Como essa gostosa me excita

http://xhamster.com/movies/613781/chubby_wife_with_bbc_in_motel.html
E essa também aguenta os morenos...
[/swf]http://www.slutload.com/watch/gTd3rj9rzpH/slim-white-woman-and-her-two-black-lovers.html[/swf]" rel="nofollow" target="_blank"> http://www.slutload.com/watch/gTd3rj9rzpH/slim-white-woman-and-her-two-black-lovers.html[/swf]
[/swf] E essa história de love continua.[/swf] Claudia é uma puta vingativa 12
Finalmente esse cara bom teve que viajar a trabalho, um congresso sei lá onde e a festinha foi cancelada, fiquei com uma mistura de sensações, queria ver a Mary, sonhava com aquela puta, não via a hora de poder macetar ela. Sábado à noite enquanto jantávamos tocou a campainha, era o Exequiel o enfermeiro, tava lá embaixo mas a menina jantava com a gente, a Claudia disse que descia pra pegar o que ele trouxe, demorou um pouco, quando subiu me falou no ouvido que tinha dito pra ele que quando a menina saísse com o namorado, mandava uma mensagem pra avisar, pra ele ir tomar um café ou algo. A menina foi se trocar, e a Claudia me contou:
— Tá insuportável, incomoda ele me ver com a Mary, ele desconfia de algo, não sei o que fazer pra parar… na real me excita muito… e adoro como ele me come… gosto de ser a putinha dele… não te incomoda eu te contar, né? — eu fiquei quieto, já tinha aprendido bem quando falar e quando calar. — Quando a menina for embora, ele vai subir pra me foder… pode fazer o que quiser… não se sinta preso… se quiser dar uma volta, tudo bem… se ficar… bom… já que ele tá puto… acho que vai me comer gostoso… vê o que você quer. — Mudou de assunto rapidinho e continuou falando de trabalho e coisas do tipo. Meia hora depois tocou a campainha, era o namorado da menina. Veio buscá-la com os pais, que eram conhecidos nossos, iam pra uma festa e depois ficavam na casa deles. Noite livre e a puta que pariu, pensei. Tava com tesão e não me decidia a ir embora. A Claudia tava se vestindo e se arrumando, tava de matar, apertei ela um pouco e ela me rejeitou, disse que não se arrumava pra mim. E mesmo sem querer admitir, isso me excitava mais.
— E aí, vai fazer o quê… vai ficar ou vai embora?
— Vou ficar… — vi o sorriso dela no espelho.
— Eu vou agir como se você não tivesse aqui… vou me sentir totalmente à vontade… tá claro, né?
— Sim… — mandei uma mensagem pro celular dela, quando o cara chegou, ela mandou eu abrir a porta. Subimos no elevador num silêncio pesado. Quando entramos, a Cláudia mandou eu servir algo pra beber.
— Não quero te ver mais com aquela puta...
— Ah... Exe... se ela não faz nada...
— Ela é uma puta, uma vagabunda... o hospital inteiro já comeu ela...
— E você...?
— Eu não gosto de puta fácil igual aquela... eu gosto de mulher igual você... casada e cachorra... mas leal... sei lá, é uma mistura de coisas...
— Te entendo... — A Cláudia colocou música e começaram a dançar se agarrando gostoso, foram se despindo e ele jogou ela no sofá. Eu não conseguia parar de olhar, era a primeira vez que acontecia comigo e eu tava louco de tesão. O Exequiel tava ainda mais pilhado com a minha presença. Ele deixou ela de pernas abertas no sofá e metia forte enquanto chupava a boca dela.
— Quero te fazer um filho... quando é que você vai parar de se cuidar?
— O que você tá dizendo, tá louco? — falou a Cláudia enquanto cruzava as coxas atrás das coxas do Exequiel, prendendo ele mais — eu sou casada...
— Sim, você é uma puta casada... tem uma idade bonita pra ser mãe de novo... não ia gostar que eu enchesse sua barriga?
— Aaaaaaaaaahhhhhhhhhhhhh... o que você tá falando... meu marido tá aqui... o que ele vai pensar... — e ela começou a ter um orgasmo que parecia não ter fim.
— Na sua idade e cheinha, sabe como eu te comeria... todo dia... você é uma delícia... puta linda...
— Não, é muito arriscado... já tô velha... além disso, tenho DIU...
— E tira ele, pronto... te encho bem cheia... hein, puta?
— Sim, sou sua puta... me come forte, vai — disse ela enquanto empurrava ele pra dentro com as pernas que continuavam cruzadas atrás dele.
— Vai parar de se cuidar?
— Ayyyyy... não sei... não sei... — dava pra ver que ela tava cada vez mais molhada, meu pau, por um destino estranho, duro como poucas vezes.
— Vai, puta... minha puta... sabe como eu te encho rapidinho, né... te fodo até sair gozo pela boca, puta...
— Ai, não fala assim comigo... pareço uma puta...
— Você é minha puta... minha mulher... só falta te encher...
— Aaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa... me enche agora, vai... treina...
— Quer dizer que vamos tentar?
— Não sei... me come, vai... não vamos falar mais nada. Me faz chegar de novo… goza bem dentro… como se eu não me cuidasse… vai, me engravida… -Exequiel ficou louco, metia nela freneticamente, deu duro ainda por mais um tempo e quando gozou parecia um animal, os bufos que soltava. Ficou um tempão e quando saiu dela, jorros de sêmen começaram a escorrer. Claudia levou a mão na buceta, se acariciou um pouco e ainda estava no orgasmo. Exequiel foi pro banheiro, eu olhava a buceta da Claudia, não sabia o que fazer. Ela me olhou.
-Que impulsivo esse garoto… não sei o que vamos fazer… né, meu amor…?
Eu fiquei em silêncio. Exequiel saiu do banheiro na hora que o celular dele tocou, era a namorada cobrando, ele disse que em meia hora tava em casa. Deu a rola dele pra Claudia chupar enquanto falava com a namorada.
-Nada, amor, tive que passar pra deixar uns remédios pra Dra. Claudia… não seja burra… pra quê que eu te passo com o marido… -passou o celular pra mim enquanto Claudia continuava chupando a rola dele.
-Oi, quem é… ah, fica tranquila… ele não tá mentindo… já tá indo embora… -falei enquanto o filho da puta enchia a boca da Claudia de porra. Acompanhei ele até a porta, ele subiu no elevador primeiro, eu tava de costas mas sentia o sorriso sarcástico dele, parecia que eu tava vendo. Na porta ele apertou minha mão, com aquele sorriso estampado no rosto. Quando subi pro apartamento, Claudia me chamava do nosso quarto.[/swf]

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E essa também aguenta os morenos...
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Finalmente esse cara bom teve que viajar a trabalho, um congresso sei lá onde e a festinha foi cancelada, fiquei com uma mistura de sensações, queria ver a Mary, sonhava com aquela puta, não via a hora de poder macetar ela. Sábado à noite enquanto jantávamos tocou a campainha, era o Exequiel o enfermeiro, tava lá embaixo mas a menina jantava com a gente, a Claudia disse que descia pra pegar o que ele trouxe, demorou um pouco, quando subiu me falou no ouvido que tinha dito pra ele que quando a menina saísse com o namorado, mandava uma mensagem pra avisar, pra ele ir tomar um café ou algo. A menina foi se trocar, e a Claudia me contou:
— Tá insuportável, incomoda ele me ver com a Mary, ele desconfia de algo, não sei o que fazer pra parar… na real me excita muito… e adoro como ele me come… gosto de ser a putinha dele… não te incomoda eu te contar, né? — eu fiquei quieto, já tinha aprendido bem quando falar e quando calar. — Quando a menina for embora, ele vai subir pra me foder… pode fazer o que quiser… não se sinta preso… se quiser dar uma volta, tudo bem… se ficar… bom… já que ele tá puto… acho que vai me comer gostoso… vê o que você quer. — Mudou de assunto rapidinho e continuou falando de trabalho e coisas do tipo. Meia hora depois tocou a campainha, era o namorado da menina. Veio buscá-la com os pais, que eram conhecidos nossos, iam pra uma festa e depois ficavam na casa deles. Noite livre e a puta que pariu, pensei. Tava com tesão e não me decidia a ir embora. A Claudia tava se vestindo e se arrumando, tava de matar, apertei ela um pouco e ela me rejeitou, disse que não se arrumava pra mim. E mesmo sem querer admitir, isso me excitava mais.
— E aí, vai fazer o quê… vai ficar ou vai embora?
— Vou ficar… — vi o sorriso dela no espelho.
— Eu vou agir como se você não tivesse aqui… vou me sentir totalmente à vontade… tá claro, né?
— Sim… — mandei uma mensagem pro celular dela, quando o cara chegou, ela mandou eu abrir a porta. Subimos no elevador num silêncio pesado. Quando entramos, a Cláudia mandou eu servir algo pra beber.
— Não quero te ver mais com aquela puta...
— Ah... Exe... se ela não faz nada...
— Ela é uma puta, uma vagabunda... o hospital inteiro já comeu ela...
— E você...?
— Eu não gosto de puta fácil igual aquela... eu gosto de mulher igual você... casada e cachorra... mas leal... sei lá, é uma mistura de coisas...
— Te entendo... — A Cláudia colocou música e começaram a dançar se agarrando gostoso, foram se despindo e ele jogou ela no sofá. Eu não conseguia parar de olhar, era a primeira vez que acontecia comigo e eu tava louco de tesão. O Exequiel tava ainda mais pilhado com a minha presença. Ele deixou ela de pernas abertas no sofá e metia forte enquanto chupava a boca dela.
— Quero te fazer um filho... quando é que você vai parar de se cuidar?
— O que você tá dizendo, tá louco? — falou a Cláudia enquanto cruzava as coxas atrás das coxas do Exequiel, prendendo ele mais — eu sou casada...
— Sim, você é uma puta casada... tem uma idade bonita pra ser mãe de novo... não ia gostar que eu enchesse sua barriga?
— Aaaaaaaaaahhhhhhhhhhhhh... o que você tá falando... meu marido tá aqui... o que ele vai pensar... — e ela começou a ter um orgasmo que parecia não ter fim.
— Na sua idade e cheinha, sabe como eu te comeria... todo dia... você é uma delícia... puta linda...
— Não, é muito arriscado... já tô velha... além disso, tenho DIU...
— E tira ele, pronto... te encho bem cheia... hein, puta?
— Sim, sou sua puta... me come forte, vai — disse ela enquanto empurrava ele pra dentro com as pernas que continuavam cruzadas atrás dele.
— Vai parar de se cuidar?
— Ayyyyy... não sei... não sei... — dava pra ver que ela tava cada vez mais molhada, meu pau, por um destino estranho, duro como poucas vezes.
— Vai, puta... minha puta... sabe como eu te encho rapidinho, né... te fodo até sair gozo pela boca, puta...
— Ai, não fala assim comigo... pareço uma puta...
— Você é minha puta... minha mulher... só falta te encher...
— Aaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa... me enche agora, vai... treina...
— Quer dizer que vamos tentar?
— Não sei... me come, vai... não vamos falar mais nada. Me faz chegar de novo… goza bem dentro… como se eu não me cuidasse… vai, me engravida… -Exequiel ficou louco, metia nela freneticamente, deu duro ainda por mais um tempo e quando gozou parecia um animal, os bufos que soltava. Ficou um tempão e quando saiu dela, jorros de sêmen começaram a escorrer. Claudia levou a mão na buceta, se acariciou um pouco e ainda estava no orgasmo. Exequiel foi pro banheiro, eu olhava a buceta da Claudia, não sabia o que fazer. Ela me olhou.
-Que impulsivo esse garoto… não sei o que vamos fazer… né, meu amor…?
Eu fiquei em silêncio. Exequiel saiu do banheiro na hora que o celular dele tocou, era a namorada cobrando, ele disse que em meia hora tava em casa. Deu a rola dele pra Claudia chupar enquanto falava com a namorada.
-Nada, amor, tive que passar pra deixar uns remédios pra Dra. Claudia… não seja burra… pra quê que eu te passo com o marido… -passou o celular pra mim enquanto Claudia continuava chupando a rola dele.
-Oi, quem é… ah, fica tranquila… ele não tá mentindo… já tá indo embora… -falei enquanto o filho da puta enchia a boca da Claudia de porra. Acompanhei ele até a porta, ele subiu no elevador primeiro, eu tava de costas mas sentia o sorriso sarcástico dele, parecia que eu tava vendo. Na porta ele apertou minha mão, com aquele sorriso estampado no rosto. Quando subi pro apartamento, Claudia me chamava do nosso quarto.[/swf]
3 comentários - Esta gordita me sigue quemando el bocho y sigue la historia.
¡¡¡Que Morboooooooooooooooooooooooooooooo!!!
Cuando llegué a "Te quiero hacer un hijo" exploté a mares dejando el teclado un desastre.
Estoy esperando a recuperarme para seguir con la historia.
🙎♂️