Não pode existir gente assim...

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Uma mãe russa entediada
[/swf]http://www.slutload.com/watch/pVM3tE6j32p/Russian-Mom-Pantyhose-Fetish.html[/swf]" rel="nofollow" target="_blank"> http://www.slutload.com/watch/pVM3tE6j32p/Russian-Mom-Pantyhose-Fetish.html[/swf]
[/swf] E essa doente e chata história continua.[/swf] Claudia é uma puta vingativa, 10
Passei o encontro com o Exequiel. Uma tarde no consultório, depois de atender, Claudia veio andando sensual na minha direção, começou a me beijar, fez eu colocar a mão na bunda dela, ela estava com uma tanguinha bem pequena que sumia na bunda dela, a gente se beijou e se acariciou por um bom tempo. Depois, ela se afastou um pouco de mim, que ainda a segurava pela cintura, me olhou nos olhos e disse:
— Vou dar uma foda num hotel com o Exe… fala pra Luci que eu tô de plantão no hospital… — ela apertou meu pau que ainda tava bem duro — Não quero te fazer sofrer, ter que ficar ouvindo ou vendo alguma coisa… vou colocar o aparelho em você… não vá fazer merda por aí ou pegar alguma putinha… é… — eu não respondi, ela pegou aquele aparelho de plástico, me despi da cintura pra baixo e enquanto colocava em mim, eu olhava a chave pendurada na correntinha no pescoço dela e meu pau ficava duro. Ela disse que assim não dava. Que eu me acalmasse um pouco. Fechei os olhos, pensei em outra coisa e finalmente ela conseguiu. Me senti naquela tarde mais doente do que nunca, me senti estranho. Saí do consultório e fui andando até em casa, umas cinquenta quadras. Caminhei olhando as árvores, sentindo o vento da primavera no rosto e também sentindo aquele aparelho que me incomodava pra caralho, fazia tempo que não brincava de colocar aquilo. No jantar, enquanto comia com a Luci, me sentia desconfortável, ela ia sair com o namorado dela. Ela saiu depois do jantar, terminei a garrafa de vinho sem perceber e acabei dormindo no sofá. Acordei de madrugada, a Lúcia dormia no quarto dela e a Claudia não tinha chegado.
Dormi na cama e fui acordado pelo barulho da Claudia, ela acendeu a luz do quarto, me deu um beijo de língua, senti o cheiro ácido dela e uns restos de alguma coisa na boca, que imaginei o que era.
— Chupei ele na porta do carro… me excitou saber que algum vizinho podia me ver… ele me comeu a noite inteira, então não tinha muito pra me dar… espremi as bolas dele… — ela continuou se despindo e ficou só de calcinha e sutiã, andou Rato posando pra mim e deitou do meu lado. Me disse pra dormir mais um pouco. Pensei que ia tirar aquele treco, mas não tirou.
Acordei e acordei a Lucía pra ir pra escola, fiz o café da manhã dela e sentei um pouco no computador pra zuar. Mais tarde a Claudia levantou, entrou no banheiro e queria que eu fosse dar banho nela. Ensaboei o corpo dela devagar, ela tinha marcas por todo o corpo e principalmente ao redor dos mamilos. Meu pau tava doendo com aquele treco e eu olhava pra chave na corrente pendurada no pescoço dela. Depois do banho, ela me mandou deitar e esperar ela deitado na cama. Ela veio nua pro meu lado e tirou aquele negócio chato.
— Olha, fiquei pensando muito… ontem eu sondei o Exe… — ela falava, parando de vez em quando pra me beijar fundo enquanto com a mão direita acariciava minhas bolas sem tocar no meu pau que tava duríssimo. — Você viu que nunca fiquei com dois homens… quero saber como é… A puta da Mary diz que é uma delícia se sentir preenchida dos dois lados… — meu pau dava uns pulinhos. — Mas já percebi que com o Exe é impossível… pensei no senhor do cartório… mas tenho medo de ficar sozinha… e não quero te ameaçar que vou te botar pra fora… isso me faz sentir mal… como se não fôssemos uma família… O que decidi é que até você concordar, não vou mais te tocar… não vamos transar e você vai usar esse aparelho ridículo… — ela parou de me beijar e disse pra eu me acalmar um pouco pra ela colocar de novo.
Naquela tarde a gente não trabalhava, não tinha consulta. A Claudia vestiu uma tanga bem pequena e uma legging por cima que marcava a raba linda dela. Queria que a gente fosse passear. Eu fui pro carro dela e ela disse que não, que queria ir de ônibus. Subimos num que ia lotado. Todo mundo apertado, ela me beijava, eu encostado no vidro, enquanto ela empinava a bunda. Tinha um homem mais velho atrás dela que não se mexeu. Não sei o que tava rolando, mas alguma coisa tava e meu pau doía, ficando duro dentro daquela prisão. Descemos do busão e caminhamos. Rumo à praça França. Ela rebolava a bunda cadenciadamente, sentamos num banco e ela se sentou de lado, me beijando e mostrando aquele rabão, quem passava devorava ela com os olhos.
—Viu como me olham, amor… te incomoda o brinquedo? Olha a chavezinha… posso te liberar na hora… é tão simples… pra que continuar aguentando se sabe que vai acabar dizendo sim… não é melhor evitar o sofrimento? —eu só ficava calado—
Ela se levantou e mandou eu esperar, que ia comprar um refrigerante e voltava, falava com o vendedor e sorria pra ele, andava exagerando o rebolado, começou a papear com um cara que comia um cachorro-quente no local, sorria e batia papo numa boa, mas meu tesão só aumentava. Ela voltou andando sensual na minha direção.
—E aí, meu céu…? Decidiu alguma coisa? —eu continuei calado, ela pegou o celular e discou.
—Alô, Dr. Blanco… como cê tá… eu tô com tesão… preciso de uma boa rola… conhece alguém que possa me dar… ha… ha… ha… que louco você é… não dá… então, daqui a uma hora… tô na praça França… passa de carro… te espero… —desligou e me olhou.— Tenho que ir urgente pra clínica… deu um problema… sabe a rola que vou engolir… me sinto uma puta com esse calorzinho de primavera… —tudo isso num tom quase inaudível, ora me beijando, ora sussurrando no meu ouvido. O tempo passou lentíssimo, o celular dela tocou e ela confirmou a localização, o carro parou e fomos andando até ele, o cara me olhava divertido, ela sentou no carro e beijou ele, acariciando o volume dele, se virou pra me olhar.
—Vai pra casa… prepara algo gostoso pro jantar… à noite a gente se vê… —a mão dela ainda no volume do doutor, e eu vi o carro sumir ao longe. Fiquei mais um tempo na praça, já tava ficando tarde pra fazer as compras e cozinhar.
Chegou a noite e ela me beijou, o jantar tava pronto, gosto amargo na boca dela. Ela sorriu pra mim, me acariciava e me beijava docemente, aí passou a Lucía que sorriu, adorava ver o casalzinho feliz. Depois do Depois do jantar, fomos pra cama. Ela deitou de barriga pra cima e me chamou pra cheirar a buceta dela.
—Não lavei… tô me descarregando por dentro… ainda tem resto… — tirou a calcinha fio-dental e tava toda melada na parte da buceta, resto de porra seca e outra mais líquida. Minha pica parecia que ia explodir, tava doendo pra caralho aquele troço. — Vem deitar… vai ser foda dormir com esse bagulho… que merda… — falou com voz de puta. — E eu vou dormir bem comida e com a gozada de um dos meus amantes dentro… que mundo louco… sem amor…? — Ela virou na cama e mandou eu descansar.[/swf]

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Uma mãe russa entediada
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Passei o encontro com o Exequiel. Uma tarde no consultório, depois de atender, Claudia veio andando sensual na minha direção, começou a me beijar, fez eu colocar a mão na bunda dela, ela estava com uma tanguinha bem pequena que sumia na bunda dela, a gente se beijou e se acariciou por um bom tempo. Depois, ela se afastou um pouco de mim, que ainda a segurava pela cintura, me olhou nos olhos e disse:
— Vou dar uma foda num hotel com o Exe… fala pra Luci que eu tô de plantão no hospital… — ela apertou meu pau que ainda tava bem duro — Não quero te fazer sofrer, ter que ficar ouvindo ou vendo alguma coisa… vou colocar o aparelho em você… não vá fazer merda por aí ou pegar alguma putinha… é… — eu não respondi, ela pegou aquele aparelho de plástico, me despi da cintura pra baixo e enquanto colocava em mim, eu olhava a chave pendurada na correntinha no pescoço dela e meu pau ficava duro. Ela disse que assim não dava. Que eu me acalmasse um pouco. Fechei os olhos, pensei em outra coisa e finalmente ela conseguiu. Me senti naquela tarde mais doente do que nunca, me senti estranho. Saí do consultório e fui andando até em casa, umas cinquenta quadras. Caminhei olhando as árvores, sentindo o vento da primavera no rosto e também sentindo aquele aparelho que me incomodava pra caralho, fazia tempo que não brincava de colocar aquilo. No jantar, enquanto comia com a Luci, me sentia desconfortável, ela ia sair com o namorado dela. Ela saiu depois do jantar, terminei a garrafa de vinho sem perceber e acabei dormindo no sofá. Acordei de madrugada, a Lúcia dormia no quarto dela e a Claudia não tinha chegado.
Dormi na cama e fui acordado pelo barulho da Claudia, ela acendeu a luz do quarto, me deu um beijo de língua, senti o cheiro ácido dela e uns restos de alguma coisa na boca, que imaginei o que era.
— Chupei ele na porta do carro… me excitou saber que algum vizinho podia me ver… ele me comeu a noite inteira, então não tinha muito pra me dar… espremi as bolas dele… — ela continuou se despindo e ficou só de calcinha e sutiã, andou Rato posando pra mim e deitou do meu lado. Me disse pra dormir mais um pouco. Pensei que ia tirar aquele treco, mas não tirou.
Acordei e acordei a Lucía pra ir pra escola, fiz o café da manhã dela e sentei um pouco no computador pra zuar. Mais tarde a Claudia levantou, entrou no banheiro e queria que eu fosse dar banho nela. Ensaboei o corpo dela devagar, ela tinha marcas por todo o corpo e principalmente ao redor dos mamilos. Meu pau tava doendo com aquele treco e eu olhava pra chave na corrente pendurada no pescoço dela. Depois do banho, ela me mandou deitar e esperar ela deitado na cama. Ela veio nua pro meu lado e tirou aquele negócio chato.
— Olha, fiquei pensando muito… ontem eu sondei o Exe… — ela falava, parando de vez em quando pra me beijar fundo enquanto com a mão direita acariciava minhas bolas sem tocar no meu pau que tava duríssimo. — Você viu que nunca fiquei com dois homens… quero saber como é… A puta da Mary diz que é uma delícia se sentir preenchida dos dois lados… — meu pau dava uns pulinhos. — Mas já percebi que com o Exe é impossível… pensei no senhor do cartório… mas tenho medo de ficar sozinha… e não quero te ameaçar que vou te botar pra fora… isso me faz sentir mal… como se não fôssemos uma família… O que decidi é que até você concordar, não vou mais te tocar… não vamos transar e você vai usar esse aparelho ridículo… — ela parou de me beijar e disse pra eu me acalmar um pouco pra ela colocar de novo.
Naquela tarde a gente não trabalhava, não tinha consulta. A Claudia vestiu uma tanga bem pequena e uma legging por cima que marcava a raba linda dela. Queria que a gente fosse passear. Eu fui pro carro dela e ela disse que não, que queria ir de ônibus. Subimos num que ia lotado. Todo mundo apertado, ela me beijava, eu encostado no vidro, enquanto ela empinava a bunda. Tinha um homem mais velho atrás dela que não se mexeu. Não sei o que tava rolando, mas alguma coisa tava e meu pau doía, ficando duro dentro daquela prisão. Descemos do busão e caminhamos. Rumo à praça França. Ela rebolava a bunda cadenciadamente, sentamos num banco e ela se sentou de lado, me beijando e mostrando aquele rabão, quem passava devorava ela com os olhos.
—Viu como me olham, amor… te incomoda o brinquedo? Olha a chavezinha… posso te liberar na hora… é tão simples… pra que continuar aguentando se sabe que vai acabar dizendo sim… não é melhor evitar o sofrimento? —eu só ficava calado—
Ela se levantou e mandou eu esperar, que ia comprar um refrigerante e voltava, falava com o vendedor e sorria pra ele, andava exagerando o rebolado, começou a papear com um cara que comia um cachorro-quente no local, sorria e batia papo numa boa, mas meu tesão só aumentava. Ela voltou andando sensual na minha direção.
—E aí, meu céu…? Decidiu alguma coisa? —eu continuei calado, ela pegou o celular e discou.
—Alô, Dr. Blanco… como cê tá… eu tô com tesão… preciso de uma boa rola… conhece alguém que possa me dar… ha… ha… ha… que louco você é… não dá… então, daqui a uma hora… tô na praça França… passa de carro… te espero… —desligou e me olhou.— Tenho que ir urgente pra clínica… deu um problema… sabe a rola que vou engolir… me sinto uma puta com esse calorzinho de primavera… —tudo isso num tom quase inaudível, ora me beijando, ora sussurrando no meu ouvido. O tempo passou lentíssimo, o celular dela tocou e ela confirmou a localização, o carro parou e fomos andando até ele, o cara me olhava divertido, ela sentou no carro e beijou ele, acariciando o volume dele, se virou pra me olhar.
—Vai pra casa… prepara algo gostoso pro jantar… à noite a gente se vê… —a mão dela ainda no volume do doutor, e eu vi o carro sumir ao longe. Fiquei mais um tempo na praça, já tava ficando tarde pra fazer as compras e cozinhar.
Chegou a noite e ela me beijou, o jantar tava pronto, gosto amargo na boca dela. Ela sorriu pra mim, me acariciava e me beijava docemente, aí passou a Lucía que sorriu, adorava ver o casalzinho feliz. Depois do Depois do jantar, fomos pra cama. Ela deitou de barriga pra cima e me chamou pra cheirar a buceta dela.
—Não lavei… tô me descarregando por dentro… ainda tem resto… — tirou a calcinha fio-dental e tava toda melada na parte da buceta, resto de porra seca e outra mais líquida. Minha pica parecia que ia explodir, tava doendo pra caralho aquele troço. — Vem deitar… vai ser foda dormir com esse bagulho… que merda… — falou com voz de puta. — E eu vou dormir bem comida e com a gozada de um dos meus amantes dentro… que mundo louco… sem amor…? — Ela virou na cama e mandou eu descansar.[/swf]
6 comentários - Te pasas de cornudo macho, y sigue la historia
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