E os maridos continuam filmando...
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[/swf]http://emb.slutload.com/cvSJN9YE6iUhttp://www.slutload.com/watch/cvSJN9YE6iU/Que-lindos-los-morochos.html[/swf]http://emb.slutload.com/cvSJN9YE6iU
[/swf]http://emb.slutload.com/cvSJN9YE6iUUm passeio no campo...
o marido quer ser diretor de cinema...[/swf]http://emb.slutload.com/cvSJN9YE6iU
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[/swf]http://emb.slutload.com/cvSJN9YE6iUhttp://xhamster.com/movies/1027154/wife_dogging_and_enjoying_the_creampie_husband_directs_her.html[/swf]http://emb.slutload.com/cvSJN9YE6iU
[/swf]http://emb.slutload.com/cvSJN9YE6iUSegue a história
Claudia é uma puta vingativa de 52 anos[/swf]http://emb.slutload.com/cvSJN9YE6iUClaudia se deitou, tava cansada. Lucía chegou com o namorado e eu fui buscar a Nerea na creche. Quando voltei, Claudia ainda tava dormindo e Lucía tava comendo com o namorado. Tudo normal, pensei, menos mal. Brinquei um pouco com a Nerea e levei ela pro quarto. Deitei ela e ela dormiu na hora, parecia muito cansada. Quando saí do quarto, Claudia tava saindo do nosso. Eu vi aquele rabão na legging e aqueles peitos com os bicos marcados. Pra mim era exagero. O cara quando viu ela ficou todo vermelho, tava voando de tesão, óbvio. Claudia cumprimentou Lucía e ele, deu um beijo em cada um e ficou um tempinho conversando, depois foi pra cozinha preparar algo pra comer.
O namorado da Lucía foi levar os pratos pra cozinha e ficou batendo papo com a Claudia. Olhava pra ela desesperado, dava pra ver o pau dele inchando na calça. Claudia, como se nada. Ficou conversando mais um pouco e ele voltou pra Lucía, iam fazer tarefa juntos. Fui pra cozinha com a Claudia e petisquei algo também. Ela me deu uns beijos, me apertava contra ela.
— Vou pro quarto, tô com tesão… coloca uma camisinha… e monta em mim… — me deu um beijo e saiu da cozinha.
Papei um pouco com Lucía e o namorado, vi se a Nerea tava dormindo e fui pro nosso quarto. Fechei a porta, me despi, coloquei uma camisinha. A luz do abajur tava acesa, Claudia tava completamente pelada. Montei nela na hora.
— Tô com tanto tesão que qualquer otário me fode… até você… sorte que é o namorado da menina… senão era ele agora me dando marcha… e não com uma camisinha que nem você… maricona… — me apertou a bunda me deixando cravado nela. — Fica duro aí… que duro que você tá… não sei por que você é tão otário… não te falta nada… o que te falta é coragem… maricona… aaaa… que delícia sentir uma pica… viu como me comeram… ontem e hoje… e amanhã e sexta com certeza também… mas sem camisinha… Jorge… e João… os dois… — me agarrou pelos quadris mandando eu bombar. Tava voando de tesão, então gozou bem rápido. Fácil, mesmo estando por baixo. Depois que ela chegou, me tirou de cima dela e disse pra descansarmos um pouco. Quando acordei, ela já tava montada em mim, dava pra ver a cara dela de tesão.
— Cada dia mais puta eu tô… não aguento… não sei o que vou fazer… — e de novo começou a meter com força, dava pra ver que tava louca de tesão, se jogou em cima de mim. Me mordeu os lábios com força e falou no meu ouvido:
— Olha se já me encheram… se eu tô cheinha… que otário você é… né? Qualquer um come a sua mulher… ainda enfiam a pica… bem no fundo da buceta… não, sua maricona?
— Sim… qualquer um te fode… e na minha frente…
— Aaaaa… sim… otário… submisso de merda… que gostoso ter um corno como você do lado… aaaa… a… aaaaaaaaaaaa… que delícia… — ela saiu de cima de mim e mandou eu me segurar. Foi tomar banho de novo, saiu vestida com roupa normal e disse pra irmos na praça com a Nerea. Fomos pra praça, balançamos ela, parecíamos gente normal, tomamos uns mates nos beijando e nos acariciando. Eu me sentia feliz naquele momento, a tempestade passou, pensei, e me senti mais otário do que de costume.
Quando chegamos em casa, demos banho na neném juntos. A Lucía tinha saído com o namorado, a Claudia ligou pra ela. Lucía perguntou se podia dormir na casa dele, a Claudia lembrou que ela tinha aula, mas ela já tinha levado a roupa, sem problemas. “Tá bom, como quiser”, disse a Claudia. Desligou com a Lucía e ligou pro Jorge.
— Oi, como cê tá… tá com sua mina ou pode falar… bom, vou ser breve então… A Lucía foi com o namorado… vai dormir lá… se você se livrar da sua mina, tô com vontade de transar… te espero? — ouviu a resposta dele e desligou. — Pega o vestido de garçom… quero que você nos atenda hoje… vai fazer as compras pro jantar… eu brinco um pouco com a Nerea…
Depois de colocar a neném pra dormir, fui me vestir. A Claudia conversava com o Jorge na sala. Me vesti de garçom e saí pra atendê-los, levei duas taças de champanhe. O Jorge sorriu pra mim. A Claudia tinha vestido um vestido que marcava aquele rabão sem sutiã e com um decote generoso. Os peitos redondos grandes que me deixam louco, chamei eles pra jantar. Só estavam conversando. Depois jantamos sem muita conversa, só falaram um pouco da Lucía, aí a Claudia levantou e perguntou se ele não queria dançar com ela, começaram a se agarrar. Claudia falou.
— Hoje tava com vontade de dar pro açougueiro… mas não achei que você fosse gostar… — ele apertou ela contra ele, bem forte, o pau dele começou a crescer. —
— Não fez nada de estranho…
— Ai… meu rei… que coisas estranhas eu posso fazer… a essa altura…
— Filha da puta… você deu pra ele…?
— Não, só pedimos pra ele entregar o pedido em casa… nada mais… eu falei que era um período muito perigoso… que ele não podia ficar… — Jorge levantou o vestido dela até a cintura e puxou a calcinha fio dental pra baixo, foi levando ela até o sofá e sentou primeiro, liberou o pau dele e fez ela sentar nele.
— Você deixou a puta sair… qualquer um te come… pelo menos ele deve ter se cuidado…
— Acho que ele se cuida… tá tudo muito perigoso… ainda mais cuidando de um açougue com tantos roubos… — ele levou ela pra cama, jogou ela na cama, montou nela e começou a serrar como um possesso, eles mordiam os lábios um do outro.
— Então ele te encheu de porra, hein puta… te deu tudo… filha da puta…
— Não fala assim comigo… — disse com a maior voz de puta dela. — Você sempre me chamava de puta que esquenta paus… agora não acho certo deixar eles quentes… — ele tava cada vez mais alucinado e furando ela mais forte, os gemidos da Claudia enchiam o quarto, fui fechar a porta por causa da Nerea.
— Então você se formou em putaria… não falta nenhuma matéria…
— É que ele tem um pau tão grande… comprido igual o seu… mas mais grosso… queria sentir ele dentro… — ele não falava, só metia cada vez mais forte. — acordei com tesão… e falei quero um pau de verdade… que me dê montes de porra… — eles se morderam de novo na boca, ele esmagava ela contra a cama. Os dois se uniram num orgasmo muito profundo, enquanto mordiam as bocas um do outro. Depois não falaram, ele se vestiu e disse que no dia seguinte O próximo não ia ao consultório.
—Bom, arruma outro trampo se não vai cumprir… o que cê acha que isso é…
Ele saiu calado e bateu a porta com força. Pouco depois, bateu na porta de novo, não tinha ninguém pra abrir lá embaixo.[/swf]
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o marido quer ser diretor de cinema...[/swf]http://emb.slutload.com/cvSJN9YE6iU
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Claudia é uma puta vingativa de 52 anos[/swf]http://emb.slutload.com/cvSJN9YE6iUClaudia se deitou, tava cansada. Lucía chegou com o namorado e eu fui buscar a Nerea na creche. Quando voltei, Claudia ainda tava dormindo e Lucía tava comendo com o namorado. Tudo normal, pensei, menos mal. Brinquei um pouco com a Nerea e levei ela pro quarto. Deitei ela e ela dormiu na hora, parecia muito cansada. Quando saí do quarto, Claudia tava saindo do nosso. Eu vi aquele rabão na legging e aqueles peitos com os bicos marcados. Pra mim era exagero. O cara quando viu ela ficou todo vermelho, tava voando de tesão, óbvio. Claudia cumprimentou Lucía e ele, deu um beijo em cada um e ficou um tempinho conversando, depois foi pra cozinha preparar algo pra comer.
O namorado da Lucía foi levar os pratos pra cozinha e ficou batendo papo com a Claudia. Olhava pra ela desesperado, dava pra ver o pau dele inchando na calça. Claudia, como se nada. Ficou conversando mais um pouco e ele voltou pra Lucía, iam fazer tarefa juntos. Fui pra cozinha com a Claudia e petisquei algo também. Ela me deu uns beijos, me apertava contra ela.
— Vou pro quarto, tô com tesão… coloca uma camisinha… e monta em mim… — me deu um beijo e saiu da cozinha.
Papei um pouco com Lucía e o namorado, vi se a Nerea tava dormindo e fui pro nosso quarto. Fechei a porta, me despi, coloquei uma camisinha. A luz do abajur tava acesa, Claudia tava completamente pelada. Montei nela na hora.
— Tô com tanto tesão que qualquer otário me fode… até você… sorte que é o namorado da menina… senão era ele agora me dando marcha… e não com uma camisinha que nem você… maricona… — me apertou a bunda me deixando cravado nela. — Fica duro aí… que duro que você tá… não sei por que você é tão otário… não te falta nada… o que te falta é coragem… maricona… aaaa… que delícia sentir uma pica… viu como me comeram… ontem e hoje… e amanhã e sexta com certeza também… mas sem camisinha… Jorge… e João… os dois… — me agarrou pelos quadris mandando eu bombar. Tava voando de tesão, então gozou bem rápido. Fácil, mesmo estando por baixo. Depois que ela chegou, me tirou de cima dela e disse pra descansarmos um pouco. Quando acordei, ela já tava montada em mim, dava pra ver a cara dela de tesão.
— Cada dia mais puta eu tô… não aguento… não sei o que vou fazer… — e de novo começou a meter com força, dava pra ver que tava louca de tesão, se jogou em cima de mim. Me mordeu os lábios com força e falou no meu ouvido:
— Olha se já me encheram… se eu tô cheinha… que otário você é… né? Qualquer um come a sua mulher… ainda enfiam a pica… bem no fundo da buceta… não, sua maricona?
— Sim… qualquer um te fode… e na minha frente…
— Aaaaa… sim… otário… submisso de merda… que gostoso ter um corno como você do lado… aaaa… a… aaaaaaaaaaaa… que delícia… — ela saiu de cima de mim e mandou eu me segurar. Foi tomar banho de novo, saiu vestida com roupa normal e disse pra irmos na praça com a Nerea. Fomos pra praça, balançamos ela, parecíamos gente normal, tomamos uns mates nos beijando e nos acariciando. Eu me sentia feliz naquele momento, a tempestade passou, pensei, e me senti mais otário do que de costume.
Quando chegamos em casa, demos banho na neném juntos. A Lucía tinha saído com o namorado, a Claudia ligou pra ela. Lucía perguntou se podia dormir na casa dele, a Claudia lembrou que ela tinha aula, mas ela já tinha levado a roupa, sem problemas. “Tá bom, como quiser”, disse a Claudia. Desligou com a Lucía e ligou pro Jorge.
— Oi, como cê tá… tá com sua mina ou pode falar… bom, vou ser breve então… A Lucía foi com o namorado… vai dormir lá… se você se livrar da sua mina, tô com vontade de transar… te espero? — ouviu a resposta dele e desligou. — Pega o vestido de garçom… quero que você nos atenda hoje… vai fazer as compras pro jantar… eu brinco um pouco com a Nerea…
Depois de colocar a neném pra dormir, fui me vestir. A Claudia conversava com o Jorge na sala. Me vesti de garçom e saí pra atendê-los, levei duas taças de champanhe. O Jorge sorriu pra mim. A Claudia tinha vestido um vestido que marcava aquele rabão sem sutiã e com um decote generoso. Os peitos redondos grandes que me deixam louco, chamei eles pra jantar. Só estavam conversando. Depois jantamos sem muita conversa, só falaram um pouco da Lucía, aí a Claudia levantou e perguntou se ele não queria dançar com ela, começaram a se agarrar. Claudia falou.
— Hoje tava com vontade de dar pro açougueiro… mas não achei que você fosse gostar… — ele apertou ela contra ele, bem forte, o pau dele começou a crescer. —
— Não fez nada de estranho…
— Ai… meu rei… que coisas estranhas eu posso fazer… a essa altura…
— Filha da puta… você deu pra ele…?
— Não, só pedimos pra ele entregar o pedido em casa… nada mais… eu falei que era um período muito perigoso… que ele não podia ficar… — Jorge levantou o vestido dela até a cintura e puxou a calcinha fio dental pra baixo, foi levando ela até o sofá e sentou primeiro, liberou o pau dele e fez ela sentar nele.
— Você deixou a puta sair… qualquer um te come… pelo menos ele deve ter se cuidado…
— Acho que ele se cuida… tá tudo muito perigoso… ainda mais cuidando de um açougue com tantos roubos… — ele levou ela pra cama, jogou ela na cama, montou nela e começou a serrar como um possesso, eles mordiam os lábios um do outro.
— Então ele te encheu de porra, hein puta… te deu tudo… filha da puta…
— Não fala assim comigo… — disse com a maior voz de puta dela. — Você sempre me chamava de puta que esquenta paus… agora não acho certo deixar eles quentes… — ele tava cada vez mais alucinado e furando ela mais forte, os gemidos da Claudia enchiam o quarto, fui fechar a porta por causa da Nerea.
— Então você se formou em putaria… não falta nenhuma matéria…
— É que ele tem um pau tão grande… comprido igual o seu… mas mais grosso… queria sentir ele dentro… — ele não falava, só metia cada vez mais forte. — acordei com tesão… e falei quero um pau de verdade… que me dê montes de porra… — eles se morderam de novo na boca, ele esmagava ela contra a cama. Os dois se uniram num orgasmo muito profundo, enquanto mordiam as bocas um do outro. Depois não falaram, ele se vestiu e disse que no dia seguinte O próximo não ia ao consultório.
—Bom, arruma outro trampo se não vai cumprir… o que cê acha que isso é…
Ele saiu calado e bateu a porta com força. Pouco depois, bateu na porta de novo, não tinha ninguém pra abrir lá embaixo.[/swf]
7 comentários - Maridos filmando as esposas
Gracias por compartir
Yo pase por tu Post y comente, vos pasaste por el mío? Comentaste?