Enche o tanque dela... E a história continua

Um moreno... uma coroa branca...



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Uma gordinha peitudona... tão levando no cu...[/swf]


[/swf]Le llena el tanque...Y sigue la historia


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Outra senhora que curte os morenos...[/swf]


[/swf]vadia


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Este é um capítulo tranquilo, pausado, onde algo novo começa a se formar...
Claudia é uma puta vingativa de 38 anos.[/swf]
Combinado com o acerto com o ex, a Cláudia não foi mais comigo no açougue. Pediu pra eu dar uma desculpa pro açougueiro, falar que ela tava cheia de trabalho e que isso sugava toda a energia dela. Ela tinha ligado pro Jorge, o ex dela, várias vezes. Uma vez marcou pra madrugada, quando ele terminava um plantão, sempre em horários estranhos. Eles tinham curtido a foda como sempre, mas o Jorge falou que esses horários tavam complicando a situação com a namorada dele e que ele não queria arriscar o relacionamento. A Cláudia disse pra ele não se preocupar, mas, como sempre, a palavra dela não valia nada.

Naquela noite, depois de muito tempo sem me comer, a Cláudia me amarrou na cama pelado, colocou uma camisinha em mim e enfiou meu pau devagar na buceta dela. Ela se debruçou sobre mim, brincando com a língua na minha orelha, pronta pra sussurrar no meu ouvido. E foi o que fez quando parou de se mexer, bem enfiada em cima de mim, sentindo a dureza do meu pau, começou a falar.

— Coitadinho do meu cuckold… fazia tempo que eu não te comia, hein… — disse com a maior voz de puta. — Agora que meu ex não pode mais, tenho carta branca com o açougueiro… sinto falta daquele pau… amei quando ele encheu minha cara de porra… me senti uma puta suja… — Eu só fiquei quieto, tesudo pra caralho, com meu pau bem duro. — Te incomoda eu falar, meu bem…?

— Não, minha rainha… tudo que você faz tá certo…

— Já sei, idiota… e meu ex eu vou ver de vez em quando… o que você acha, amor? Vai ser bom… você ainda me acha gostosa…?

— Te adoro… você é uma mulher deliciosa…

— Já sei… mas não sei se é certo deixar você me comer… você é tão inútil… só cuida da neném e da Lúcia… não consegue um emprego decente… deixa qualquer um comer sua mulher… — Não falei nada, continuei em silêncio. Ela começou a rebolar forte em cima de mim e eu senti ela gozar. Enfiou os próprios dedos no cu e teve um orgasmo que deixou ela relaxada em cima de mim. — Quero que você comece a ser um pouco mais ativo… que se mostre mais… que faça alguma coisa… sei lá… — Ela continuava enfiada em cima de mim. Mim, meu pau bem duro... se não vou ter que te vestir como uma mulherzinha... com minha roupa íntima... você gostaria de usar uma calcinha fio dental enfiada na bunda de novo?
— Não... não gostaria...
— Bom... quero ver alguma mudança em você, foda-se uma semana. — nesse momento ele saiu de cima de mim, deitou-se apoiado no meu peito, me deixou amarrado na cama e dormiu. Durante a noite tive que pedir para ele me soltar porque a nenê chorava e fui atendê-la.

Quando acordei, estava amarrado na cama, fui acordado pela boca da Claudia brincando com minhas bolas, ela estava usando uma calcinha fio dental branca dela, estilo Booty less, me senti estranho.
— Fiquei pensando, pra que vou te fazer esperar uma semana... o que você pode mudar em uma semana... — ela estava totalmente nua e se acomodou no meu pau, mas deixou a calcinha dela em mim, começou a se esfregar no meu pau. — Que delícia chegar agora, né... toda vez que eu vier ou a gente for ver algum dos meus amantes, você vai vestir uma calcinha minha... — eu não dizia nada, como sempre, gozava com as palavras dela, mesmo que em algum lugar doesse pra caralho — como vai mudar minha mariconinha... se ela gosta que a mulher dela seja comida... que encham ela de porra... isso não muda... não é, maricona?
— Acho que não... — ela riu gostoso.

— Daqui a pouco a gente vai no açougue... eu vou comprar frios como sempre... você pergunta pro João se ele pode entregar em casa... — a esfregada dela em mim me fez gozar pra caralho, eu tava gozando um monte, gemendo — se gozou muito, seu punheteiro... gostou da roupinha nova, hein... depois que a gente tomar banho, te dou outra... assim você fica bonitinha quando a gente for no açougue... — ela me beijou fundo na boca por um tempão. Depois saiu do quarto, me deixando amarrado na cama, cheio da minha porra, sentindo a calcinha dela enfiada no meu cu. Se alguém entrasse e me visse assim, pensei.

A gente tomou banho junto, eu ainda tava excitado, meu pau ficou duro de novo, Claudia sorria de um jeito perverso enquanto me ensaboava.
— Quanto mais eu te humilho... mais submisso você fica... — ela se ajoelhou e me chupou por um tempo. Demorei, fechando os olhos por causa da água que espirrava, depois ela se levantou e eu chupei pra caralho, devolvendo as gentilezas. Depois terminamos de nos lavar, saímos, nos secamos. Ela vestiu uma legging branca sem calcinha, a rabeta dela transbordava, na frente dava pra ver os lábios dela, uma camiseta solta por cima.

— Tô gostosa…?
— Vão querer te comer todos os vizinhos…
— Ué… começa a dar os números… — disse sorrindo e me beijou. Me deu uma tanga preta pra eu vestir, meu pau tava duro. Ela não falou nada agora.

Depois fomos pro açougue, notei um sorriso na cara do João assim que entramos, ela foi na despensa, a bunda dela balançava de vez em quando, sensual, como se dissesse pro João: olha o que você pode comer daqui a pouco se quiser, enquanto conversava com a esposa como se nada tivesse rolando. O João, enquanto pedia as coisas, batia papo comigo sobre bobeira, um pouco de futebol, um pouco de política. Olhei nos olhos dele e falei:

— A gente não vai pra casa agora… pode levar o pedido ao meio-dia… quando você fechar…
— Tava esperando um pedido… — disse piscando um olho, mas a verdade é que primeiro uma cliente como a sua senhora… — me aproximei da Cláudia e ela falou no meu ouvido pra eu colocar a mão na cintura dela e deixar descer acariciando só o começo dos glúteos. Eu percebia que o João não perdia um detalhe. Saímos do açougue, naquele dia a Luísa tinha ginástica, então não vinha. A Cláudia tinha suspendido o consultório por uma série de problemas, peguei o carrinho da bebê e fui andando com a Cláudia pra casa. Na porta, enquanto abria com a chave, me beijou e disse: Te amo, meu amor…[/swf]

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