de roupa íntima. Tava com uma tanga com um recorte lindo na frente, pegou minha mão e fez eu enfiar dentro dela.
- Senti com a mão primeiro… - e começou a abaixar a tanga - … agora usa a boca… - chupei a buceta dela que escorria cachoeiras de porra do cara. - Senti tudo que ela me deu… tava voando de tesão… coitadinho… precisava se aliviar… brigou com a namorada no fim de semana… aaaa… aaaa… sim… como ele me comeu gostoso… aaaaa… siiiim… chupa, putooo… - entrou num orgasmo profundo. - Depois se recompôs e foi no banheiro se lavar, vestiu uma tanga limpa e me deu a suja pra eu colocar. Fomos de carro em silêncio. Jantamos com as meninas, tudo normal, eu me sentia estranho com a tanga da Claudia vestida, manchada de sêmen, e isso de vez em quando me excitava, mas me incomodava na frente das meninas, me sentia mal. A Claudia parecia saber do meu sentimento, se divertindo com a situação.
Depois do jantar fomos pro quarto, eu esperava que ela me fizesse gozar, ela disse pra eu dormir, que amanhã era terça e queria que eu tivesse bem excitado… pra dar mais porra… depois de visitar o açougue.
Eu não conseguia dormir de jeito nenhum, não aguentava o tesão, por sorte no final apaguei, acordei, levei a Nerea na creche e quando voltei a Claudia estreava uma legging nova, sem calcinha, enfiada naquele rabo divino. Tava se maquiando um pouco na frente do espelho.
- Quando você olhar pra minha bunda, Juan, lembra ele que agora é dele… e pergunta se ele não quer repetir… que eu tô morrendo de vontade de sentir essa pica no meu cu…
Fomos caminhando tranquilos até o açougue e realmente pude ver que, mesmo disfarçando, o João olhava pra bunda dela de um jeito diferente. Olhei pra ele e, me aproximando, falei:
-A doutora diz pra você olhar bem… que agora é seu… e que ela morre de vontade de repetir…
-Ele aproximou o pedido então, doutor… -no meio daquele tesão todo, achei graça ele me chamar de doutor.
Mal chegamos em casa, a Cláudia começou a me apalpar e acariciar com gosto, eu ainda tava com a roupa íntima dela vestida e ela sorriu quando enfiou a mão e me acariciou um pouco, parecia que tinha esquecido. Quando o João chegou, ela já tava de joelhos na frente dele, chupando como uma desesperada.
-Que pica você tem… adoro sua pica… que sorte tem a puta da sua mulher… pra você ficar com ciúmes… ela tem que dividir, filha da puta… -e chupava que nem louca. Depois fomos pro quarto, a Cláudia sozinha baixou a legging até a metade da coxa, colocou um travesseiro embaixo da bacia e me deu o óleo pra lubrificar o cu dela. –Lubrifica bem… olha a pica que eu vou comer… é a do dono do meu cu… olha bem… cê gosta? Por que não dá um beijo no nosso amigo… como um gesto de agradecimento… vai, vamos… -eu dei um beijo nele e me senti estranho. Tava voando de tesão. Fazia tempo que não chegava nesse ponto. Depois ele se ajeitou devagar atrás dela e enfiou primeiro só a cabeça. Um gemido escapou da boca da Cláudia.
-Que pica, meu amor… cê tá rasgando meu cu… -dava pra ver como ela tava duríssima, o João também tava voando de tesão. Como ele tinha dito, não tinha conseguido comer muitos cus, ninguém aguentava a grossura dele. –Me dá mais um pouco… assim, papai… vai, enfia… -e com a mão direita ela se acariciava a buceta. Ele continuou enfiando até que um pedaço bem grande tava dentro do cu dela. Ouvi a porta do apartamento, era a Lúcia chegando. Nós três ouvimos, na real. Eu falei do quarto que daqui a pouco saía. Que tava conversando com a Cláudia. O João começou a Mete e sai devagar, só um pedaço da pica, curtindo cada movimento, enquanto a Claudia se masturbava igual uma louca, mordendo o travesseiro pra não gritar. Quando ele tava quase gozando, se inclinou por cima dela, mordeu o pescoço dela e, no calor do momento, enfiou mais pica pra dentro. Claudia tentou escapar, mas tava pregada na cama, virou a boca e eles se morderam as bocas com tudo. Ela falou baixinho:
— Me matou… como você me cravou no final… rasgou meu cu… tá doendo… mas adoro que é você… — e voltaram a se beijar com gosto. Daí a pouco, a pica dele saiu toda melada do cu da Claudia, e ela foi limpar com cuidado.
Eu fui dar uma olhada e a Lucía tava no quarto dela. Esperei até ela ir no banheiro e levei o João correndo até a porta do apartamento. Quando a Lucía saiu do banheiro, a Claudia foi se limpar, tava com o cu doendo. Eu gozei na cueca sem nem perceber direito, tava tudo sujo. Tomei um banho, a Claudia me beijou e falou pra eu ver como tinha lambuzado a calcinha fio dental dela, pra eu lavar. Me vesti e fui buscar a Nerea no jardim de infância.[/swf]
9 comentários - Booty bem gostosa, uma verdadeira obra
gracias por compartir 😉
Excelente video
Gracias por compartir
Yo pase por tu Post y comente, vos pasaste por el mío? Comentaste?