Todos podemos ajudar: espalhem a palavra.link:[/swf]http://www.youtube.com/watch?v=3TmHDEoxgCg&feature=related[/swf]" rel="nofollow" target="_blank">http://www.youtube.com/watch?v=3TmHDEoxgCg&feature=related[/swf]
[/swf]link:[/swf][/swf]http://www.youtube.com/watch?v=6T6lO7w-3eQ[/swf][/swf]" rel="nofollow" target="_blank">http://www.youtube.com/watch?v=6T6lO7w-3eQ[/swf][/swf]Segundo um relatório das Nações Unidas, Catamarca, junto com Chaco, Salta, Jujuy e Misiones, faz parte de uma rota interna de tráfico de mulheres e meninas destinadas à prostituição e à servidão sexual. O dado mais alarmante e que causa arrepios é que são as províncias onde crianças e jovens são captados e recrutados com mais facilidade, sendo levados para diferentes pontos do país.
O relatório revela que a Argentina faz parte de um circuito internacional do crime organizado. Trata-se de um negócio que dá lucros similares ao tráfico de drogas e ao tráfico ilegal de armas. Por cada menor explorado sexualmente, pode-se obter 13.000 dólares mensais ou cerca de 130.000 por ano.
Sete mulheres menores de idade ou meninas podem chegar a produzir 80.000 dólares por mês.
Na Argentina, há uma rota interna no tráfico de mulheres e meninas destinadas à prostituição e à servidão sexual. Salta, Jujuy, Chaco, Catamarca e, principalmente, Misiones, são os principais fornecedores de menores para a prostituição.
Segundo as Nações Unidas, há muitas crianças e meninas soltas, crianças de rua, muito pobres, necessitadas, fáceis de levar e fazer desaparecer, ou então são compradas por pouco dinheiro de pais muito pobres e sobrecarregados com filhos para sustentar, e são revendidas aos cafetões dos prostíbulos.[/swf][/swf]link:[/swf][/swf][/swf]http://www.youtube.com/watch?v=3tNaSL7v404[/swf][/swf][/swf]" rel="nofollow" target="_blank">http://www.youtube.com/watch?v=3tNaSL7v404[/swf][/swf][/swf]As variáveis que propiciam essa realidade são a pobreza, o desamparo, o desenraizamento, a impunidade com que essas redes operam, a ignorância, a falta de educação, a violência familiar, a busca de saída de tanta miséria e fome, a orfandade, o vazio legal, as cumplicidades entrelaçadas que a transformam em rede. A fome, o desejo e a ilusão de sair desse lugar e mudar as alternativas da vida são muito grandes. A fome não é virtual, é concreta, mas seu significado é banalizado. A falta de educação e prevenção também é muito grave, mas seus riscos são superficializados e minimizados. Também se banaliza o maltrato, a tortura, a servidão, as violações repetidas a que essas crianças e jovens são submetidos.
A província mais complicada é Misiones, que fornece um fluxo constante de crianças para o turismo sexual, inclusive para países vizinhos. Há um movimento de mais de quatro mil crianças na rede de turismo sexual infantil.
Nessa rede organizada do crime, há buscadores e captadores que procuram suas vítimas, fazem contato, tentam ganhar sua confiança e a de sua família, colocam anúncios, frequentam zonas onde há muitas garotas, prometem bons trabalhos, bons salários, estudos, prometem a saída da miséria para toda a família e em pouco tempo, desse modo captam as vítimas a quem prometem cuidados, amparo, uma vida melhor. Essa parte do trabalho é feita pelos captadores e recrutadores.
As mulheres, as meninas, e os meninos também, são levados a um bordel, onde são preparados para o novo trabalho, são ensinados e treinados, isso quer dizer que são submetidos a violações reiteradas. Ou então, são usados para a mendicância na rua. Em geral, vivem nessas casas-bordéis, estão isolados da população local, exceto através do seu trabalho, não se comunicam com suas famílias, recebem maus tratos, abusos e tortura de toda espécie, pancadas, violações, surras, muitas jovens e meninas, que não se disciplinam, são acorrentadas em alguma caverna e deixadas sem comer, para evitar sua fuga. São duramente castigadas se não obedecerem. Os traficantes de pessoas dominam pelo terror, as famílias são ameaçadas, se essas mulheres têm filhos, eles são ameaçados de sequestro, ou são sequestrados, submetidos, vigiados... começa um caminho de difícil retorno.
Essas mulheres e crianças são seres altamente vulneráveis, sua indefesa que já vinha de antes se cronifica, e fica cada vez mais difícil se defenderem. Estão sozinhos, isolados, sem meios para sair e ameaçados.
Os exploradores evitam que se estabeleça qualquer tipo de vínculo afetivo que as ajude a se libertar, também por isso são mudadas de lugar e levadas de um ponto a outro da república. Estão controladas e são poucas as que sobrevivem para contar.
Na rede de prostituição infantil, há meninas de primeira classe, de segunda e de terceira, dependendo de onde vêm, seu atrativo físico, e as preferências dos consumidores que pagam para gozar, se aliviar, e as pedem cada vez mais jovens. São os usuários, compram um sexo muito excitante para eles, sexo rápido e ao pé. Ejaculam e vão embora, são turistas ou são consumidores ocasionais que não reaparecem.
Essas garotas e garotos são "mercadoria", são vendidos e comprados, usados e depois descartados, são feitos para produzir quantidades de dinheiro das quais não participam.
A expansão dessas redes parece ilimitada pela magnitude das cumplicidades que as alimentam e sustentam. Funcionários, políticos, forças de segurança, traficantes de droga, todos participam do negócio, por isso fica tão difícil de descobrir e desmantelar.[/swf][/swf][/swf]
[/swf]link:[/swf][/swf]http://www.youtube.com/watch?v=6T6lO7w-3eQ[/swf][/swf]" rel="nofollow" target="_blank">http://www.youtube.com/watch?v=6T6lO7w-3eQ[/swf][/swf]Segundo um relatório das Nações Unidas, Catamarca, junto com Chaco, Salta, Jujuy e Misiones, faz parte de uma rota interna de tráfico de mulheres e meninas destinadas à prostituição e à servidão sexual. O dado mais alarmante e que causa arrepios é que são as províncias onde crianças e jovens são captados e recrutados com mais facilidade, sendo levados para diferentes pontos do país.
O relatório revela que a Argentina faz parte de um circuito internacional do crime organizado. Trata-se de um negócio que dá lucros similares ao tráfico de drogas e ao tráfico ilegal de armas. Por cada menor explorado sexualmente, pode-se obter 13.000 dólares mensais ou cerca de 130.000 por ano.
Sete mulheres menores de idade ou meninas podem chegar a produzir 80.000 dólares por mês.
Na Argentina, há uma rota interna no tráfico de mulheres e meninas destinadas à prostituição e à servidão sexual. Salta, Jujuy, Chaco, Catamarca e, principalmente, Misiones, são os principais fornecedores de menores para a prostituição.
Segundo as Nações Unidas, há muitas crianças e meninas soltas, crianças de rua, muito pobres, necessitadas, fáceis de levar e fazer desaparecer, ou então são compradas por pouco dinheiro de pais muito pobres e sobrecarregados com filhos para sustentar, e são revendidas aos cafetões dos prostíbulos.[/swf][/swf]link:[/swf][/swf][/swf]http://www.youtube.com/watch?v=3tNaSL7v404[/swf][/swf][/swf]" rel="nofollow" target="_blank">http://www.youtube.com/watch?v=3tNaSL7v404[/swf][/swf][/swf]As variáveis que propiciam essa realidade são a pobreza, o desamparo, o desenraizamento, a impunidade com que essas redes operam, a ignorância, a falta de educação, a violência familiar, a busca de saída de tanta miséria e fome, a orfandade, o vazio legal, as cumplicidades entrelaçadas que a transformam em rede. A fome, o desejo e a ilusão de sair desse lugar e mudar as alternativas da vida são muito grandes. A fome não é virtual, é concreta, mas seu significado é banalizado. A falta de educação e prevenção também é muito grave, mas seus riscos são superficializados e minimizados. Também se banaliza o maltrato, a tortura, a servidão, as violações repetidas a que essas crianças e jovens são submetidos.
A província mais complicada é Misiones, que fornece um fluxo constante de crianças para o turismo sexual, inclusive para países vizinhos. Há um movimento de mais de quatro mil crianças na rede de turismo sexual infantil.
Nessa rede organizada do crime, há buscadores e captadores que procuram suas vítimas, fazem contato, tentam ganhar sua confiança e a de sua família, colocam anúncios, frequentam zonas onde há muitas garotas, prometem bons trabalhos, bons salários, estudos, prometem a saída da miséria para toda a família e em pouco tempo, desse modo captam as vítimas a quem prometem cuidados, amparo, uma vida melhor. Essa parte do trabalho é feita pelos captadores e recrutadores.
As mulheres, as meninas, e os meninos também, são levados a um bordel, onde são preparados para o novo trabalho, são ensinados e treinados, isso quer dizer que são submetidos a violações reiteradas. Ou então, são usados para a mendicância na rua. Em geral, vivem nessas casas-bordéis, estão isolados da população local, exceto através do seu trabalho, não se comunicam com suas famílias, recebem maus tratos, abusos e tortura de toda espécie, pancadas, violações, surras, muitas jovens e meninas, que não se disciplinam, são acorrentadas em alguma caverna e deixadas sem comer, para evitar sua fuga. São duramente castigadas se não obedecerem. Os traficantes de pessoas dominam pelo terror, as famílias são ameaçadas, se essas mulheres têm filhos, eles são ameaçados de sequestro, ou são sequestrados, submetidos, vigiados... começa um caminho de difícil retorno.
Essas mulheres e crianças são seres altamente vulneráveis, sua indefesa que já vinha de antes se cronifica, e fica cada vez mais difícil se defenderem. Estão sozinhos, isolados, sem meios para sair e ameaçados.
Os exploradores evitam que se estabeleça qualquer tipo de vínculo afetivo que as ajude a se libertar, também por isso são mudadas de lugar e levadas de um ponto a outro da república. Estão controladas e são poucas as que sobrevivem para contar.
Na rede de prostituição infantil, há meninas de primeira classe, de segunda e de terceira, dependendo de onde vêm, seu atrativo físico, e as preferências dos consumidores que pagam para gozar, se aliviar, e as pedem cada vez mais jovens. São os usuários, compram um sexo muito excitante para eles, sexo rápido e ao pé. Ejaculam e vão embora, são turistas ou são consumidores ocasionais que não reaparecem.
Essas garotas e garotos são "mercadoria", são vendidos e comprados, usados e depois descartados, são feitos para produzir quantidades de dinheiro das quais não participam.
A expansão dessas redes parece ilimitada pela magnitude das cumplicidades que as alimentam e sustentam. Funcionários, políticos, forças de segurança, traficantes de droga, todos participam do negócio, por isso fica tão difícil de descobrir e desmantelar.[/swf][/swf][/swf]
21 comentários - ¿Te gusta ir de putas? Natalia Oreiro
recomiendo
Hay que terminar con esto!
😉 😉
Tenes muchas razon che