Pedindo a bunda e como negar... mais história

O senhor faz o pedido e é atendido no guichê...



[/swf]http://www.slutload.com/watch/z4S3Ga1KpdZ/Una-se-ora-francesa.html[/swf]" rel="nofollow" target="_blank">
http://www.slutload.com/watch/z4S3Ga1KpdZ/Una-se-ora-francesa.html[/swf]


[/swf]
O cara olha pra sua mina...[/swf]


[/swf]Pedindo a bunda e como negar... mais história


[/swf]
http://xhamster.com/movies/322564/il_regarde_sa_femme_se_faire_baiser.html[/swf]



[/swf]
E a história continua...[/swf]



[/swf]
Claudia é uma puta vingativa, 18[/swf]
Passaram alguns meses e ela ficou indisposta normalmente, estava estranha com uma mistura de alívio e preocupação. Uma noite ela me disse que talvez não pudesse mais ter filhos. Que talvez fosse uma loucura o que fazíamos, que o universo era sábio e não sei quantas besteiras mais. Uma dessas tardes entrei sorridente no consultório. Ela parecia feliz, eu pensava que algo tinha acontecido, não entendia muito bem. Quando o último paciente foi embora, saímos juntos, ela me abraçou e disse que tinha pensado. Que ia ter uma última chance. Eu não sabia o que dizer, mas também não precisava. Já estava tudo combinado. Ela juntou uma semana de férias com o cara, a menina ficou com a avó e nós três íamos para uma casinha em Mar de Ajo que era dos avós dela. Ela estava encantada com a ideia, estava calor, não era alta temporada, íamos poder ficar tranquilos. Para a namorada do Exequiel ela tinha dito que tinha um congresso importante e não dava para recusar. Todos felizes e contentes. E assim foi mesmo, deixamos a Lúcia com a avó e passamos para buscar o Exequiel em casa. Ele subiu no banco de trás, a namorada estava em casa para se despedir, tudo normal. Ele viajava com a doutora para o congresso, mas também estava o otário do marido, ou seja, eu. A tarde caía, mal saímos e a Cláudia já foi para o banco de trás e eles se beijavam tranquilos, com tempo.
- Quer alguma coisa, meu amor... falo alguma coisa pro motorista...
- Ha... ha... ha... que bobo é seu marido...
- É... quando ficam velhinhos ficam bobões... o que fazer... - ela baixou o zíper, soltou o pau dele e começou a chupar - te tenho uma semana toda pra mim... que lindo, meu amorzinho... você vai me encher, né...?
- Tomara, putinha... tomara... adoro te comer... por que você não vem morar comigo... eu largo tudo... não vejo mais essa vadia... deixo qualquer coisa por você...
- Deixa seu leite dentro de mim... é isso que quero... que você me encha... - ela se acomodou sobre ele, já estava escurecendo, e assim ela se deixou cair e eles se beijavam, encaixados um sobre o outro sem se mexer, só se beijando e ela enfiada no pau dele. como eu adoro seu pau… me encaixa perfeitamente… é o mais lindo que já provei… amo seu pau… levanta minha saia para o corno olhar... –eu olhava pelo espelho como podia e de vez em quando me virava.- olha como entra todo… estou bem cheia amor… só falta você me dar um filho…-ela se mexia de vez em quando, ficaram um tempão até que ele se tensionou e soltou sua descarga, mesmo assim ficaram se beijando sem desfazer o abraço e com o pau enterrado na sua buceta. Na estrada quiseram parar para comer, ele adorava o vestido que ela tinha, pediu que tirasse o sutiã. Queria que os poucos clientes que estavam lá vissem a mulher que ele estava comendo. Sentaram de um lado da mesa e eu do outro. Ele indicou para ela colocar o vestido de forma que seus seios ficassem bem visíveis, quase mostrando o começo dos mamilos. O garçom não conseguia se concentrar em nada. Ele de vez em quando acariciava os seios dela e ela não reclamava nem dizia nada, comigo ela me bateria se eu a tocasse em público.
-Que putinha linda você é… viu como eles ficam loucos por você…
-Adoro ser sua putinha… toda sua…
-e quando você vai me dar o cuzinho…
-já prometi… assim que você me encher… você vai saber por isso… vou te esperar de bunda pra cima na mesa do infeliz… depende de você… tem uma semana para aproveitar…
E as férias foram assim, passavam o tempo todo fodendo como cachorros, inclusive transaram várias vezes na praia, eu fazia vigia. Claudia me fazia passar creme nela, quando voltávamos da praia e depois do banho enquanto ele tomava banho ela me dizia para aproveitar, para passar creme porque em outro momento não daria. Eu não gozei a semana toda, sentia minhas bolas cheias. Quando passava creme, ela fazia questão que eu notasse bem as marcas que ele deixava, as auréolas dos mamilos todas mordiscadas.
-Que bruto ele é… não é como você… não sabe tratar uma dama…
Quando voltamos para a cidade, passaram algumas semanas de trabalho normal, eles não se tinham visto, Claudia me disse que não tinha ficado indisposta. Ela ia fazer um exame de sangue no dia seguinte no hospital. Quando entrei, ela estava com o mesmo vestido do dia em que havia marcado a consulta pela última vez, dava pra ver o fio dental e um sorriso no rosto dela.
- Chama o Exequiel… preciso que ele venha hoje sem falta… - meu pau estava duro. Eu não tinha tido um orgasmo desde antes das férias, estava me sentindo irritadiço.
- Assim que o último paciente foi embora, ela veio até a mesa e, sem dizer nada, ficou toda putinha, levantou o vestido e puxou o fio dental pro ladinho, me deu um lubrificante, eu já sabia pra quê, estava delirando de tesão e doença, lubrifiquei bem o cu dela e esperei, até que a campainha tocou. Quando tocou, fui abrir, a Claudia continuou no lugar dela esperando. Cumprimentei ele na porta.
- Senhor… a doutora está esperando…, ele não respondeu e passou, assim que abriu a porta ficou duro olhando. Parecia que não conseguia acreditar, simplesmente abaixou o zíper e se aproximou.
- Não acredito… minha putinha… tudo isso é pra mim… é meu presentinho…
- Promessa é dívida… você encheu minha barriguinha… bem cheinha…
Eles se beijaram profundamente, ele foi entrando devagar no cu dela, ficou um bom tempo metendo.
- Enche minhas tripas também de porra… quero cagar sua porra… sou sua putinha… te amo… cachorro… come sua vadiazinha… enche meu cu, vai…
Ele agarrou o cabelo dela com uma mão na bunda, bem forte, e serrava com força. Ela tinha a boca entreaberta como se estivesse babando. Ele aguentou o máximo que pôde até que voltou a bufar como fazia quando estava com muito tesão, ela empurrava o cu pra trás contra ele. Depois de um tempo, ela se levantou e eles se beijaram. Se olharam por um momento. Ele apertava a bunda dela e brincava com os dedos lá dentro.
- Adoro seu cu também, putinha… que delícia você é…
- Sou sua… sua putinha putinha…[/swf]

8 comentários - Pedindo a bunda e como negar... mais história

uf....que mal quede...como sigue?....como sigueeeeeeeeeeeeeeeee?????????????? 😀
que mierda es esto la historia de un cornudo??