E aí, o cara de novo em 3 minutos e 40 segundos despeja três...
[/swf]http://www.slutload.com/watch/JiLoQUkhnjr/Con-medias-de-Lycra-3-polvos-2.html[/swf]" rel="nofollow" target="_blank"> http://www.slutload.com/watch/JiLoQUkhnjr/Con-medias-de-Lycra-3-polvos-2.html[/swf]
[/swf] Leva a esposa pra ser comida por outros...[/swf]
[/swf]
[/swf]http://xhamster.com/movies/646722/outdoor_english_swingers_on_nightcam.html[/swf]" rel="nofollow" target="_blank"> http://xhamster.com/movies/646722/outdoor_english_swingers_on_nightcam.html[/swf]
[/swf] Claudia é uma puta vingativa, 19[/swf] Cláudia me disse que queria se arrumar um pouco, que eu esperasse ela no carro. Quando ela saiu, fomos pra casa, ela tava séria, mas parecia relaxada e feliz.
— Tô te deixando meio de lado… não, amorzinho… eu queria que você me comesse… mas você não vai aguentar nada… e se eu te bater uma… você não vai ter vontade depois… o que você gostaria de fazer…?
— Tô com vontade de te comer.
— Mas você não vai aguentar nada… e eu faço o quê depois… hein…? Embora… a Mary quer me apresentar um amigo… quem sabe… a gente transa um pouquinho e pode sair…
— Mas, love… — ela se jogou em cima de mim e começou a esfregar a pica no meu jeans.
— Ai, love… agora posso transar com quem eu quiser… já que não vou engravidar… sabe o que eu ia gostar mais… ir pra alguma balada e pegar um cara… alguém desconhecido e dar pra ele… adoraria… assim eu fico bem satisfeita e você mete e goza na hora… coitadinho com o tesão que você tem… e se a gente for pra uma balada liberal… seria bom, né… assim todo mundo sabe o que a gente quer… não?
Minha pica tava dura pra caralho, nessa altura eu já tava pouco me fodendo. Ela me mandou esperar no carro e desceu pra se arrumar, demorou um tempão. Quando desceu, tava uma puta. Fomos pra uma balada que a Mary tinha recomendado.
Quando entramos, vários caras devoravam ela com os olhos. Ela olhava disfarçando, escolhendo o candidato. Viu um cara que devia ter uns trinta, parecia bem másculo e tinha um corpo atlético, olhou pra ele com cara de puta e me disse:
— Por que você não chama ele pra beber alguma coisa com a gente…? Vai, vai… — eu fui falar com ele, o cara ficou todo feliz, me mandou buscar uma bebida enquanto eles conversavam animados. Quando voltei com as bebidas, a Cláudia disse que iam dançar. Tava bem escuro e os casais se pegavam, alguns transavam enquanto dançavam, outros, como eu pude ver, iam pra uns quartos lá em cima pra foder. Cláudia dançava bem colada no cara, que acariciava a bunda dela à vontade. Eu mal conseguia enxergar na penumbra, mas não tinha dúvida de que eles tavam se pegando gostoso. Eles vieram pra onde eu tava. Claudia me disse que a gente ia subir, que tinha uns quartos pra ficar, nos deram a chave de um privado, entramos nós três, tinha luzes vermelhas no lugar, Claudia quis que eu tirasse o vestido dela. O garoto se pelou, tinha uma pica bem comprida e grossa, Claudia ajoelhou e devorava com gosto enquanto passava a mão de leve nas bolas dele. O garoto ajudou ela a levantar e colocou uma camisinha, do jeito que ela tava de calcinha e sutiã, deitou na cama, pôs os peitos pra fora do sutiã e o garoto foi direto meter nela. Fiquei com ciúme dos beijos que eles trocavam, o garoto enfiou nela e arrancou um gemido. Começaram a transar devagar, de boa, ele tirava até a ponta e enfiava de novo fundo, arrancando um gemido profundo cada vez que enterrava. Ele mordiscava os bicos dos peitos dela, tava encantado, falava no ouvido dela de vez em quando e ela sorria pra ele, com cara de safada, ficaram no que pra mim foi uma eternidade, o garoto num momento ficou tenso enquanto Claudia se agarrava forte no pescoço dele e mordia, chupava, como se quisesse deixar uma marca. O garoto ficou beijando ela igual um apaixonado e deu o cartão dele. Ela me deu pra guardar. O garoto deixou a gente sozinho. Chamava Sergio.
Ela deu um tapinha na própria buceta, eu tava voando de tesão acumulado, enfiei devagarinho, senti a buceta dela bem quente e enfiei e fiquei parado. Ela falava no meu ouvido:
— Não se mexe, fica quietinho… coitadinho… não vai aguentar nada… não esquenta… tô cheia… e satisfeita… como o garoto me comeu bem… não é tão garoto… mas me comeu divino… quero ver ele de novo… será que gosta de grávidinhas…?
Minha pica começou a jorrar porra, era um torrente saindo da minha pica, me senti um adolescente e bufê com aquela mistura de prazer e agonia, ela passava a mão na minha cabeça de leve e eu dormi no ombro dela. Na verdade só cochilei um pouco e levantei na hora, ela se Se vestiu e descemos, no balcão estava o Sergio, ela se aproximou pra conversar com ele. Ele a convidou pra dançar mais um pouco e ficaram se pegando gostoso, se apalpavam com vontade, ela falava no ouvido dele e ele mordia o pescoço dela, vieram caminhando juntos. A Claudia me disse que a gente ia levar ele até a casa, que não era longe. Ainda era noite fechada, eu sentei no volante e eles no banco de trás, a Claudia soltou o pau dele e chupou um pouco.
— Não vai meter sem camisinha… adoraria sentir você no pelo…
— Acho meio arriscado…
— Qual é, a gente não é daqui… não se anima? — ela se acomodou em cima dele mas sem fazer nada, só oferecendo os peitos no sutiã e beijando ele de vez em quando, pelo que vi ele puxou a calcinha dela e enfiou. Um gemido escapou da Claudia.
— Que grosso que você tem… como me preenche bem… — ela ficou sentada nele e se beijavam — a viagem inteira foi assim. Quando chegamos, ela saiu de cima e foi chupar ele de novo, espremeu o pau dele engolindo até a última gota, o Sergio sorria feliz e relaxado. — Que gostoso é seu gozo… não é amargo… quero tomar de novo… você vai me dar?
— Tem meu cartão… me liga quando quiser… moro aqui mesmo, é o terceiro apartamento no corredor. — era um sobrado — tô separado agora… então se quiserem podem vir quando quiserem, me ligam e eu topo.
— Claro, gostoso… vou te ligar… adorei como você me come… — deram um beijo suave e ela desceu. — Ela levou minha mão até a buceta dela e se masturbou com ela, usou minha mão pra se tocar e teve mais um orgasmo, entramos em casa sem fazer barulho e fomos dormir, ela me deu um beijo e disse: Te amo, meu amor.[/swf]
[/swf]http://www.slutload.com/watch/JiLoQUkhnjr/Con-medias-de-Lycra-3-polvos-2.html[/swf]" rel="nofollow" target="_blank">
[/swf]
[/swf]

[/swf]http://xhamster.com/movies/646722/outdoor_english_swingers_on_nightcam.html[/swf]" rel="nofollow" target="_blank">
[/swf]
— Tô te deixando meio de lado… não, amorzinho… eu queria que você me comesse… mas você não vai aguentar nada… e se eu te bater uma… você não vai ter vontade depois… o que você gostaria de fazer…?
— Tô com vontade de te comer.
— Mas você não vai aguentar nada… e eu faço o quê depois… hein…? Embora… a Mary quer me apresentar um amigo… quem sabe… a gente transa um pouquinho e pode sair…
— Mas, love… — ela se jogou em cima de mim e começou a esfregar a pica no meu jeans.
— Ai, love… agora posso transar com quem eu quiser… já que não vou engravidar… sabe o que eu ia gostar mais… ir pra alguma balada e pegar um cara… alguém desconhecido e dar pra ele… adoraria… assim eu fico bem satisfeita e você mete e goza na hora… coitadinho com o tesão que você tem… e se a gente for pra uma balada liberal… seria bom, né… assim todo mundo sabe o que a gente quer… não?
Minha pica tava dura pra caralho, nessa altura eu já tava pouco me fodendo. Ela me mandou esperar no carro e desceu pra se arrumar, demorou um tempão. Quando desceu, tava uma puta. Fomos pra uma balada que a Mary tinha recomendado.
Quando entramos, vários caras devoravam ela com os olhos. Ela olhava disfarçando, escolhendo o candidato. Viu um cara que devia ter uns trinta, parecia bem másculo e tinha um corpo atlético, olhou pra ele com cara de puta e me disse:
— Por que você não chama ele pra beber alguma coisa com a gente…? Vai, vai… — eu fui falar com ele, o cara ficou todo feliz, me mandou buscar uma bebida enquanto eles conversavam animados. Quando voltei com as bebidas, a Cláudia disse que iam dançar. Tava bem escuro e os casais se pegavam, alguns transavam enquanto dançavam, outros, como eu pude ver, iam pra uns quartos lá em cima pra foder. Cláudia dançava bem colada no cara, que acariciava a bunda dela à vontade. Eu mal conseguia enxergar na penumbra, mas não tinha dúvida de que eles tavam se pegando gostoso. Eles vieram pra onde eu tava. Claudia me disse que a gente ia subir, que tinha uns quartos pra ficar, nos deram a chave de um privado, entramos nós três, tinha luzes vermelhas no lugar, Claudia quis que eu tirasse o vestido dela. O garoto se pelou, tinha uma pica bem comprida e grossa, Claudia ajoelhou e devorava com gosto enquanto passava a mão de leve nas bolas dele. O garoto ajudou ela a levantar e colocou uma camisinha, do jeito que ela tava de calcinha e sutiã, deitou na cama, pôs os peitos pra fora do sutiã e o garoto foi direto meter nela. Fiquei com ciúme dos beijos que eles trocavam, o garoto enfiou nela e arrancou um gemido. Começaram a transar devagar, de boa, ele tirava até a ponta e enfiava de novo fundo, arrancando um gemido profundo cada vez que enterrava. Ele mordiscava os bicos dos peitos dela, tava encantado, falava no ouvido dela de vez em quando e ela sorria pra ele, com cara de safada, ficaram no que pra mim foi uma eternidade, o garoto num momento ficou tenso enquanto Claudia se agarrava forte no pescoço dele e mordia, chupava, como se quisesse deixar uma marca. O garoto ficou beijando ela igual um apaixonado e deu o cartão dele. Ela me deu pra guardar. O garoto deixou a gente sozinho. Chamava Sergio.
Ela deu um tapinha na própria buceta, eu tava voando de tesão acumulado, enfiei devagarinho, senti a buceta dela bem quente e enfiei e fiquei parado. Ela falava no meu ouvido:
— Não se mexe, fica quietinho… coitadinho… não vai aguentar nada… não esquenta… tô cheia… e satisfeita… como o garoto me comeu bem… não é tão garoto… mas me comeu divino… quero ver ele de novo… será que gosta de grávidinhas…?
Minha pica começou a jorrar porra, era um torrente saindo da minha pica, me senti um adolescente e bufê com aquela mistura de prazer e agonia, ela passava a mão na minha cabeça de leve e eu dormi no ombro dela. Na verdade só cochilei um pouco e levantei na hora, ela se Se vestiu e descemos, no balcão estava o Sergio, ela se aproximou pra conversar com ele. Ele a convidou pra dançar mais um pouco e ficaram se pegando gostoso, se apalpavam com vontade, ela falava no ouvido dele e ele mordia o pescoço dela, vieram caminhando juntos. A Claudia me disse que a gente ia levar ele até a casa, que não era longe. Ainda era noite fechada, eu sentei no volante e eles no banco de trás, a Claudia soltou o pau dele e chupou um pouco.
— Não vai meter sem camisinha… adoraria sentir você no pelo…
— Acho meio arriscado…
— Qual é, a gente não é daqui… não se anima? — ela se acomodou em cima dele mas sem fazer nada, só oferecendo os peitos no sutiã e beijando ele de vez em quando, pelo que vi ele puxou a calcinha dela e enfiou. Um gemido escapou da Claudia.
— Que grosso que você tem… como me preenche bem… — ela ficou sentada nele e se beijavam — a viagem inteira foi assim. Quando chegamos, ela saiu de cima e foi chupar ele de novo, espremeu o pau dele engolindo até a última gota, o Sergio sorria feliz e relaxado. — Que gostoso é seu gozo… não é amargo… quero tomar de novo… você vai me dar?
— Tem meu cartão… me liga quando quiser… moro aqui mesmo, é o terceiro apartamento no corredor. — era um sobrado — tô separado agora… então se quiserem podem vir quando quiserem, me ligam e eu topo.
— Claro, gostoso… vou te ligar… adorei como você me come… — deram um beijo suave e ela desceu. — Ela levou minha mão até a buceta dela e se masturbou com ela, usou minha mão pra se tocar e teve mais um orgasmo, entramos em casa sem fazer barulho e fomos dormir, ela me deu um beijo e disse: Te amo, meu amor.[/swf]
2 comentários - Con medias de Lycra y 3 polvitos 2
+10