Que lindo tratar com tanto carinho o amigo... que feios esses vídeos onde as gostosas batem uma como se fossem arrancar a pica dos caras
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[/swf]http://emb.slutload.com/pqaimflSWFJhttp://www.slutload.com/watch/pqaimflSWFJ/My-wife-Renate-strokes-my-dick-till-last-drop.html[/swf]http://emb.slutload.com/pqaimflSWFJ
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[/swf][/swf]http://emb.slutload.com/wwobpzIJb4Chttp://emb.slutload.com/pqaimflSWFJhttp://www.slutload.com/watch/wwobpzIJb4C/Crazy-two-finger-handjob-with-happy-ending.html[/swf][/swf]http://emb.slutload.com/wwobpzIJb4Chttp://emb.slutload.com/pqaimflSWFJ
[/swf][/swf]http://emb.slutload.com/wwobpzIJb4Chttp://emb.slutload.com/pqaimflSWFJE a história continua, como vem, segue clara.
Claudia é uma puta vingativa, 23.[/swf][/swf]http://emb.slutload.com/wwobpzIJb4Chttp://emb.slutload.com/pqaimflSWFJAssim que Lúcia saiu do banheiro, Claudia foi direto tomar banho, quis que eu ensaboasse ela, secasse, me fez aparar os pelinhos da sua buceta. Estreou um conjunto de fio dental branco com meia-calça e liga, o vestido preto curto que marca aquele rabão, me fez ficar no banheiro enquanto ela se arrumava, colocou os brincos redondos. Bem putona, pintou os lábios e me mandou fazer a comida, disse pra eu tirar a roupa íntima de mocinha, que agora eu era o marido dela, corno, mas marido. Fui fazer o jantar, mistura de sensações e revolução interna, Lúcia me deu um beijo e agradeceu, falou que a mãe já tava grávida mesmo, e isso e aquilo e blá-blá-blá, eu não tava ouvindo, tava enrolado dentro de mim. Fui cozinhar e isso me ajudou a clarear um pouco a cabeça. Perto das 22h tocou a campainha, foi Lúcia abrir. Claudia veio cumprimentá-lo, ele deu um beijo na bochecha dela, disse que ela tava muito gostosa, eu saí da cozinha e ele apertou minha mão com força.
— E aí, velho, como cê tá?
— Bem, sua filha queria te ver.
— Que sorte que me convidaram… — disse ele me olhando com cara de safado.
O jantar foi normal, os dois conversavam com Lúcia e contavam coisas de quando ela era pequena, lembranças que quase sempre eram da Claudia porque Jorge nunca esteve muito presente na vida dela.
Pouco depois vieram buscar a Lúcia, ela beijou o pai, abraçou e saiu de casa, fez-se um pequeno silêncio, como se ajustando a situação, terminamos de jantar.
— Meu marido me vestiu… sabendo que você vinha… e o que a gente ia fazer, parece que ele gosta… — ele se levantou e a ergueu, se beijaram de boca aberta, ela se ajoelhou e, liberando o pau dele, começou a chupar.
— Acho que te comi em todo canto dessa casa… hein, puta… — ela se levantou, tirou o vestido, ficando só de salto e roupa íntima, ajeitou os peitos dentro do sutiã que ele apalpava.
— Você adorava meus peitos cheios na gravidez… como agora… — ele amassava os seios dela. Com prazer, ele a colocou de pé, deitou ela de barriga sobre a mesa e se ajoelhou pra chupar a bunda dela. Ela pediu pra ele beijá-la. Ele se levantou e nos viu nos beijando, sorriu, encaixou devagar no cu dela e meteu fundo.
— Que bunda gostosa que você tem… nenhuma puta deixa eu meter tudo igual você… até o talo… sempre foi assim… adorava bancar a santinha… mas sempre foi uma puta fogosa…
— Siiiiiiim… sua puta… sua puta fogosa… fura meu cu com essa pica enorme que você tem… como eu gosto aaaa… tô gozando… aaaa… isso, cachorro, me come… ele deixou enfiado por um tempo, depois tirou e deu pra ela chupar, tava meio sujo do cu da Cláudia. — Limpa bem, puta, vai, chupa… porca…
Ela se levantou, queria ir lavar, não tava confortável. Ele acompanhou ela ao banheiro e saíram se beijando. Foram direto pra cama, ele colocou ela de quatro e, segurando firme os peitos dela por trás, metia bem forte.
— Já deve ter enchido teu cu nessa cama várias vezes, hein, puta…?
— Como você me excita, cachorro… adoro como me trata…
— Tomara que minha filha não saia tão puta quanto a mãe…
— Aaaaaaa… filho da puta… Aaaaaa… — ela tava tendo outro orgasmo. Pararam um pouco e ele queria comer a sobremesa, tinha trazido um sorvete que dizia ser delicioso. Ela se ajoelhou na frente dele, e ele ia passando sorvete no próprio pau, e ela limpava tudo com a boca.
— Como você adorava ganhar sua sobremesa… puta…
Ficaram mais um tempo, e ele colocou ela de novo sobre a mesa, e voltou pro cu dela. Pareciam dois viciados, cada vez mais loucos de tesão. Ele avisou que não aguentava muito mais.
— Então enche eu, cachorro… vai, quero sentir seu leite grosso… ou prefere dar na minha boca… lembra como você gostava que eu tirasse de manhã… e saboreasse na sua frente…
Ele tirou do cu dela e, pegando pelo cabelo, colocou ela de joelhos na frente dele. Não precisou falar nada, o pau dele já tava na boca dela, e ela engoliu o que ele deu, mas o resto ela saboreou, mostrando pra ele. Como ela saboreava, com uma cara de puta que dava nojo.
—Que delícia transar com você e não ter que aturar suas merdas… —disse a Claudia.
—O mesmo digo, puta… o mesmo digo, e os dois se beijaram na boca por um bom tempo. Ele quis tomar banho e ela não teve problema. Quando ele foi tomar banho, Claudia veio me beijar, senti os restos de porra e o gosto não era tão ácido, me senti um doente também. Ela pegou minha mão e levou até a bunda dela.
—Sente como tá aberta… como ele me fode com essa pica… viu como é comprida a do meu amor… —ela se despiu e foi pro banheiro, entraram juntos no chuveiro, ela tentava fazer a pica dele reagir, mas não tinha jeito.
—Já não tenho 20 anos, gostosa… se eu descansar um pouco… —disse saindo do banho e se secando.
—Vai deitar um pouco… daqui a pouco a gente vai… —ele sorriu e passou por mim indo pro quarto.
Ela esperou um pouco, deixou ele descansar, depois deu uma chupada de campeão e montou em cima, se enfiando naquela pica comprida cada vez mais quente, enquanto ele mordiscava e chupava os bicos dos peitos dela como um desesperado, ficaram um tempão, eu fui me excitando, me despi e me ajeitei atrás dela, fui enfiando no cu dela devagar e ela adorou, eu comecei a marcar o ritmo da foda mas tava difícil pra caralho não gozar, então parava de vez em quando, mas sentir a pica do Jorge por aquela pelinha fina me deixava a mil, então comecei a foder com fúria até encher as tripas dela enquanto puxava o cabelo dela com violência e mordia a nuca, ela tava viajando, perdida, sei lá em que mundos. Eles ficaram mais um tempo até gozar e o Jorge foi embora. De novo ela dormiu deitada no meu peito com a mão no meu ombro.[/swf][/swf]
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Claudia é uma puta vingativa, 23.[/swf][/swf]http://emb.slutload.com/wwobpzIJb4Chttp://emb.slutload.com/pqaimflSWFJAssim que Lúcia saiu do banheiro, Claudia foi direto tomar banho, quis que eu ensaboasse ela, secasse, me fez aparar os pelinhos da sua buceta. Estreou um conjunto de fio dental branco com meia-calça e liga, o vestido preto curto que marca aquele rabão, me fez ficar no banheiro enquanto ela se arrumava, colocou os brincos redondos. Bem putona, pintou os lábios e me mandou fazer a comida, disse pra eu tirar a roupa íntima de mocinha, que agora eu era o marido dela, corno, mas marido. Fui fazer o jantar, mistura de sensações e revolução interna, Lúcia me deu um beijo e agradeceu, falou que a mãe já tava grávida mesmo, e isso e aquilo e blá-blá-blá, eu não tava ouvindo, tava enrolado dentro de mim. Fui cozinhar e isso me ajudou a clarear um pouco a cabeça. Perto das 22h tocou a campainha, foi Lúcia abrir. Claudia veio cumprimentá-lo, ele deu um beijo na bochecha dela, disse que ela tava muito gostosa, eu saí da cozinha e ele apertou minha mão com força.
— E aí, velho, como cê tá?
— Bem, sua filha queria te ver.
— Que sorte que me convidaram… — disse ele me olhando com cara de safado.
O jantar foi normal, os dois conversavam com Lúcia e contavam coisas de quando ela era pequena, lembranças que quase sempre eram da Claudia porque Jorge nunca esteve muito presente na vida dela.
Pouco depois vieram buscar a Lúcia, ela beijou o pai, abraçou e saiu de casa, fez-se um pequeno silêncio, como se ajustando a situação, terminamos de jantar.
— Meu marido me vestiu… sabendo que você vinha… e o que a gente ia fazer, parece que ele gosta… — ele se levantou e a ergueu, se beijaram de boca aberta, ela se ajoelhou e, liberando o pau dele, começou a chupar.
— Acho que te comi em todo canto dessa casa… hein, puta… — ela se levantou, tirou o vestido, ficando só de salto e roupa íntima, ajeitou os peitos dentro do sutiã que ele apalpava.
— Você adorava meus peitos cheios na gravidez… como agora… — ele amassava os seios dela. Com prazer, ele a colocou de pé, deitou ela de barriga sobre a mesa e se ajoelhou pra chupar a bunda dela. Ela pediu pra ele beijá-la. Ele se levantou e nos viu nos beijando, sorriu, encaixou devagar no cu dela e meteu fundo.
— Que bunda gostosa que você tem… nenhuma puta deixa eu meter tudo igual você… até o talo… sempre foi assim… adorava bancar a santinha… mas sempre foi uma puta fogosa…
— Siiiiiiim… sua puta… sua puta fogosa… fura meu cu com essa pica enorme que você tem… como eu gosto aaaa… tô gozando… aaaa… isso, cachorro, me come… ele deixou enfiado por um tempo, depois tirou e deu pra ela chupar, tava meio sujo do cu da Cláudia. — Limpa bem, puta, vai, chupa… porca…
Ela se levantou, queria ir lavar, não tava confortável. Ele acompanhou ela ao banheiro e saíram se beijando. Foram direto pra cama, ele colocou ela de quatro e, segurando firme os peitos dela por trás, metia bem forte.
— Já deve ter enchido teu cu nessa cama várias vezes, hein, puta…?
— Como você me excita, cachorro… adoro como me trata…
— Tomara que minha filha não saia tão puta quanto a mãe…
— Aaaaaaa… filho da puta… Aaaaaa… — ela tava tendo outro orgasmo. Pararam um pouco e ele queria comer a sobremesa, tinha trazido um sorvete que dizia ser delicioso. Ela se ajoelhou na frente dele, e ele ia passando sorvete no próprio pau, e ela limpava tudo com a boca.
— Como você adorava ganhar sua sobremesa… puta…
Ficaram mais um tempo, e ele colocou ela de novo sobre a mesa, e voltou pro cu dela. Pareciam dois viciados, cada vez mais loucos de tesão. Ele avisou que não aguentava muito mais.
— Então enche eu, cachorro… vai, quero sentir seu leite grosso… ou prefere dar na minha boca… lembra como você gostava que eu tirasse de manhã… e saboreasse na sua frente…
Ele tirou do cu dela e, pegando pelo cabelo, colocou ela de joelhos na frente dele. Não precisou falar nada, o pau dele já tava na boca dela, e ela engoliu o que ele deu, mas o resto ela saboreou, mostrando pra ele. Como ela saboreava, com uma cara de puta que dava nojo.
—Que delícia transar com você e não ter que aturar suas merdas… —disse a Claudia.
—O mesmo digo, puta… o mesmo digo, e os dois se beijaram na boca por um bom tempo. Ele quis tomar banho e ela não teve problema. Quando ele foi tomar banho, Claudia veio me beijar, senti os restos de porra e o gosto não era tão ácido, me senti um doente também. Ela pegou minha mão e levou até a bunda dela.
—Sente como tá aberta… como ele me fode com essa pica… viu como é comprida a do meu amor… —ela se despiu e foi pro banheiro, entraram juntos no chuveiro, ela tentava fazer a pica dele reagir, mas não tinha jeito.
—Já não tenho 20 anos, gostosa… se eu descansar um pouco… —disse saindo do banho e se secando.
—Vai deitar um pouco… daqui a pouco a gente vai… —ele sorriu e passou por mim indo pro quarto.
Ela esperou um pouco, deixou ele descansar, depois deu uma chupada de campeão e montou em cima, se enfiando naquela pica comprida cada vez mais quente, enquanto ele mordiscava e chupava os bicos dos peitos dela como um desesperado, ficaram um tempão, eu fui me excitando, me despi e me ajeitei atrás dela, fui enfiando no cu dela devagar e ela adorou, eu comecei a marcar o ritmo da foda mas tava difícil pra caralho não gozar, então parava de vez em quando, mas sentir a pica do Jorge por aquela pelinha fina me deixava a mil, então comecei a foder com fúria até encher as tripas dela enquanto puxava o cabelo dela com violência e mordia a nuca, ela tava viajando, perdida, sei lá em que mundos. Eles ficaram mais um tempo até gozar e o Jorge foi embora. De novo ela dormiu deitada no meu peito com a mão no meu ombro.[/swf][/swf]
7 comentários - Ellas pajean con amor, mas historia
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