Um moderador apagou o post, porque, segundo me informaram, o vídeo precisa ter mais de 15 minutos de duração. Se lerem o protocolo, diz que é mais de quinze segundos de duração. Na real, eu escrevo contos eróticos, não é só isso que faço postar no Porigna; publico relatos, tento subir vídeos originais e me dá um trabalhão que qualquer gênio apague o trampo que a gente se mata pra fazer. Peço de novo moderação pros moderadores: antes de apagar, leiam o protocolo que vão aplicar e usem bom senso na hora de aplicar. Valeu.
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[/swf] Loira gostosa com o marido[/swf]
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[/swf]http://xhamster.com/movies/752681/cute_young_wife_getting_fuck_by_her_husband.html[/swf]" rel="nofollow" target="_blank"> http://xhamster.com/movies/752681/cute_young_wife_getting_fuck_by_her_husband.html[/swf]
[/swf] E a história continua assim...[/swf]
[/swf] Claudia é uma vadia vingativa, 21[/swf] Assim que tudo aconteceu, eu me sentia estranho, mas obviamente participei de cada uma das coisas que rolaram. Às vezes me sentia muito angustiado, mas outras vezes ficava tranquilo. Na manhã daquela terça-feira, a Claudia falou comigo na cama, acariciando meu pau suavemente.
— Naquele dia que você me arrebentou a buceta depois que o Exe me comeu, achei que ia ter que mudar as coisas, meu homem era meu macho, mas caiu alguma coisa de você… algo falhou… e agora eu tô cheinha do Exe… hoje a neném vai dormir na casa da amiguinha Mariana… então hoje… quero que você vista a calcinha vermelha que você tanto gosta… e o Exe vem jantar… acho que vamos nos divertir pra caralho… — meu pau tava bem duro, ela me fez levantar e vestir a calcinha dela, eu gostava da sensação do tecido no meu pau que continuava duro, mas era estranho como ela entrava no meu cu. Como apertava, a Claudia ficou encantada e me disse pra me vestir que eu tava muito lindo. Durante o dia, a sensação ficou estranha. Quando chegou o último paciente, a Claudia me mandou ir pra casa, queria que eu cozinhasse pra eles e que me vestisse de garçom de novo. Ela tinha vestido um vestido que marcava aquele rabão dela com uma tanguinha bem pequena, tava uma delícia. Quando cheguei em casa, coloquei música e me distraí preparando o jantar, já tinha vestido o uniforme de garçom e cozinhava tentando não pensar em nada. Com a música, não escutei nada e quando passei pela sala, a Claudia tava em cima do Exequiel no sofá, eles estavam vestidos se acariciando, ela sentada nele que beijava a boca dela com calma, me deixava muito excitado, pareciam apaixonados, ele dava a língua e ela chupava. Ele acariciava os peitos dela com cuidado, enquanto beijava, chupava a boca dela, eu me sentia confuso. Quando a Claudia me viu, perguntou se a janta tava pronta. Falei que ainda faltava um pouco, que ela fosse continuar com ele. Daí a pouco entraram na cozinha de mãos dadas, ele levantou ela e sentou na beirada da mesa, puxou bem pra borda, levantou uma perna dela… puxei o vestido dela pra cima e corri a tanga dela, liberando o pau dele e fui colocando devagar, enquanto paravam pra se beijar, uns beijos bem longos, prolongados, que me enchiam de raiva e ciúme. Eles se beijavam bem devagar com a pica do cara bem enterrada na Claudia sem se mexer, ela tinha cruzado as pernas por trás dele prendendo ele. E assim ficaram um tempão se beijando e se acariciando, até que eu falei que a janta tava pronta e eles desfizeram o abraço, ele saiu devagar, os dois se olhavam sorrindo tipo safados. A Claudia me fez chupar ela um pouco ajoelhado do lado da mesa. Ela mandou eu servir a janta pra eles na sala. Queriam comer sossegados. Na janta ele fez ela colocar os peitos pra fora do sutiã e tirar o vestido, ele beijava ela de vez em quando e ficavam o tempo todo se tocando e brincando, num momento a Claudia falou comigo.
— Mostra pro senhor como você se vestiu pra nos atender… — eu desabotoei a calça, abaixei o zíper e fui descendo devagar, ouvi a gargalhada do Exequiel — vira — disse a Claudia — isso é pra você ver que ele aceita o lugar dele… sabe quem é o homem aqui… quem botou uma barriga na mulher dele… — ele puxou ela pra perto e fez ela montar nele. Agora eles transavam bem mais quentes.
— Eu não acreditava que existiam caras tão otários… parecia impossível… ainda mais com uma mulher gostosa igual você do lado… — ela deu os peitos pra ele chupar enquanto ela controlava o ritmo da foda.
— Vem chupar aqui, vai… — eu me ajoelhei e chupava a buceta dela por trás e obviamente tocava no pau do cara quando entrava e saía.
— Você tinha razão que com o tempo eu ia fazer o que você quisesse… que otário inútil… — ele pegou ela pela bunda e começou a subir e descer ela em cima dele com mais violência. Metia bem forte até que prendeu ela contra ele, o gozo dele começava a escorrer pelos lados da pica dele.
— Passa a língua, vai… o que tá esperando… limpa a gente direitinho… vamos… viado… porca… — eu passei a língua e limpava tudo, me sentindo um merda. A Claudia tinha Um orgasmo prolongado.
— Sim, me limpa bem, promíscuo… Toma a porra do meu homem… seu cachorro puto… aaaaaaaa… que marido idiota e corno… — sem avisar, ela saiu de cima dele e, segurando minha cabeça, de pé, enfiou ela na minha cara — limpa bem… não pode sobrar nada… não cospe o que tira… já sabe o que tem que fazer… — ela agora acariciava minha bunda com a calcinha vestida. Cada vez ficava mais excitada. Depois ela se afastou de mim e foi até o banheiro, Exequiel continuava sentado com o pau pra fora. Levantei, subi a calça e fui pra cozinha. Pouco depois, a Claudia me chamou, queria que eu servisse a sobremesa. Depois da sobremesa, a Claudi tinha falado com o cara que me olhava sorrindo, a Claudia me fez ficar só de calcinha, me deitei na cama e ela se deitou nua atrás de mim, o corpo dela de lado apertado contra o meu, com a mão direita apertou meu pau por cima da calcinha. Exequiel se ajeitou atrás dela e começou a meter no cu dela, eu sentia os peitos da Claudia nas minhas costas, ela falou no meu ouvido.
— Ele tá metendo devagar… bem suave… já enfiou tudo… ummmm que gostoso… adoro que me comam o cu quando tô cheia… Que duro tá seu pau… pensar que podia estar na minha bucetinha apertada… — meu corpo se mexia com o ritmo da bombada que o Exequiel marcava, ele não falava, só metia forte e firme na Claudia, que gemia baixinho no meu ouvido. — Que duro que tá… parece um ferro quente… — de vez em quando apertava meu pau. — Que linda fica essa roupinha de putinha… promíscuo meu… aaaaa… que bruto… vai rasgar meu cu… — ele pegou ela pelo cabelo e virou a cabeça dela, eu ouvia ele beijando a boca dela. Você é minha mulher, ele disse numa pausa, adoro te beijar… cada dia você é mais minha… quer que eu encha suas tripas de porra, sua vadia?
— Sim, fura fundo e goza… — ela disse e beijou ele de novo, assim se entregaram, ela tinha soltado meu pau e se dedicava totalmente ao Exequiel, que encheu o cu dela e acariciava os peitos enquanto continuava beijando ela, quando o O pau saiu, ela se virou e continuaram se beijando como namorados. Ele foi tomar banho e ela foi junto, eu fiquei largado na cama, ouvi quando a porta fechou e depois de um tempo ouvi ela voltar. Claudia entrou no quarto, tinha vestido o vestido pra descer abrir pra ele, não tava de calcinha. Montou em cima de mim sem tirar o vestido e deixou a calcinha vestida, se esfregava no meu pau.
— Viu como ele beijava a mulher dele… como um macho beija… e ainda mais se deixou ela bem cheia… — ela se esfregava em mim e ao mesmo tempo se punhetava devagar. — Como me excitava ele me beijar assim… na sua frente… e você olhando que nem um punheteiro otário… — deitou em cima de mim e me beijou fundo. — Essa boquinha comeu outro homem… meu homem… o que encheu minhas tripas… — se deitou do meu lado e só me punhetava de leve por cima da calcinha enquanto me beijava de vez em quando e falava. — Que pena que você não teve coragem… olha o que te acontece agora… aproveita que nem um cachorro… as sobras da mulher de outro… — aumentou o movimento e me fez gozar, meu pau explodiu e meu leite escorreu pela renda da calcinha. Me deixou descansar um pouco e mandou eu lavar a calcinha… que eu era uma porca suja, me beijou bem fundo de novo e foi dormir, enquanto eu ia lavar como ela tinha mandado.[/swf]
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— Naquele dia que você me arrebentou a buceta depois que o Exe me comeu, achei que ia ter que mudar as coisas, meu homem era meu macho, mas caiu alguma coisa de você… algo falhou… e agora eu tô cheinha do Exe… hoje a neném vai dormir na casa da amiguinha Mariana… então hoje… quero que você vista a calcinha vermelha que você tanto gosta… e o Exe vem jantar… acho que vamos nos divertir pra caralho… — meu pau tava bem duro, ela me fez levantar e vestir a calcinha dela, eu gostava da sensação do tecido no meu pau que continuava duro, mas era estranho como ela entrava no meu cu. Como apertava, a Claudia ficou encantada e me disse pra me vestir que eu tava muito lindo. Durante o dia, a sensação ficou estranha. Quando chegou o último paciente, a Claudia me mandou ir pra casa, queria que eu cozinhasse pra eles e que me vestisse de garçom de novo. Ela tinha vestido um vestido que marcava aquele rabão dela com uma tanguinha bem pequena, tava uma delícia. Quando cheguei em casa, coloquei música e me distraí preparando o jantar, já tinha vestido o uniforme de garçom e cozinhava tentando não pensar em nada. Com a música, não escutei nada e quando passei pela sala, a Claudia tava em cima do Exequiel no sofá, eles estavam vestidos se acariciando, ela sentada nele que beijava a boca dela com calma, me deixava muito excitado, pareciam apaixonados, ele dava a língua e ela chupava. Ele acariciava os peitos dela com cuidado, enquanto beijava, chupava a boca dela, eu me sentia confuso. Quando a Claudia me viu, perguntou se a janta tava pronta. Falei que ainda faltava um pouco, que ela fosse continuar com ele. Daí a pouco entraram na cozinha de mãos dadas, ele levantou ela e sentou na beirada da mesa, puxou bem pra borda, levantou uma perna dela… puxei o vestido dela pra cima e corri a tanga dela, liberando o pau dele e fui colocando devagar, enquanto paravam pra se beijar, uns beijos bem longos, prolongados, que me enchiam de raiva e ciúme. Eles se beijavam bem devagar com a pica do cara bem enterrada na Claudia sem se mexer, ela tinha cruzado as pernas por trás dele prendendo ele. E assim ficaram um tempão se beijando e se acariciando, até que eu falei que a janta tava pronta e eles desfizeram o abraço, ele saiu devagar, os dois se olhavam sorrindo tipo safados. A Claudia me fez chupar ela um pouco ajoelhado do lado da mesa. Ela mandou eu servir a janta pra eles na sala. Queriam comer sossegados. Na janta ele fez ela colocar os peitos pra fora do sutiã e tirar o vestido, ele beijava ela de vez em quando e ficavam o tempo todo se tocando e brincando, num momento a Claudia falou comigo.
— Mostra pro senhor como você se vestiu pra nos atender… — eu desabotoei a calça, abaixei o zíper e fui descendo devagar, ouvi a gargalhada do Exequiel — vira — disse a Claudia — isso é pra você ver que ele aceita o lugar dele… sabe quem é o homem aqui… quem botou uma barriga na mulher dele… — ele puxou ela pra perto e fez ela montar nele. Agora eles transavam bem mais quentes.
— Eu não acreditava que existiam caras tão otários… parecia impossível… ainda mais com uma mulher gostosa igual você do lado… — ela deu os peitos pra ele chupar enquanto ela controlava o ritmo da foda.
— Vem chupar aqui, vai… — eu me ajoelhei e chupava a buceta dela por trás e obviamente tocava no pau do cara quando entrava e saía.
— Você tinha razão que com o tempo eu ia fazer o que você quisesse… que otário inútil… — ele pegou ela pela bunda e começou a subir e descer ela em cima dele com mais violência. Metia bem forte até que prendeu ela contra ele, o gozo dele começava a escorrer pelos lados da pica dele.
— Passa a língua, vai… o que tá esperando… limpa a gente direitinho… vamos… viado… porca… — eu passei a língua e limpava tudo, me sentindo um merda. A Claudia tinha Um orgasmo prolongado.
— Sim, me limpa bem, promíscuo… Toma a porra do meu homem… seu cachorro puto… aaaaaaaa… que marido idiota e corno… — sem avisar, ela saiu de cima dele e, segurando minha cabeça, de pé, enfiou ela na minha cara — limpa bem… não pode sobrar nada… não cospe o que tira… já sabe o que tem que fazer… — ela agora acariciava minha bunda com a calcinha vestida. Cada vez ficava mais excitada. Depois ela se afastou de mim e foi até o banheiro, Exequiel continuava sentado com o pau pra fora. Levantei, subi a calça e fui pra cozinha. Pouco depois, a Claudia me chamou, queria que eu servisse a sobremesa. Depois da sobremesa, a Claudi tinha falado com o cara que me olhava sorrindo, a Claudia me fez ficar só de calcinha, me deitei na cama e ela se deitou nua atrás de mim, o corpo dela de lado apertado contra o meu, com a mão direita apertou meu pau por cima da calcinha. Exequiel se ajeitou atrás dela e começou a meter no cu dela, eu sentia os peitos da Claudia nas minhas costas, ela falou no meu ouvido.
— Ele tá metendo devagar… bem suave… já enfiou tudo… ummmm que gostoso… adoro que me comam o cu quando tô cheia… Que duro tá seu pau… pensar que podia estar na minha bucetinha apertada… — meu corpo se mexia com o ritmo da bombada que o Exequiel marcava, ele não falava, só metia forte e firme na Claudia, que gemia baixinho no meu ouvido. — Que duro que tá… parece um ferro quente… — de vez em quando apertava meu pau. — Que linda fica essa roupinha de putinha… promíscuo meu… aaaaa… que bruto… vai rasgar meu cu… — ele pegou ela pelo cabelo e virou a cabeça dela, eu ouvia ele beijando a boca dela. Você é minha mulher, ele disse numa pausa, adoro te beijar… cada dia você é mais minha… quer que eu encha suas tripas de porra, sua vadia?
— Sim, fura fundo e goza… — ela disse e beijou ele de novo, assim se entregaram, ela tinha soltado meu pau e se dedicava totalmente ao Exequiel, que encheu o cu dela e acariciava os peitos enquanto continuava beijando ela, quando o O pau saiu, ela se virou e continuaram se beijando como namorados. Ele foi tomar banho e ela foi junto, eu fiquei largado na cama, ouvi quando a porta fechou e depois de um tempo ouvi ela voltar. Claudia entrou no quarto, tinha vestido o vestido pra descer abrir pra ele, não tava de calcinha. Montou em cima de mim sem tirar o vestido e deixou a calcinha vestida, se esfregava no meu pau.
— Viu como ele beijava a mulher dele… como um macho beija… e ainda mais se deixou ela bem cheia… — ela se esfregava em mim e ao mesmo tempo se punhetava devagar. — Como me excitava ele me beijar assim… na sua frente… e você olhando que nem um punheteiro otário… — deitou em cima de mim e me beijou fundo. — Essa boquinha comeu outro homem… meu homem… o que encheu minhas tripas… — se deitou do meu lado e só me punhetava de leve por cima da calcinha enquanto me beijava de vez em quando e falava. — Que pena que você não teve coragem… olha o que te acontece agora… aproveita que nem um cachorro… as sobras da mulher de outro… — aumentou o movimento e me fez gozar, meu pau explodiu e meu leite escorreu pela renda da calcinha. Me deixou descansar um pouco e mandou eu lavar a calcinha… que eu era uma porca suja, me beijou bem fundo de novo e foi dormir, enquanto eu ia lavar como ela tinha mandado.[/swf]
3 comentários - Francesisto se come vecina y más