Um vídeo antigo, mas nem por isso menos interessante.
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[/swf]http://emb.slutload.com/ijxvGGTFDKQhttp://www.slutload.com/watch/ijxvGGTFDKQ/Le-cachetea-el-culo-y-se-lo-hace.html#[/swf]http://emb.slutload.com/ijxvGGTFDKQ
[/swf]http://emb.slutload.com/ijxvGGTFDKQUma esposa feliz...[/swf]http://emb.slutload.com/ijxvGGTFDKQ
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[/swf]http://emb.slutload.com/ijxvGGTFDKQhttp://xhamster.com/movies/918039/alabama_hotwife.html[/swf]http://emb.slutload.com/ijxvGGTFDKQ
[/swf]http://emb.slutload.com/ijxvGGTFDKQEssa aí come um pinto, acho que coloquei em algum post.[/swf]http://emb.slutload.com/ijxvGGTFDKQ
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[/swf]http://emb.slutload.com/ijxvGGTFDKQMas dessa história, só isso, uma história.
Claudia é uma puta vingativa de 40.[/swf]http://emb.slutload.com/ijxvGGTFDKQPassaram umas duas semanas, estávamos no final de novembro, fazia um calor gostoso na cidade, Nerea já ia fazer um ano. Claudia estava muito preocupada com um processo que tinha contra uma clínica onde trabalhou, recebia ameaças por telefone e estávamos todos meio assustados e paranóicos. Não tinha visto ninguém, nenhum amante nem nada, estava totalmente sem tesão. Ela teve a ideia de que seria bom irmos uns dias para uma casa em Mar de Ajó, que tinha sido dos avós dela e que pra ela era o refúgio, o lugar pra pensar e descansar. Lucia não quis vir com a gente, ficou com o namorado em casa, a família dele toda feliz. Saímos nós três, íamos aproveitar pra descansar.
Assim que chegamos, com um dia lindo, Claudia quis aproveitar o dia de praia, tinha pouca gente, ela vestiu uma fio dental booty less, tava uma delícia. Me mandou passar o bronzeador devagar, acariciando a bunda toda, a neném brincando na beira do mar.
Quando voltamos ao meio-dia, eu preparei o almoço e Claudia foi tomar banho, colocamos a neném pra dormir e demos uma trepada daquelas. De novo praia. De noite, no jantar, Claudia me disse que não tava preocupada só com o processo, mas também que tava velha. Por causa de ter um filho. Nerea já entendia muito mais do que a gente falava, mesmo sendo pequena.
— Meu amor, o negócio da idade não é problema, você sabe que tem montes de estudos e tal, você é médica.
— Você tem razão…
— O negócio é que já temos a neném… não somos mais jovens… e não sei se quero que aconteça de novo algo como o que aconteceu…
— Depois a gente conversa…
Colocamos a neném pra dormir depois do jantar e quando ela pegou no sono, deitamos nós. Claudia montou em mim e eu não tava tão afim, já não sou um garoto e não consigo transar tão seguido. Claudia chegou perto do meu ouvido:
— Viu como é fácil você perder o interesse…
— Tô velho, amor…
— Que coisa que os dois querem me encher… Jorge e Juan… que degenerados, né… — meu pau ficou mais duro e ela sentiu. — O que foi… não tava broxante não… podia… ou te falta estímulo… gosto que os dois queiram me encher… cê tem razão… -dizia enquanto me cavalgava agora mais forte, sentindo a dureza do meu pau.- perigoso não é… e adoro que vocês estejam afim de mim… mas acho que tenho que te dar uma chance… quando voltarmos… vou tirar o diu… e se algum dos dois vier me comer… vai ser porque você convidou… quer… eu só vou te avisar quando tirar…
-Mas love…
-Que cachorrinho… se o senhor não falar nada… vou transar só com você… até eu ficar cheia…
Talvez eu faça uma sacanagenzinha… de não deixar você me comer e juntar porra… e aí como sou má vou esquentar um pouco ele falando…
-que filha da puta…
-mas você decide meu cachorrinho… aproveita a trepada que cê me dá hoje… porque o resto da semana não me toca nem um fio de cabelo… assim que chegarmos vou tirar o diu… e quando cê tá com tesão cê é mais atencioso comigo… não…
-mas não tá certo…
-O que meu cachorrinho… que eu deixe juntar porra… ou tem medo de me entregar tão fácil a bichona…
-que puta você é…
-Bom aproveita agora… usa tua mulher… dá toda a porra que tiver… que gostoso quando cê tem ele assim duro… e como ele pulsa… não parece tão velho broxa…
-Não quero que você transe com ninguém se não se cuidar…
-e melhor… só você me come… eu não vou ver ninguém… só se você convidar…
Ou talvez convide só um…
-puta puta…
-Sim sou muito puta e adoro pau… o do açougueiro é uma delícia que pica enorme… como me enche… não ia gostar de ver ele me fodendo… sabendo que não me cuido… que dá aquelas gozadas tão abundantes… bem no fundo da buceta da sua mulherzinha… e que pode deixar ela cheia dele… do macho dele…
Meu pau começou a cuspir porra..- sim vagabundo quanto gozo e olha que você gozou bem hoje… como cê gosta de entregar sua puta…
A gente se comeu de boca um tempão, e depois dormiu.
O resto da semana passamos nos divertindo, praia, banhos de mar, passeios com a menina, a Claudia me fazia passar bronzeador, dar banho nela e só, como tinha Nada de sexo, minha excitação só aumentava. Voltamos pra Buenos Aires muito mais descansados e relaxados. Tentei me aproximar da Claudia por uns dias, mas ela me rejeitou, disse que tava muito cansada por causa do julgamento e tal. Passaram mais uns dias e nada. Na terça de manhã fui resolver uns documentos, Claudia foi pro hospital e a Nerea tinha começado a ir pra creche uns dias antes.
Quando voltei ao meio-dia, a Claudia tava com aquela legging branca sem calcinha, me olhou sorrindo.
— Quase chegou tarde… vamos no açougue antes de fechar… ah, esqueci de te avisar, na sexta tirei o diu… tem que tomar cuidado…
Eu olhei pra ela, tava louco de tesão de ver ela naquela legging que marcava a raba, parecia desenhada e dava pra ver os lábios da buceta dela, que putinha, pensei.[/swf]
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Claudia é uma puta vingativa de 40.[/swf]http://emb.slutload.com/ijxvGGTFDKQPassaram umas duas semanas, estávamos no final de novembro, fazia um calor gostoso na cidade, Nerea já ia fazer um ano. Claudia estava muito preocupada com um processo que tinha contra uma clínica onde trabalhou, recebia ameaças por telefone e estávamos todos meio assustados e paranóicos. Não tinha visto ninguém, nenhum amante nem nada, estava totalmente sem tesão. Ela teve a ideia de que seria bom irmos uns dias para uma casa em Mar de Ajó, que tinha sido dos avós dela e que pra ela era o refúgio, o lugar pra pensar e descansar. Lucia não quis vir com a gente, ficou com o namorado em casa, a família dele toda feliz. Saímos nós três, íamos aproveitar pra descansar.
Assim que chegamos, com um dia lindo, Claudia quis aproveitar o dia de praia, tinha pouca gente, ela vestiu uma fio dental booty less, tava uma delícia. Me mandou passar o bronzeador devagar, acariciando a bunda toda, a neném brincando na beira do mar.
Quando voltamos ao meio-dia, eu preparei o almoço e Claudia foi tomar banho, colocamos a neném pra dormir e demos uma trepada daquelas. De novo praia. De noite, no jantar, Claudia me disse que não tava preocupada só com o processo, mas também que tava velha. Por causa de ter um filho. Nerea já entendia muito mais do que a gente falava, mesmo sendo pequena.
— Meu amor, o negócio da idade não é problema, você sabe que tem montes de estudos e tal, você é médica.
— Você tem razão…
— O negócio é que já temos a neném… não somos mais jovens… e não sei se quero que aconteça de novo algo como o que aconteceu…
— Depois a gente conversa…
Colocamos a neném pra dormir depois do jantar e quando ela pegou no sono, deitamos nós. Claudia montou em mim e eu não tava tão afim, já não sou um garoto e não consigo transar tão seguido. Claudia chegou perto do meu ouvido:
— Viu como é fácil você perder o interesse…
— Tô velho, amor…
— Que coisa que os dois querem me encher… Jorge e Juan… que degenerados, né… — meu pau ficou mais duro e ela sentiu. — O que foi… não tava broxante não… podia… ou te falta estímulo… gosto que os dois queiram me encher… cê tem razão… -dizia enquanto me cavalgava agora mais forte, sentindo a dureza do meu pau.- perigoso não é… e adoro que vocês estejam afim de mim… mas acho que tenho que te dar uma chance… quando voltarmos… vou tirar o diu… e se algum dos dois vier me comer… vai ser porque você convidou… quer… eu só vou te avisar quando tirar…
-Mas love…
-Que cachorrinho… se o senhor não falar nada… vou transar só com você… até eu ficar cheia…
Talvez eu faça uma sacanagenzinha… de não deixar você me comer e juntar porra… e aí como sou má vou esquentar um pouco ele falando…
-que filha da puta…
-mas você decide meu cachorrinho… aproveita a trepada que cê me dá hoje… porque o resto da semana não me toca nem um fio de cabelo… assim que chegarmos vou tirar o diu… e quando cê tá com tesão cê é mais atencioso comigo… não…
-mas não tá certo…
-O que meu cachorrinho… que eu deixe juntar porra… ou tem medo de me entregar tão fácil a bichona…
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-Não quero que você transe com ninguém se não se cuidar…
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Ou talvez convide só um…
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-Sim sou muito puta e adoro pau… o do açougueiro é uma delícia que pica enorme… como me enche… não ia gostar de ver ele me fodendo… sabendo que não me cuido… que dá aquelas gozadas tão abundantes… bem no fundo da buceta da sua mulherzinha… e que pode deixar ela cheia dele… do macho dele…
Meu pau começou a cuspir porra..- sim vagabundo quanto gozo e olha que você gozou bem hoje… como cê gosta de entregar sua puta…
A gente se comeu de boca um tempão, e depois dormiu.
O resto da semana passamos nos divertindo, praia, banhos de mar, passeios com a menina, a Claudia me fazia passar bronzeador, dar banho nela e só, como tinha Nada de sexo, minha excitação só aumentava. Voltamos pra Buenos Aires muito mais descansados e relaxados. Tentei me aproximar da Claudia por uns dias, mas ela me rejeitou, disse que tava muito cansada por causa do julgamento e tal. Passaram mais uns dias e nada. Na terça de manhã fui resolver uns documentos, Claudia foi pro hospital e a Nerea tinha começado a ir pra creche uns dias antes.
Quando voltei ao meio-dia, a Claudia tava com aquela legging branca sem calcinha, me olhou sorrindo.
— Quase chegou tarde… vamos no açougue antes de fechar… ah, esqueci de te avisar, na sexta tirei o diu… tem que tomar cuidado…
Eu olhei pra ela, tava louco de tesão de ver ela naquela legging que marcava a raba, parecia desenhada e dava pra ver os lábios da buceta dela, que putinha, pensei.[/swf]
5 comentários - Le cachetea el culo y se lo hace, mas historia