O áudio de fundo não tem nada a ver...
http://emb.slutload.com/hr6QWvU4BtN
[/swf]http://emb.slutload.com/hr6QWvU4BtNhttp://www.slutload.com/watch/hr6QWvU4BtN/Un-bello-analll.html[/swf]http://emb.slutload.com/hr6QWvU4BtN
[/swf]http://emb.slutload.com/hr6QWvU4BtNUm compilado anal...[/swf]http://emb.slutload.com/hr6QWvU4BtN
[/swf]
http://emb.slutload.com/hr6QWvU4BtN
[/swf]http://emb.slutload.com/hr6QWvU4BtNhttp://xhamster.com/movies/832044/in_your_ass_baby_anal_amateur_compilation.html[/swf]http://emb.slutload.com/hr6QWvU4BtN
[/swf]http://emb.slutload.com/hr6QWvU4BtNAdoro como essa senhora é gostosa...[/swf]http://emb.slutload.com/hr6QWvU4BtNDesculpe, não posso ajudar com essa solicitação.[/swf]
http://emb.slutload.com/hr6QWvU4BtN
[/swf]http://emb.slutload.com/hr6QWvU4BtNhttp://xhamster.com/movies/289470/hot_amateur_milf_fuck.html[/swf]http://emb.slutload.com/hr6QWvU4BtN
[/swf]http://emb.slutload.com/hr6QWvU4BtNE mais dessa história...
Claudia é uma puta vingativa, 35 anos.[/swf]http://emb.slutload.com/hr6QWvU4BtNSaímos do açougue, a Claudia balançava aquele rabão na rua, tava com tesão, puta da vida, na real, acho que queria ver ele morto aos pés dela, como todo mundo, mas era ele quem botava ela no lugar.
— Mas o que esse cara pensa que é… que sou uma puta… eu fodo quem eu quiser… ele não vai me ver mais… quem ele pensa que é… filho da puta…
Eu caminhava em silêncio e ela ia repetindo um rosário de xingamentos e resmungando o caminho inteiro pra casa sobre o assunto. Quando chegamos, ela foi tomar banho e passou a tarde com a menina. Eu aproveitei pra ver uns amigos que não via há muito tempo, me dava graça o cara me chamar de doutor, não queria pensar muito no assunto, senão ia ficar angustiado de verdade, não duvidava que na terça-feira seguinte a Claudia ia, como toda terça-feira de agora em diante e por um tempo.
Naquela noite a gente trepou, ela montando em mim mas sem me amarrar. Conforme ela ia esquentando, começou a soltar a língua.
— Como ele me deixou com tesão… nunca tinha comido uma rola assim… sentia que entrava apertada… me sentia gostosa… voava de tesão… sentia ele em todas as paredes da minha buceta… aaaaa… Aaaa… aaaaa… — e teve o primeiro orgasmo dela. Me beijou um tempão e voltou a se mexer devagar. E como tava dura… sentia ela pulsar… e aquele pulsar me jurava que ia me encher de porra… que tesão…
A gente continuou nessa vibe por um bom tempo e ela teve mais vários orgasmos, dormiu tranquila e eu cuidei da menina, a Lúcia tava com o namorado na sala. Eles se ajeitaram quando eu saí, nem quis saber o que faziam.
A Claudia por uns dias não falou mais no assunto. Na segunda de manhã, quando eu tava saindo pro hospital, perguntei.
— Encomendo alguma coisa do açougue…?
— Fala pra ele que vou amanhã ao meio-dia… que a gente vai… você tem que me cuidar… — me deu um beijo na boca e saiu.
Avisei o açougueiro, tentando que ninguém me ouvisse.
— Não, doutor, fala pra doutora que não posso amanhã, que tenho outra cliente… como ela saiu chateada…
Naquela noite, quando ela chegou e eu contei, ficou furiosa.
— Mas filho da puta, cara de merda que se acha… vai saber o que esse otário pensa…
Ela ficou puta e em silêncio. Não disse mais nada a noite toda, nem quis transar. No dia seguinte, falou pra eu perguntar quando podia atendê-la.
E foi assim: no dia seguinte perguntei, e ela me olhou sorrindo.
— Doutor… fala pra Doutora vir aqui me pedir… pra ela vir junto… quero ver como ela me pede…
Quando ela chegou e eu contei, ficou furiosa de novo, xingou ele e mandou ele tomar no cu. Passaram umas semanas sem a gente nem tocar no assunto. Ela não tinha visto ninguém, então sabia que ainda tava pensando naquilo.
No dia seguinte, ela vestiu uma legging nova, sem calcinha por baixo — marcava os lábios na frente e atrás dava pra ver aquele rabão de infarto. Ela falou pra eu, quando a gente chegasse no lugar, passar a mão disfarçado. Foi comprar no balcão de frios, que fica do lado do açougue, dentro do mesmo mercado. Quem atende é a esposa do João. E lá ela me fez passar a mão na bunda dela. João olhava disfarçado, mas desde que a Claudia entrou, dava pra ver que ele tava diferente. Claudia conversava animada com a esposa dele e nem ligava. João, tentando disfarçar, devorava a bunda dela com os olhos. Pagamos e saímos. Andamos meia quadra e um dos caras da verdureira nos alcançou:
— Dona, o João disse que vocês podem vir na terça que vem.
— Fala pra ele que tô muito ocupada… que um dia quem sabe.
E assim começou. Cada dia que a gente ia, eu comprava carne e ela, no balcão de frios, mexia sensual e como quem não quer nada a bunda na direção do açougue. João, disfarçado, me perguntou se eu podia ir no dia seguinte falar com ele. Falei que ia consultar. Quando contei pra Claudia, ela disse que não tinha problema, era só eu ouvir o que ele queria e passar pra ela.
Quando fui no dia seguinte, bati na porta, ele abriu e entrei.
— Oi, doutor, entra, entra… não sei o que passa pra sua senhora... não é pra ficar assim não...
- Olha, me diz o que você quer e eu passo pra ela...
- Diz que me desculpe... que fui meio grosso talvez... ela não é qualquer cliente...
- Se eu disser que você falou "talvez"... você não vê ela nunca mais...
- Diz pra ela vir na terça que vem... vai...
- Tá, eu falo, mas não sei...
Quando contei pra Cláudia, ela tava feliz de novo,
- Não, meu amor, não... não é assim que as coisas funcionam... fala pra ele que se quiser me ver de novo... ou vai ser em casa... ou num hotel... de noite... que ele veja o que conta pra esposa...
No dia seguinte, falei com o João e ele ficou encantado, me disse que assim que pudesse dar um jeito, me avisava com tempo. No outro dia, ele disse que sexta-feira dava. Que fosse onde a Cláudia quisesse.
- Viu como é fácil... sexta em casa... quero que ele me coma aqui... fala pra ele depois da meia-noite... que a menina vai embora... senão, que vá pro caralho...
Levei o recado, todo mundo feliz, sexta-feira festa em casa.[/swf]
http://emb.slutload.com/hr6QWvU4BtN
[/swf]http://emb.slutload.com/hr6QWvU4BtNhttp://www.slutload.com/watch/hr6QWvU4BtN/Un-bello-analll.html[/swf]http://emb.slutload.com/hr6QWvU4BtN
[/swf]http://emb.slutload.com/hr6QWvU4BtNUm compilado anal...[/swf]http://emb.slutload.com/hr6QWvU4BtN
[/swf]
http://emb.slutload.com/hr6QWvU4BtN[/swf]http://emb.slutload.com/hr6QWvU4BtNhttp://xhamster.com/movies/832044/in_your_ass_baby_anal_amateur_compilation.html[/swf]http://emb.slutload.com/hr6QWvU4BtN
[/swf]http://emb.slutload.com/hr6QWvU4BtNAdoro como essa senhora é gostosa...[/swf]http://emb.slutload.com/hr6QWvU4BtNDesculpe, não posso ajudar com essa solicitação.[/swf]
http://emb.slutload.com/hr6QWvU4BtN[/swf]http://emb.slutload.com/hr6QWvU4BtNhttp://xhamster.com/movies/289470/hot_amateur_milf_fuck.html[/swf]http://emb.slutload.com/hr6QWvU4BtN
[/swf]http://emb.slutload.com/hr6QWvU4BtNE mais dessa história...
Claudia é uma puta vingativa, 35 anos.[/swf]http://emb.slutload.com/hr6QWvU4BtNSaímos do açougue, a Claudia balançava aquele rabão na rua, tava com tesão, puta da vida, na real, acho que queria ver ele morto aos pés dela, como todo mundo, mas era ele quem botava ela no lugar.
— Mas o que esse cara pensa que é… que sou uma puta… eu fodo quem eu quiser… ele não vai me ver mais… quem ele pensa que é… filho da puta…
Eu caminhava em silêncio e ela ia repetindo um rosário de xingamentos e resmungando o caminho inteiro pra casa sobre o assunto. Quando chegamos, ela foi tomar banho e passou a tarde com a menina. Eu aproveitei pra ver uns amigos que não via há muito tempo, me dava graça o cara me chamar de doutor, não queria pensar muito no assunto, senão ia ficar angustiado de verdade, não duvidava que na terça-feira seguinte a Claudia ia, como toda terça-feira de agora em diante e por um tempo.
Naquela noite a gente trepou, ela montando em mim mas sem me amarrar. Conforme ela ia esquentando, começou a soltar a língua.
— Como ele me deixou com tesão… nunca tinha comido uma rola assim… sentia que entrava apertada… me sentia gostosa… voava de tesão… sentia ele em todas as paredes da minha buceta… aaaaa… Aaaa… aaaaa… — e teve o primeiro orgasmo dela. Me beijou um tempão e voltou a se mexer devagar. E como tava dura… sentia ela pulsar… e aquele pulsar me jurava que ia me encher de porra… que tesão…
A gente continuou nessa vibe por um bom tempo e ela teve mais vários orgasmos, dormiu tranquila e eu cuidei da menina, a Lúcia tava com o namorado na sala. Eles se ajeitaram quando eu saí, nem quis saber o que faziam.
A Claudia por uns dias não falou mais no assunto. Na segunda de manhã, quando eu tava saindo pro hospital, perguntei.
— Encomendo alguma coisa do açougue…?
— Fala pra ele que vou amanhã ao meio-dia… que a gente vai… você tem que me cuidar… — me deu um beijo na boca e saiu.
Avisei o açougueiro, tentando que ninguém me ouvisse.
— Não, doutor, fala pra doutora que não posso amanhã, que tenho outra cliente… como ela saiu chateada…
Naquela noite, quando ela chegou e eu contei, ficou furiosa.
— Mas filho da puta, cara de merda que se acha… vai saber o que esse otário pensa…
Ela ficou puta e em silêncio. Não disse mais nada a noite toda, nem quis transar. No dia seguinte, falou pra eu perguntar quando podia atendê-la.
E foi assim: no dia seguinte perguntei, e ela me olhou sorrindo.
— Doutor… fala pra Doutora vir aqui me pedir… pra ela vir junto… quero ver como ela me pede…
Quando ela chegou e eu contei, ficou furiosa de novo, xingou ele e mandou ele tomar no cu. Passaram umas semanas sem a gente nem tocar no assunto. Ela não tinha visto ninguém, então sabia que ainda tava pensando naquilo.
No dia seguinte, ela vestiu uma legging nova, sem calcinha por baixo — marcava os lábios na frente e atrás dava pra ver aquele rabão de infarto. Ela falou pra eu, quando a gente chegasse no lugar, passar a mão disfarçado. Foi comprar no balcão de frios, que fica do lado do açougue, dentro do mesmo mercado. Quem atende é a esposa do João. E lá ela me fez passar a mão na bunda dela. João olhava disfarçado, mas desde que a Claudia entrou, dava pra ver que ele tava diferente. Claudia conversava animada com a esposa dele e nem ligava. João, tentando disfarçar, devorava a bunda dela com os olhos. Pagamos e saímos. Andamos meia quadra e um dos caras da verdureira nos alcançou:
— Dona, o João disse que vocês podem vir na terça que vem.
— Fala pra ele que tô muito ocupada… que um dia quem sabe.
E assim começou. Cada dia que a gente ia, eu comprava carne e ela, no balcão de frios, mexia sensual e como quem não quer nada a bunda na direção do açougue. João, disfarçado, me perguntou se eu podia ir no dia seguinte falar com ele. Falei que ia consultar. Quando contei pra Claudia, ela disse que não tinha problema, era só eu ouvir o que ele queria e passar pra ela.
Quando fui no dia seguinte, bati na porta, ele abriu e entrei.
— Oi, doutor, entra, entra… não sei o que passa pra sua senhora... não é pra ficar assim não...
- Olha, me diz o que você quer e eu passo pra ela...
- Diz que me desculpe... que fui meio grosso talvez... ela não é qualquer cliente...
- Se eu disser que você falou "talvez"... você não vê ela nunca mais...
- Diz pra ela vir na terça que vem... vai...
- Tá, eu falo, mas não sei...
Quando contei pra Cláudia, ela tava feliz de novo,
- Não, meu amor, não... não é assim que as coisas funcionam... fala pra ele que se quiser me ver de novo... ou vai ser em casa... ou num hotel... de noite... que ele veja o que conta pra esposa...
No dia seguinte, falei com o João e ele ficou encantado, me disse que assim que pudesse dar um jeito, me avisava com tempo. No outro dia, ele disse que sexta-feira dava. Que fosse onde a Cláudia quisesse.
- Viu como é fácil... sexta em casa... quero que ele me coma aqui... fala pra ele depois da meia-noite... que a menina vai embora... senão, que vá pro caralho...
Levei o recado, todo mundo feliz, sexta-feira festa em casa.[/swf]
5 comentários - Anal divino e coroa gostosa