Anal, mas anal... e a história continua

Uma buceta gostosa essa moça tem...

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[/swf]http://static.xvideos.com/swf/flv_player_site_v4.swf?id_videoUm vídeozinho bem doentinho, igual aos contos...[/swf]http://static.xvideos.com/swf/flv_player_site_v4.swf?id_video

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Foi assim, deitei tentando descansar, mas tava tão excitado que ficava duro e o incômodo me fazia acordar, finalmente dormi e só acordei quando perto do meio-dia ouvi a porta, era a Lúcia voltando, levantei pra preparar o almoço, Lúcia me contou que tava namorando, que tava super feliz, se sentia muito feliz e muito cuidada pelo boy dela, era o amor da vida dela... etc., etc., etc., adolescência pensei e ri por dentro. Perguntei pela mãe dela e falei que tinha ido ao cemitério ver o pai, não conseguia evitar que a parte mais vulgar minha pensasse se filha da puta tão te enterrando enquanto sentia que ficava duro e a dor me fazia buscar outras imagens pra me refugiar, mas era uma obsessão, não parava de imaginar como estariam montando nela, o que diriam, o que fariam, minha cabeça explodia mas o incômodo do aparelhinho me fazia mudar de ideia. Claudia chegou quando o almoço quase tava pronto, parecia que vinha do cemitério, cara de cansada, uma roupa comum, onde será que se trocou pensei.

Ficou conversando um tempão com a Lúcia na sala enquanto eu terminava a comida. Depois almoçamos todos juntos e Claudia disse que ia dormir um pouco, que eu acordasse ela mais tarde, quando fui acordar ela tava nua na cama coberta só com o lençol, acariciei o corpo todo dela com calma e ela acordou sorrindo, me disse pra fechar a porta e deitar de barriga pra cima na cama. Brincou com minhas bolas um pouco antes de tirar o aparelho, meu pau deu um suspiro, tava bem duro, não tinha gozado, me sentia muito excitado, Claudia avaliando a situação colocou uma camisinha, queria obviamente que eu aguentasse mais, montou em mim devagar e veio com a boca procurar a minha, não se mexia, só nos beijávamos bem suavemente, comendo nossas bocas e enganchados como estávamos, parou de me beijar e chegou perto do meu ouvido.

-Hoje se quiser pode me perguntar algo e eu conto... o o que você quer saber… — eu não respondi, tinha vergonha de falar. — Você não ia gostar de saber nada… — disse num sussurro perto do meu ouvido —
— Tenho vergonha de perguntar… — me beijou de novo e a gente se beijou por um bom tempo, e depois voltou pro meu ouvido —
— Esse Exe não me dá tempo pra nada… quase arranca minha roupa quando chega, me amassa toda quente… desenfreado igual um potro e, nua, me joga na cama… — eu fiquei mais parado ainda, tava muito perto de gozar. — Ele se despe e já vem me montando… mete com força… tá muito puto porque você voltou e dá pra perceber… quer me fazer sentir isso… quer que eu sinta bem a dureza dele… fala que quer meu cu e eu sempre nego… depois, várias vezes, me põe de quatro na cama e assim me fode… mete bem forte… me pede pra dar pelo cu e eu nego… mas cada vez fico mais excitada… nas últimas vezes que pergunta, eu digo um não que ele não consegue interpretar… é um siiiii profundo… mas ele não percebe… e eu rio por dentro porque tô mais que entregue… ele podia fazer o que quisesse comigo naquela hora… e não percebe… — parou de falar e a gente se beijou por mais um tempão, ela saiu de cima de mim e ficamos nos beijando um monte de tempo. Depois de descansar um pouco, ela me montou de novo.
— Depois que ele goza… e quando se deita na cama… vou chupar ele… gasto ele no boquete e logo fica duro de novo… já não pede mais a bunda… me fode um tempo do jeito que eu gosto, por cima, e depois deixo ele encher minha boca… me dar tudo que tem… saboreio e engulo tudo… tudo que ele me dá… — naquele instante mesmo eu explodi, com uma mistura profunda de sentimentos. Ficamos nos beijando e nos acariciando, por um tempo que pareceu eterno.
Na manhã seguinte, ela se arrumou linda com uma saia justa, uma regata cavada semitransparente, salto alto, e fomos até onde eu tinha pego o registro, encontrar o cara. Ela quis que eu esperasse no carro, desceu sozinha, minha cabeça tava nas nuvens, em alguns momentos, gente me fazia sinal perguntando se eu tava livre e eu nem percebia, tava com a cabeça a mil quilômetros de distância. Passou quase uma hora até ela voltar pro carro. A cara dela tava séria, não falou nem disse nada. Me pediu pra levar ela pra casa, que queria tomar um banho. Pensei que ia fazer algum comentário, mas ela tava séria, relaxada mas séria, e principalmente muito bagunçada. Em casa, foi tomar banho e demorou umas horas. Quando tava saindo, me pediu pra ir ao banheiro, ajudei ela a se secar, me pediu pra abraçar ela forte, eu fiz, algumas lágrimas escorreram das bochechas dela. Mas não parecia triste. Depois se vestiu tranquila e me pediu pra levar ela no hospital. Passaram quase duas semanas em que nossa vida virou a rotina de uma família normal. Ela tava caseira como nunca, saíamos pro cinema, quando dava, pra jantar, muitas vezes com a Lucía e às vezes sozinhos. Foram como umas férias na nossa rotina. Eu sentia que ela tava voltando aos poucos de onde quer que tivesse estado. Era sexta à noite, a Lucía tinha saído e a gente jantava sozinho. A Claudia me olhou e disse que se sentia muito melhor e que tava com vontade de me contar o que tinha acontecido no escritório daquele cara. Mas disse que ia me contar um dia, mas na cama. Antes que eu fosse ver ele de novo, porque com certeza ia, e não demoraria muito.
Naquela mesma noite, quando fomos deitar, ela montou em mim na hora, tava voando de tesão, se enfiou em cima de mim e veio me beijar na boca na mesma hora, e depois passou pro meu ouvido. Sem se mexer em cima de mim, só com um sussurro no meu ouvido.
— Naquela manhã que fomos ver ele… entrei andando de um jeito sensual no escritório dele… ele pediu pra eu andar mais, que eu era muito elegante pra andar… me disse que eu era uma slut fina… que minha amiga Mary tinha um olho do caralho… me fez andar um pouco e depois pegou um pano comprido que tinha na mesa dele e veio até mim… amarrou minhas mãos nas costas e, por trás, foi me acariciando devagar… minha respiração ficava mais ofegante, ele foi… empurrando contra a escrivaninha enquanto sussurrava no meu ouvido, igual eu tô sussurrando no seu agora... se você veio nesse horário numa segunda-feira até aqui... não é porque tá atrás de pau... é outra coisa que você procura, uma experiência diferente... alguém que te ponha nos eixos... que te mande... e por isso a puta da Mary te mandou pra mim... minha respiração tava mais acelerada... ele me apoiou de bruços na escrivaninha dele... levantou minha saia e enfiou os dedos por baixo da minha calcinha fio dental... não me engano... você tá encharcada... tirou o pau da calça e se posicionou atrás de mim, só brincando com a ponta do pau na entrada da minha buceta... se inclinou sobre mim e falou no meu ouvido... agora eu podia chamar um assistente pra te enfiar e você não ia reclamar... mas ainda não é hora... eu nem me mexia, tava entregue... ele enfiou de uma vez e ficou parado em cima de mim... tem uma influência enorme sobre mim... me sentia dele... toda dele... ele me bombava bem devagar mas bem fundo... me puxou pelo cabelo e me deu um tapinha na bunda... mas com muita suavidade... depois chupava atrás da minha orelha e de vez em quando falava umas putarias... depois soltou minhas mãos que estavam amarradas... se levantou um pouco, cuspiu no meu cu e começou a brincar com o dedão lá... aí senti ele encostar a ponta do pau e meter a cabeça primeiro, devagar, pra ir deixando entrar aos poucos... passou as mãos por baixo dos meus peitos, me segurando pelos ombros... te monto como uma puta... mexe essa raba, putinha... vai... mexe... e eu me mexia tentando fazer ele meter mais fundo... pra ele ficar mais tesudo... ficamos assim uma eternidade... ele deixava o pau bem duro e me serrava de vez em quando... até que num momento ele se tensionou e enfiou bem no fundo... gozou tudo dentro do meu cu. Deixou escorrer sozinho e, me puxando pelo cabelo, me fez ajoelhar na frente dele... na frente do pau dele... e sem ele falar nada, eu soube o que tinha que fazer e chupei até ele me mandar parar... me colocou de pé... e saiu do escritório sem dizer uma palavra. Depois eu saí.[/swf]

5 comentários - Anal, mas anal... e a história continua

excelente muy bueno 🙎‍♂️

gracias por compartir 😉


puta