Emma Watson - Hermione Granger: Conto Erótico

Senhoras e senhores, talvez lembrem de mim de posts como "Emma Watson: a melhor coleção de fotos" ou "A história do MiG-21 e suas variantes", ou ainda "As Ferraris de 2000 até hoje". Mas agora, camaradas, hoje trago uma história escrita por um fã de HP... é bem boa, então tirem um tempo pra ler, que tá muito boa. Hermione vai ser terrivelmente, terrivelmente estuprada... Se não gostaram, comentem. Se gostaram, comentem e deixem pontos.Título original: Sweet Revenge
Título em espanhol: Dulce Venganza
Tipo: Erótico
Personagens principais: Hermione / LuciusEmma Watson - Hermione Granger: Conto Erótico

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“—Saiam de perto de mim!” Hermione arrancou o braço do aperto forte de Bellatrix. Olhou em volta procurando um jeito de escapar, algo que a tirasse daquela situação, mas sem a varinha não podia fazer nada. Hermione pensou que lutando fisicamente não conseguiria sair dali, não enquanto estava cercada por Comensais da Morte com suas varinhas.

Bellatrix riu baixinho. “Querida”, disse arrastando as palavras, “por que faríamos isso?” Havia um olhar tão nojento nos olhos dela que fez um arrepio percorrer a espinha de Hermione.

Hermione ignorou o aperto no estômago. Os últimos dez minutos tinham ido terrivelmente mal. Não poderiam ter ido pior nem se ela estivesse num filme de terror. Era o vigésimo aniversário da Gina e ela tinha combinado de se encontrar com ela e o Harry no Beco Diagonal, pra comemorar com uma bebida e um jantar gostoso. Agora provavelmente Gina e Harry estariam no restaurante, se perguntando onde ela estava. Mas em vez de estar passando uma noite com os amigos, Hermione tinha sido atacada quase na hora em que apareceu no Beco Diagonal. O atacante desconhecido levou a varinha dela, e então, segundos depois, Hermione sentiu a sensação familiar de ser sugada por um Aparatador.

Hermione não podia acreditar que aquilo tinha acontecido. O mundo mágico era pra estar em paz. Eles tinham vencido a guerra, e Voldemort estava morto. Nada daquilo devia estar acontecendo. Sim, ainda tinha Comensais da Morte soltos, mas os aurores estavam caçando eles. Enquanto Hermione olhava em volta, não podia acreditar quantos Comensais da Morte estavam ali naquela masmorra fria e escura. Todos eles, exceto Bellatrix, usavam máscaras, e tinha pelo menos dez bruxas e bruxos ao redor dela.

“—Se me deixar ir, vou garantir que sua sentença seja mais leve”, disse Hermione. Estava orgulhosa de como a voz dela tinha saído firme.

“—O que te faz pensar que algum dia serei capturada?” perguntou Bellatrix com os olhos brilhando. “Quantas capturas seus preciosos Aurores já fizeram? Dez? Vinte? Ainda não me pegaram!”

Hermione percebeu que era verdade. No começo, eles conseguiram prender alguns Comensais da Morte, mas, depois de dois anos, as pessoas pareciam ter esquecido. O Projeto de Fugitivos teve seu financiamento cortado há um ano, depois que pegaram apenas um Comensal da Morte em doze meses. O problema é que ninguém sabia exatamente quantos Comensais da Morte existiam, e, enquanto todo mundo queria Bellatrix atrás das grades, poucos estavam dispostos a sacrificar os fundos que poderiam ser usados para outros fins.

“O rato comeu sua língua?” Bellatrix a olhou de soslaio.

Hermione devolveu o olhar, desafiadora. “Os Aurores vão invadir aqui a qualquer momento.”

Bellatrix ergueu uma sobrancelha. “Vão mesmo?” perguntou, olhando para a porta. “Vão ter trabalho duro, já que este lugar é Intraçável.”

“Mesmo assim, vão me encontrar,” insistiu Hermione. Ela podia ouvir seu coração batendo, ecoando em seus ouvidos. Hermione se concentrou em Bellatrix. “E quando encontrarem, você vai apodrecer atrás das grades de Azkaban.”

Bellatrix sorriu. “Você é do tipo desafiador, mas já lidei com a sua laia antes. É só uma encenação. Você vai quebrar fácil assim que eu começar com você.”

Hermione engoliu em seco. Aquilo não soou bem. Hermione sabia o quão sádica Bellatrix era; bastou visitar os pais de Neville em São Mungo para perceber. Havia um olhar em Bellatrix que a aterrorizava, mas ela se manteve firme. “Você não vai me dobrar.”

“É o que todo mundo diz,” disse Bellatrix, dando um passo à frente. Ela encostou a ponta da varinha no lado do rosto de Hermione.

Hermione deu um pulo.

“Como um potro selvagem,” murmurou Bellatrix, inclinando-se para frente para que Hermione sentisse o calor da sua respiração no ouvido. “E isso... me excita.”

Hermione olhou ao redor, desesperada, esperando que a porta se abrisse e... irrompesse um grupo inteiro de Aurores com suas varinhas erguidas. Mas a porta permaneceu hermeticamente fechada. Enquanto seus olhos percorriam o grupo de Comensais da Morte ao seu redor, Hermione se perguntava quem eram. Todos usavam máscaras, então poderia ser qualquer um, mas enquanto Hermione se concentrava, achou que conseguia distinguir diferenças sutis entre eles. A maioria do grupo parecia ser de homens. Quando um deles se virou, Hermione percebeu rapidamente sua longa cabeleira loira. Só podia ser uma pessoa. "Vejo que voltou às suas velhas manias, Lúcio Malfoy", disse com desgosto. Ela não tinha acreditado nem por um segundo quando Lúcio e sua esposa declararam que estavam sob a Maldição Imperius. Mas o dinheiro dos Malfoy tinha aliviado um pouco a situação no Wizengamot, e Lúcio e sua família conseguiram evitar a acusação.

Lúcio tirou a máscara. "Nunca as abandonei", disse suavemente.

"Tenho certeza de que Draco ficaria muito orgulhoso de você", disse Hermione. Embora sempre desconfiasse da lealdade de Lúcio, ela confiava no filho dele. Com o passar dos anos, Draco tinha conquistado essa confiança. Ele se tornou Auror e foi fundamental na captura de alguns dos Comensais da Morte mais temidos.

Uma expressão estranha cruzou o rosto de Lúcio. "Meu filho sempre foi... fraco", disse ele. "Mas acabou percebendo o erro de suas decisões."

"E se não perceber, tenho certeza de que você o forçará", retrucou Hermione. Ela conhecia bem os métodos de tortura de Lúcio. "Pode ter certeza de que não vai arrancar nada de mim."

"Eu não preciso de nada de você", disse Lúcio, arrastando as palavras. "Pelo menos, eu não preciso de respostas." Com o olhar, percorria o corpo de Hermione. "Depois que eu terminar com você, vai implorar pelo toque delicado da Bellatrix."

Hermione olhou para Bellatrix e ficou surpresa ao ver um lampejo de irritação em sua expressão. Uma ideia começou a se formar em sua mente. Talvez os Os Comensais da Morte não estavam tão organizados agora como estavam quando Voldemort ainda vivia. Afinal, a inteligência que tinham mostrado nos últimos anos sugeria que não havia um líder dos Comensais da Morte atualmente. Sem dúvida, isso teria levado alguns dos Comensais da Morte mais poderosos a ter atritos e disputas pelo comando. "Não sabia que vocês dividiam o comando", disse Hermione.

"Cala a boca, sangue-ruim", cuspiu Bellatrix. Sua varinha ainda apontava para Hermione, mas seu olhar estava direcionado a Lúcio, que apenas sorriu.

"Senhorita Granger, sugiro que tome mais cuidado se tentar nos manipular desse jeito", disse Lúcio em voz baixa. Seus olhos cinzentos tinham um olhar duro e frio que parecia penetrar na mente dela.

"Não estou tentando manipular ninguém", protestou Hermione. Um fio de suor escorreu pelo seu pescoço e a fez estremecer. O olhar de Lúcio era faminto, e ela era obviamente a presa da escolha dele. "Só estava apontando um fato."

Bellatrix soltou uma risadinha. "Que insolência", disse com um sorriso. "Vamos dar uma lição nela, não é?"

Os olhos de Lúcio brilharam enquanto ele dava um passo à frente e agarrava Hermione pelo braço. Ela deu um sobressalto e tentou soltar o braço, mas Lúcio a segurava com força. "Não nos importamos em dividir uma sangue-ruim", disse ele, com a respiração roçando a orelha de Hermione. "E felizmente, a Bella concordou que eu seja o primeiro."

Hermione engoliu em seco. Não sabia o que era pior. Bellatrix era completamente louca e tinha uma afinidade grande demais por facas. Mas Lúcio Malfoy não parecia muito melhor. Havia em seus olhos um brilho de loucura, um lampejo que ela não lembrava de ver da última vez que o viu. De acordo com Draco, seu pai "não tinha gostado" que ele agora fosse um cidadão comum que respeitava a lei. Isso era só um eufemismo, pensou Hermione com amargura enquanto semicerrava os olhos.

"O quê?", sussurrou Bellatrix. "A sangue-ruim não tem nada a dizer? Hermione apertou os lábios com força. Não diria uma palavra. Não ia adiantar nada, de qualquer jeito. Os outros Comensais da Morte tinham formado um círculo fechado ao redor dela e suas varinhas apontavam todas para ela. As coisas não podiam estar piores. Hermione sentiu que ia morrer. Engoliu seco mais uma vez. Não queria morrer… tinha que sair dessa situação. Não importava o custo.

Bellatrix brincou com a varinha entre os dedos e se aproximou de Hermione. Fez ela levantar o queixo com sua unha comprida e afiada, pintada de vermelho. "Será que a Sangue Ruim estava esperando por isso?" sugeriu com um olhar lascivo.

Hermione engoliu a amargura. Definitivamente não queria Lucius do jeito que Bellatrix estava insinuando. Só de pensar era repulsivo, parecia doentio, mas mais uma vez, achava Bellatrix muito pior. Tudo nela dava nojo.

Ela podia sentir os dedos de Lucius envolvendo seu braço. "Não seja tão vulgar, Bella" disse ele. Virou-se para Hermione e sorriu. "Está na hora de ir. Vem".

Hermione foi puxada para frente quando Lucius começou a andar. Houve um lampejo de fúria nos olhos de Bellatrix, mas ela não disse nada. Obviamente tudo isso tinha sido planejado desde o começo, pensou Hermione, consternada. Engoliu a pergunta que estava na ponta da língua. Não ia dar a Lucius a satisfação de saber que ela estava apavorada. De qualquer jeito, logo saberia para onde estavam indo. E depois… bem, ela não queria pensar nisso.

Lucius parou bruscamente a alguns metros do grupo de Comensais da Morte. Enfiou a mão no bolso e tirou uma moeda pequena. Segundos depois, Hermione sentiu um puxão familiar no estômago enquanto tudo girava ao seu redor; viu tudo se desvanecer.




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Hermione tropeçou enquanto apareciam numa sala de estar extravagante. Cortinas de veludo adornavam as janelas e o tapete era macio sob seus pés. O fogo crepitava alegremente de um lado, enquanto as estantes de livros se estendiam de uma ponta à outra da sala. Enquanto isso, Hermione percebeu que aquele estilo de sala de estar era exatamente o que ela teria escolhido para sua própria casa. Provavelmente pertencia a Lúcio, ela notou enquanto o observava. O rosto dele tinha uma expressão suave e seus pensamentos eram indecifráveis. Ela tentou se afastar, mas o aperto dele era de ferro em volta do braço dela.

"Tentando fugir?"
"O que você acha?" respondeu Hermione, agressiva.
Um pequeno sorriso apareceu no rosto dele. "Ficaria decepcionado se não tentasse. Lembre-se, ouvi muitas coisas sobre você através do meu filho."
"Mas tira essa ideia da cabeça. É impossível."
"Nada é impossível", gritou ela.
"Mesmo que seus reflexos sejam rápidos o suficiente para escapar dos meus feitiços, a porta está trancada e o cômodo está protegido. Além disso, lá fora tem criaturas perigosas que te matariam num segundo", disse ele com um tom debochado.
Hermione sentiu o coração afundar ao ouvir aquilo. Se ele estava falando a verdade, não havia jeito de ela sair dali sem a varinha. "O que você quer comigo?"
Lúcio ergueu uma sobrancelha. "Estou decepcionado. Meu filho traidor me fez pensar que você era mais inteligente que isso." O olhar dele percorreu o corpo inteiro dela. "Você é a responsável por ele ter mudado. Você é a responsável pela traição dele. Você vai pagar por isso."
A voz dele era um sussurro sensual comparada às palavras de ódio.
"Draco não fez nada por minha causa", Hermione respondeu. "Ele viu o erro que tinha cometido e decidiu mudar."
Lúcio torceu o lábio. "Tão hipócrita."
"Estou certa", respondeu Hermione. "Draco não queria ser igual a você. Ele entendeu que havia uma opção melhor. Ele escolheu o próprio caminho, eu não tive nada a ver com isso. Nada a ver!"

Os olhos dele a encararam e, por um momento, Hermione sentiu um arrepio de medo percorrer todo o seu corpo. Havia algo naqueles olhos, algo que não era normal. Lúcio parecia calmo por fora, mas por dentro tinha algo muito violento, algo que estava prestes a explodir. "Você arruinou meu filho", disse ele, simplesmente.

Hermione fechou os dedos em um punho. Lúcio ainda estava parado bem perto dela. Ela quase podia sentir o calor que emanava do corpo dele. "Você não é melhor que Belatriz", disse ela.

Lúcio puxou ela para que ficasse de frente para ele completamente. O coração dela batia forte enquanto os dedos dele apertavam mais o braço dela, até que ela o encarou. Os olhos cinzentos dele brilharam. "Ah, não", disse ele. "Eu sou pior."

Hermione ouviu Lúcio sussurrar algo baixinho. Um formigamento percorreu o corpo dela da cabeça aos pés. Parecia que um pequeno choque elétrico tinha atravessado ela. Não doía, na verdade, era como a estática que ela sentia quando vestia um suéter de lã rápido demais. "O que foi isso?" Pelo sorriso que apareceu no rosto dele, não era nada bom.

"Eu não gosto de mulheres que resistem na minha cama", disse Lúcio. Depois, olhou ao redor do quarto. "Ou em qualquer outro lugar, por assim dizer."

"Então você deveria me soltar", disse Hermione.

Lúcio sorriu. "Eu prefiro resolver a situação." Soltou o braço dela, e ela quase caiu em cima de uma mesa.

Hermione franziu a testa. O que isso significa? Como assim resolver a situação? Definitivamente, ela não gostava do som daquilo. O estômago dela estava estranho, não era a mesma sensação de náusea que tinha sentido antes. Era uma sensação familiar, mas ela não conseguia lembrar de onde. Sentia que todos os seus sentidos estavam mais aguçados.

Lúcio se aproximou dela. "O que você está sentindo agora é um feitiço que foi originalmente criado para ajudar mulheres virgens na primeira noite de casamento. Todos os seus sentidos ficaram mais aguçados." A voz dele era um sussurro suave que a Dava arrepios. "Te garanto que você vai gostar. Bem, fisicamente pelo menos."

Ela demorou uns segundos pra entender as palavras dele, e quando entendeu, seus olhos se arregalaram. Não existia um feitiço assim, será que existia? Ela ia abrir a boca pra responder quando Lúcio se aproximou e com o dedo acariciou a bochecha dela. Hermione se surpreendeu quando ele a tocou. Ela sabia que sentia nojo de Lúcio e da situação, mas o corpo dela não sentia o mesmo. Involuntariamente, Hermione deu um passo pra frente.

Os olhos de Lúcio brilharam. "Vejo que está funcionando."

"Você é um doente," cuspiu Hermione.

Ele deu de ombros. "Talvez. Prefere ficar com a Belatriz? Ela me disse que afiou as facas favoritas dela pra ocasião." Lúcio se aproximou dela e com o polegar acariciou os mamilos dela, já duros.

Hermione sentia uma dor profunda lá dentro. Ficava horrorizada por estar ficando molhada só com aquela carícia simples. Sabia que não queria estar ali, à mercê de Lúcio, mas também sabia muito bem que não queria ser prisioneira da Belatriz.

"Bastardo," murmurou ela.

"Não sou nenhum bastardo," disse Lúcio suavemente. "Agora quero que você tire a roupa pra mim."

Hermione olhou pra ele. A situação era ruim, mas ela ficava mais molhada a cada segundo. Os dedos dela queriam descer até a parte de baixo da calça e esfregar o clitóris. Involuntariamente, pensou que já fazia muito tempo que não transava. Nunca imaginou que a próxima vez seria assim. "Você é um doente."

Lúcio apontou a varinha pra ela. "Por favor, tire a roupa."

Hermione estremeceu. Ela não queria fazer aquilo, mas também não queria morrer. Pelo olhar de louco que ele tinha antes, não tinha dúvida de que ele podia matar ou machucar ela. Ela tinha que obedecer. Quando tirou os sapatos, os pés afundaram no tapete. Os dedos dela ficaram dormentes quando os levantou pra desabotoar o casaco. Ela puxou um botão com tanta força que ele arrebentou e voou pra longe. rolando debaixo de uma cadeira.

"Tão impaciente", sussurrou Lúcio. "Isso é bom."

Hermione ignorou o jeito que seu corpo parecia responder àquelas palavras e à suavidade da voz de Lúcio. Era como se dedos acariciassem todo o seu corpo, provocando-a e levando-a a um estado de excitação tão grande que ela sabia que sua calcinha devia estar encharcada. Era a coisa mais intensa que ela já tinha sentido. Os olhos dela eram atraídos para o volume que Lúcio tinha por baixo das túnicas. Hermione se surpreendeu que a ideia não a incomodava tanto quanto deveria.

Uma pequena parte dela queria sentir ele empurrando-a contra a parede, segurando seus braços enquanto a beijava apaixonadamente. Ela queria sentir ele abrindo suas pernas, penetrando-a, até que ela estivesse ofegante e pedindo para ele ir mais rápido, mais rápido, mais rápido!

O sorriso no rosto de Lúcio deixou claro que ele sabia o que ela estava pensando. Quando Hermione terminou de desabotoar o último botão do casaco, jogou-o no chão. Lúcio lambeu os lábios. "Tira a camisa."

Lentamente, Hermione começou a tirar a camisa. Por dentro, sua mente gritava para ela parar, mas a sensação dos próprios dedos na pele nua enquanto tirava a camisa fazia sua cabeça mudar de ideia. Ela olhou para Lúcio, que parecia observá-la atentamente. Hermione respirou fundo e começou a tirar o sutiã. Era melhor acabar com isso logo. Não adiantava prolongar a situação. Além disso, seus mamilos pareciam estar implorando para ele chupá-los. Doíam, e o tecido do sutiã só piorava.

"Não", disse Lúcio. "Ainda não. Quero que tire a calça primeiro."

Hermione olhou para ele, o coração batendo forte. Aquele bastardo queria que ela tirasse a roupa numa ordem específica? Que ridículo! Não fazia diferença nenhuma tirar o sutiã agora ou depois.

Lúcio deu um Leve batidinha na perna com a varinha. "Espero não ter que repetir."

Hermione rapidamente desabotoou a calça e tirou. Esperava que Lúcio não percebesse o quanto estava excitada. Tinha uma pequena mancha dentro da calça e a calcinha quase pingava... O feitiço que Lúcio tinha usado era eficaz demais.

"Tão impaciente", disse Lúcio, a voz dele era um sussurro sensual enquanto se aproximava. Hermione congelou quando ele começou a acariciar a virilha dela. "Você quer isso tanto quanto eu."

Hermione estremeceu com as carícias e teve que se segurar para não gemer. Queria que os dedos dele esfregassem o clitóris dela, enfiando até ela começar a ofegar. "Você fez isso comigo", disse ela, a voz um pouco rouca. "Não consegue arrumar uma mulher de outro jeito?"

Lúcio riu. "Claro que consigo, mas você tem que admitir que isso vai ser bem divertido." Enquanto dizia isso, os dedos dele deslizaram pelo elástico da calcinha dela, entrando.

Parecia algo que ela nunca tinha experimentado antes. Todos os encontros sexuais anteriores não eram nada comparados com isso. Os dedos dele deslizando para dentro pareciam quase elétricos. Involuntariamente, Hermione percebeu que se movia em direção a ele, entre os braços dele, os peitos se pressionando contra ele enquanto deixava que a masturbasse. A pior parte, pensou Hermione, é que ele estava sendo gentil. Era como se ele estivesse agindo como amante, não como estuprador, e o corpo dela parecia gostar disso.

Hermione quase se sentiu decepcionada quando Lúcio deu um passo para trás. Enfadonhamente, ele limpou os dedos na túnica e sorriu. "Agora pode tirar o sutiã."

Lentamente, Hermione soltou o fecho do sutiã. Agora estava muito envergonhada, depois do que aconteceu, depois do que deixou Lúcio fazer. Os mamilos dela estavam eretos quando deixou o sutiã cair aos pés.

Lúcio se aproximou e casualmente apertou um dos mamilos dela. Hermione engoliu em seco. um gemido pela sensação que a invadiu. "E a sua calcinha" murmurou Lúcio enquanto a pegava nos braços. Hermione sentiu a dureza do pau dele pressionado contra ela enquanto ele puxava a calcinha dela pra baixo. Ela se perguntava se Lúcio esperava que ela tirasse a roupa dele também, quando de repente, num movimento só, ele pareceu arrancar tudo dela de uma vez. Devia ter algum feitiço envolvido nisso, pensou Hermione, e então a mente dela ficou em branco. De repente, ela percebeu que estava pelada na frente de um Lúcio Malfoy alto e completamente nu. O corpo dele era muito mais definido e musculoso do que o de qualquer um dos ex-namorados dela. Ela se viu olhando praquele pau enorme...

Hermione engoliu seco... tinha a sensação de que sabia o que viria.

"Ajoelha" disse Lúcio enquanto acariciava o cabelo dela com os dedos. "Você é uma garota esperta, Hermione. Sabia onde isso tudo ia dar."

O corpo de Hermione tremeu, ela lutava pra pelo menos continuar respirando. Não conseguia fazer aquilo, com feitiço ou sem feitiço. "E se eu não fizer?" sussurrou ela. O estômago dela se apertou de medo, antecipando a resposta. Se ela tivesse a varinha, podia transformar isso numa briga justa. Podia fazer Lúcio se arrastar no chão, cheio de dor. Mas não tinha a varinha...

"Você realmente precisa que eu te diga?" Lúcio passou o polegar nos lábios dela e sorriu.

O pulso de Hermione acelerou enquanto ela se ajoelhava... o tapete era fofo e macio sob os joelhos nus dela. Hermione se sentia desconfortavelmente molhada entre as pernas... O pau de Lúcio estava duro bem na frente dos olhos dela e era óbvio só de olhar a cara dele o que ele esperava dela.
Devagar, de má vontade, Hermione fechou os dedos em volta da base do pau dele. Se fechasse os olhos, pensou, não ia ser muito diferente da última vez que fez isso com algum ex-namorado. Podia imaginar que não era Lúcio, que não era um estupro e que ela com alguém que ela realmente queria.

Hermione fechou os olhos, respirou fundo e se inclinou para frente. Enquanto introduzia o pênis dele na boca, agradeceu que pelo menos o gosto era completamente limpo. Teria sido muito pior se o sabor a fizesse vomitar. Ouviu Lucius soltar um pequeno som de prazer enquanto ela passava a língua na parte de baixo do pau dele.

Com horror, Hermione percebeu que estava até ficando corada por causa daquilo. Se mexeu um pouco no tapete para ficar numa posição mais confortável, mas só pareceu piorar. Cada vez que se inclinava para enfiar o pau na boca, sentia como se o prazer não fosse só para Lucius… Seus dedos pediam para deslizar para baixo e acariciar o clitóris, mas ela não ia dar a ele a satisfação de saber o quanto aquilo a estava afetando. Era um feitiço. Ela podia combatê-lo assim como Harry combateu os Dementadores com o Patrono. Até se surpreendeu quando Lucius deu um passo curto para trás.

"Não gostaria que terminasse tão cedo", disse Lucius enquanto olhava para baixo para vê-la.

O coração de Hermione afundou quando Lucius se sentou ao lado dela e a empurrou para baixo no chão. O corpo dele era pesado sobre ela, então ela podia sentir o pau dele pressionado contra o corpo dela, ainda molhado da saliva dela. O clitóris dela doeu até que Lucius alcançou a virilha dela e o esfregou. Mesmo sem querer, Hermione se viu abrindo as pernas, permitindo que Lucius se metesse entre elas.

Lucius sorriu maliciosamente enquanto posicionava o pau na entrada dela… "Você quer isso", disse ele para Hermione.

Hermione suspirou fundo quando sentiu ele enfiar o pau dentro dela completamente, até que só conseguia sentir a sensação dele metendo e tirando sem parar. Não deveria ter sido bom, mas foi. Hermione não podia fazer nada além de mexer um pouco os quadris. Ela gemia e gemia enquanto fechava as pernas em volta dele e ele a metia com mais força e mais fundo.
Ficou horrorizada ao perceber que não fazia sexo há um bom tempo. Era doentio e torcido, mas Hermione percebeu que estava começando a gostar tanto mentalmente quanto fisicamente. Ela se arrepiou quando o polegar de Lúcio roçou seu clitóris. Queria que ele parasse, mas ao mesmo tempo não queria nada além de que aquele momento durasse uma eternidade. “Por favor…” Hermione não tinha certeza do que queria implorar. “Por favor…”

Lúcio parou por um momento e a observou, seus olhos escureceram. “Por favor, o quê?” O coração de Hermione bateu mais forte quando ela o encarou. Sentia as bochechas queimando. “Por favor… continua…”

“Com prazer”, disse Lúcio, enquanto começava a bombear contra ela de novo.

Hermione jogou a cabeça para trás e se perdeu na sensação de ser dominada e comida. Conseguiu se ajustar e esfregar o clitóris com um dedo, enquanto Lúcio não parava nem um segundo, comendo ela com gosto.

“Você é minha”, ele sussurrou no ouvido dela, penetrando-a agora com uma lentidão desesperadora. Ela mexia os quadris para ajudar ele a meter e tirar com mais força e rapidez. Ela inspirou bruscamente quando ele começou a lamber um mamilo, o roçar da língua contra o bico duro mandando ondas de prazer por todo o corpo dela. “Minha”.

“Sim”, gemeu Hermione. Teria dito qualquer coisa para fazê-lo continuar. A cabeça dela rodava, ele a mantinha pressionada suavemente contra a cama enquanto metia e tirava sem parar. A penetração rolava fácil, ela tinha lubrificado pra caralho, e mesmo assim a fricção era intensa, porque a buceta dela, apesar de já estar sendo penetrada há um tempo, mantinha sua forma linda e naturalmente apertadinha, o que parecia enlouquecer Lúcio, que constantemente se ajustava, sem parar de penetrá-la, para ver a buceta dela.

Os sucos dela já escorriam, e o buraquinho do cu também estava encharcado, banhado pelo fluxo de fluidos que Pouco a pouco, jorros saíam da sua buceta quente e cheia; também tinha molhado os lençóis e ficava muito excitada ao sentir o tecido molhado debaixo das suas nádegas brancas e lindas. Estava curtindo cada segundo, queria gozar e continuar, e ficar gozando a noite inteira. Estava perdida, sabia disso, perdida no prazer, mas aquilo a fascinava. Mente e corpo tinham virado um só e desejavam a mesma coisa.

Passou as mãos pelas costas de Lucius, arranhou ele devagar, e quando ele descia perto o suficiente, lambia o pescoço dele e mordia os ombros.

Lucius também estava muito excitado, parecia feliz. As estocadas dele ganharam força e velocidade, ele metia mais rápido, mais rápido, mais rápido, Hermione sentia a respiração ofegante dele banhá-la. Sentia tudo ao redor girar, a pele formigava cada vez que Lucius enfiava até o fundo.

Já nem tinha mais atrito, estava quente e molhada, a carne macia da buceta se fechava em volta do pau de Lucius e parecia não oferecer resistência nenhuma.

Então, ela sentiu que estava perto, espasmos, chegava cada vez mais perto, começou a gritar de prazer entre gemidos e uma camada sensual de suor que cobria toda a pele dela, dando um brilho que a deixava apetitosa, os espasmos agora eram contínuos, uma sensação divina percorria o interior das pernas dela, com as quais apertou Lucius, como se ele fosse parar e fugir, mas não podiam estar mais longe disso. Os espasmos da buceta dela, no entanto, não impediam que sentisse as pulsações do pau de Lucius, duríssimo e banhado pelos sucos dela, devia estar vermelho de tanta ação. Hermione se abraçou em Lucius e os espasmos ficaram cada vez mais seguidos, não aguentava mais, a respiração estava muito ofegante e quando abriu a boca foi porque sentiu o mundo desabar sobre ela, gozou pra caralho num orgasmo intensamente forte que durou vários segundos e deixou ela sem ar. segundos em que ela arqueou as costas e se agarrou completamente ao peito forte e quente de Lucius, ficou abraçada nele enquanto o corpo inteiro tremia de prazer vibrante por um momento que, para sua alegria, durou muito mais do que ela achava que era possível.

A última coisa que ela conseguiu sentir foi como seu orgasmo e os espasmos da sua bucetinha quente e satisfeita enlouqueceram Lucius, que num último bombeio, enfiou o pau até o fundo e gozou dentro dela em grandes quantidades. Ela sentiu todo aquele leite quente a preencher, então os dois desabaram na cama, ele por cima dela, ela abraçando ele, e ambos ofegando e suando, vermelhos de paixão e um prazer incrível. Ela conseguiu ver o rosto de Lucius, que parecia surpreso, então fechou os olhos e tudo girou mais uma vez até o mundo ao redor desaparecer.


Papeis de parede

3



Hermione acordou, viu Lúcio vestido e olhando para ela. Enquanto se levantava, percebeu que o efeito do feitiço parecia ter passado. Já não sentia mais aquele formigamento gostoso pelo corpo todo. Em vez disso, sentiu uma onda intensa de vergonha ao pensar que tinha transado com Lúcio Malfoy e tinha adorado.

Parecia que ela tinha dormido bastante, um efeito colateral do feitiço, sem dúvida, pensou Hermione com amargura. E ele parecia ter ficado ali só observando ela dormir pelada. Desajeitada, tentou se cobrir com alguma coisa.

"Já vi tudo", disse Lúcio devagar. "Não precisa de pudor."

"Você me estuprou!", disse Hermione. "Me estuprou mais do que só fisicamente. Você é completamente doente." As mãos tremiam ao lembrar. A pior parte não foi o estupro. Na verdade, o pior foi que Lúcio a tornou cúmplice daquilo. Ela até tinha gostado. Essa era a verdadeira pior parte. Ela deveria estar gritando, mas, em vez disso, tinha implorado por mais. Era doentio pensar que a melhor transa que ela já tinha tido foi numa situação daquelas.

"Então vai ficar feliz em saber que não vai ficar mais aqui", o tom de Lúcio era calmo.

Hermione encarou ele. "O quê?" Ela sentiu um leve frio na barriga de esperança, mas logo foi deixado de lado. Não tinha chance de Lúcio deixá-la ir.

"Não preciso mais de nada de você", disse Lúcio com um sorriso debochado. "Bellatrix, com certeza, está esperando ansiosa pela vez dela, e pretendo deixar que ela se divirta com você tanto quanto eu me diverti."

Uma faísca de medo surgiu no estômago de Hermione, mas veio acompanhada de uma leve sensação de alívio. Bellatrix era realmente maluca, mas não tinha como ser pior do que o que tinha acontecido. Hermione sabia que aguentava qualquer dor que Bellatrix lhe desse. Seria melhor do que ter a própria mente e o próprio corpo traindo-a. "Tudo bem."

"Ela vem aqui amanhã de Vou te buscar" — disse Lúcio.

A respiração de Hermione parou. Amanhã? Ela teve a sensação de saber o que Lúcio planejava para aquela noite.

"Volto esta noite. E não se preocupe... você vai gostar" — disse Lúcio, caminhando até a porta. Hermione o observava, calculando a distância e o jeito de tirar a varinha dele antes que pudesse lançar algum feitiço. "Nem pense nisso" — disse Lúcio devagar, sem nem se virar.

A porta se abriu com um movimento da varinha dele. Ele saiu, e então a porta se fechou atrás dele. Hermione encarou a porta fechada e respirou fundo. Precisava sair dali. Não podia simplesmente ficar sentada esperando por ele ou por Belatriz.

Hermione apertou os lábios. Não ia ser prisioneira de ninguém, muito menos de Lúcio Malfoy. Ela era mais forte que isso. Ia fugir.

Precisava fugir.

Mordeu o lábio inferior e começou a andar pelo quarto. "Deve ter um jeito de sair daqui." Sabia que podia encontrar se procurasse o suficiente. Então poderia sair dali e voltar com um grupo de Aurores para tomar o lugar. Lúcio seria preso, e ela teria o prazer de vê-lo apodrecer em Azkaban pelo resto da vida.

Hermione jurou que se vingaria de Lúcio pelo que ele fez. Não importava o que fosse preciso para conseguir.



O que vai rolar naquela noite? O que Bellatrix vai fazer com a Hermione?!.. Cheguei até aqui, camaradas. Espero que tenham gostado e se divertido. Por favor, leiam tudo e comentem, sim? É uma obra de arte.. Me sigam!!! E deixem pontos!! Me procurem no T!

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